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Vista de Antuérpia, Bélgica, a partir da margem esquerda de Scheldt (ca. 1890-1900)
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Index Librorum Prohibitorum
O Index Librorum Prohibitorum, em tradução livre o Índice dos Livros Proibidos era uma lista de publicações consideradas heréticas, anticlericais ou lascivas e proibidas pela Igreja Católica.[1] A primeira versão do Index foi promulgada pelo Papa Paulo IV em 1559 e uma versão revista desse foi autorizada pelo Concílio de Trento. A última edição do índice foi publicada em 1948 e o Index só foi abolido pela Igreja Católica em 1966 pelo Papa Paulo VI.[2][3] Nessa lista estavam livros que iam contra os dogmas da Igreja e que continham conteúdo tido como impróprio.
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Papa Paulo IV
Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Paulo_IV
Papa Paulo IV:
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Em 30 de abril de 1555, após apenas 21 dias de pontificado, morria em Roma o Papa Marcelo II. Apesar da oposição dos cardeais ligados ao imperador Carlos V, o Colégio dos Cardeais se reuniu novamente em conclave em 15 de maio de 1552 para eleger um sucessor, tendo sido eleito papa Giovanni Pietro Caraffa, que escolheu o nome de Paulo IV, numa vitória dos cardeais contrários ao luteranismo.[5]
Como papa, dedicou-se à Inquisição romana, fundada por Paulo III, e à reconstrução administrativa e moral de Roma. Tomou medidas que constituíram significativos excessos de severidade e também contribuíram para tornar mais insolúveis os conflitos e para aumentar a antipatia contra ele em alguns setores da Igreja, inclusive entre os seus antigos colaboradores. Exerceu com rigor a censura dos livros e publicou o primeiro índex dos livros proibidos.[6] Sua má condução da política externa pontifícia, que na época estava a cargo do cardeal Carlos Carafa, seu sobrinho, levou a um conflito aberto com Carlos V em 1556. Não reconheceu o título imperial de Fernando I em 1558 e rompeu com Elisabeth I da Inglaterra, aumentando o isolamento político que afetava Roma.[7]
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Retrato de René Descartes, por Frans Hals. Óleo sobre tela.
Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Frans_Hals_-_Portret_van_Ren%C3%A9_Descartes.jpg
René Descartes foi um dos mais notáveis a ir para o Index
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O objetivo do Index Librorum Prohibitorum inicialmente era reagir contra o avanço do protestantismo, sendo criado em 1559 no Concílio de Trento (1545-1563), e ficando sob a administração da Inquisição ou Santo Ofício. Esta lista continha os títulos de livros ou de obras que se opusessem à doutrina da Igreja Católica e deste modo tinha o objetivo de prevenir a corrupção dos fiéis.
O Direito Canônico recomenda ainda que os trabalhos sobre a Sagrada Escritura, Teologia, Direito Canônico, História da Igreja e quaisquer escritos que dizem respeito especialmente à religião ou aos bons costumes sejam submetidos ao juízo do Ordinário local.[4] Se essa pessoa dava o nihil obstat ("nada impede") os subalternos do Ordinário local forneciam o imprimatur ("deixe estar impresso").[5]
O índice foi atualizado regularmente até a trigésima-segunda edição, em 1948, tendo os livros sido escolhidos pelo Santo Ofício ou pelo Papa. A lista não era simplesmente reativa, os autores eram encorajados a defender os seus trabalhos. Em certos casos eles podiam re-publicar com omissões se pretendessem evitar a interdição. A censura prévia era encorajada.
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Dialogo de Galileo Galilei
Galileu Galilei (em italiano: Galileo Galilei ; Pisa, 15 de fevereiro de 1564 — Florença, 8 de janeiro de 1642[2]) foi um físico, matemático, astrônomo e filósofo florentino.
Galileu Galilei foi personalidade fundamental na revolução científica. Foi o mais velho dos sete filhos do alaudista Vincenzo Galilei e de Giulia Ammannati.[3] Viveu boa parte de sua vida entre Pisa e Florença, originalmente na época de seu nascimento ambas parte do Ducado de Florença e, mais tarde, na época de seu falecimento, integrantes do Grão-Ducado da Toscana.
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Index Librorum Prohibitorum
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Em determinados momentos da história obras de cientistas, filósofos, enciclopedistas ou pensadores como Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Giordano Bruno, Nicolau Maquiavel, Erasmo de Roterdão, Baruch de Espinosa, John Locke, Berkeley, Denis Diderot, Blaise Pascal, Thomas Hobbes, René Descartes, Rousseau, Montesquieu, David Hume ou Immanuel Kant tenham pertencido a esta lista, tendo algumas dessas sido removidas mais tarde.
Alguns famosos romancistas ou poetas incluídos na lista são: Laurence Sterne, Heinrich Heine, John Milton, Alexandre Dumas (pai e filho), Voltaire, Jonathan Swift, Daniel Defoe, Vitor Hugo, Emile Zola, Stendhal, Gustave Flaubert, Anatole France, Honoré de Balzac, Jean-Paul Sartre, Níkos Kazantzákis, e o sexologista holandês Theodoor Hendrik van de Velde, autor do manual sexual "Ideal Marriage: Its Physiology and Technique".
