BLOG DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA.....ARAÇATUBA- SP

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 21-10-2020.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 20-10-2020.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2020/OUTUBRO/20-10-2020.htm

O aparecimento do arcanjo a Martin de Gallardon, imaginado por um ilustrador em 1859.

"Então o anjo ordena que Martin vá encontrar o rei ..."  

Copiado de: https://fr.wikipedia.org/wiki/Thomas_Martin

 

 

Thomas Martin , conhecido como “Martin de Gallardon”, nasceu em Gallardon em 1783 e morreu na mesma aldeia em 1834 .

Leia mais:

https://fr.wikipedia.org/wiki/Thomas_Martin

Luis XVIII da França  em vestes de coroação. Óleo sobre tela de François Gerard.

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Louis_XVIII

 

Luís XVIII

Luís XVIII (Louis Stanislas Xavier; 17 de novembro de 1755 - 16 de setembro de 1824), conhecido como o Desejado ( francês : le Désiré ), [2] [3] foi Rei da França de 1814 a 1824, exceto pelos Cem Dias em 1815. Ele passou vinte e três anos no exílio: durante a Revolução Francesa e o Primeiro Império Francês (1791-1814); e durante os Cem Dias.

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Louis_XVIII

Retrato de Luís XVIII da França recebendo Luís Antoine, Duque de Angoulême, em 2 de dezembro de 1823, em uma varanda do Palácio das Tulherias, após sua bem-sucedida campanha militar na Espanha.

Óleo sobre tela de Louis Ducis.

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Louis_XVIII


Busto de Luis XVIII na Basílica de Saint Denis. Obra de Achille Valois. Foto Ismael Gobbo. 

Túmulo de Luis XVIII na Cripta da Catedral Basílica de Saint Denis.

Luis  XVIII foi o último rei sepultado em Saint Denis.   Foto Ismael Gobbo

 

Catedral Basílica de Saint Denis (em francêsCathédrale royale de Saint-Denis, ou apenas Basilique Saint-Denis, antigamente chamada de Abbaye de Saint-Denis) é uma ampla igreja abacial na comuna de Saint-Denis, atualmente um subúrbio ao norte de Paris. A igreja abacial foi nomeada catedral em 1966 e é a residência do Bispo de Saint-Denis, Pascal Michel Ghislain Delannoy. O edifício é de grande importância histórica e arquitetônica. Embora seja universalmente conhecido como o "Basílica de Saint-Denis" na verdade, tem oficialmente o título "Catedral-Basílica"[1][2]. Desde 1966, a abadia tornou-se catedral e sede da diocese de Saint-Denis.[3][4]

Fundada no século VII por Dagoberto I onde São Dinis, um santo padroeiro da França, foi sepultado, a igreja se tornou um local de peregrinação e o mausoléu dos reis franceses, quase todos os reis do século X ao XVIII foram sepultados lá, assim como muitos dos séculos anteriores. (A igreja não foi utilizada para a coroação de reis, este papel sendo designado à Catedral de Reims; no entanto, rainhas eram comumente coroadas lá.) "Saint-Denis" logo se tornou a abadia de um crescente complexo monástico. No século XII o Abade Suger reconstruiu partes da abadia usando inovadas características estruturais e decorativas, que foram extraídas de uma série de outras fontes. Ao fazer isso, ele afirmou ter criado o primeiro edifício verdadeiramente gótico.[5] A nave do século XIII da basílica também é o protótipo do estilo gótico radiante, e forneceu um modelo de arquitetura para catedrais e mosteiros do norte da França, Inglaterra e outros países.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bas%C3%ADlica_de_Saint-Denis


Túmulo de Luis XVIII na Catedral Basílica de Saint Denis. Luis  XVIII foi o último rei sepultado em Saint Denis.

 Foto Ismael Gobbo


Basílica de Saint-Denis, necrópole real francesa, cripta. Foto Ismael Gobbo.

 Catedral de St. Denis,  subúrbio de Paris, França. Fotos Ismael Gobbo

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LEIA  SOBRE IGNACE THOMAS MARTIN, CONHECIDO COMO MARTIN DE GALLARDON (1783-1834)

As Tuileries, rebatizado de "Jardin National" durante a Revolução Francesa - o Festival do Ser Supremo (1794)

Autor desconhecido.

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Tuileries_Garden


Arco do Triunfo do Carrossel,  localizado diante do  Museu do Louvre, em Paris. Jardim das Tulherias.

