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terça-feira, 20 de novembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 21-11-2018.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/NOVEMBRO/21-11-2018.htm

Hamlet, Príncipe da Dinamarca.
Hamlet, Príncipe da Dinamarca, Ato I, Cena IV de Henry Fuseli . Hamlet, Horatio, Marcellus e o Fantasma, na plataforma diante do Palácio de Elsinor.


The Tragedie of Hamlet, Prince of Denmarke[1] (A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca), geralmente abreviada apenas como Hamlet, é uma tragédia de William Shakespeare, escrita entre 1599 e 1601.[2][3] A peça, situada na Dinamarca, reconta a história de como o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte de seu pai, Hamlet, o rei, executado por Cláudio, seu irmão que o envenenou e em seguida tomou o trono casando-se com a rainha. A peça traça um mapa do curso de vida na loucura real e na loucura fingida — do sofrimento opressivo à raiva fervorosa — e explora temas como a traiçãovingançaincestocorrupção e moralidade.

Leia mais:
Ofélia. Óleo sobre tela por John William Waterhouse.

Ofélia (em inglês Ophelia) é uma personagem da obra Hamlet de William Shakespeare. É uma jovem da alta nobreza da Dinamarca, filha de Polónio, irmã de Laertes, e noiva do Príncipe Hamlet.
Origem:
Uma possível fonte histórica de Ofélia é Katherine Hamlet, uma mulher jovem que caiu ao Rio Avon e morreu afogada, em maio de 1579.
Embora se tenha concluído que a jovem se desequilibrou enquanto carregava bastante peso, os rumores da altura indicavam que sofria de uma desilusão amorosa que conduzira ao suicídio. É possível que Shakespeare se tenha inspirado nesta tragédia romântica na criação da personagem Ofélia. O nome Ofélia nunca fora usado antes desta obra.[1]
Ofélia. Óleo sobre tela por John Everett Millais.
Tartufo.
Tartufo (em francês Le Tartuffe) é uma comédia de Molière, e uma das mais famosas da língua francesa em todos os tempos. Sua primeira encenação data de 1664 e foi quase que imediatamente censurada pelos devotos religiosos que, no texto, foram retratados na personagem-título como hipócritas e dissimulados.
Os devotos sentiram-se ofendidos, e a peça quase foi proibida por esta razão, pelos tribunais do rei Luís XIV de França, onde tinham grande influência.
Na língua portuguesa, o termo tartufo, como em outro idiomas, passou a ter a acepção de pessoa hipócrita ou falso religioso, originando ainda uma série de derivados como tartuficetartúfico ou ainda o verbo tartuficar - significando enganar, ludibriar com atos de tartufice.
Don Juan (Molière)
Página de rosto de Dom Juan ou le Festin de Pierre - a versão censurada - com ilustração da estátua na festa. De obras póstumas de Molière, 1682.


Dom Juan ou a festa com a estátua (francês: Dom Juan ou o Festin de Pierre [dɔ̃ ʒɥɑ̃ u lə fɛstɛ̃ də pjɛʁ] ou simplesmente Le Festin de Pierre ) é uma peça francesa, uma comédia em cinco atos, escrita por Molière , e baseada na lenda de Don Juan . O título da peça de Molière também é comumente expresso como Don Juan , uma grafia que começou no século XVII. [1] Os personagens de Molière, Dom Juan e Sganarelle, são os franceses do espanhol Don Juan e Catalinón, personagens que também são encontrados na ópera italiana de Don Giovanni , Don Giovanni, e Leporello. Dom Juan é a última parte da trilogia da hipocrisia de Molière, que também inclui A Escola para Esposas e Tartufo. Foi realizado pela primeira vez em 15 de fevereiro de 1665 no Théâtre du Palais-Royal , com Molière desempenhando o papel de Sganarelle. [2]
Leia mais:
Molière. Óleo sobre tela por Pierre Mignard.
Imagem/fonte:
 Retrato de Molière pintado em Avignon c. 1658, após o qual Molière e o artista formaram uma amizade duradoura


Jean-Baptiste Poquelin, mais conhecido como Molière (Paris15 de janeiro de 1622 — Paris17 de Fevereiro de 1673[1]), foi um dramaturgo francês, além de actor e encenador, considerado um dos mestres da comédia satírica. Teve um papel de destaque na dramaturgia francesa, até então muito dependente da temática da mitologia grega. Molière usou as suas obras para criticar os costumes da época. É considerado o fundador indirecto da Comédie-Française. Dele, disse BoileauDans le sac ridicule où Scapin s'enveloppe je ne reconnais plus l'auteur du Misanthrope - ("No saco ridículo onde se envolve Escapino, não reconheço mais o autor de O Misantropo"). Como encenador, ficou também conhecido pelo seu rigor e meticulosidade.

