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domingo, 16 de dezembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 17-12-2018.

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Louis Jourdan. Foto de Nadar.


Embora o jornalista Louis Jourdan em seus comentários demonstra não ter conhecimentos aprofundados da Doutrina Espírita, ao menos os fez de forma respeitosa e com interesse, ao contrário de alguns outros que os fizeram de forma leviana, em tom jocoso e demonstrando total ignorância. Ismael Gobbo.

O Livro dos Espíritos em edição de 1860.
Quadro de Allan Kardec de grandes dimensões na Librairie et Editions Leymarie. Paris, França.
Presépio em Santa Rita do Passa Quatro, SP. Foto Ismael Gobbo.
Árvore de Natal em Piazza Venezia.  Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
 Balsa da Medusa. Óleo sobre tela de Théodore Géricault.
Imagem/fonte:
Pescadores no mar. Óleo sobre tela por J. M. W. Turner.
Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Fishermen_at_Sea
 The Stonebreaker” (O quebrador de pedras). Óleo sobre tela por Henry Wallis.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Lucas - Capítulo XXIV

1 Mas já no primeiro dia da semana, bem de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado.   
2 E acharam a pedra revolvida do sepulcro.   
3 Entrando, porém, não acharam o corpo do Senhor Jesus.   
4 E, estando elas perplexas a esse respeito, eis que lhes apareceram dois varões em vestes resplandecentes;   
5 e ficando elas atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais entre os mortos aquele que vive?   
6 Ele não está aqui, mas ressurgiu. Lembrai-vos de como vos falou, estando ainda na Galiléia.   
7 dizendo: Importa que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressurja.   
8 Lembraram-se, então, das suas palavras;   
9 e, voltando do sepulcro, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os demais.   
10 E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago; também as outras que estavam com elas relataram estas coisas aos apóstolos.   
11 E pareceram-lhes como um delírio as palavras das mulheres e não lhes deram crédito.   
12 Mas Pedro, levantando-se, correu ao sepulcro; e, abaixando-se, viu somente os panos de linho; e retirou-se, admirando consigo o que havia acontecido.   
13 Nesse mesmo dia, iam dois deles para uma aldeia chamada Emaús, que distava de Jerusalém sessenta estádios;   
14 e iam comentando entre si tudo aquilo que havia sucedido.   
15 Enquanto assim comentavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou, e ia com eles;   
16 mas os olhos deles estavam como que fechados, de sorte que não o reconheceram.   
17 Então ele lhes perguntou: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós? Eles então pararam tristes.   
18 E um deles, chamado Cleopas, respondeu-lhe: És tu o único peregrino em Jerusalém que não soube das coisas que nela têm sucedido nestes dias?   
19 Ao que ele lhes perguntou: Quais? Disseram-lhe: As que dizem respeito a Jesus, o nazareno, que foi profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo.   
20 e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades e entregaram para ser condenado à morte, e o crucificaram.   
21 Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de remir Israel; e, além de tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram.   
22 Verdade é, também, que algumas mulheres do nosso meio nos encheram de espanto; pois foram de madrugada ao sepulcro   
23 e, não achando o corpo dele voltaram, declarando que tinham tido uma visão de anjos que diziam estar ele vivo.   
24 Além disso, alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; a ele, porém, não o viram.   
25 Então ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram!   
26 Porventura não importa que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória?   
27 E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.   
28 Quando se aproximaram da aldeia para onde iam, ele fez como quem ia para mais longe.   
29 Eles, porém, o constrangeram, dizendo: Fica conosco; porque é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles.   
30 Estando com eles à mesa, tomou o pão e o abençoou; e, partindo-o, lho dava.   
31 Abriram-se-lhes então os olhos, e o reconheceram; nisto ele desapareceu de diante deles.   
32 E disseram um para o outro: Porventura não se nos abrasava o coração, quando pelo caminho nos falava, e quando nos abria as Escrituras?   
33 E na mesma hora levantaram-se e voltaram para Jerusalém, e encontraram reunidos os onze e os que estavam com eles,   
34 os quais diziam: Realmente o Senhor ressurgiu, e apareceu a Simão.   
35 Então os dois contaram o que acontecera no caminho, e como se lhes fizera conhecer no partir do pão.   
36 Enquanto ainda falavam nisso, o próprio Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco.   
37 Mas eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito.   
38 Ele, porém, lhes disse: Por que estais perturbados? e por que surgem dúvidas em vossos corações?   
39 Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como percebeis que eu tenho.   
40 E, dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e os pés.   
41 Não acreditando eles ainda por causa da alegria, e estando admirados, perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer?   
42 Então lhe deram um pedaço de peixe assado,   
43 o qual ele tomou e comeu diante deles.   
44 Depois lhe disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos.   
45 Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras;   
46 e disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressurgisse dentre os mortos;   
47 e que em seu nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém.   
48 Vós sois testemunhas destas coisas.   
49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.   
50 Então os levou fora, até Betânia; e levantando as mãos, os abençoou.   
51 E aconteceu que, enquanto os abençoava, apartou-se deles; e foi elevado ao céu.   
52 E, depois de o adorarem, voltaram com grande júbilo para Jerusalém;   
53 e estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus.   


