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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 19-12-2018.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/DEZEMBRO/19-12-2018.htm

Vista da.Ponte e Templo de Charenton , ca.1675.
Recorte e página do jornal Le Siècle de 02-03-1861 com o episódio do suicídio de Alfred Leroy
que Allan Kardec menciona da Revista Espírita de 04-1861 acima.
Banhos da Samaritana (Bains de la Samaritaine). Paris, França.


Les Bains de la Samaritaine, bem como a famosa loja de departamentos, tomaram o nome de uma grande bomba de água hidráulica. Foi instalado em 1608 para alimentar a água do Sena no Louvre e nas Tuileries. A bomba foi reconstruída em 1715. A fachada do edifício que abrigava a bomba continha uma escultura representando Jesus e a mulher samaritana no poço, daí o nome. http://blog.imagesmusicales.be/la-samaritaine/

Les Bains de la Samaritana era uma construção flutuante no Sena contendo banhos públicos. O navio elegante e impressionante continha 100 banheiras, colocadas em pequenas cabines distribuídas em dois andares. Pode-se ir lá para um banho simples, ou para banhos medicinais, banhos de vapor, chuveiros e hidroterapia. http://blog.imagesmusicales.be/la-samaritaine/

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Leia sobre o suicida dos Banhos da Samaritana aqui:


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Pagina do Le Monde Illustré de 26-12-1857 evocando o Natal.

Monumentos em homenagem á família e á mulher peruana.
Chorrillos, Lima, Peru. Fotos Ismael Gobbo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 18-12-2018.

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O livro “La mer”  (O mar) de Jules Michelet pode ser lido aqui. Edição em francês.
O famoso escritor Jules Michelet.

Jules Michelet (Paris21 de outubro de 1798 — 9 de fevereiro de 1874) foi um filósofo e historiador francês.
Leia mais:
O comentário de Taxile Delord em Variétés  no  jornal Le Siècle de 04-02-1861 mencionado
 por Allan Kardec  no texto da Revista Espírita de abril de 1861 acima reproduzida.
Taxile Delord.



Taxile Delord foi um jornalista e político francês nascido em25 de novembro de 1815em Avignon ( Vaucluse ) e morreu em13 de maio de 1877em Paris .
Leia mais:
Mosaico na “Casa de Netuno e Anfitrite”. Herculano, Itália. A cidade foi soterrada pelas lavas do vulcão
Vesúvio na erupção do ano 79 dC. Fotos Ismael Gobbo.


Posídon (em grego clássicoΠοσειδῶνtransl.: Poseidōn), também conhecido como PosidãoPoseidon ou Possêidon, assumiu o estatuto de deus supremo do mar, conhecido pelos romanos como Netuno,[1] possivelmente tendo origem etrusca como Nethuns.[2]Também era conhecido como o deus dos terremotos.[3] Os símbolos associados a Posídon com mais frequência eram o tridente e o golfinho.
A origem de Posídon é cretense,[4] como atesta seu papel no mito do Minotauro. Na civilização minoica era o deus supremo, senhor do raio, atributo de Zeus no panteão grego, daí o acordo da divisão de poderes entre eles, cabendo o mar ao antigo rei dos deuses minoicos.[carece de fontes]
Leia mais:

Anfitrite (em grego antigoἈμφιτρίτη), na mitologia grega, era filha da ninfa Dóris e de Nereu, portanto uma nereida.
É esposa de Posídon e deusa dos mares. A princípio, se recusou a unir-se ao deus, se escondendo nas profundezas dos oceanos, em um lugar conhecido apenas por sua mãe. Acabou cedendo às investidas de Posidão, se tornando rainha dos oceanos. É representada portando um tridente, símbolo de sua soberania sobre os mares.
Como Hera, sofria com as extensas traições de seu marido, mas não possuía o ciúme corrosivo da primeira.
De acordo as visões de sacerdotes, Anfitrite aparentava ter cabelos castanhos longos e lisos, pele morena clara e olhos escuros, tendo um belo corpo e aparentando 25 anos.
Leia mais:

Sítio arqueológico de Herculano, Itália, cidade soterrada pelas lavas do vulcão
Vesúvio na erupção do ano 79 dC. Foto Ismael Gobbo.
Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo
Imagem/fonte:
Árvore de Natal. Foto Ismael Gobbo.
O sapateiro. 1878. Pintura de Ferdinand Hodler.

domingo, 16 de dezembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 17-12-2018.

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Louis Jourdan. Foto de Nadar.


Embora o jornalista Louis Jourdan em seus comentários demonstra não ter conhecimentos aprofundados da Doutrina Espírita, ao menos os fez de forma respeitosa e com interesse, ao contrário de alguns outros que os fizeram de forma leviana, em tom jocoso e demonstrando total ignorância. Ismael Gobbo.