É um monumento datado de 1809 construído por Napoleão Bonaparte.

Foto Ismael Gobbo


Jardim das Tulherias tendo ao fundo a Igreja dos Inválidos  e  Basilica Santa Clotilde. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

Jardim das Tulherias. Paris, França. Foto Ismael Gobbo

 

Os jardins das Tulherias (francêsJardin des Tuileries) compõem um parque parisiense situado na margem direita do rio Sena, entre a praça da Concórdia e o Arco do Triunfo do Carrossel.

Criado no século XVI, em estilo italiano e por ordem de Catarina de Médicis para decorar o entorno do palácio das Tulheriasonde passava seus tempos livres, em 1664, o arquiteto André Le Nôtre, autor do projeto do parque que rodeia o palácio de Versalhes, transformou-o num jardim no estilo francês, formal e simétrico, cheio de estátuas ornamentais. (Wikipedia)

Herodes, o Grande em pintura de  James Tissot.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Herod_tissot.jpg

 

O rei  judeu Herodes governava a Palestina e Galiléia à época do nascimento de Jesus. Toda região vivia sob  jugo romano sendo imperador  César Augusto.

Quadro representando a “Natividade” na Basílica e convento de Santa Maria delle Grazie.

 Milão, Itália. Foto Ismael Gobbo

Adoração dos magos. Óleo no painel de Rembrandt

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Magi-rembrandt.jpg



Massacre dos inocentes. Pintura na madeira de Matteo di Giovanni

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Matteo_di_Giovanni_002.jpg

Adoração do menino. Óleo sobre tela de Gerard van Honthorst.

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Adoration_of_the_Christ_Child_(Honthorst)

Maria e o menino Jesus. Gruta do Leite. Belém, Palestina. Foto Ismael Gobbo

Palácio de Herodes em Jerusalém.

Trata-se de uma maquete com as três torres: Phasael, Hippicus, Mariamne da esquerda para a direita

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jerusalem_Modell_BW_10.JPG


Cristo falando aos doutores do Templo . Quadro de Giovanni Serodine.

Museu do Louvre, Paris, França.  Foto Ismael Gobbo

Pintura mediúnica por Marilusa Moreira Vasconcelos trazendo assinatura de Leonardo da Vinci. Araçatuba, SP.

Fotos Ismael Gobbo.

Mar da Galiléia. Israel. Foto Ismael Gobbo.

 

O maior lago de água doce de Israel , o Lago Tiberíades, também é conhecido como o Mar de Tiberíades, o Lago de Genesaré, o Lago Kinneret e o Mar da Galiléia. O lago mede pouco mais de 21 quilômetros de norte a sul e tem apenas 43 metros de profundidade. O lago é alimentado em parte por nascentes subterrâneas relacionadas aosetor da Jordânia do Grande Vale do Rift, mas a maior parte de sua água vem do rio Jordão, que entra do norte. O curso sinuoso do rio pode ser visto drenando a extremidade sul do lago no fundo da imagem. Os padrões de campo angulares verdes e marrons cobrem a maioria das encostas nesta paisagem árida. Telhados brilhantes são a marca registrada de várias aldeias da região. O maior agrupamento de telhados brilhantes e quarteirões da cidade indica a localização de Tiberíades (em homenagem ao imperador romano Tibério), visível à imagem deixada na margem sudoeste do lago.

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Lake_Tiberias_(Sea_of_Galilee),_Northern_Israel.jpg

 

 

Jesus centralizou seu apostolado às margens do Mar da Galiléia, sobretudo na cidade de Cafarnaum. Dali partiu para outras regiões em pregações, inclusive em Jerusalém, onde foi crucificado. O Mar da Galiléia é um lago de água doce que recebe as águas do Rio Jordão.

Cristo e a mulher cananita. Óleo sobre tela de Annibale Carracci

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Christ_and_the_Canaanite_Woman

 

E, partindo Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom.
E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.
Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós.
E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!
Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.
E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.
Mateus 15:21-28

https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/15/21-28

A Última Ceia. Têmpera em gesso, piche e mástique. Leonardo da Vinci. Refeitório de Santa Maria delle Grazie. Milão.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Leonardo_da_Vinci_(1452-1519)_-_The_Last_Supper_(1495-1498).jpg

Jesus Cristo no Monte das Oliveiras. Óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo.

Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo


O Beijo de Judas. Óleo sobre tela por Nicolai Wilhelm Marstrand.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Wilhelm_Marstrand,_Judaskysset,_udateret,_0122NMK,_Nivaagaards_Malerisamling.jpg


Jesus prestes a ser golpeado diante do sumo sacerdote Anás.Óleo sobre tela por José de Madrazo.

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Sanhedrin_trial_of_Jesus#/media/File:Jes%C3%BAs_en_casa_de_An%C3%A1s_Museo_del_Prado_Jos%C3%A9_de_Madrazo.jpg

Jesus diante de Caifás. Óleo sobre tela por Matthias Stom.

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Mattias_Stom,_Christ_before_Caiaphas.jpg

Cristo com a coroa de espinhos. Óleo sobre tela de Dirk van Baburen

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Dirk_van_Baburen_-_Kroning_met_de_doornenkroon.jpg

“Ecce homo”. Pilatos apresenta Jesus à multidão. Óleo sobre tela por  Antonio Ciseri.

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eccehomo1.jpg

 

Na Bíblia, a única referência à esposa de Pilatos se encontra em Mateus 27:19, em que ela manda uma mensagem a seu marido pedindo a ele que não condene Jesus Cristo à morte, dizendo:

«Não te envolvas no caso desse justo, porque muito sofri, hoje, em sonhos, por causa dele.» (Mateus 27:19) (Wikipedia)

Cristo na cruz (esboço). Óleo no painel  por Eugène Delacroix.

Imagem/fonte: 

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eug%C3%A8ne_Delacroix_Christ_on_the_Cross_(sketch)_1845.j

Muro das Lamentações. Jerusalém, Israel. Fotos Ismael Gobbo

 

 

Muro das Lamentações ou Muro Ocidental (Qotel HaMa'aravi הכותל המערבי em hebraico) é o segundo local mais sagrado do judaísmo, atrás somente do Santo dos Santos, no monte do Templo.

Trata-se do único vestígio do antigo Templo de Herodes, erguido por Herodes, o Grande no lugar do Templo de Jerusalém inicial. É a parte que restou de um muro de arrimo que servia de sustentação para uma das paredes do edifício principal e que em sí mesmo, não integrava o Templo que foi destruído pelo general Tito, que depois se tornaria imperador romano, no ano de 70.[1]

Muitos fieis judeus visitam o Muro das Lamentações para orar e depositar seus desejos por escrito. Antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, o local era chamado de Mughrabi Quarter ou o Quarteirão Marroquinho que, a ordem do prefeito de Jerusalém, 135 famílias árabes foram removidas para a abertura da esplanada do Muro das Lamentações. [2]

Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Muro_das_Lamenta%C3%A7%C3%B5es



















domingo, 18 de outubro de 2020

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 19-10-2020.

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Paris, França, a cidade berço do Espiritismo, onde foi lançado “O Livro dos Espíritos” em 18/4/1857. Foto Ismael Gobbo.

A trajetória do Rio Sena desde a região de Bercy, no alto, até a Ponte das Almas, abaixo, á esquerda

 

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.

Inundações na França. Matéria do Le Monde Illustré de 06-10-1866.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6221653r.item

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.

Inundação na França. Matéria do Le Monde Illustré de 13-10-1866.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k62216545.item

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.

Inundação na França. Matéria do Le Monde Illustré de 13-10-1866

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k62216545/f5.item

 

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.

Inundações na França. Matéria do Le Monde Illustré de 13-10-1866

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k62216545/f6.item

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.

Inundações na França. Matéria do Le Monde Illustré de 20-10-1866.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6221655k/f4.item

 

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.

Inundação na França. Matéria do Le Monde Illustré de 20-10-1866

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6221655k/f11.item

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.

Inundação em Paris. Matéria do Le Monde Illustré de 17-11-1866.

Fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k62216597/f16.item

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.


O Rio Sena e a Ponte de Bercy. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

Conforme matérias do “Le Monde Illustré” de outubro de 1866, transcritas nesta postagem, a França sofreu grandes inundações naquele mês e ano. Allan Kardec, na Revista Espírita de outubro de 1866, registra a ajuda financeira da Sociedade Espírita de Paris em prol dos inundados. Vide publicação acima.



