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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Lucas - Capítulo XX

1 Num desses dias, quando Jesus ensinava o povo no templo, e anunciava o evangelho, sobrevieram os principais sacerdotes e os escribas, com os anciãos.   
2 e falaram-lhe deste modo: Dize-nos, com que autoridade fazes tu estas coisas? Ou, quem é o que te deu esta autoridade?   
3 Respondeu-lhes ele: Eu também vos farei uma pergunta; dizei-me, pois:   
4 O batismo de João era do céu ou dos homens?   
5 Ao que eles arrazoavam entre si: Se dissermos: do céu, ele dirá: Por que não crestes?   
6 Mas, se dissermos: Dos homens, todo o povo nos apedrejará; pois está convencido de que João era profeta.   
7 Responderam, pois, que não sabiam donde era.   
8 Replicou-lhes Jesus: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.   
9 Começou então a dizer ao povo esta parábola: Um homem plantou uma vinha, arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se do país por muito tempo.   
10 No tempo próprio mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem dos frutos da vinha; mas os lavradores, espancando-o, mandaram-no embora de mãos vazias.   
11 Tornou a mandar outro servo; mas eles espancaram também a este e, afrontando-o, mandaram-no embora de mãos vazias.   
12 E mandou ainda um terceiro; mas feriram também a este e lançaram-no fora.   
13 Disse então o senhor da vinha: Que farei? Mandarei o meu filho amado; a ele talvez respeitarão.   
14 Mas quando os lavradores o viram, arrazoaram entre si, dizendo: Este é o herdeiro; matemo-lo, para que a herança seja nossa.   
15 E lançando-o fora da vinha, o mataram. Que lhes fará, pois, o senhor da vinha?   
16 Virá e destruirá esses lavradores, e dará a vinha a outros. Ouvindo eles isso, disseram: Tal não aconteça!   
17 Mas Jesus, olhando para eles, disse: Pois, que quer dizer isto que está escrito: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular?   
18 Todo o que cair sobre esta pedra será despedaçado; mas aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó.   
19 Ainda na mesma hora os escribas e os principais sacerdotes, percebendo que contra eles proferira essa parábola, procuraram deitar-lhe as mãos, mas temeram o povo.   
20 E, aguardando oportunidade, mandaram espias, os quais se fingiam justos, para o apanharem em alguma palavra, e o entregarem à jurisdição e à autoridade do governador.   
21 Estes, pois, o interrogaram, dizendo: Mestre, sabemos que falas e ensinas retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas segundo a verdade o caminho de Deus;   
22 é-nos lícito dar tributo a César, ou não?   
23 Mas Jesus, percebendo a astúcia deles, disse-lhes:   
24 Mostrai-me um denário. De quem é a imagem e a inscrição que ele tem? Responderam: De César.   
25 Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.   
26 E não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e admirados da sua resposta, calaram-se.   
27 Chegaram então alguns dos saduceus, que dizem não haver ressurreição, e perguntaram-lhe:   
28 Mestre, Moisés nos deixou escrito que se morrer alguém, tendo mulher mas não tendo filhos, o irmão dele case com a viúva, e suscite descendência ao irmão.   
29 Havia, pois, sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos;   
30 então o segundo, e depois o terceiro, casaram com a viúva;   
31 e assim todos os sete, e morreram, sem deixar filhos.   
32 Depois morreu também a mulher.   
33 Portanto, na ressurreição, de qual deles será ela esposa, pois os sete por esposa a tiveram?   
34 Respondeu-lhes Jesus: Os filhos deste mundo casaram-se e dão-se em casamento;   
35 mas os que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro, e a ressurreição dentre os mortos, nem se casam nem se dão em casamento;   
36 porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.   
37 Mas que os mortos hão de ressurgir, o próprio Moisés o mostrou, na passagem a respeito da sarça, quando chama ao Senhor; Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó.   
38 Ora, ele não é Deus de mortos, mas de vivos; porque para ele todos vivem.   
39 Responderam alguns dos escribas: Mestre, disseste bem.   
40 Não ousavam, pois, perguntar-lhe mais coisa alguma.   
41 Jesus, porém, lhes perguntou: Como dizem que o Cristo é filho de Davi?   
42 Pois o próprio Davi diz no livro dos Salmos: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita,   
43 até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.   
44 Logo Davi lhe chama Senhor como, pois, é ele seu filho?   
45 Enquanto todo o povo o ouvia, disse Jesus aos seus discípulos:   
46 Guardai-vos dos escribas, que querem andar com vestes compridas, e gostam das saudações nas praças, dos primeiros assentos nas sinagogas, e dos primeiros lugares nos banquetes;   
47 que devoram as casas das viúvas, fazendo, por pretexto, longas orações; estes hão de receber maior condenação. 



