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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

BOLETIM DIÁRIO DE NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 28-01-2021.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/JANEIRO/28-01-2021.htm

Zuavo. 1870. Por Paul Louis Narcisse Grolleron

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Zouave_-_Grolleron.jpg

  

Os zuavos eram soldados de Infantaria da Argélia e de outros territórios árabes, ao serviço do Exército Francês, nos séculos XIX e XX. O Exército Francês ainda mantém unidades, designadas honorificamente, de "zuavos".

Zuaves foram unidades de tropas coloniais sob o comando francês, ativas especialmente durante o século XIX, compostas principalmente de argelinose outros árabes do Norte de África.   https://pt.wikipedia.org/wiki/Zuavo

 

Auguste-Henri Jacob , conhecido como Zouave Jacob 

Cartão fotográfico de Auguste-Henri Jacob em 1867

Imagem/fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Auguste_Henri_Jacob

 

Auguste-Henri Jacob , conhecido como Zouave Jacob , nasceu em6 de março de 1828em Saint-Martin-des-Champs ( Saône-et-Loire ) e morreu em23 de outubro de 1913em Paris , é um famoso curandeiro francês em Paris durante o Segundo Império .

Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Auguste_Henri_Jacob 

 

Leia matéria da Revista Espírita  de Allan Kardec,

novembro de 1867, transcrita nesta postagemcom

 matéria sobre o Zuavo Jacob.  (Ismael Gobbo)

 

 Zouave Jacob e seus clientes: [fotografia de imprensa] / [Agence Rol]. .. B BNF Gallica.

Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b53111269d.item

 

 

Leia matéria da Revista Espírita  de Allan Kardec,

novembro de 1867, transcrita nesta postagemcom

 matéria sobre o Zuavo Jacob.  (Ismael Gobbo)

O Zouave Jacob e seus clientes. Fotografia da Imprensa. BNF Gallica.

Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Le_zouave_Jacob_et_ses_clients.jpg

 

 

Leia matéria da Revista Espírita  de Allan Kardec,

novembro de 1867, transcrita nesta postagemcom

 matéria sobre o Zuavo Jacob.  (Ismael Gobbo)

O Zouave Jacob. Aspecto da Rua Roquette 80. Paris. França. Foto da imprensa. Le Monde Illustré. 1867.

Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Zouave_Jacob_1867_Roquette.jpg

 

Leia matéria da Revista Espírita  de Allan Kardec,

novembro de 1867, transcrita nesta postagemcom

 matéria sobre o Zuavo Jacob.  (Ismael Gobbo)

Jornal Le Monde Illustré de 31 de agosto de 1867 traz páginas com matérias sobre o Zouave Jacob.

Acesse: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k63727427/f1.item

 

Leia matéria da Revista Espírita  de Allan Kardec,

novembro de 1867, transcrita nesta postagemcom

 matéria sobre o Zuavo Jacob.  (Ismael Gobbo)

Página do Le Monde Illustré de 31 de agosto de 1867 com matéria sobre o Zouave Jacob.

Copiado de: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k63727427/f5.item

 

Leia matéria da Revista Espírita  de Allan Kardec,

novembro de 1867, transcrita nesta postagemcom

 matéria sobre o Zuavo Jacob.  (Ismael Gobbo)

Túmulo de Zouave Jacob no cemitério de Gentilly. Imagem/autor: LPLT

Copiado:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Le_Zouave_Jacob_Theurge.JPG

Museu do Louvre. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Museu do Louvre. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

Jacó abençoando os filhos de José. Óleo sobre tela de Rembrandt. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Rembrandt_-_Jacob_Blessing_the_Children_of_Joseph_-_WGA19117.jpg 

A partida do filho pródigo. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Murillo_-_The_Prodigal_Son_Restored.jpg

O filho pródigo. Óleo sobre tela por John Macallan Swan.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:John_Macallan_Swan_-_The_Prodigal_Son,_1888.jpg

 

O retorno do filho pródigo. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Return_of_the_Prodigal_Son_1667-1670_Murillo.jpg

Cena de Família.em quadro de Almeida Júnior.

Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo

Muralha de Jerusalém, Israel. Foto Ismael Gobbo.
Estrada de Jerusalém para Jericó. Foto Ismael Gobbo.
Estrada moderna de Jerusalém a Jericó cortando o Deserto da Judéia de. Foto Ismael Gobbo

Parábola do Bom Samaritano. Autor: Giacomo Conti.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:G._Conti_La_parabola_del_Buon_Samaritano_Messina_Chiesa_della_Medaglia_Miracolosa_Casa_di_Ospitalit%C3%A0_Collereale.jpg

A cidade de Jericó, Palestina,  vista do Monte da Tentação. Foto Ismael Gobbo.
A cidade de Jericó, Palestina,  vista do Monte da Tentação. Foto Ismael Gobbo.
O Monte da  Tentação  visto do teleférico em Jericó, Palestina. Foto Ismael Gobbo.
Jericó, Palestina. Foto Ismael Gobbo.
Avenida de Jericó na direção de Jerusalém. Foto Ismael Gobbo
Entardecer em Jerusalém. No centro a Mesquita de Omar onde ficava o Templo. Foto Ismael Gobbo.

Domo da Rocha ou Mesquita de Omar, que fica no quarteirão Muçulmano na Cidade Velha de Jerusalém.

 No local estava fincado o Templo de Jerusalém. Foto Ismael Gobbo

 

Miguel Vives y Vives

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Vives_y_Vives

 

Miguel Vives y Vives (1842 - Terrassa23 de janeiro de 1906) foi um divulgador e médium espírita espanhol. Era conhecido pela população de Terrasa como o "apóstolo do Bem".

 

 

Biografia

 

Conheceu o espiritismo em 1871 quando, muito adoentado, foi conduzido a um grupo espírita que o curou.

Daí em diante dedicou-se à sua divulgação, não apenas como orador nas tribunas, mas também pela imprensa e como escritor. Destacou-se como médium de incorporação, psicógrafo e de curas. Foi pioneiro na introdução do espiritismo no teatro.

Fundou a "Federação Espírita de Vallés", da qual surgiu a "Federação Espírita da Catalunha", entidade que conheceu efêmera existência.

Em Terrasa fundou o "Centro Espírita Fraternidade Humana" (1872), ali tendo lançado as obras "Guia Prático do Espírita" e "O Tesouro dos Espíritas", ambas traduzidas em língua portuguesa.

Fundou a revista "União", periódico que se incorporou à "La Luz del Porvenir", que se destacou na divulgação do movimento naquele país.

Foi presidente do "Centro Barcelonês de Estudos Psicológicos".

A sua mediunidade e os seus estudos sobre Homeopatia permitiram que desenvolvesse, em Terrasa, uma expressiva obra de assistência ao necessitados.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Vives_y_Vives

 


terça-feira, 26 de janeiro de 2021

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 27-01-2021.

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  http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/JANEIRO/27-01-2021.htm 

Johann Joseph Gaßner (Gassner). Autor: JM Sockler

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Joseph_Gassner

 

Johann Joseph Gaßner (Gassner) (22 de agosto de 1727 Braz, perto BludenzVorarlberg - 1779 Pondorf, agora parte da WinklarnBaviera) foi um famoso exorcista[1].

Enquanto exercia função de padre católico em Klösterle ele ganhou grande celebridade, professando a condição de "expulsar demônios" e realizava curas sobre os enfermos por meio de oração[2]; ele foi atacado como impostor, mas o bispo de Regensburg, que acreditou em sua honestidade, deu-lhe a absolvição de Pondorf[3].

Os métodos de Gaßner têm sido associados a uma forma especial de tratamento hipnótico. Ele foi descrito como um antecessor da moderna hipnose[4]

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Joseph_Gassner

Gravura em cobre mostrando o curandeiro de milagres Johann Joseph Gaßner. Autor: Franz Xaver Andreas Jungwirth

Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Johann_Joseph_Ga%C3%9Fner.jpg

Weingarten 1917. Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Weingarten,_W%C3%BCrttemberg

 

Weingarten (help·info) (German for "wine garden"; Low AlemannicWãẽgaade) is a town with a population of 24,000 (as of 2005) in Württemberg, in the District of Ravensburg, in the valley of the Schussen River. Together with the southern neighbour cities of Ravensburg and Friedrichshafen on Lake Constance (Bodensee), it forms one of 14 medium-sized infrastructural centres in Baden-Württemberg. The town is seat of the University of Applied Sciences of Ravensburg-Weingarten (Hochschule Ravensburg-Weingarten) and of the Teachers' College of Weingarten (Pädagogische Hochschule Weingarten).

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Weingarten,_W%C3%BCrttemberg

Vista de Constança. Alemanha. Foto/autor: Achim

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Constan%C3%A7a_(Alemanha)

 

Constança (Alemanha)

Constança (em alemãoKonstanz) é uma cidade universitária no sul da Alemanha e a maior cidade nos arredores do lago de Constança (em alemãoBodensee), no distrito homónimo, na região administrativa de Friburgo, estado de Baden-Württemberg. Nela encontram-se duas universidades, a Universidade de Constança (alemão: Universität Konstanz) e a Universidade de Ciências Aplicadas (alemão: Hochschule Konstanz Technik, Wirtschaft und Gestaltung).[1]

Nesta cidade realizou-se, de 1414 a 1418, o Concílio de Constança, que resultou no fim do cisma papal.

