BLOG DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA.....ARAÇATUBA- SP

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 24-10-2018.

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Louis Figuier.

Histoire Du Merveilleux de Louis Figuier.
Oscar Comettant (1819 – 1898)


Compositor e musicógrafo. - Crítica musical no "século" e colaborador do "Ménestrel"
Busto de Homero. Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

Homero (em gregoὍμηροςtransl. Hómēros) foi um poeta épico da Grécia Antiga, ao qual tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada e Odisseia.
Leia mais:
Ilíada VIII 245-253 no códice F205 (Milão, Biblioteca Ambrosiana), final 5 ou início 6 c. AD Extraído dehttp://www.lgpn.ox.ac.uk/image_archive/mss/mss2.html
Copiado de:

Ilíada (em grego antigo: Ἰλιάς, IPA[iːliás]) é um dos dois principais poemas épicos da Grécia Antiga, de autoria atribuída ao poeta Homero, que narra os acontecimentos decorridos no período de 50 dias durante o décimo e último ano da Guerra de Troia, conflito empreendido para a conquista de Ílio ou Troia, cuja gênese radica na ira (μῆνις, mênis) de Aquiles.[1][2]
Leia mais:

Penelope interroga Ulisses para provar sua identidade. Óleo sobre tela por Johann Heinrich Wilhelm Tischbein.
Teatro de Epidaurus. Grécia. Foto Ismael Gobbo.
Cavalo de Tróia. A orla marítima de Çanakkale, na Turquia, com o "ahşap at" (cavalo de madeira) do filme de 2004
Uma mãe. Bronze por Pasquale Sgandurra. Museu de Arte Italiano. Lima, Perú. Foto Ismael Gobbo
 Pedro decepa a orelha do soldado Malco. Obra de Aleijadinho, Congonhas, MG. Foto Ismael Gobbo
Disse, pois, Jesus a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não hei de beber o cálice que o Pai me deu?”. João 18: 11

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 23-10-2018.

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Lião, França. Bairro de Saint-Georges em 1840. As casas à beira d´agua antes da construção do porto Fulchiron
Batalha de Cantão. China.
Marinheiros britânicos rebocando navios de guerra rumo à cidade sitiada de Cantão em 24 de maio de 1841.




Batalha de Cantão (28 de dezembro de 1857 - 1 de janeiro de 1858) foi uma batalha da Segunda Guerra do Ópio . Os franceses e britânicos atacaram a cidade chinesa de Cantão . A cidade caiu em 1 de janeiro de 1858 e os europeus assumiram.
Leia mais:
Saul e Davi. Óleo sobre tela  por Rembrandt.
Arthur-Jules. - general e matemático. - Professor de Mecânica Industrial no Conservatório de Artes e Ofícios, Paris. - Membro da Academia das Ciências (1843). Fonte: http://data.bnf.fr/12195734/arthur_morin/
Sepultura de Jules Morin no Cemitério Père Lachaise. Paris, França
Estátua de Channing por Herbert Adams. Boston, MA, EUA. 1903.
Beijo de paz. Obra de Alonzo Rodriguez.   
Adeus de São Pedro e São Paulo mostrando os apostolos dando um ao outro o santo beijo antes de seu martírio.
Sua Majestade o imperador do Brasil visitando a  redação do “Moniteur Universel” e do “Monde Illustré”.
Imagem/fonte: “Le Monde Illustré”, 03-02-1872

Pedro II (Rio de Janeiro2 de dezembro de 1825 – Paris5 de dezembro de 1891), alcunhado o Magnânimo,[1][2] foi o segundo e último Imperador do Império do Brasil durante 58 anos, de 1831 até sua deposição em 1889.[nota 1] Nascido no Rio de Janeiro, foi o filho mais novo do imperador Pedro I do Brasil e da imperatriz Dona Maria Leopoldina de Áustria e, portanto, membro do ramo brasileiro da Casa de Bragança.
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Um erudito, o imperador estabeleceu uma reputação como um vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências. Ganhou o respeito e admiração de estudiosos como Graham BellCharles DarwinVictor Hugo e Friedrich Nietzsche, e foi amigo de Richard WagnerLouis PasteurJean-Martin CharcotHenry Wadsworth Longfellow, dentre outros.