Uma vista de Paris a partir da  Pont Neuf. Pintura de Nicolas Jean Baptiste Raguenet.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Nicolas-Jean-Baptiste_Raguenet,_A_View_of_Paris_from_the_Pont_Neuf_-_Getty_Museum.jpg

 

Carruagens puxadas por cavalos e casais passeando atravessam a Pont Neuf, uma das pontes mais antigas de Paris. Os barcos estão amarrados em ambos os lados do Rio Sena, uma via muito movimentada. No centro, atrás de uma cerca de ferro, está uma estátua equestre de Henrique IV. Na margem direita do rio está o Louvre, o museu nacional e galeria de arte da França. A cúpula do Collège des Quatre-Nations pode ser vista na margem esquerda ao longe.
Jean-Baptiste Nicolas Raguenet se especializou em vistas de Paris e era dono de uma pequena loja à venda na rue de la Colombe, na Ile de la Cité. Esta vista de Paris nos anos 1700 e sua peça acompanhante, Vista de Paris com a Ile de la Cité, foram provavelmente pintadas para um patrono inglês, Lord Holland.

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Nicolas-Jean-Baptiste_Raguenet,_A_View_of_Paris_from_the_Pont_Neuf_-_Getty_Museum.jpg



Pont Neuf sobre o rio Sena  e Ile de la Cité. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

Pont Neuf ("Ponte Nova", em português) é a mais antiga das pontes que cruzam o rio Sena, em Paris, capital da França. Seu nome "Novo" permaneceu, e foi dado para distinguir-se das antigas pontes medievais, erguidas com casas em ambos os lados.

Partindo do ponto mais ocidental da Île de la Cité, a ilha situada no meio do rio que foi o centro da Paris medieval, Rive Gauche(margem esquerda) de Paris com a Rive Droite (margem direita).

A ponte é composta por duas partes distintas: uma com cinco arcos até atingir a Île de la Cité, outra com sete arcos que levam à margem direita. Antigas gravuras com mapas de Paris mostram que, quando a ponte foi construída, ela apenas tocava a ponta a jusante da Île de la Cité; desde então formaram-se bancos de areia no meio do rio (Ait), chamados de quais, que alargaram a ilha. Hoje a ilha é o Jardim do Vert-Galant, um parque nomeado em homenagem ao rei Henrique IV, apelidado de "Verde Galante".

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pont_Neuf

Pont Neuf e Samaritaine ao fundo, à esquerda. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

La Samaritaine é uma loja de departamentos localizada em Paris entre a Rue de Rivoli e do Sena , no nível Pont Neuf no st distrito de Paris . 

Leia mais:

https://fr.wikipedia.org/wiki/La_Samaritaine

O médium de cura “Zé Arigó” (José Pedro de Freitas) que atendia em Congonhas, MG.

Imagem/fonte: http://www.d.umn.edu/cla/faculty/troufs/anth4616/Arigo.html

Busto romano de original grego de Demóstenes. Museu Britânico, Londres, Reino Unido. Foto Ismael Gobbo

 

 

Demóstenes (em grego, Δημοσθένης, Dēmosthénēs; 384 a.C. – 322 a.C.) foi um preeminente orador e político grego de Atenas. Sua oratória constitui uma importante expressão da capacidade intelectual da Atenas antiga e providenciam um olhar sobre a política e a cultura da Grécia antiga durante o século IV a.C. Demóstenes aprendeu retórica estudando os discursos dos grandes oradores antigos.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B3stenes 

 

Busto de Péricles. Foto Ismael Gobbo

Mármore, cópia romana baseada em um original grego por volta de 430 AC  Museu Pio Clementino. Vaticano.

 

 

Péricles (em grego Περικλῆς, lit. "cercado por glória"; c. 495/492 a.C. - 429 a.C.) foi um célebre e influente estadistaorador e estratego (general) da Grécia Antiga, um dos principais líderes democráticos de Atenas e a maior personalidade política do século V a.C. Viveu durante a Era de Ouro de Atenas - mais especificamente, durante o período entre as guerras Persas e Peloponésica. Descendia, pela linhagem de sua mãe, dos Alcmeônidas, uma influente e poderosa família.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9ricles

Busto de Sócrates. Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

 