Constança tem 81 919 habitantes e uma área urbana de 54,11 km². A cidade fica no lago de Constança, que é o maior lago da Alemanha. Constança é uma das mais ricas cidades da Alemanha e tem várias atrações turísticas e culturais. Tem também muitas empresas de informática e de alta tecnologia.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Constan%C3%A7a_(Alemanha)

Catedral de Ratisbona (Regensburger Dom).

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ratisbona

 

Ratisbona (em alemãoRegensburglatim e demais línguas latinas Ratisbona) é uma cidade independente (kreisfreie Stadt) no leste do estado alemão da Baviera. É a capital e sede da administração da região administrativa do Alto Palatinado e do Bezirk homónimo. Ratisbona também é a sede da administração do distrito homônimo.[1][2]

A cidade é sede do arcebispado da Diocese Católica de Ratisbona. Como é comum na Baviera, a maioria da população é católica.

Em 2006 a Cidade Antiga de Ratisbona com Stadtamhof (Altstadt) foi reconhecida pela UNESCO como patrimônio mundial.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ratisbona

Maria Teresa. Retrato por Martin van Meytens, 1759

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Teresa_da_%C3%81ustria

 

Maria Teresa Valburga Amália Cristina da Áustria[1] (em alemãoMaria Theresia Walburga Amalia Christina von Österreich, em húngaroHabsburg Mária TeréziaViena13 de maio de 1717 — Viena, 29 de novembro de 1780), foi a primeira e única mulher a governar sobre os domínios habsbúrgicos e a última chefe da Casa de Habsburgo (a partir de seu casamento a Casa Real passou a denominar-se Casa de Habsburgo-Lorena). Foi soberana da ÁustriaHungriaBoêmiaCroáciaMântuaMilão, Galícia e Lodomeria, Parma e Países Baixos Austríacos, de 1740 até a sua morte. Pelo casamento, tornou-se duquesa da Lorenagrã-duquesa da Toscana e imperatriz consorte do Sacro Império Romano-Germânico.[2] É considerada um dos déspotas esclarecidos. Chefiou um dos estados mais importantes de seu tempo, governando grande parte da Europa Central.

 

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Teresa_da_%C3%81ustria

Maria Antonieta. Óleo sobre tela de Élisabeth Louise Vigée Le Brun

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Antonieta

 

Maria Antônia Josefa Joana de Habsburgo-Lorena (em alemãoMaria Antonia Josepha Johanna von Habsburg-LothringenfrancêsMarie Antoinette Josèphe Jeanne de Habsbourg-LorraineViena2 de novembro de 1755 — Paris16 de outubro de 1793) foi uma arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. Décima quinta e penúltima filha de Francisco I do Sacro Império Romano-Germânico, e da imperatriz Maria Teresa da Áustria, casou-se em abril de 1770, aos quatorze anos de idade, com o então delfim de França (que subiria ao trono em maio de 1774 com o título de Luís XVI), numa tentativa de estreitar os laços entre os dois inimigos históricos.

Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Antonieta

Maria Antonieta tocando harpa na corte francesa. Guache no papel por:

Jean-Baptiste André Gautier-Dagoty

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Antonieta

Maria Antonieta e seus filhos. Óleo sobre tela por

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Marie_Antoinette_and_her_Children_by_%C3%89lisabeth_Vig%C3%A9e-Lebrun.jpg

Execução de Marie Antoinette. Détalhe de uma gravure de d'Isidore Stanislas Helman apósum modelo desenhado por  

Charles Monnet. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Marie_Antoinette_Execution1.jpg

Estátuas de Luis XVI e da rainha Maria Antonieta na Catedral de St. Denis,

subúrbio de Paris, França. Foto Ismael Gobbo

Túmulo da rainha Maria Antonieta na Catedral de St. Denis, subúrbio de Paris, França. Foto Ismael Gobbo

Praça da Concórdia. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

 

 

Praça da Concórdia (Paris, França)

A praça torna-se então o grande teatro sanguinário da Revolução, com a instalação da guilhotina

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_da_Conc%C3%B3rdia

Luminária na Praça da Concórdia. Paris, França. Foto Ismael Gobbo.

O rio Sena com a Ponte Alexandre III,  ornada com belas estátuas douradas; Museu do Louvre e Praça da

Concórdia com o obelisco egípcio. Vista  a partir da Torre Eiffel. Foto Ismael Gobbo

Retrato de Théodore-Agrippa d'Aubigné. Pintura.