Leia mais:
Le Diable Amoureaux de Jacques Cazotte
Retrato de Jacques Cazotte.

Jacques Cazotte , nascido em7 de outubro de 1719em Dijon e morte guilhotinada em25 de setembro de 1792em Paris na Place du Carrousel , é conselheiro do rei em seu conselho, comissário-geral da Marinha (1760), membro da Academia de Ciências e Belles Lettres de Dijon (1763), prefeito de Pierry (1790), escritor Francês, proprietário do Château de la Marquetterie de 1760 a 1789.
Leia mais:
Cazotte defendido por sua filha.
livro: Les Prisons de Paris; M. Alhoy e L. Lurine; 1846
O Batismo de Jesus por João Batista. Aquarela de James Tissot.
Piazza di Spagna (Praça da Espanha)  e  Via dei Condotti. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Lucas- Capítulo II

1 Naqueles dias saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo fosse recenseado.   
2 Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirínio era governador da Síria.   
3 E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.   
4 Subiu também José, da Galiléia, da cidade de Nazaré, à cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi,   
5 a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.   
6 Enquanto estavam ali, chegou o tempo em que ela havia de dar à luz,   
7 e teve a seu filho primogênito; envolveu-o em faixas e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.   
8 Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho.   
9 E um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor os cercou de resplendor; pelo que se encheram de grande temor.   
10 O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo:   
11 É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.   
12 E isto vos será por sinal: Achareis um menino envolto em faixas, e deitado em uma manjedoura.   
13 Então, de repente, apareceu junto ao anjo grande multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo:   
14 Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens de boa vontade.   
15 E logo que os anjos se retiraram deles para o céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos já até Belém, e vejamos isso que aconteceu e que o Senhor nos deu a conhecer.   
16 Foram, pois, a toda a pressa, e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura;   
17 e, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita;   
18 e todos os que a ouviram se admiravam do que os pastores lhes diziam.   
19 Maria, porém, guardava todas estas coisas, meditando-as em seu coração.   
20 E voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes fora dito.   
21 Quando se completaram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido.   
22 Terminados os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém, para apresentá-lo ao Senhor   
23 (conforme está escrito na lei do Senhor: Todo primogênito será consagrado ao Senhor),   
24 e para oferecerem um sacrifício segundo o disposto na lei do Senhor: um par de rolas, ou dois pombinhos.   
25 Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele.   
26 E lhe fora revelado pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor.   
27 Assim pelo Espírito foi ao templo; e quando os pais trouxeram o menino Jesus, para fazerem por ele segundo o costume da lei,   
28 Simeão o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse:   
29 Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, segundo a tua palavra;   
30 pois os meus olhos já viram a tua salvação,   
31 a qual tu preparaste ante a face de todos os povos;   
32 luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo Israel.   
33 Enquanto isso, seu pai e sua mãe se admiravam das coisas que deles se diziam.   
34 E Simeão os abençoou, e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este é posto para queda e para levantamento de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição,   
35 sim, e uma espada traspassará a tua própria alma, para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.   
36 Havia também uma profetisa, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era já avançada em idade, tendo vivido com o marido sete anos desde a sua virgindade;   
37 e era viúva, de quase oitenta e quatro anos. Não se afastava do templo, servindo a Deus noite e dia em jejuns e orações.   
38 Chegando ela na mesma hora, deu graças a Deus, e falou a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém.   
39 Assim que cumpriram tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para sua cidade de Nazaré.   
40 E o menino ia crescendo e fortalecendo-se, ficando cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.   
41 Ora, seus pais iam todos os anos a Jerusalém, à festa da páscoa.   
42 Quando Jesus completou doze anos, subiram eles segundo o costume da festa;   
43 e, terminados aqueles dias, ao regressarem, ficou o menino Jesus em Jerusalém sem o saberem seus pais;   
44 julgando, porém, que estivesse entre os companheiros de viagem, andaram caminho de um dia, e o procuravam entre os parentes e conhecidos;   
45 e não o achando, voltaram a Jerusalém em busca dele.   
46 E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.   
47 E todos os que o ouviam se admiravam da sua inteligência e das suas respostas.   
48 Quando o viram, ficaram maravilhados, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que procedeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.   
49 Respondeu-lhes ele: Por que me procuráveis? Não sabíeis que eu devia estar na casa de meu Pai?   
50 Eles, porém, não entenderam as palavras que lhes dissera.   
51 Então, descendo com eles, foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava todas estas coisas em seu coração.   
52 E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens. 