Sócrates (em gregoΣωκράτηςIPA[sɔːkrátɛːs]transl. Sōkrátēs; Alópece, c. 469 a.C. - Atenas, 399 a.C.)[1] foi um filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga. Creditado como um dos fundadores da filosofia ocidental, é até hoje uma figura enigmática, conhecida principalmente através dos relatos em obras de escritores que viveram mais tarde, especialmente dois de seus alunos, Platão e Xenofonte, bem como pelas peças teatrais de seu contemporâneo Aristófanes. Muitos defendem que os diálogos de Platão seriam o relato mais abrangente de Sócrates a ter perdurado da Antiguidade aos dias de hoje.[2]

 

 

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates

 

Ruínas do templo de Apolo. Corinto, Grécia. Jeziel (Estêvão)  nasceu em Corinto onde vivia

com a irmã Abigail e o pai Jochedeb. .  Foto Ismael Gobbo

 

 

Corinto

A cidade surgiu na Era Neolítica, aproximadamente em 6000 a.C. Existem várias versões sobre a fundação da cidade. Os coríntios da época de Pausânias (geógrafo) diziam que a cidade havia sido fundada por Corintos, filho de Zeus, e que Éfira, filha de Oceano, foi a primeira moradora da região (que se chamava Efireia)[3].

Corinto foi uma das mais florescentes cidades gregas da Antiguidade Clássica, tendo sido autônoma e soberana durante o Período Arcaico da história da Grécia. Desde aqueles tempos, Corinto experimentou um notável desenvolvimento comercial devido à sua localização, o que trouxe benefícios sobre as artes (principalmente seus vasos de cerâmica) e a cultura de um modo geral, bem como a acumulação de riquezas pela aristocracia local. Contudo, no final dessa fase áurea, a pólis foi governada por um tirano denominado Cípselo, provavelmente entre 657 a.C. e 625 a.C., quando iniciou-se um curto período de expansionismo em que foram fundadas colônias no noroeste da Grécia.

Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Corinto



Ruínas de Filipos, cidade da antiga Macedônia, atual Grécia, onde   

São Paulo fez pregações e foi  preso Foto Ismael Gobbo


Busto de Heródoto, o grego cognominado de “Pai da História”

Museu da Ágora, Atenas, Grécia. Foto Ismael Gobbo

Diógenes. Óleo sobre tela de Jean-Léon Gérôme

Imagem/fonte: 

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jean-L%C3%A9on_G%C3%A9r%C3%B4me_-_Diogenes_-_Walters_37131.jpg

 

Diógenes de Sinope (em grego antigoΔιογένης ὁ ΣινωπεύςSinope, 404 ou 412 a.C.[1] – Corinto, c. 323 a.C.[2]), também conhecido como Diógenes, o Cínico, foi um filósofo da Grécia Antiga. Os detalhes de sua vida são conhecidos através de anedotas (chreia), especialmente as reunidas por Diógenes Laércio em sua obra Vidas e Opiniões de Filósofos Eminentes.

Diógenes de Sinope foi exilado de sua cidade natal e se mudou para Atenas, onde teria se tornado um discípulo de Antístenes, antigo pupilo de Sócrates. Tornou-se um mendigo que habitava as ruas de Atenas, fazendo da pobreza extrema uma virtude; diz-se que teria vivido num grande barril, no lugar de uma casa, e perambulava pelas ruas carregando uma lamparina, durante o dia, alegando estar procurando por um homem honesto. Eventualmente se estabeleceu em Corinto, onde continuou a buscar o ideal cínico da autossuficiência: uma vida que fosse natural e não dependesse das luxúrias da civilização. Por acreditar que a virtude era melhor revelada na ação e não na teoria, sua vida consistiu duma campanha incansável para desbancar as instituições e valores sociais do que ele via como uma sociedade corrupta.

Imagem/fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%B3genes_de_Sinope

Atenas Partenos dita Minerva. Corpo em mármore da ilha de Paros e cabeça em mármore do Monte Pantélico,

situado a nordeste de Atenas, Grécia.  Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo. 

 

 

 

Minerva (/mɪˈnɜːr.və/; Latin: [mɪˈnɛr.wa]; Etruscan: Menrva) era a deusa romana das artes, do comércio e da sabedoria. Também rege as estratégias de guerra, embora diferentemente de sua correspondente grega Atena, não seja associada diretamente às batalhas e guerras. A partir do século 2 a.C., os romanos equipararam-na à deusa Atena. Minerva faz parte da Tríade capitolina da antiga religião romana.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Minerva

 

 

 

 

*Mencionada por Allan Kardec no seu discurso publicado na

Revista Espírita, novembro de 1861.