Quadro “O anjo na sepultura do Cristo”. Óleo no painel de Benjamin West.
Imagem/fonte:
Quadro “Jesus Ressuscitado e Maria Madalena”. Depois de Heinrich Hofmann, publicado no cartão da Bíblia.
Quadro: A Ascensão de Cristo. Óleo no painel por Benvenuto Tisi da Garofalo.
Ceia em Emaús de Caravaggio. Mostra o momento em que os discípulos reconhecem Jesus.
Imagem/fonte:
Monte Sião. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
Jerusalém. Israel. Foto Ismael Gobbo
Cemitério judeu em Jerusalém. Foto Ismael Gobbo
Turistas em rua do Monte das Oliveiras. Jerusalém. Israel. Foto Ismael Gobbo
Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
Santuário  Dominus Flevit. Monte das Oliveiras. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo

Dominus Flevit, traduzido do latim como "O Senhor Chorou",[1] foi construído em forma de gota de lágrima para representar as lágrimas de Jesus Cristo. De acordo com o capítulo 19 do Evangelho de Lucas, Jesus chorou emocionado, após predizer a futura destruição de Jerusalém e consequente diáspora, enquanto caminhava pela cidade.
templo católico é um dos mais recentes em Jerusalém. Durante sua construção, arqueologistas descobriram artefatos datados do período cananeu, assim como tumbas do período relativo ao Segundo Templo e à era bizantina.
Restos arqueológicos no Monte das Oliveiras, junto à igreja Dominus Flevit. Fotos Ismael Gobbo
Túmulos escavados na rocha no Vale de Cédron. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
Vale do Cédron. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.

Vale do Cédron (em hebraicoנחל קדרון, em árabe: وادي الجز, "escuro") é um vale próximo de Jerusalém, descrito pela Bíblia como tendo grande significado. Também é chamado de Vale da Torrente do Cédron, devido a um fluxo continuo de correntes de águas por ocasião de enchente repentina nos meses de inverno chuvosos. Atualmente o nome dado à sua parte inferior, Uádi en-Nar ou Wadi al-Joz ("uádi de fogo"), indica que é quente e seco na maior parte do tempo.
O Vale do Cédron se estende ao longo do muro oriental de Jerusalém, separando o Monte de Templo do Monte das Oliveiras. Continua ao leste pelo Deserto da Judeia, em direção ao Mar Morto. O assentamento israelense de Kedarestá situado num cume sobre o vale. O bairro de Wadi al-Joz recebe o nome de árabe do vale.
O Vale é o local de muitos túmulos judaicos, inclusive o Pilar de Absalão, a tumba de Bene Hezir, e o Túmulo de Zacarias. Certa vez, a água da Fonte de Giom fluiu pelo vale, mas foi desviada pelo Túnel de Ezequias para prover água a Jerusalém. Atualmente permanece sem água mesmo no inverno.
Túmulo de Absalão no Vale de Cédron.  Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
Bairro árabe na Cidade Velha em Jerusalém. Foto Ismael Gobbo
Cortejo fúnebre judeu em rua de Jerusalém. Foto Ismael Gobbo.
Monte das Oliveiras com a cúpula da  Mesquita de Omar  e muralha ao fundo.  Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo
Estrada de Jerusalém para Belém. Foto Ismael Gobbo

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 15-12-2018.

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Jornal Le Siècle de 05-06-1881  noticiando a  morte de Louis Jordan ocorrida
em no dia 02-06-1881, tecendo comentários elogiosos sobre a vida e obra de Louis Jourdan.
Louis Jordan. Toulon 07-01-1810 / Argel 02-06-1881


Louis Jourdan (1810-1881) é um editor de jornal e jornalista francês perto de doutrinas phalansterian e Saint-Simonian . Ele colaborou com muitas revistas e fundou com Moïse Polydore Millaud Le Journal des Actionnaires , depois de ter criado com ele primeiro o Journal des Dockshttps://fr.wikipedia.org/wiki/Louis_Jourdan_(%C3%A9diteur)


Ao contrário de alguns críticos levianos, Louis Jordan demonstrou respeito e simpatia pela Doutrina
Espírita e pelo seu codificador Allan Kardec, do qual foi contemporâneo.