Leia mais:
Busto feminino representando a República. Palácio do Catete, Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo
Primeira bandeira da República exposta no Museu da República (Palácio do Catete) Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo
Busto do grande jurista brasileiro Ruy Barbosa. Biblioteca Nacional do Brasil.  Rio de Janeiro, Brasil.

 Ruy Barbosa de Oliveira(nota)[1][2][3] GCSE (Salvador5 de novembro de 1849 — Petrópolis1 de março de 1923) foi um polímatabrasileiro, tendo se destacado principalmente como juristaadvogadopolíticodiplomataescritorfilólogojornalistatradutor e orador. Um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, foi um dos organizadores da República e coautor da constituição da Primeira República juntamente com Prudente de Moraes. Ruy Barbosa atuou na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais.
Retrato de Prudente de Moraes. Óleo sobre tela por Franco de Sá. 1894.
Coleção do M.H.P. Prudente de Morais, Piracicaba, SP. Foto Ismael Gobbo

Prudente José de Moraes Barros (Itu4 de outubro de 1841 — Piracicaba3 de dezembro de 1902)[1][2][3] foi um advogado e político brasileiro. Foi presidente do estado de São Paulo (cargo equivalente ao de governador), senador, presidente da Assembleia Nacional Constituinte de 1891 e terceiro presidente do Brasil, tendo sido o primeiro civil a assumir o cargo e o primeiro presidente por eleição direta.[4]
Bandeira do Brasil.
Primeira Missa no Brasil. Pintura por Victor Meirelles. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil.
Foto Ismael Gobbo
Busto de José Bonifácio de Andrada e Silva.
Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

José Bonifácio de Andrada e Silva (Santos13 de junho de 1763 — Niterói6 de abril de 1838[1]) foi um naturalistaestadista e poetabrasileiro, conhecido pelo epíteto de Patriarca da Independência por seu papel decisivo na Independência do Brasil. Em 11 de janeiro de 2018 foi declarado oficialmente Patrono da Independência do Brasil, por meio de Lei no 13.615/2018[2].
Proclamação da República. Óleo sobre tela por Benedito Calixto.
Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Estátua equestre em homenagem ao Marechal Deodoro da Fonseca.
Praça Marechal Deodoro. Maceió, AL. Foto Ismael Gobbo



Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas da Lagoa do Sul[nota 2]5 de agosto de 1827 — Rio de Janeiro23 de agosto de 1892) foi um militar e político brasileiro, primeiro presidente do Brasil e uma das figuras centrais da Proclamação da República no país.[3]

Leia mais:
Francisco Cândido Xavier lendo a poesia "Brasil" ditada pelo espírito Castro Alves.
Estátua do Cristo Redentor, no Corcovado,  vista desde o bairro de Botafogo. Rio de Janeiro, Brasil.
Foto Ismael Gobbo
A imagem pode conter: 24 pessoas, incluindo Maria Reyna de Morante, Ana Delgado, Isabel Loo Fernández, Jose Hinojosa Noriega e Toto Machuca, pessoas sorrindo, área interna
Ciclo de palestras na União Espírita do Perú.
Encontro 70 anos CBUE
 José Aparecido com os expositores Gladys, Hélio e Cesar com  Lirálcio ao fundo
Fotografia do retrato de Arthur Schopenhauer 



Leia sobre Schopenhauer aqui:
Herma do filósofo grego Pitágoras. Cópia romana de original grego. Museus Capitolinos, Roma, Itália, em exposição
no Coliseu. Foto por Ismael Gobbo aos 23-12-2012.



Transmigração é uma doutrina filosófica de origem indiana, transportada para o Egito, de onde mais tarde Pitágoras a importou para a Grécia. Os discípulos desse filósofo ensinavam ser possível uma mesma alma, depois de um período mais ou menos longo no império dos mortos, voltar a animar outros corpos de homens ou de animais, até que transcorra o tempo de sua purificação e possa retornar à fonte da vida.
Como se constata, há uma diferença capital entre a metempsicose e a doutrina da reencarnação: em primeiro lugar, a metempsicose admite a transmigração da alma para o corpo de animais, o que seria, para os espíritas, uma degradação; em segundo lugar, essa transmigração não se opera senão na Terra. Os espíritas lecionam o contrário, que a reencarnação é um progresso constante, que o homem é um ser cuja alma nada tem de comum com a dos animais, que as diferentes existências podem realizar-se quer na Terra, quer, por uma lei progressiva, em mundos de ordem superior, até que a alma se torne um espírito purificado.
A Escola de Atenas. Afresco por Rafael Sanzio.
O julgamento de Salomão. Óleo no painel por Giorgione

domingo, 21 de outubro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 22-10-2018.