Estátua de romano togado. Museu Vaticano. Foto Ismael Gobbo
Museu Vaticano. Foto Ismael Gobbo

Jovem romana usando peruca com túnica grega (Quíton) e capa. 210- 230 d.C. Museu Britânico, Londres.

Foto Ismael Gobbo.

Cícero denuncia Catilina. Afresco de Cesare Maccari.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Maccari-Cicero-detail.jpg

 

Marco Túlio Cícero (106–43 a.C.; em latimMarcus Tullius Cicero, em grego clássicoΚικέρωνtransl.: Kikerōn) foi um advogado, político, escritor, orador e filósofo da gens Túlia da República Romana eleito cônsul em 63 a.C. com Caio Antônio Híbrida. Era filho de Cícero, o Velho, com Élvia e pai de Cícero, o Jovem, cônsul em 30 a.C., e de Túlia. Cícero nasceu numa rica família municipal de Roma de ordem equestre e foi um dos maiores oradores e escritores em prosa da Roma Antiga.[1][2]

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADcero

Moeda com esfinge de Júlio Cesar.

Museu Nacional de Arte Romano. Mérida, Espanha. Foto: Ismael Gobbo.

Vercingetorix abaixa os braços aos pés de Júlio César. Óleo sobre tela de Lionel Royer.

A pintura retrata a rendição do chefe gaulês após a Batalha de Alesia (52 aC)

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Siege-alesia-vercingetorix-jules-cesar.jpg

 

Na Batalha de Alésia (actual Alise - Sainte-Reine, nas proximidades de Dijon), no ano de 52 a.C., os Romanos liderados por Júlio César venceram os Gauleses liderados por Vercingetórix.

Foi o último grande confronto armado das guerras gálicas, cujo fim marcou a conquista da Gália por Roma. Para esta última tentativa dos gauleses de expulsarem a ameaça romana, Vercingetórix reuniu sob o seu comando várias tribos num total de cerca de 250 mil homens, somados aos 50 ou 60 mil guerreiros de Alésia, deveriam vencer facilmente os 70 mil romanos. O exército romano era constituído por entre 10 a 12 legiões romanas, mais auxiliares, num total de cerca de 70 mil homens comandados por Júlio César.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Al%C3%A9sia

Pirâmide Caio Céstio (18 – 12 a.C)  e Porta São Paulo,  na Muralha Aureliana, saída para

a Via Ostiense ligação de Roma a Óstia. Foto Ismael Gobbo

Roma à época do imperador Constantino. Trecho reproduzido de  poster da maquete do Museo della Civiltà Romana. Roma, Itália.  Foto Ismael Gobbo.

No alto, à esquerda,  o Coliseu e, à direita,  o Circo Máximo

Ruínas arqueológicas do Fórum Romano e o Coliseu mais acima. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo

 

 

Roma é uma das cidades mais importantes da história da humanidade, exercendo uma influência sem igual no desenvolvimento da história e da cultura dos europeus durante milênios e na construção da Civilização Ocidental. Sua história abrange mais de 2500 anos, desde a sua fundação lendária em 753 a.C. Roma é uma das mais antigas cidades continuamente ocupadas na Europa e é conhecida como "A Cidade Eterna", uma ideia expressa por poetas escritores da Roma Antiga. No mundo antigo, foi sucessivamente a capital do Reino de Roma, da República Romana e do Império Romano e é considerada um dos berços da civilização ocidental. Desde o século I, a cidade é a sede do papado e no século VIII a cidade tornou-se a capital dos Estados Pontifícios, que duraram até 1870. Em 1871, Roma se tornou a capital do Reino da Itália e em 1946 da República Italiana.

Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roma



Em primeiro plano o espaço onde ficava o Circus Maximus e acima o Palatino. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo

 

 

Circo Máximo (em latimCircus Maximus) é um antigo circo — um estádio utilizado para corridas de bigas — e a maior arena de entretenimento de Roma. Situada no vale entre o Aventino e o Palatino, media 621 metros de comprimento e 118 metros de largura e podia acomodar mais de 150 000 espectadores[nota 1]. Em sua forma mais completa, tornou-se o modelo para todos os demais circos do Império Romano. Atualmente o local é um parque público.

Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Circo_M%C3%A1ximo


Estela funerária dita “Das senhoras de Lião”.  Museu Galo Romano. Lião, França. Foto Ismael Gobbo.