O Livro dos Espíritos em edição de 1860.
Quadro de Allan Kardec de grandes dimensões na Librairie et Editions Leymarie. Paris, França.
Presépio em Santa Rita do Passa Quatro, SP. Foto Ismael Gobbo.
Árvore de Natal em Piazza Venezia.  Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
 Balsa da Medusa. Óleo sobre tela de Théodore Géricault.
Imagem/fonte:
Pescadores no mar. Óleo sobre tela por J. M. W. Turner.
Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Fishermen_at_Sea
 The Stonebreaker” (O quebrador de pedras). Óleo sobre tela por Henry Wallis.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Lucas - Capítulo XXIV

1 Mas já no primeiro dia da semana, bem de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado.   
2 E acharam a pedra revolvida do sepulcro.   
3 Entrando, porém, não acharam o corpo do Senhor Jesus.   
4 E, estando elas perplexas a esse respeito, eis que lhes apareceram dois varões em vestes resplandecentes;   
5 e ficando elas atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais entre os mortos aquele que vive?   
6 Ele não está aqui, mas ressurgiu. Lembrai-vos de como vos falou, estando ainda na Galiléia.   
7 dizendo: Importa que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressurja.   
8 Lembraram-se, então, das suas palavras;   
9 e, voltando do sepulcro, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os demais.   
10 E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago; também as outras que estavam com elas relataram estas coisas aos apóstolos.   
11 E pareceram-lhes como um delírio as palavras das mulheres e não lhes deram crédito.   
12 Mas Pedro, levantando-se, correu ao sepulcro; e, abaixando-se, viu somente os panos de linho; e retirou-se, admirando consigo o que havia acontecido.   
13 Nesse mesmo dia, iam dois deles para uma aldeia chamada Emaús, que distava de Jerusalém sessenta estádios;   
14 e iam comentando entre si tudo aquilo que havia sucedido.   
15 Enquanto assim comentavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou, e ia com eles;   
16 mas os olhos deles estavam como que fechados, de sorte que não o reconheceram.   
17 Então ele lhes perguntou: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós? Eles então pararam tristes.   
18 E um deles, chamado Cleopas, respondeu-lhe: És tu o único peregrino em Jerusalém que não soube das coisas que nela têm sucedido nestes dias?   
19 Ao que ele lhes perguntou: Quais? Disseram-lhe: As que dizem respeito a Jesus, o nazareno, que foi profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo.   
20 e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades e entregaram para ser condenado à morte, e o crucificaram.   
21 Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de remir Israel; e, além de tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram.   
22 Verdade é, também, que algumas mulheres do nosso meio nos encheram de espanto; pois foram de madrugada ao sepulcro   
23 e, não achando o corpo dele voltaram, declarando que tinham tido uma visão de anjos que diziam estar ele vivo.   
24 Além disso, alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; a ele, porém, não o viram.   
25 Então ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram!   
26 Porventura não importa que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória?   
27 E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.   
28 Quando se aproximaram da aldeia para onde iam, ele fez como quem ia para mais longe.   
29 Eles, porém, o constrangeram, dizendo: Fica conosco; porque é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles.   
30 Estando com eles à mesa, tomou o pão e o abençoou; e, partindo-o, lho dava.   
31 Abriram-se-lhes então os olhos, e o reconheceram; nisto ele desapareceu de diante deles.   
32 E disseram um para o outro: Porventura não se nos abrasava o coração, quando pelo caminho nos falava, e quando nos abria as Escrituras?   
33 E na mesma hora levantaram-se e voltaram para Jerusalém, e encontraram reunidos os onze e os que estavam com eles,   
34 os quais diziam: Realmente o Senhor ressurgiu, e apareceu a Simão.   
35 Então os dois contaram o que acontecera no caminho, e como se lhes fizera conhecer no partir do pão.   
36 Enquanto ainda falavam nisso, o próprio Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco.   
37 Mas eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito.   
38 Ele, porém, lhes disse: Por que estais perturbados? e por que surgem dúvidas em vossos corações?   
39 Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho.   
40 E, dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e os pés.   
41 Não acreditando eles ainda por causa da alegria, e estando admirados, perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer?   
42 Então lhe deram um pedaço de peixe assado,   
43 o qual ele tomou e comeu diante deles.   
44 Depois lhe disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.   
45 Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras;   
46 e disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressurgisse dentre os mortos;   
47 e que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém.   
48 Vós sois testemunhas destas coisas.   
49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.   
50 Então os levou fora, até Betânia; e levantando as mãos, os abençoou.   
51 E aconteceu que, enquanto os abençoava, apartou-se deles; e foi elevado ao céu.   
52 E, depois de o adorarem, voltaram com grande júbilo para Jerusalém;   
53 e estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus.   


