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Rômulo e Remo. Óleo sobre tela de Peter Paul Rubens.
A família flaviana representada no triunfo de Tito. Óleo sobre tela de Lawrence Alma Tadema. 1885.
Os flavianos inciaram também reformas culturais e econômicas. Sob Vespasiano, novos impostos foram criados para restaurar as finanças imperiais; Domiciano revalorizou a moeda romana aumentando seu conteúdo de prata. Um grande programa de obras públicas foi iniciado para celebrar a ascensão da dinastia, levando à construção de muitos marcos ainda hoje conhecidos na cidade de Roma, incluindo o mais espetacular de todos, o Anfiteatro Flaviano, que ficou conhecido como Coliseu.
Moeda romana com esfinge do imperador Vespasiano
Museu Nacional de Arte Romano. Mérida, Espanha. Foto Ismael Gobbo
Corredores do Coliseu. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo.
Coliseu (em italiano: Colosseo), também conhecido como Anfiteatro Flaviano (em latim: Amphitheatrum Flavium; em italiano: Anfiteatro Flavio), é um anfiteatro oval localizado no centro da cidade de Roma, capital da Itália. Construído com concreto e areia,[1] é o maior anfiteatro já construído e está situado a leste do Fórum Romano.
A construção começou sob o governo do imperador Vespasiano[2] em 72 d.C. e foi concluída em 80, sob o regime do seu sucessor e herdeiro, Tito.[3] Outras modificações foram feitas durante o reinado de Domiciano (81-96).[4] Estes três imperadores são conhecidos como a dinastia flaviana e o anfiteatro foi nomeado em latim desta maneira por sua associação com o nome da família (Flavius).
As festas romanas do Coliseu. Óleo sobre tela de Pablo Salinas (década de 1900)
Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto Ismael Gobbo
Ruínas arqueológicas do Fórum Romano e o Coliseu mais acima. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
Praça de São Pedro vista do alto da cúpula da Basílica. Vaticano. Foto Ismael Gobbo.
Vaticano é uma colina situada na região noroeste de Roma e não possui ligação com as sete colinas de Roma. Era o local dos oráculos muito antes da Roma pré-cristã. Vaticanus, também conhecido como Vagitanus, era um deus etrusco,[11] que "abria a boca do recém nascido para que ele pudesse dar o primeiro grito, o primeiro choro",[12] e seu templo foi construído no antigo local de Vaticanum.[11] Lá se ergueu também o Circo de Nero. Acredita-se que tenha sido também o local em que São Pedro foi martirizado e sepultado.[11][12]
Papa João Paulo II na Praça de São Pedro. Vaticano. Foto Ismael Gobbo
Rio Tibre, Ponte Vittório Emanuele II e Vaticano ao fundo. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
Dante e Beatriz. Óleo sobre tela por Henry Holiday.
Imagem/fonte:
Dante Alighieri (Florença, entre 21 de maio e 20 de junho de 1265 d.C. — Ravena, 13 ou 14 de setembro de 1321 d.C.)[1]foi um escritor, poeta e político florentino, nascido na atual Itália. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta ("o sumo poeta"). Disse o escritor e poeta francês Victor Hugo (1802-1885) que o pensamento humano atinge em certos homens a sua completa intensidade, e cita Dante como um dos que "marcam os cem graus de gênio". E tal é a sua grandeza que a literatura ocidental está impregnada de sua poderosa influência, sendo extraordinário o verdadeiro culto que lhe dedica a consciência literária ocidental.

Em primeiro plano o espaço onde ficava o Circus Maximus e acima o Palatino. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
Circo Máximo (em latim: Circus Maximus) é um antigo circo — um estádio utilizado para corridas de bigas — e a maior arena de entretenimento de Roma. Situada no vale entre o Aventino e o Palatino, media 621 metros de comprimento e 118 metros de largura e podia acomodar mais de 150 000 espectadores[nota 1]. Em sua forma mais completa, tornou-se o modelo para todos os demais circos do Império Romano. Atualmente o local é um parque público.
Arco de Constantino. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo.
Jean-Baptiste Massillon. Óleo sobre tela de anônimo. Século XVIII.
O tesouro escondido. Aquarela de James Tissot.
Imagem/fonte:
Cristo e o jovem rico. Óleo sobre tela por A. N. Mironov.
Oração. Obra de arte em ferro no Jardim da Luz. Autor: Károly Pichler. Foto Ismael Gobbo
Jardim da Luz. São Paulo. Foto Ismael Gobbo
Sóror Juana Inés de La Cruz. Óleo sobre tela de Miguel Cabrera.