Carro de dois cavalos (biga) em  plena corrida. Museu Galo- Romano. Lião, França. Foto Ismael Gobbo

 

 

Uma biga é um carroça de duas rodas, movido por dois cavalos, semelhante a uma quadriga (movida por quatro cavalos). Foi usada na Antiguidade como carro de combate, mais especificamente durante as idades do Bronze e do Ferro.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Biga


Estátua do imperador  César Augusto. Reinava quando Jesus nasceu na Palestina, uma província romana.

Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo

Extensão do Império Romano à época de Jesus. 

Fonte: http://mapasbiblicos.blogspot.com.br/2011/03/imperio-romano.html

A virgem com o menino. Escultura em madeira policromada. Anônimo,  século XVII. Palácio Arcebispal. Lima, Perú.

Foto Ismael Gobbo 

Adoração dos pastores. Óleo no painel de Giorgione

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Giorgione_-_Adoration_of_the_Shepherds_-_National_Gallery_of_Art.jpg


A Virgem Amamentando o Menino. Óleo sobre tela de Pompeo Batoni.

MASP  São Paulo, Brasil.

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Pompeo_batoni_-_a_virgem_amamentando_o_menino_02.JPG

A Virgem e o menino com o menino João Batista. Óleo sobre tela por Sandro Botticelli.

Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo.

Jesus entre os doutores. Óleo sobre tela de Jean-Auguste Dominique Ingres

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ingres_Jesus-among-the-doctors.jpg

A ressurreição da filha de Jairo. Óleo em papel montado em painel por Paolo Veronese.

Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo.

Sermão da Montanha. Pintura de Károly Ferenczy

Imagem/fonte:

https://en.m.wikipedia.org/wiki/File:Ferenczy,_K%C3%A1roly_-_Sermon_on_the_Mountain_(1896).jpg

A mulher adúltera. Óleo sobre tela por Lorenzo Lotto. Museu do Louvre, Paris. Foto Ismael Gobbo.

Cristo na cruz. Óleo sobre tela de Eugéne Delacroix. Imagem/fonte:

Cristo na cruz. Óleo sobre tela de Eugéne Delacroix. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Eug%C3%A8ne_Delacroix_-_Christ_on_the_Cross_-_Walters_3762.jpg

Lamentação sobre o Cristo morto (ou Pietà). Óleo sobre tela de Jacopo Tintoretto.

Exposição no MASP- Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Foto Ismael Gobbo.

A ceia em Emaús. Óleo sobre tela por Diego Velázquez.

Imagem/fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Disc%C3%ADpulos_de_Ema%C3%BAs#/media/File:La_cena_de_Ema%C3%BAs,_by_Diego_Vel%C3%A1zquez.jpg

“Domine quo vadis?”. Óleo sobre tela por Annibale Carracci

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Domine_quo_vadis%3F

São Pedro curando os enfermos. Detalhe do quadro de Laurent de La Hyre exposto na Catedral Notre Dame, Paris.

Foto Ismael Gobbo

São Pedro e São Paulo. Pintura de El Grego exposta no Museu Nacional de Arte da Catalunha.

Barcelona, Espanha. Foto Ismael Gobbo.

São Pedro pregando o Evangelho nas catacumbas. Pintura de Jan Styka

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:JanStyka-SaintPeter.jpg

Catacumba de São Calixto,  em Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo

A crucificação de São Pedro. Óleo sobre tela por Caravaggio.

Imagem/fonte:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/18/Martirio_di_San_Pietro_September_2015-1a.jpg/767px-Martirio_di_San_Pietro_September_2015-1a.jpg

Pintura de Moshe Rynecki - The Get (divórcio)

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Moshe_Rynecki-_Le_Get_(divorce).jpg


Rio Ádige com Ponte delle Navi e igreja de “San Fermo Maggiore”. Verona, Itália. Foto Ismael Gobbo.
Monumento a  Cesare Lombroso em  Verona, Itália, sua cidade natal. Foto Ismael Gobbo

Lápide Cesare Lombroso no Cemitério Monumental  de Turim, Itália.

Imagem copiada de https://it.m.wikipedia.org/wiki/File:Lapide_Cesare_Lombroso_-_Cimitero_monumentale_Torino.jpg

Turim, Itália. Foto Ismael Gobbo

Em Turim faleceu e está sepultado Cesare Lombroso falecido aos 19 de outubro de 1909.