Quadro “O anjo na sepultura do Cristo”. Óleo no painel de Benjamin West.
Imagem/fonte:
Quadro “Jesus Ressuscitado e Maria Madalena”. Depois de Heinrich Hofmann, publicado no cartão da Bíblia.
Quadro: A Ascensão de Cristo. Óleo no painel por Benvenuto Tisi da Garofalo.
Ceia em Emaús de Caravaggio. Mostra o momento em que os discípulos reconhecem Jesus.
Imagem/fonte:
Monte Sião. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
Jerusalém. Israel. Foto Ismael Gobbo
Cemitério judeu em Jerusalém. Foto Ismael Gobbo
Turistas em rua do Monte das Oliveiras. Jerusalém. Israel. Foto Ismael Gobbo
Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
Santuário  Dominus Flevit. Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo

Dominus Flevit, traduzido do latim como "O Senhor Chorou",[1] foi construído em forma de gota de lágrima para representar as lágrimas de Jesus Cristo. De acordo com o capítulo 19 do Evangelho de Lucas, Jesus chorou emocionado, após predizer a futura destruição de Jerusalém e consequente diáspora, enquanto caminhava pela cidade.
templo católico é um dos mais recentes em Jerusalém. Durante sua construção, arqueologistas descobriram artefatos datados do período cananeu, assim como tumbas do período relativo ao Segundo Templo e à era bizantina.
Restos arqueológicos no Monte das Oliveiras, junto à igreja Dominus Flevit. Fotos Ismael Gobbo
Túmulos escavados na rocha no Vale de Cédron. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
Vale do Cédron. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.

Vale do Cédron (em hebraicoנחל קדרון, em árabe: وادي الجز, "escuro") é um vale próximo de Jerusalém, descrito pela Bíblia como tendo grande significado. Também é chamado de Vale da Torrente do Cédron, devido a um fluxo continuo de correntes de águas por ocasião de enchente repentina nos meses de inverno chuvosos. Atualmente o nome dado à sua parte inferior, Uádi en-Nar ou Wadi al-Joz ("uádi de fogo"), indica que é quente e seco na maior parte do tempo.
O Vale do Cédron se estende ao longo do muro oriental de Jerusalém, separando o Monte de Templo do Monte das Oliveiras. Continua ao leste pelo Deserto da Judeia, em direção ao Mar Morto. O assentamento israelense de Kedarestá situado num cume sobre o vale. O bairro de Wadi al-Joz recebe o nome de árabe do vale.
O Vale é o local de muitos túmulos judaicos, inclusive o Pilar de Absalão, a tumba de Bene Hezir, e o Túmulo de Zacarias. Certa vez, a água da Fonte de Giom fluiu pelo vale, mas foi desviada pelo Túnel de Ezequias para prover água a Jerusalém. Atualmente permanece sem água mesmo no inverno.
Túmulo de Absalão no Vale de Cédron.  Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
Bairro árabe na Cidade Velha em Jerusalém. Foto Ismael Gobbo
Cortejo fúnebre judeu em rua de Jerusalém. Foto Ismael Gobbo.
Monte das Oliveiras com a cúpula da  Mesquita de Omar  e muralha ao fundo.  Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
Estrada de Jerusalém para Belém. Foto Ismael Gobbo

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 15-12-2018.

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Jornal Le Siècle de 05-06-1881  noticiando a  morte de Louis Jordan ocorrida
em no dia 02-06-1881, tecendo comentários elogiosos sobre a vida e obra de Louis Jourdan.
Louis Jordan. Toulon 07-01-1810 / Argel 02-06-1881


Louis Jourdan (1810-1881) é um editor de jornal e jornalista francês perto de doutrinas phalansterian e Saint-Simonian . Ele colaborou com muitas revistas e fundou com Moïse Polydore Millaud Le Journal des Actionnaires , depois de ter criado com ele primeiro o Journal des Dockshttps://fr.wikipedia.org/wiki/Louis_Jourdan_(%C3%A9diteur)


Ao contrário de alguns críticos levianos, Louis Jordan demonstrou respeito e simpatia pela Doutrina
Espírita e pelo seu codificador Allan Kardec, do qual foi contemporâneo.

Oscar Comettant (1819 – 1898)


Compositor e musicógrafo. - Crítica musical no "século" e colaborador do "Ménestrel"


Veja crítica de Oscar Comettant no jornal Le Siècle e resposta de Allan Kardec na Revista Espírita
Émile Deschanel



Émile Deschanel
Professor, jornalista, escritor e político. - Heliologista, professor de literatura grega na Ecole Normale Supérieure, depois no College de France. - Deputado do Sena (1876-1881), eleito senador irremediável em 1885. - Pai de Paul Deschanel, Presidente da República Francesa.  https://data.bnf.fr/11899795/emile_deschanel/


Veja críticas de Émile Deschanel  no Journal Des Débats com resposta de Allan Kardec na
Revista Espírita

Natividade. Óleo sobre tela de Ludovico Carracci (cópia de quadro de Antonio Allegri Correggio). Séc. XVI-XVII. 
Museu de Arte Sacra, São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Mãe e filha. Foto Ismael Gobbo