Os fariseus questionando a Jesus. Aquarela de James Tissot.
Imagem/fonte:
Ilustração da parábola dos trabalhadores maus. Jan Luyken.
O dinheiro do tributo. Óleo sobre tela por Ticiano.
Em primeiro plano, cemitério judeu e Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
Estátua do Rei Davi com a harpa no Monte Sião, Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
No alto do Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
Crepúsculo em Jerusalém. Foto Ismael Gobbo.

NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 11-12-2018.

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Moisés salvo das águas. Óleo sobre tela de Nicolas-Antoine Taunay. 1826.
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Moisés e os Dez Mandamentos em óleo sobre tela de Rembrandt.



O episódio da recepção dos Dez Mandamentos é sugestivo de uma escrita direta
As Bem-aventuranças. Aquarela de James Tissot.
Estátua do Rei Davi com a harpa no Monte Sião, Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
A Natividade. Óleo sobre tela por Federico Barocci.
Imagem/fonte:
Cristo no Mar da Galiléia. Óleo sobre tela por Jacopo Tintoretto.
Imagem/fonte:
Mar da Galiléia. Israel. Foto Ismael Gobbo.

http://feparana.com.br/...adm/topico/upload/images/wallace_leal.jpg
Wallace Leal Valentin Rodrigues 

Jovens no trabalho voluntário “Hazla por tu playa”  que faz limpeza de praias e rios.  Miraflores, Lima, Peru.
Fotos Ismael Gobbo
Vista noturna da Baia de Lima, Peru. Foto Ismael Gobbo