Oscar Comettant (1819 – 1898)


Compositor e musicógrafo. - Crítica musical no "século" e colaborador do "Ménestrel"


Veja crítica de Oscar Comettant no jornal Le Siècle e resposta de Allan Kardec na Revista Espírita
Émile Deschanel



Émile Deschanel
Professor, jornalista, escritor e político. - Heliologista, professor de literatura grega na Ecole Normale Supérieure, depois no College de France. - Deputado do Sena (1876-1881), eleito senador irremediável em 1885. - Pai de Paul Deschanel, Presidente da República Francesa.  https://data.bnf.fr/11899795/emile_deschanel/


Veja críticas de Émile Deschanel  no Journal Des Débats com resposta de Allan Kardec na
Revista Espírita

Natividade. Óleo sobre tela de Ludovico Carracci (cópia de quadro de Antonio Allegri Correggio). Séc. XVI-XVII. 
Museu de Arte Sacra, São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Mãe e filha. Foto Ismael Gobbo

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Lucas - Capítulo XXIII

1 E levantando-se toda a multidão deles, conduziram Jesus a Pilatos.   
2 E começaram a acusá-lo, dizendo: Achamos este homem pervertendo a nossa nação, proibindo dar o tributo a César, e dizendo ser ele mesmo Cristo, rei.   
3 Pilatos, pois, perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: É como dizes.   
4 Então disse Pilatos aos principais sacerdotes, e às multidões: Não acho culpa alguma neste homem.   
5 Eles, porém, insistiam ainda mais, dizendo: Alvoroça o povo ensinando por toda a Judéia, começando desde a Galiléia até aqui.   
6 Então Pilatos, ouvindo isso, perguntou se o homem era galileu;   
7 e, quando soube que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes, que também naqueles dias estava em Jerusalém.   
8 Ora, quando Herodes viu a Jesus, alegrou-se muito; pois de longo tempo desejava vê-lo, por ter ouvido falar a seu respeito; e esperava ver algum sinal feito por ele;   
9 e fazia-lhe muitas perguntas; mas ele nada lhe respondeu.   
10 Estavam ali os principais sacerdotes, e os escribas, acusando-o com grande veemência.   
11 Herodes, porém, com os seus soldados, desprezou-o e, escarnecendo dele, vestiu-o com uma roupa resplandecente e tornou a enviá-lo a Pilatos.   
12 Nesse mesmo dia Pilatos e Herodes tornaram-se amigos; pois antes andavam em inimizade um com o outro.   
13 Então Pilatos convocou os principais sacerdotes, as autoridades e o povo,   
14 e disse-lhes: Apresentastes-me este homem como pervertedor do povo; e eis que, interrogando-o diante de vós, não achei nele nenhuma culpa, das de que o acusais;   
15 nem tampouco Herodes, pois no-lo tornou a enviar; e eis que não tem feito ele coisa alguma digna de morte.   
16 Castigá-lo-ei, pois, e o soltarei.   
17 [E era-lhe necessário soltar-lhes um pela festa.]   
18 Mas todos clamaram à uma, dizendo: Fora com este, e solta-nos Barrabás!   
19 Ora, Barrabás fora lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicídio.   
20 Mais uma vez, pois, falou-lhes Pilatos, querendo soltar a Jesus.   
21 Eles, porém, brandavam, dizendo: Crucifica-o! crucifica-o!   
22 Falou-lhes, então, pela terceira vez: Pois, que mal fez ele? Não achei nele nenhuma culpa digna de morte. Castigá-lo-ei, pois, e o soltarei.   
23 Mas eles instavam com grandes brados, pedindo que fosse crucificado. E prevaleceram os seus clamores.   
24 Então Pilatos resolveu atender-lhes o pedido;   
25 e soltou-lhes o que fora lançado na prisão por causa de sedição e de homicídio, que era o que eles pediam; mas entregou Jesus à vontade deles.   
26 Quando o levaram dali tomaram um certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus.   
27 Seguia-o grande multidão de povo e de mulheres, as quais o pranteavam e lamentavam.   
28 Jesus, porém, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai antes por vós mesmas, e por vossos filhos.   
29 Porque dias hão de vir em que se dirá: Bem-aventuradas as estéreis, e os ventres que não geraram, e os peitos que não amamentaram!   
30 Então começarão a dizer aos montes: Caí sobre nós; e aos outeiros: Cobri-nos.   
31 Porque, se isto se faz no lenho verde, que se fará no seco?   
32 E levavam também com ele outros dois, que eram malfeitores, para serem mortos.   
33 Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram, a ele e também aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.   
34 Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas.   
35 E o povo estava ali a olhar. E as próprias autoridades zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou; salve-se a si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus.   
36 Os soldados também o escarneciam, chegando-se a ele, oferecendo-lhe vinagre,   
37 e dizendo: Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo.   
38 Por cima dele estava esta inscrição [em letras gregas, romanas e hebraicas:] ESTE É O REI DOS JUDEUS.   
39 Então um dos malfeitores que estavam pendurados, blasfemava dele, dizendo: Não és tu o Cristo? salva-te a ti mesmo e a nós.   
40 Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando na mesma condenação?   
41 E nós, na verdade, com justiça; porque recebemos o que os nossos feitos merecem; mas este nenhum mal fez.   
42 Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.   
43 Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.   
44 Era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até a hora nona, pois o sol se escurecera;   
45 e rasgou-se ao meio o véu do santuário.   
46 Jesus, clamando com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou.   
47 Quando o centurião viu o que acontecera, deu glória a Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo.   
48 E todas as multidões que presenciaram este espetáculo, vendo o que havia acontecido, voltaram batendo no peito.   
49 Entretanto, todos os conhecidos de Jesus, e as mulheres que o haviam seguido desde a Galiléia, estavam de longe vendo estas coisas.   
50 Então um homem chamado José, natural de Arimatéia, cidade dos judeus, membro do sinédrio, homem bom e justo,   
51 o qual não tinha consentido no conselho e nos atos dos outros, e que esperava o reino de Deus,   
52 chegando a Pilatos, pediu-lhe o corpo de Jesus;   
53 e tirando-o da cruz, envolveu-o num pano de linho, e pô-lo num sepulcro escavado em rocha, onde ninguém ainda havia sido posto.   
54 Era o dia da preparação, e ia começar o sábado.   
55 E as mulheres que tinham vindo com ele da Galiléia, seguindo a José, viram o sepulcro, e como o corpo foi ali depositado.   
56 Então voltaram e prepararam especiarias e unguentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento.   