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Agrippa_d%27Aubign%C3%A9

 

 

Théodore-Agrippa d'Aubigné (8 February 1552 – 29 April 1630) was a French poetsoldierpropagandist and chronicler. His epic poem Les Tragiques (1616) is widely regarded as his masterpiece.[1] In a book about his Catholic contemporary Jean de La Ceppède, English poet Keith Bosley has called d'Aubigné, "the epic poet of the Protestant cause," during the French Wars of Religion. Bosley added, however, that after d'Aubigné's death, he, "was forgotten until the Romantics rediscovered him."[2]

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Agrippa_d%27Aubign%C3%A9



Françoise d'Aubigné. Marquesa de Maintenon. Século XVII.  Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7oise_d%27Aubign%C3%A9,_Marquise_de_Maintenon

 

 

Françoise d'Aubigné (27 de novembro de 1635 - 15 de abril de 1719), conhecida primeiro como Madame Scarron e posteriormente como Madame de Maintenon ( francês:  [madam də mɛ̃t (ə) nɔ̃] ouça )Sobre este som ), era uma nobre francesa que se casou secretamente com o rei Louis XIV . Embora nunca tenha sido considerada rainha da França , ela foi uma das conselheiras mais próximas do rei e governanta dos filhos reais . Em 1684, ela fundou a Maison royale de Saint-Louis , uma escola para meninas de famílias nobres mais pobres. [1]

 

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7oise_d%27Aubign%C3%A9,_Marquise_de_Maintenon

 


Retrato de Henrique IV de Bourbon rei da França. Pintura por Frans Pourbus, o Jovem.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:HENRI_IV_DE_BOURBON.jpg

 

Em 1589, quando morreu seu primo e cunhado Henrique III de Valois, rei de França, Henrique de Bourbon, então rei da Navarra, do ramo Vendôme dos Bourbon, tornou-se Henrique IV e levou ao trono francês sua Casa. A dinastia foi continuada em seu filho Luís XIII, que teve por sua vez dois filhos: o delfim Luís e Filipe. A Filipe foi dado o ducado d'Orléans em 1661, sendo esse o ancestral da Casa d'Orleães. O delfim Luís tornou-se o rei Luís XIV de França.

Henrique IV reinou a partir de 1589. Como protestante, esteve envolvido nas Guerras religiosas na França antes de subir ao trono. Para conseguir o apoio que lhe permitisse tornar-se rei, converteu-se ao catolicismo e assinou o Édito de Nantes, que concedia liberdades religiosas aos protestantes e que na prática acabou com a guerra civil.

Foi um rei dos mais populares (durante seu reinado e depois), mostrando preocupação pelo bem-estar económico dos seus súditos, e também fazendo mostras de uma tolerância religiosa pouco comum no seu tempo. Foi assassinado por um homem com perturbações mentais, o fanático católico François Ravaillac. Em França, Henrique IV foi chamado, informalmente, de le bon roi Henri (em francêso bom rei Henrique).

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_IV_de_Fran%C3%A7a

Pont Neuf e estátua de Henrique IV. Ao fundo La Samaritaine. Paris, França. Foto Ismael Gobbo

Assassinato de Henrique IV. da França 1610

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_IV_de_Fran%C3%A7a

A sesta. Óleo sobre tela por Vincent van Gogh. Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Copies_by_Vincent_van_Gogh#/media/File:Noon,_rest_from_work_-_Van_Gogh.jpeg

“O Angelus”. Óleo sobre tela por Jean-François Millet. 1857/1859.

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Angelus_(painting)

Prece do “Pai Nosso”. Aquarela por James Tissot

Imagem/fonte:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dc/Brooklyn_Museum_-_The_Lord%27s_Prayer_%28Le_Pater_Noster%29_-_James_Tissot.jpg

Cataratas do Iguaçu. Vista do lado argentino. Fotos Ismael Gobbo
Pássaros no Parque Nacional do Iguazú. Puerto Iguazú, Argentina. Fotos Ismael Gobbo.

As três fronteiras, com os rios Paraná e Iguaçu. Em primeiro plano, abaixo, Argentina, à esquerda

Paraguai e, à direita, Brasil. Foto Ismael Gobbo


Noite estrelada sobre o Ródano. Óleo sobre tela por Vincent van Gogh

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Starry_Night_Over_the_Rhone.jpg

A Lua fazendo despontar uma nova noite. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo.
O sol anunciando um novo dia em paisagem típica do Paraná. Brasil. Foto Ismael Gobbo
A luz. Foto Ismael Gobbo