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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 27-09-2018.

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A versão de Mareska e Donny (1845) do aparato de AJP Thilorier para fazer dióxido de carbono líquido, mostrando o gerador (à direita) e o receptáculo (à esquerda).
Imagem/fonte:




Adrien-Jean-Pierre Thilorier (16 de fevereiro de 1790 - 2 de dezembro de 1844) foi um inventor francês que foi a primeira pessoa a produzir dióxido de carbono sólido (" gelo seco").
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Uma pintura óleo sobre tela  de Delphine de Girardin, por Louis Hersent


Delphine de Girardin (24 de janeiro de 1804 - 29 de junho de 1855), pseudônimo de Vicomte Delaunay , era um escritor francês.
Ela nasceu em Aachen e batizou Delphine Gay . Sua mãe, a conhecida Madame Sophie Gay , criou-a no meio de uma brilhante sociedade literária. Sua prima era a escritora Hortense Allart . [1] Gay publicou dois volumes de miscelânea, Essais poetiques (1824) e Nouveaux Essais poétiques (1825). Uma visita à Itália em 1827, durante a qual ela foi entusiasticamente recebida pelos letrados de Roma e até coroada na capital, produziu vários poemas, dos quais o mais ambicioso foi Napoline (1833).
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Leia mais:
Retrato de William Ellery Channing por Oswald Chambers.





William Ellery Channing (7 de abril de 1780 - 2 de outubro de 1842) foi o principal pregador unitarista nos Estados Unidos no início do século XIX e, junto com Andrews Norton (1786-1853), um dos principais teólogos do unitarismo. Channing era conhecido por seus sermões articulados e apaixonados e discursos públicos, e como um proeminente pensador na teologia liberal da época. Sua religião e pensamento estavam entre as principais influências sobre os transcendentalistas da Nova Inglaterra, embora ele nunca contribuísse com suas opiniões, que ele considerava extremas. Ele defendeu, especialmente em seu "Baltimore Sermon" [1] de 5 de maio de 1819, dado na ordenação do teólogo e educador Jared Sparks (1789-1866) como o primeiro ministro da recém-organizada Primeira Igreja Independente de Baltimore , os princípios e princípios da filosofia e teologia do Unitarianismo , levando à organização em 1825 da primeira denominação unitária na América ( American Unitarian Associação ) e os desenvolvimentos posteriores e fusões entre Unitaristas e Universalistas, resultando finalmente na Associação Universalista Unitária da América em 1961.
F. de Lamennais
F. de Lamennais : [estampe] / Aloysius Calamatta ad vivum delineavit et sculpsit 1847


Hughes Félicité Robert de Lamennais (Saint-Malo19 de junho de 1782 - Paris27 de fevereiro de 1854), foi um filósofo e escritorpolítico francês.[1]
Nascido em uma família de armadores de Saint-Malo, foi educado por seu irmão João e tornou-se padre[1] escritor brilhante, tornou-se uma figura influente e controversa na história da Igreja católica francesa. Juntamente com seu irmão Jean, concebeu a ideia de reviver o Catolicismo Romano como uma chave para a regeneração social. Chegaram a esboçar um programa de reforma, sob o título "Reflexão do estado da Igreja…", no ano de 1808.
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Leia mais:
Oeuvres Complèts de F. de La Mennais
Saint-Malo, França. A cidade onde Nasceu F. Lamennais. Pintura em Água-forte por Malo-Renault


Malo-Renault , pseudônimo de Emile Auguste Renault , nascido em Saint-Malo em5 de outubro de 1870e morreu em Le Havre em19 de julho de 1938   É um desenhador , artista pastel , gravador e ilustrador francês.
Praça Júlio Prestes. São Paulo, Brasil.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 26-09-2018.