domingo, 9 de dezembro de 2018

Lucas - Capítulo XIX

1 Tendo Jesus entrado em Jericó, ia atravessando a cidade.   
2 Havia ali um homem chamado Zaqueu, o qual era chefe de publicanos e era rico.   
3 Este procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, porque era de pequena estatura.   
4 E correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque havia de passar por ali.   
5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa; porque importa que eu fique hoje em tua casa.   
6 Desceu, pois, a toda a pressa, e o recebeu com alegria.   
7 Ao verem isso, todos murmuravam, dizendo: Entrou para ser hóspede de um homem pecador.   
8 Zaqueu, porém, levantando-se, disse ao Senhor: Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado.   
9 Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão.   
10 Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.   
11 Ouvindo eles isso, prosseguiu Jesus, e contou uma parábola, visto estar ele perto de Jerusalém, e pensarem eles que o reino de Deus se havia de manifestar imediatamente.   
12 Disse pois: Certo homem nobre partiu para uma terra longínqua, a fim de tomar posse de um reino e depois voltar.   
13 E chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Negociai até que eu venha.   
14 Mas os seus concidadãos odiavam-no, e enviaram após ele uma embaixada, dizendo: Não queremos que este homem reine sobre nós.   
15 E sucedeu que, ao voltar ele, depois de ter tomado posse do reino, mandou chamar aqueles servos a quem entregara o dinheiro, a fim de saber como cada um havia negociado.   
16 Apresentou-se, pois, o primeiro, e disse: Senhor, a tua mina rendeu dez minas.   
17 Respondeu-lhe o senhor: Bem está, servo bom! porque no mínimo foste fiel, sobre dez cidades terás autoridade.   
18 Veio o segundo, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu cinco minas.   
19 A este também respondeu: Sê tu também sobre cinco cidades.   
20 E veio outro, dizendo: Senhor, eis aqui a tua mina, que guardei num lenço;   
21 pois tinha medo de ti, porque és homem severo; tomas o que não puseste, e ceifas o que não semeaste.   
22 Disse-lhe o Senhor: Servo mau! pela tua boca te julgarei; sabias que eu sou homem severo, que tomo o que não pus, e ceifo o que não semeei;   
23 por que, pois, não puseste o meu dinheiro no banco? então vindo eu, o teria retirado com os juros.   
24 E disse aos que estavam ali: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem as dez minas.   
25 Responderam-lhe eles: Senhor, ele tem dez minas.   
26 Pois eu vos digo que a todo o que tem, dar-se-lhe-á; mas ao que não tem, até aquilo que tem ser-lhe-á tirado.   
27 Quanto, porém, àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim.   
28 Tendo Jesus assim falado, ia caminhando adiante deles, subindo para Jerusalém.   
29 Ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto do monte que se chama das Oliveiras, enviou dois dos discípulos,   
30 dizendo-lhes: Ide à aldeia que está defronte, e aí, ao entrar, achareis preso um jumentinho em que ninguém jamais montou; desprendei-o e trazei-o.   
31 Se alguém vos perguntar: Por que o desprendeis? respondereis assim: O Senhor precisa dele.   
32 Partiram, pois, os que tinham sido enviados, e acharam conforme lhes dissera.   
33 Enquanto desprendiam o jumentinho, os seus donos lhes perguntaram: Por que desprendeis o jumentinho?   
34 Responderam eles: O Senhor precisa dele.   
35 Trouxeram-no, pois, a Jesus e, lançando os seus mantos sobre o jumentinho, fizeram que Jesus montasse.   
36 E, enquanto ele ia passando, outros estendiam no caminho os seus mantos.   
37 Quando já ia chegando à descida do Monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinha visto,   
38 dizendo: Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu, e glória nas alturas.   
39 Nisso, disseram-lhe alguns dos fariseus dentre a multidão: Mestre, repreende os teus discípulos.   
40 Ao que ele respondeu: Digo-vos que, se estes se calarem, as pedras clamarão.   
41 E quando chegou perto e viu a cidade, chorou sobre ela,   
42 dizendo: Ah! se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a paz! mas agora isso está encoberto aos teus olhos.   
43 Porque dias virão sobre ti em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te apertarão de todos os lados,   
44 e te derribarão, a ti e aos teus filhos que dentro de ti estiverem; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo da tua visitação.   
45 Então, entrando ele no templo, começou a expulsar os que ali vendiam,   
46 dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa será casa de oração; vós, porém, a fizestes covil de salteadores.   
47 E todos os dias ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas, e os principais do povo procuravam matá-lo;   
48 mas não achavam meio de o fazer; porque todo o povo ficava enlevado ao ouvi-lo.   

Zaqueu no Sicômoro aguardando a passagem de Jesus. Aquarela de James Tissot
Imagem/fonte:
Árvore Sicômoro. Jericó, Palestina. Foto Ismael Gobbo
Mesquita Central em  Jericó, Palestina. Foto Ismael Gobbo.
Ruas em Jerico, Palestina. Fotos Ismael Gobbo
Parábola dos talentos ou das  minas. Óleo no painel de Willem de Poorter.
Entardecer no Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
A Mesquita de Omar em Jerusalém, Israel, no  local onde outrora existia o templo . Foto Ismael Gobbo.

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 10-12-2018.

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Luis XIX da França. Óleo sobre tela de Hyacinthe Rigaud.

Luís XIV (Saint-Germain-en-Laye5 de setembro de 1638 – Versalhes1 de setembro de 1715), apelidado de "o Grande" e "Rei Sol", foi o Rei da França e Navarra de 1643 até à sua morte. Seu reinado de 72 anos é o mais longo de toda história do planeta; Nenhum outro monarca ocupou um trono por tanto tempo. Foi um dos líderes da crescente centralização de poder na era do absolutismo europeu.
Vista da Praça Louis XV (agora Praçada Concórdia) da margem esquerda, atribuído a Alexandre-Jean Noël
(cerca de 1780). Imagem/fonte:
Filipe da França, duque de Órleans,  e irmão de Luís XIV, portando a cruz da Ordem do Espírito Santo.
Robert Nanteuil, cardeal Mazarin em frente à galeria do seu hotel, 1659
Henri Muger por Nadar.

A vida turbulenta do escritor Henri Mürger originou e sintetizou o mito duradouro de um artista faminto lutando para sobreviver em um sótão em Paris. Seus amigos ainda não eram famosos poetas, artistas, escritores e músicos, e seus contos sobre suas vidas o tornaram famoso. Esses relatos irônicos encapsularam e celebraram o ambiente boêmio em que tanto Nadar quanto Mürger eram figuras notáveis.
As vidas de Nadar e Mürger se entrelaçaram por toda a década de 1840, sua amizade profunda só terminou quando Mürger, enfraquecido por dificuldades e dissipação aos quarenta anos de idade, morreu nos braços de Nadar. Pouco depois, Nadar se juntou a dois amigos para escrever um livro memorial que incluía as cartas de Mürger. Pode ter sido nessa época que Nadar repopfografou seu retrato de Musser de 1857 para fazer essa gravura em forma de lápide. Mürger parece muito mais velho que seus trinta e cinco anos, e seus olhos são estranhamente cautelosos enquanto olha em direção à câmera e a um de seus amigos mais próximos.
Do livro de Henri Murger “Scènes de La Vie de Bohème”.
Do livro de Henri Murger “Scènes de La Vie de Bohème”.
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k97733487/f10.image.texteImage
Jardim de Luxemburgo. Paris, França. No local há um busto em homenagem a Henri Murger.
Foto Laura Emilia Michelin Gobbo.
Artigo sobre Henri Murger de Théodore Pelloquet do jornal “Le Siècle” de 6/2/1861.mencionado por Allan Kardec na Revista Espírita de março de 1861. Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k727193c/f3.item
Gérard de Nerval.

Gérard de Nerval (Paris, 22 de Maio de 1808 - 25 de Janeiro de 1855) foi um escritor do século XIX. É um dos autores mais importantes da literatura francesa.
Delphine de Girardin. Óleo sobre tela de Louis Hersent.

Delphine de Girardin
Ela nasceu em Aachen e batizou Delphine Gay . Sua mãe, a conhecida Madame Sophie Gay , criou-a no meio de uma brilhante sociedade literária. Sua prima era a escritora Hortense Allart . [1] Gay publicou dois volumes de miscelânea, Essais poetiques (1824) e Nouveaux Essais poétiques (1825). Uma visita à Itália em 1827, durante a qual ela foi entusiasticamente recebida pelos letrados de Roma e até coroada na capital, produziu vários poemas, dos quais o mais ambicioso foi Napoline (1833).
Leia mais:
Parábola dos talentos ou das  minas. Óleo no painel de Willem de Poorter.
Moedas com esfinge de Júlio César.
Museu Nacional de Arte Romano. Mérida, Espanha. Foto Ismael Gobbo.
Jesus curando o surdo-mudo da Decápolis. Pintura de Bartholomeus Breenbergh.
O importante sítio arqueológico de Beith She´na ou Scythopolida antiga Decápolis ou dez cidades gregas. Israel.
 Foto Ismael Gobbo

Beit She'an ( hebraico : בֵּית שְׁאָן Beth Šəān ( ajuda · informação ) ; Beesān ( ajuda · informação ) , Beisan ou Bisan ) [2] é uma cidade no distrito do norte de Israel que tem desempenhado um papel importante na história devido a sua localização geográfica na junção do vale do rio Jordão e do vale de Jezreel . No relato bíblico da batalha dos israelitas contra os filisteus no monte Gilboa ,Sobre esse som Sobre esse som [3] os corpos do rei Saul e três de seus filhos foram pendurados nas paredes de Beit She'an ( 1 Samuel 31: 10-12 ). [4] No tempo dos romanos, Beit She'an era a principal cidade da Decapolis . Nos tempos modernos, Beit She'an serve como um centro regional para os assentamentos no Vale Beit She'an .
As antigas ruínas da cidade estão agora protegidas dentro do Parque Nacional Beit She'an 
Mapa da Decápolis. Fonte: 
Quadro intitulado “A ressurreição da filha de Jairo”. Paolo Caliari dito Véronèse.
Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Adoração dos pastores. Pintura óleo de Gerard van Honthorst 
Jesus e a samaritana. Óleo sobre tela de Annibale Carracci.
Imagem/fonte:
Jesus no Monte das Oliveiras. Obra de Vasilij G. Perov.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Lucas - Capítulo XVIII