O Censo em Belém. Óleo em carvalho de Pieter Bruegel- o Velho.
Imagem/fonte:


Por determinação de Augusto, imperador romano,  foi realizado o recenseamento onde as pessoas
deveriam ser contadas em suas cidades de origem. José e Maria se deslocaram de Nazaré da Galiléia para
serem recenseados em Belém, na Judéia.
A Virgem e São José registram-se para o recenseamento diante do governador Quirino. Mosaico bizantino na
Igreja Chora, Constantinopla,  1315-20. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Quirinius

Leia sobre Quirino aqui:
Cabeça em mármore de César Augusto, imperador romano que determinou o recenseamento à época de Quirino.
Museu Britânico, Londres. Foto Ismael Gobbo.


Augusto (em latimGaius Iulius Caesar Octavianus Augustus;[nt 1] Roma23 de setembro de 63 a.C. – Nuvlana19 de agosto de 14) foi o fundador do Império Romano e seu primeiro imperador, governando de 27 a.C. até sua morte em 14 d.C..[nt 2] Nascido Caio Otávio, pertenceu a um rico e antigo ramo equestre da família plebeia dos Otávios. Depois do assassinato de seu tio-avô Júlio Césarem 44 a.C., o testamento de César nomeou Otávio como seu filho adotivo e herdeiro. Junto com Marco Antônio e Lépido, formou o Segundo Triunvirato e derrotou os assassinos de César. Após a vitória na Batalha de Filipos, os três dividiram a República Romanaentre si, passando a governar como ditadores militares.[nt 3] O triunvirato foi posteriormente posto de lado sob as ambições conflitantes de seus membros: Lépido foi exilado e despojado de sua posição e Marco Antônio cometeu suicídio após sua derrota na Batalha de Áccio em 31 a.C..
Leia mais:
Herodes, o Grande em pintura de  James Tissot.

O rei  judeu Herodes governava a Palestina e Galiléia à época do nascimento de Jesus. Toda região vivia sob  jugo romano sendo imperador  César Augusto.
Palácio de Herodes em Jerusalém.
Trata-se de uma maquete com as três torres: Phasael, Hippicus, Mariamne da esquerda para a direita
Muro das Lamentações. Jerusalém, Israel. Fotos Ismael Gobbo


Muro das Lamentações ou Muro Ocidental (Qotel HaMa'aravi הכותל המערבי em hebraico) é o segundo local mais sagrado do judaísmo, atrás somente do Santo dos Santos, no monte do Templo.
Trata-se do único vestígio do antigo Templo de Herodes, erguido por Herodes, o Grande no lugar do Templo de Jerusalém inicial. É a parte que restou de um muro de arrimo que servia de sustentação para uma das paredes do edifício principal e que em sí mesmo, não integrava o Templo que foi destruído pelo general Tito, que depois se tornaria imperador romano, no ano de 70.[1]
Muitos fieis judeus visitam o Muro das Lamentações para orar e depositar seus desejos por escrito. Antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, o local era chamado de Mughrabi Quarter ou o Quarteirão Marroquinho que, a ordem do prefeito de Jerusalém, 135 famílias árabes foram removidas para a abertura da esplanada do Muro das Lamentações. [2]
Santuário do Campo dos Pastores localizado em Bet Sahur (Casa dos vigias)
 a cerca de 3 km do centro de Belém, Palestina. Foto Ismael Gobbo
Afresco no Santuário do Campo dos Pastores em  Bet Sahur,  Belém, Palestina. Foto Ismael Gobbo
Maria e o menino Jesus. Gruta do Leite. Belém, Palestina. Foto Ismael Gobbo
Estrada de Jerusalém para Belém. Foto Ismael Gobbo
Praça da Manjedoura. Belém, Palestina. Foto Ismael Gobbo
Rua de Belém na saída para Jerusalém. Foto Ismael Gobbo.
Apresentação de Jesus ao Templo. Têmpera em madeira de Giovanni Bellini.
Quadro Sagrada Família com são João menino. Óleo sobre tela por Bartolomé Esteban Murillo.
A cidade de Nazaré com o Monte Tabor ao fundo. Nazaré, Israel. Foto Ismael Gobbo.
A cidade de Nazaré, no alto, vista do Monte Tabor. Israel. Foto Ismael Gobbo.
Jesus em casa com a família. Óleo sobre tela de Sir John Everett Millais. Imagem: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Sir_John_Everett_Millais_002.jpg
A juventude de Jesus. Aquarela por James Tissot.
Cristo falando aos doutores do Templo . Quadro de Giovanni Serodine.
Museu do Louvre, Paris, França.  Foto Ismael Gobbo
Jesus aos doze anos  encontrado entre os doutores do templo.  James Tissot
Vista da cidade de Nazaré, Israel, onde Jesus viveu a infância e juventude. Foto Ismael Gobbo.
Rio Orontes em Antakya, Turquia, antiga Antióquia da Síria, cidade onde São Lucas viveu. Foto Ismael Gobbo.