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Nazareno Tourinho em primeiro plano

Pintura que representa Lázaro, o leproso da parábola de "O rico e Lázaro", da Bíblia
Ilustração de Lázaro na porta do homem rico. Pintura por Fedor Bronnikov.
Quadro intitulado “O homem rico no inferno”. Aquarela por James Tissot.
Imagem/fonte:

A Parábola do rico e  Lázaro

Delphine de Girardin

Ela nasceu em Aachen e batizou Delphine Gay . Sua mãe, a conhecida Madame Sophie Gay , criou-a no meio de uma brilhante sociedade literária. Sua prima era a escritora Hortense Allart . [1] Gay publicou dois volumes de miscelânea, Essais poetiques (1824) e Nouveaux Essais poétiques (1825). Uma visita à Itália em 1827, durante a qual ela foi entusiasticamente recebida pelos letrados de Roma e até coroada na capital, produziu vários poemas, dos quais o mais ambicioso foi Napoline (1833).
Leia mais:
Lettres parisiennes por Madame Émile de Girardin. Delphine de Girardin (1804- 1855)
Obra em francês no link
Gravura do Busto de Madame de Girardin por Edmond Lévéque.
Hugues Felicité Robert de Lamennais em óleo sobre tela por Ary Scheffer


Hughes Félicité Robert de Lamennais (Saint-Malo19 de junho de 1782 - Paris27 de fevereiro de 1854), foi um filósofo e escritorpolítico francês.[1]
Nascido em uma família de armadores de Saint-Malo, foi educado por seu irmão João e tornou-se padre[1] escritor brilhante, tornou-se uma figura influente e controversa na história da Igreja católica francesa. Juntamente com seu irmão Jean, concebeu a ideia de reviver o Catolicismo Romano como uma chave para a regeneração social. Chegaram a esboçar um programa de reforma, sob o título "Reflexão do estado da Igreja…", no ano de 1808.
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Leia mais:

Paris vista do Cemitério Père Lachaise, à leste da cidade. Óleo sobre telapor  Louise-Joséphine Sarazin de Belmont



Papa Gregório XVI desautorizou as opiniões de Lamennais na Encíclica "Mirari vos", em Agosto de 1831. Não houve uma citação específica a ele e nem a seu jornal, mas tão somente uma censura implícita a ambos. Inicialmente, Lamennais suspendeu a distribuição do jornal, submetendo-se; mais tarde deixou a Igreja e defendeu a própria posição na obra "Paroles d'un croyant" (Palavras de um crente), condenada explícitamente na Encíclica "Singulari nos", em Julho de 1834, sendo citados tanto o autor quanto a obra.
Incansável, ele se devotou à causa do povo, colocando sua pena a serviço do Republicanismo e do Socialismo. Escreveu obras como "O Livro do Povo" (1838), "Os afazeres de Roma" e "Esboço de uma Filosofia". Chegou a ser condenado à prisão mas, já em 1848 foi eleito para a Assembleia Nacional, aposentando-se em 1851.
Por ocasião de sua morte, não desejando se reconciliar com a Igreja, foi sepultado em uma cova de indigente.
Retrato de avô com o neto. Têmpera em madeira por Domenico Ghirlandaio.
Imagem/fonte:
Criação da Vovó. Óleo sobre tela de Oscar Pereira da Silva
Exposto na Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Criança doente. Pintura por Edvard Munch
“A serenidade da morte”. Escultura em mármore de túmulo no Cemitério do Araçá, em São Paulo. Foto Ismael Gobbo .
Retrato de Victor Hugo.  1853.
Vitor Hugo (1802- 1885) no leito de morte.  Fotografia de Nadar (1820-1910).
Meimei (Irma de Castro)
1922-1946