1 Contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer.   
2 dizendo: Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava os homens.   
3 Havia também naquela mesma cidade uma viúva que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário.   
4 E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,   
5 todavia, como esta viúva me incomoda, hei de fazer-lhe justiça, para que ela não continue a vir molestar-me.   
6 Prosseguiu o Senhor: Ouvi o que diz esse juiz injusto.   
7 E não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que dia e noite clamam a ele, já que é longânimo para com eles?   
8 Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?   
9 Propôs também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:   
10 Dois homens subiram ao templo para orar; um fariseu, e o outro publicano.   
11 O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: Ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano.   
12 Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho.   
13 Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, o pecador!   
14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado.   
15 Traziam-lhe também as crianças, para que as tocasse; mas os discípulos, vendo isso, os repreendiam.   
16 Jesus, porém, chamando-as para si, disse: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus.   
17 Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como criança, de modo algum entrará nele.   
18 E perguntou-lhe um dos principais: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna?   
19 Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus.   
20 Sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; honra a teu pai e a tua mãe.   
21 Replicou o homem: Tudo isso tenho guardado desde a minha juventude.   
22 Quando Jesus ouviu isso, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens e reparte-o pelos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me.   
23 Mas, ouvindo ele isso, encheu-se de tristeza; porque era muito rico.   
24 E Jesus, vendo-o assim, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!   
25 Pois é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus.   
26 Então os que ouviram isso disseram: Quem pode, então, ser salvo?   
27 Respondeu-lhes: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus.   
28 Disse-lhe Pedro: Eis que nós deixamos tudo, e te seguimos.   
29 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou pais, ou filhos, por amor do reino de Deus,   
30 que não haja de receber no presente muito mais, e no mundo vindouro a vida eterna.   
31 Tomando Jesus consigo os doze, disse-lhes: Eis que subimos a Jerusalém e se cumprirá no filho do homem tudo o que pelos profetas foi escrito;   
32 pois será entregue aos gentios, e escarnecido, injuriado e cuspido;   
33 e depois de o açoitarem, o matarão; e ao terceiro dia ressurgirá.   
34 Mas eles não entenderam nada disso; essas palavras lhes eram obscuras, e não percebiam o que lhes dizia.   
35 Ora, quando ele ia chegando a Jericó, estava um cego sentado junto do caminho, mendigando.   
36 Este, pois, ouvindo passar a multidão, perguntou que era aquilo.   
37 Disseram-lhe que Jesus, o nazareno, ia passando.   
38 Então ele se pôs a clamar, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!   
39 E os que iam à frente repreendiam-no, para que se calasse; ele, porém, clamava ainda mais: Filho de Davi, tem compaixão de mim!   
40 Parou, pois, Jesus, e mandou que lho trouxessem. Tendo ele chegado, perguntou-lhe:   
41 Que queres que te faça? Respondeu ele: Senhor, que eu veja.   
42 Disse-lhe Jesus: Vê; a tua fé te salvou.   
43 Imediatamente recuperou a vista, e o foi seguindo, gloficando a Deus. E todo o povo, vendo isso, dava louvores a Deus.   


O Templo de Herodes em maquete. Jerusalém. Holyland Hotel.
O fariseu e o  publicano em aquarela de James Tissot.
Imagem/fonte:
Quadro de Jesus executado na parede pela artista plástica Maria Tereza Braga. Casa da Caridade, Araçatuba, SP.
Foto Ismael Gobbo
Porta de Damasco em Jerusalém. Cartão postal Lehnert e Landrock, Cairo
“Cristo e o jovem rico”. Pintura de Heinrich Hoffman.
Cristo curando o cego perto de Jericó. Óleo no painel de Eustache Le Sueur.
O chamado “Monte da Tentação” visto do teleférico. Jericó, Palestina. Foto Ismael Gobbo.
A árvore Sicômoro.  Jericó, Palestina. Foto Ismael Gobbo
Museu Russo. Jericó, Palestina. Fica ao lado da Figueira de Zaqueu. Foto Ismael Gobbo


Ficus sycomorus, conhecida pelos nomes comuns de sicómoro, sicômoro ou figueira-doida, é uma espécie de figueira de raízes profundas e ramos fortes que produz figos de qualidade inferior, cultivada no Médio Oriente e em partes da África há milénios. Wikipédia