Pedra em Cesaréia fazendo referência ao imperador romano Tibério e a Pilatus.
Foto Margarida Lopes de Araújo.


Pilatos ( / p ɒ n ʃ ə s p aɪ l ə t , - tʃ ə s , - t i ə s / ; [2] [3] [4] Latina : Pôncio PILATUS , grego : Πόντιος Πιλάτος , Pontios Pilatos ) foi o quinto prefeito da província romana da Judéia de 26 a 36 dC [1] [5] Ele serviu sob o imperadorTibério , e é mais conhecido hoje pelo julgamento e crucificação de Jesus .
As fontes da vida de Pilatos são uma inscrição conhecida como a Pedra de Pilatos , que confirma sua historicidade e estabelece seu título como prefeito ;... https://en.wikipedia.org/wiki/Pontius_Pilate
Jesus na corte de Herodes. 1308-11. Por Duccio,  atualmente no Museo dell'Opera del Duomo, em Siena, na Itália.
Ecce homo. “Eis o homem”. Pilatos apresenta Jesus à multidão. Quadro de Antonio Ciseri.
O que é a verdade?  Pilatos e Cristo. Pintura de Nikolai Ge.
Pilatos lava as mãos. Aquarela por James Tissot.
Imagem/fonte:
Barrabás em pintura por James Tissot.
Cristo caindo a caminho do calvário. Óleo sobre tela de Rafael.
Este local junto ao Jardim da Tumba é divulgado como sendo o Gólgota, ou Monte da Caveira. Jerusalém, Israel.
Foto Ismael Gobbo
Elevação da cruz. Pintura de Peter Paul Rubens.
Cristo na cruz (esboço). Óleo no painel  por Eugène Delacroix.
Imagem/fonte: 
Jesus Cristo entre dois ladrões. Óleo sobre madeira por Peter Paul Rubens.
Imagem/fonte:
A visão de Jesus a partir da cruz em aquarela por James Tissot.
Lamentação sobre o Cristo morto (ou Pietá). Óleo sobre tela de Jacopo Tintoretto.
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
José de Arimatéia por Pietro Perugino, um detalhe de sua lamentação sobre o Cristo morto. .
Vista do Jardim da Tumba e interior do túmulo divulgado como sendo o de Jesus. Jerusalém, Israel. 
Fotos Ismael Gobbo

Pela tradição católica o túmulo de Jesus se encontra no interior da Igreja do Santo Sepulcro
que está logo abaixo.
Igreja do Santo Sepulcro. No interior da igreja há um túmulo que, segundo a tradição
Católica,  seria o local onde Jesus foi sepultado. Foto Ismael Gobbo
Longas filas visitando o “Santo Sepulcro” na igreja do mesmo nome. Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.

Há um outro local fora das muralhas de Jerusalém, acima da Porta de Damasco, chamado de
Jardim da Tumba, onde há uma sepultura que divulgam como sendo a de Jesus.
Bairro judeu da Cidade Velha. Jerusalém Israel. Foto Ismael Gobbo
Monte onde se situava o antigo  templo de Jerusalém. Ao fundo o Monte das Oliveiras. Foto Ismael Gobbo.
Mesquita de Omar ou Domo da Rocha no local onde outrora se situava o templo de Jerusalém. Israel.  Foto Ismael Gobbo