Teve um grande efeito por todo o mundo católico. Por muitos anos, em áreas tão diversas como Quebec, Portugal, Brasil ou Polônia, era muito difícil de encontrar cópias de livros banidos, especialmente fora das grandes cidades.
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Via Ápia. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
A Via Ápia (em latim Via Appia, em italiano Via Appia Antica) é uma das principais estradas da antiga Roma. Recebeu este nome em memória do político romano Ápio Cláudio Cego, que iniciou sua construção em 312 a.C. Inicialmente a estrada estendia-se de Roma a Cápua, numa distância de 300 quilômetros.
Posteriormente foi ampliada para passar por Benevento, Taranto, até Brindisi (264 a.C.) (no "calcanhar" da península Itálica), chegando a uma extensão de 600 quilômetros. Era chamada, em latim, de Regina Viarum (rainha das estradas).[1][2][3]
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Coliseu, Roma, Itália. Fotos Ismael Gobbo
Coliseu (em italiano: Colosseo), também conhecido como Anfiteatro Flaviano (em latim: Amphitheatrum Flavium; em italiano: Anfiteatro Flavio), é um anfiteatro oval localizado no centro da cidade de Roma, capital da Itália. Construído com concreto e areia,[1] é o maior anfiteatro já construído e está situado a leste do Fórum Romano.
A construção começou sob o governo do imperador Vespasiano[2] em 72 d.C. e foi concluída em 80, sob o regime do seu sucessor e herdeiro, Tito.[3] Outras modificações foram feitas durante o reinado de Domiciano (81-96).[4] Estes três imperadores são conhecidos como a dinastia flaviana e o anfiteatro foi nomeado em latim desta maneira por sua associação com o nome da família (Flavius).
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A família flaviana representada no triunfo de Tito. Óleo sobre tela de Lawrence Alma Tadema. 1885.
Os flavianos inciaram também reformas culturais e econômicas. Sob Vespasiano, novos impostos foram criados para restaurar as finanças imperiais; Domiciano revalorizou a moeda romana aumentando seu conteúdo de prata. Um grande programa de obras públicas foi iniciado para celebrar a ascensão da dinastia, levando à construção de muitos marcos ainda hoje conhecidos na cidade de Roma, incluindo o mais espetacular de todos, o Anfiteatro Flaviano, que ficou conhecido como Coliseu.
As festas romanas do Coliseu. Óleo sobre tela de Pablo Salinas (década de 1900)
Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto Ismael Gobbo
Pirâmide Caio Céstio (18 – 12 a.C) e Porta São Paulo, na Muralha Aureliana, saída para
a Via Ostiense ligação de Roma a Óstia. Foto Ismael Gobbo
Rio Tibre, Ponte Vittório Emanuele II e Vaticano ao fundo. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo
O Tibre (em italiano: Tevere; em latim: Tiberis) é um rio no território italiano, com nascente na Emília-Romanha. Atravessa a Toscana (Sansepolcro), a Úmbria (Città di Castello), depois o Lácio (Orte e Roma) e deságua no mar Tirreno.
Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Tibre
Moeda de César em pintura de Domingos Sequeira.
* Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E eles, ouvindo isto, maravilharam-se, e, deixando-o, se retiraram. Mateus 22: - 21-22.
Mammon.
Ilustração do Dictionnaire infernal de Jacques Auguste Simon Collin de Plancy por Louis Le Breton, 6eme édition, 1863.
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Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0f/Ill_dict_infernal_p0455_mammon.jpg
Caridade. Óleo sobre tela de Walter Gay
O Mendigo Cego. Óleo sobre madeira de mogno de Jozef Laurent Dyckman
Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jozef_Laurent_Dyckmans_-_The_Blind_Beggar.jpg
Pedinte mendigo. 1904.
Placa em bronze exposta na Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
O jovem mendigo. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo.
Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bartolom%C3%A9_Esteban_Murillo_-_The_Young_Beggar.JPG
A luz do mundo. Óleo sobre tela de William Holman Hunt
O tesouro escondido. Aquarela por James Tissot.
Imagem/fonte:
A morte e o avarento. Parte de um tríptico de Hieronymus Bosch.
Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hieronymus_Bosch_-_Death_and_the_Miser_-_Google_Art_Project.jpg
A cólera do alcoólico. Pastel sobre tela do Professor Humberto Viggiano. Foto Ismael Gobbo
Quadro exposto no Museu Penitenciário Paulista. São Paulo, Brasil.
Hábitos Perigosos. Pastel sobre tela do Professor Humberto Viggiano. Foto Ismael Gobbo
Quadro exposto no Museu Penitenciário Paulista. São Paulo, Brasil
"O progresso do bêbado", 1846, demonstrando como o alcoolismo pode levar à pobreza, ao crime e, eventualmente, ao suicídio. https://en.wikipedia.org/wiki/Suicide#/media/File:The_Drunkard%27s_Progress_1846.jpg
· Passo 1. Um copo com um amigo.
· Passo 2. Um copo para manter o frio fora.
· Etapa 3. Um copo demais.
· Passo 4. Bêbado e desregrado.
· Etapa 5. A cimeira alcançada. Companheiros joviais. Um bêbado confirmado.
· Etapa 6. Pobreza e doença.
· Passo 7. Esquecido por amigos.
· Passo 8. Desespero e crime.
· Passo 9. Morte por suicídio