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As Riquíssimas Horas do Duque de Berry. Folha 70r –De Profundis



Livro de Horas
Livro de horasLivro das horas ou ainda Livro missal é um livro de devoção criado por devotos no final da Idade Média. Em geral, continha o calendário das festas e dos santos, as Horas da Virgem, da Cruz, do Espírito Santo e dos mortos (Liturgia das Horas), as orações comuns e os salmos penitenciais. Geralmente eram ricamente ilustrado com iluminuras.[1]    https://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_de_horas


De profundis
A expressão De profundis , que, traduzido literalmente, significa "do profundo [do abismo]", é tomada desde o começo do Salmo 129 [1] de acordo com a tradução latina da Vulgata.
De profundis é recitado em particular na liturgia dos mortos .
Pela tradição antiga também foi entoada nas segundas Vésperas no dia de Natal; Mesmo com a reforma litúrgica desejada pelo Concílio Vaticano II, que reduziu o número de salmos a serem cantados nas vésperas de cinco para três, esta tradição foi confirmada.
Como expressão, é usada na linguagem atual para entender: mais no contexto literário, uma lamentação, não necessariamente desolada, se alguma coisa aberta ao transcendente, de uma condição de grande provação; de uso comum como "último adeus", "licença final ou abandono", também de uma ideia, um projeto, uma instituição.
Igreja Saint-Michel-des-leões de Limoges
Libertação de São Pedro. Óleo sobre tela por Seguidor de Hendrick  ter Brugghen
Imagem fonte:
Oscar Comettant
 John Dee e Edward Kelly evocam um espírito

John Dee e Edward Kelley usando um ritual de círculo mágico para invocar um espírito em um cemitério da igreja .
Limão Galego. Foto Ismael Gobbo.
Instituto do Câncer de São Paulo Octavio Frias de Oliveira. Av. Dr. Arnaldo. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Copo d’ água. (1893)
Óleo sobre tela de Francisco Aurélio de Figueiredo
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo


Jardim da Luz. São Paulo,  Brasil. Foto Ismael Gobbo


Eurípedes Barsanulfo
O Universo é obra inteligentíssima; obra que transcende a 
mais genial inteligência humana; e, como todo efeito
 
inteligente tem uma causa inteligente, é forçoso inferir que a
do universo é superior a toda inteligência; é a inteligência das
inteligências; a causa das causas; a lei das leis; o princípio dos
princípios; a razão das razões; a consciência das consciências;
é Deus! Deus! Nome mil vezes santo, que Newton jamais
pronunciava sem se descobrir!

Ó Deus que vos revelais pela natureza, vossa filha e nossa
mãe, reconheço-vos eu, Senhor, na poesia da criação; na
criancinha que sorri; no ancião que tropeça; no mendigo que
implora; na mão que assiste; na mãe querida que vela; no pai
extremoso que instrui; no apóstolo abnegado que evangeliza
as multidões.

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor, no amor do esposo; no
afeto do filho; na estima da irmã; na justiça do justo; na
misericórdia do indulgente; na fé do homem piedoso; na
esperança dos povos; na caridade dos bons; na inteireza dos
íntegros. Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! no estro do vate;
na eloqüência do orador; na inspiração do artista; na santidade
 
do mestre; na sabedoria do filósofo e nos fogos eternos do
 
gênio!

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! na flor dos vergéis, na
relva dos vales; no matiz dos campos; na brisa dos prados; no
perfume das campinas; no murmúrio das fontes; no rumorejo
das franças; na música dos bosques; na placidez dos lagos; na
altivez dos montes; na amplidão dos oceanos e na majestade
do firmamento!

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! nos lindos antélios, no íris
multicor; nas auroras polares; no argênteo da Lua; no brilho do
Sol; na fulgência das estrelas; no fulgor das constelações!
Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! na formação das
nebulosas; na origem dos mundos; na gênese dos sóis; no
berço das humanidades; na maravilha, no esplendor e no
sublime do Infinito!

Ó Deus! Reconheço-vos eu, Senhor! com Jesus, quando ora:
"Pai nosso que estais nos céus..." ou com os anjos quando
cantam: "Glória a Deus nas alturas, Paz na Terra aos Homens e
Mulheres da Boa Vontade de Deus".

The Rose Garden. Hyde Park.  Londres, Reino Unido.Foto Matheus Gobbo.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 25-09-2018.

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Denis Papin.


Denis Papin (Blois22 de agosto de 1647 — Londres (?) 1712) foi um físico e inventor francês.
Frequentou uma escola jesuíta em Blois e a partir de 1661 a Universidade Angers, onde se formou em Medicina, no ano de 1669. Enquanto trabalhava com Christiaan Huygens e Gottfried Leibniz em Paris, em 1673, passou a interessar-se pela utilização do vácuo para gerar força motriz.
Denis Papin foi o inventor da célebre Marmita de Papin (máquina a vapor), apresentada em 1679, que precedeu a invenção do autoclave e a panela de pressão.
Membro da sociedade real de ciências da Inglaterra, preparou um jantar com uma panela diferente, fechada, para impressionar seus futuros colegas. Papin sabia do perigo de aquecer água em um recipiente fechado,pois a força exercida pelo vapor aquecido poderia "explodir" o recipiente. por isso ele criou uma válvula que permitia o escape de parte desse vapor, evitando que a pressão passasse de certo valor limite. Evidentemente esse sistema era rústico (sem acabamento), mas serviu de modelo para as panelas que utilizamos atualmente. https://pt.wikipedia.org/wiki/Denis_Papin
“Law House” (Casa de Lei). Rua Quincampoix, 91. Paris, França. Fotografia Atget, Eugene (1857-1927) 
Os reservistas. Óleo sobre tela de Pierre Georges Jeanniot. Exposto no Museu das Armas em Les Invalides, Paris, França.
Foto Ismael Gobbo
Napoleão e a partida das tropas pata Toulon. Jornal “Le Monde Illustré” de 30-04-1859.
Partida das tropas para Toulon. Le Monde Illustré de 30-04-1859
Chegada das primeiras tropas francesas a Turim. Jornal “Le Monde Illustré” de 07-05-1859.



Segunda Guerra de Independência Italiana
Data: 26 de abril de 1859/ 12 de julho de 1859

A Segunda Guerra de Independência Italiana [nota 1]; tem esse nome em respeito ao processo de unificação italiano. Ela foi travada pela França de Napoleão III e pelo Reino da Sardenha contra o Império Austríaco em 1859. A guerra tem as suas origens nas ambições da casa de Saboia; esta pretendia estender a sua influência na Itália, no desejo de os radicais italianos anularem os Estados Papais e na aceitação, por parte de Napoleão III, das "nacionalidades europeias", o seu desejo de obter Nice e a Saboia para a França, deixando a esta casa italiana a possibilidade de tomar a Lombardia. Os historiadores vêem nesta ação uma demonstração da ambição política da Condessa de Castiglione (que era amante de Cavour, primeiro-ministro do Reino da Sardenha.
O exército sardo-piemontês [nota 2], aliado à França, queria conquistar o Reino Lombardo-Vêneto, no Norte da península Itálica, então sob domínio austríaco.
A guerra envolveu cerca de 120 000 franceses, que desembarcaram em Gênova, 40 000 sardo-piemonteses e 180 000 austríacos (vindo este contingente a ascender aos 270 000 efetivos).

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LEIA SOBRE A LEGIÃO ESTRANGEIRA FRANCESA
Napoleão III na Batalha de  Solferino. Óleo sobre tela por Jean-Louis-Ernest Meissonier.
Museu das Armas e Les Invalides. Paris, França. Foto Ismael Gobbo


Ventania (1888). Óleo sobre tela de Antonio Parreiras
Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto Ismael Gobbo
Praias. Niterói, RJ. Fotos Ismael Gobbo
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Napoleão Bonaparte por Jacques-Louis David
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Allan Kardec, Codificador do Espiritismo

domingo, 23 de setembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 24-09-2018.

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Página do jornal “La Patrie” do dia 23 de setembro de 1859 com  a crônica mencionada pela
Revista Espírita conforme texto acima reproduzido. A crônica se inicia na quarta coluna.
Feira da Saint-Ovide na Praça Vendôme. Paris, França. Gravura de cobre,  em relevo (cinzel),  por Jacques-Gabriel Huquie
Imagem/fonte:
Aparelho para fabricação de dióxido de carbono líquido; projetado e construído por AJP Thilorier em 1834.
A abertura da estrada de ferro Stockton & Darlington em 1825 por JR Brown (1850-1918), desenhista / ilustrador
Imagem/fonte:
La Gare Saint-Lazare. Paris, França. Óleo sobre tela por Claude Monet.
Estação Termini. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo.
Pintura em sarcófago egípcio com cenas de psicostasia “Pesagem da Alma”
Museu Nacional da Quinta da Boa Vista. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Sarcófago egípcio que se encontrava exposto no estupendo Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro,
Brasil, uma das incontáveis vítimas do incêndio do dia 02/09/2018. Foto Ismael Gobbo.
Quadro intitulado “O Angelus”. Óleo sobre tela  por Jean-François Millet.
A noite estrelada. Óleo sobre tela por Vincent van Gogh.
Imagem/fonte: