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domingo, 12 de julho de 2020

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 13-07-2020.

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Kazan como apareceu antes da virada do século XX.

Kazan
A origem do nome Kazan é incerta. Poderia muito bem derivar dos búlgaros - a palavra búlgara (da língua búlgara) e tártaro (absorvida pelos búlgaros) qazan significa 'caldeira' ou 'caldeirão'. Como alternativa, pode ter sido derivado do qatar de Tatar , 'cavado' (com referência a valas). Qazan é originalmente o nome de uma panela especial, semelhante à wok , mas mais pesada. A crença de que a cidade de Kazan tem esse nome vem da semelhança do terreno com um qazan : a cidade está situada em uma planície em forma de U. Outra lenda mais romântica conta a história de uma princesa tártara Söyembikä , que deixou cair um prato de ouro ( qazan dourado) no rio enquanto o lavava e que a cidade foi fundada naquele local. Além disso, as lendas do povo Chuvash se referem ao príncipe búlgaro Khusan (Хусан) (sendo a tradução Chuvash do nome muçulmano Hasan ) e esse é o nome Chuvash da cidade.
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File:Capture of Kazan (Shamshin, 1894).jpeg
Ivan, o terrível entra em Kazan, de Pyotr Shamshin

Ivã IV (Kolomenskoye25 de agosto de 1530 – Moscou28 de março de 1584), apelidado de Ivã, o Terrível, foi o Grão-Príncipe de Moscou de 1533 até a fundação do Czarado da Rússia em 1547, continuando a reinar como seu czar até sua morte.[1] Era filho do grão-príncipe Basílio III e sua segunda esposa Helena Glinskaia.
Seu longo reinado viu as conquistas do Canato de CazãCanato de Astracã e Canato da Sibéria, transformando a Rússia num estado multiétnico e multirreligioso abrangendo quase um bilhão de hectares, cerca de 4 046 856 km² (1 562 500 sq mi).[2] Ivã conquistou o progresso do Estado, transformando uma sociedade medieval num império e emergente potência regional, além de se tornar o primeiro a ser coroado como Czar de todas as Rússias.
Leia mais:
Lago Qaban mais baixo em Kazan, Rússia
Código de Hamurabi, Museu do Louvre, Paris, França. Fotos Ismael Gobbo


Código de Hamurábi, representa o conjunto de leis escritas, sendo um dos exemplos mais bem preservados desse tipo de texto oriundo da Mesopotâmia. Acredita-se que foi escrito pelo rei Hamurábi, aproximadamente em 1 772 a.C.. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia, correspondente à cidade de Susa, no sudoeste do Irã ou Irão.
É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3 600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 m de circunferência na parte superior e 1,90 m na base.[1]
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Nabucodonosor II em sua insanidade. Óleo sobre tela de William Blake.
Impressão colorida, tinta e aquarela sobre papel. Imagem/fonte:

Nabucodonosor IINebucadrezar (na ortografia babilônia Nabu - kudurri - usurNebo, proteja a coroa! ou Nebo, proteja as fronteiras!) foi o filho e sucessor de Nabopolassar, rei da Babilónia que libertou os caldeus do reino da Assíria e destruiu Nínive.[1]
Em uma inscrição, ele se chamava de o favorito de Nebo. Foi o mais poderoso rei da Babilônia.[1]
Ele se casou com uma filha de Ciaxares, a princesa Amitis da Média, unificando as dinastias da Babilônia e da Media. Com ela, Nabucodonosor teve três filhos : Evil-MerodaqueNitócris e Cassaia.[1]
Após Neco II, faraó do Egito, haver derrotado os Assírios em Carquemis, as províncias da Síria que estavam sob controle dos assírios passaram ao controle egípcio, enquanto que as demais províncias assírias foram divididas entre os medos e os babilônios; Nabopolassar, porém, pretendia conquistar a Síria, e lutou contra Neco, em Carquemis, derrotou os egípcios, e conquistou a Síria e a Israel.
Nabucodonosor também conquistou a Israel, tomou Jerusalém, e levou judeus cativos para a Babilônia, inclusive Daniel. Em 598 a.C., após a revolta de Joaquim de Judá, que tinha o apoio do faraó Neco, Nabucodonosor o derrota. Nabucodonosor derrota os judeus uma terceira vez, e leva cativo o rei Jeconias de Judá em 597 a.C. Na última revolta, de Zedequias, Nabucodonosor arrasa Jerusalém (586 a.C.), fura os olhos de Zedequias e o deixa prisioneiro por toda a vida.[1]
Nabucodonosor também lutou, no trigésimo ano de seu reinado, contra Amósis II, faraó do Egito.[1]
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http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/SETEMBRO/02-09-2019_arquivos/image017.jpg
Parede de tijolos de terracota esmaltada. Babilônia (Iraque) sob o reinado de Nabucodonosor II. (604- 562 a.C).
Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Visão artística dos Jardins Suspensos da Babilónia


Babilónia (pt) ou Babilônia (pt-BR) (em aramaico: בבל; transl.: Babel; em hebraicoבָּבֶלBavel; em árabe: بابل; Bābil; em acádioBāb-ili(m); em sumério: KÁ.DINGIR.RA) foi a cidade central da civilização babilónica, na Mesopotâmia, situada nas margens do rio Eufrates. As suas ruínas encontram-se a norte do centro da cidade atual de Hila, capital da província de Babil, no Iraque, situada 100 km a sul de Bagdade. Em pelo menos duas ocasiões, a primeira no século XVIII a.C. e a segunda no século VI a.C., foi capital da principal potência da Mesopotâmia e, nesses períodos, é possível que tenha sido a maior cidade do mundo, na qual existiam alguns dos monumentos mais impressionantes da Antiguidade e que ocupava uma área de cerca de 10 km² defendida por várias cercas de imponentes muralhas. O seu sítio arqueológico foi classificado pela UNESCO como Património Mundial em 2019.
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Va Pensiero- Legendado em português. Giuseppe Verdi

Nabucco é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi, com libreto de Temistocle Solera, escrita em 1842. A ação da ópera conta a história do rei Nabucodonosor II da Babilônia. Foi escrita durante a época da ocupação austríaca no norte da Itália e, por meio da várias analogias, suscitou o sentimento nacionalista italiano. O Coro dos Escravos Hebreus, no terceiro ato da ópera (Va, pensiero, sull'ali dorate, "Vai, pensamento, sobre asas douradas") tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época. Foi estreada, a 9 de março de 1842, no Teatro alla Scala de Milão.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/NOVEMBRO/16-11-2019_arquivos/image054.jpg
MONUMENTO DEDICADO AO COMPOSITOR GIUSEPPE VERDI. VALE DO ANHANGABAÚ. SÃO PAULO, BRASIL. FOTO ISMAEL GOBBO
LEIA SOBRE O MONUMENTO AQUI: 
http://www.saopauloantiga.com.br/monumento-a-giuseppe-verdi/

Panorama do edifício principal da Universidade Estatal de Kazan

Universidade Estatal de Kazan (região do Volga) (em russoКазанский (Приволжский) федеральный университет) é uma instituição de ensino superior localizada em Kazan, na República do TartaristãoRússia.[1] É a principal universidade pública da cidade. Foi fundada em 1804 com a denominação Universidade Imperial de Kazan.
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http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/SETEMBRO/02-09-2019_arquivos/image057.jpg
Ilustrações do livro Os estados profundos da Hipnose. Autor: Coronel de Rochas D´Aiglun.
http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/OUTUBRO/02-10-2018_arquivos/image019.jpg
Aquarela de James Tissot ilustrando o episódio em que Jesus cura  um “endemoniado”,
com os porcos se precipitando  mar.
Imagem/fonte: 
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/be/Brooklyn_Museum_-_The_Swine_Driven_into_the_Sea_%28Les_porcs_pr%C3%A9cipit%C3%A9s_dans_la_mer%29_-_James_Tissot.jpg

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Rosto do Cristo em madeira entalhada. Foto Ismael Gobbo.
800px-BastienLepage_Jules_Joan_Of_Arc
Joana D’Arc. Quadro de Jules Bastien Lepage
https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k9760107d/f15.highres
Jeanne D´Arc Médium. Léon Denis
Acesse edição em francês:
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Joana D’Arc. Óleo sobre madeira por Dante Gabriel Rossetti.
http://www.noticiasespiritas.com.br/2017/SETEMBRO/16-09-2017_arquivos/image006.png
Estátua equestre dourada de Joana D’Arc,  na Praça das Pirâmides, em Paris, França. Foto Ismael Gobbo
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Joana D’Arc – 1883. Óleo sobre tela de Pedro Américo.
Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Ivon Costa
(1898- 1934)


sexta-feira, 10 de julho de 2020

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 11-07-2020

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Cabeça do imperador Nero executada em mármore de Paros* . Museu do Louvre, Paris, França. Foto Ismael Gobbo.


Nero Cláudio César Augusto Germânico (em latim Nero Claudius Cæsar Augustus GermanicusAnzio15 de dezembro de 37 d.C. — Roma9 de junho de 68),[1] foi um imperador romano que governou de 13 de outubro de 54 até a sua morte, a 9 de junho de 68.
Nascido com o nome de Lúcio Domício Enobarbo, era descendente de uma das principais famílias romanas, pelo pai Cneu Domício Enobarbo e da família imperial júlio-claudiana[2] através da mãe Agripina, a Jovem, filha de Germânico e neta de César Augusto. Ascendeu ao trono após a morte do seu tio Cláudio, que o nomeara o seu sucessor.
Durante o seu governo, focou-se principalmente na diplomacia e no comércio, e tentou aumentar o capital cultural do império. Ordenou a construção de diversos teatros e promoveu os jogos e provas atléticas. Diplomática e militarmente, o seu reinado caracterizou-se pelo sucesso contra o Império Parta, a repressão da revolta dos britânicos (6061) e uma melhora das relações com Grécia. Em 68 ocorreu um golpe de estado de vários governadores, após o qual, aparentemente, foi forçado a suicidar-se.[3]
O reinado de Nero é associado habitualmente à tirania e à extravagância.[4] É recordado por uma série de execuções sistemáticas, incluindo a da sua própria mãe[5] e o seu meio-irmão Britânico, e sobretudo pela crença generalizada de que, enquanto Roma ardia, ele estaria compondo com a sua lira,[6] além de ser um implacável perseguidor dos cristãos. Estas opiniões são baseadas primariamente nos escritos dos historiadores TácitoSuetônio e Dião Cássio. Poucas das fontes antigas que sobreviveram o descrevem dum modo favorável,[7] embora haja algumas que relatam a sua enorme popularidade entre o povo romano, sobretudo no Oriente.[8]
A fiabilidade das fontes que relatam os tirânicos atos de Nero é atualmente controversa. Separar a realidade da ficção, em relação às fontes antigas, pode ser impossível.[9]
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*  Paros
Paros (em gregoΠάρος, tr. Páros; em vênetoParo) é uma ilha grega do Mar Egeu central, uma das maiores ilhas do arquipélago das Cíclades. Estende-se a oeste da ilha de Naxos, da qual é separada por um canal, próximo da ilha de Antiparos.
Foi famosa durante toda a Antiguidade clássica pelo mármore que exportava.[1]

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Incêndio de Roma. Óleo sobre tela de Hubert Robert.
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Cristãos sendo usados como tochas humanas, na perseguição sob Nero. Óleo sobre tela por Henryk Siemiradski.


Aparição do Apóstolo Pedro a São Pedro Nolasco. Óleo sobre tela de Francisco de Zurbarán
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Pedro Nolasco foi um santo católico nascido na França e que desenvolveu seu trabalho missionário religioso na Espanha.
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Mártir na arena do circo. Obra por Fyodor Bronnikov de 1869
File:Benediktusmedaille.jpg
Medalha de São Bento

medalha de São Bento é uma medalha sacramental cristã que contém iconografia relacionada a São Bento de Nursia . É usado por católicos , anglicanos e em alguns crentes luteranos , metodistas ocidentais e ortodoxos .
É uma das medalhas mais antigas da cristandade, e aqueles que a usam acreditam ter poder contra o mal. O anverso da medalha apresenta uma imagem de Bento de Nursia e o reverso tem, entre outras coisas, as iniciais da frase Vade retro satana , uma fórmula católica de origem medieval que deriva de uma frase que o Evangelho de Marcos (8:33 ) põe nos lábios de Jesus de Nazaré .
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File:Fedotov cholera.jpg
Este quadro de Pavel Fedotov mostra uma morte por cólera em meados do século XIX.

Pandemia de cólera de 1846-1860
terceira pandemia de cólera (1846-60) foi o terceiro grande surto de cólera com origem na Índia no século XIX e que se alastrou muito para além das suas fronteiras. Investigadores da UCLA acreditam que o surto pode ter começado em 1837 e durado até 1863.[1] Na Rússia, mais de um milhão de pessoas morreram de cólera. Entre 1853 e 1864, a epidemia em Londres ceifou mais de 10.000 vidas e houve mais de 23.000 mortes em toda a Grã-Bretanha. Esta pandemia foi a que provocou mais mortos no século XIX.[2]
Como nas pandemias que a precederam, a cólera espalhou-se desde o delta do rio Ganges na Índia e provocou um número elevado de mortes nas populações da Ásia, da Europa, da África e da América do Norte. Considera-se que 1854 foi o pior ano da pandemia, uma vez que 23.000 pessoas morreram de cólera na Grã-Bretanha.
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https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cc/John_Snow.jpg
Dr. John Snow (1813-1858), médico britânico.

John Snow (York15 de março de 1813 – Londres16 de junho de 1858) foi um médico inglês, considerado pai da epidemiologia moderna. Em 1853 receberia o título de sir, após ter anestesiado a rainha Vitória no parto sem dor de seu oitavo filho, Leopoldo de Albany, fato que ajudou a divulgar a técnica entre os médicos da época.
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Previsão X: John Snow e a epidemia de cólera de 1854
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Paciente adulto com cólera.
Imagem dos Centros de Controle e Prevenções de Doenças, parte do Departamento de Saúde e
Serviços Humanos dos Estados Unidos.

Cólera
Cólera é uma infeção do intestino delgado por algumas estirpes das bactérias Vibrio cholerae.[3] Os sintomas podem variar entre nenhum, moderados ou graves.[2] O sintoma clássico é a grande quantidade de diarreia aquosa com duração de alguns dias.[1] Podem também ocorrer vómitos e cãibras musculares.[2] A diarreia pode ser de tal forma grave que em poucas horas provoca grave desidratação e distúrbio eletrolítico.[1] Isto pode levar a que os olhos se afundem nas órbitas, à diminuição de elasticidade da pele e ao enrugamento das mãos e dos pés.[4] A desidratação pode ainda provocar a coloração azulada da pele.[7] A manifestação de sintomas tem início entre duas horas e cinco dias após a infeção.[2]
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Um cartão postal, de 1905, refere-se à cidade como Constantinopla, e ao centro da cidade como Istambul.
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Istambul*  com seus inumeráveis minaretes vista do topo da Torre de Gálata. Foto Ismael Gobbo.

* Antiga Constantinopla.
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Livro “O Céu e o Inferno” de Allan Kardec.

O Céu e o Inferno, ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo (em língua francesaLe Ciel et l'Enfer), é um livro espírita francês. Da codificação de Allan Kardec, foi publicado em Paris em 1.º de agosto de 1865.[1] É uma das obras básicas do espiritismo.
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Arquivo: Ivan Yermenyov.  Singing beggars.jpg
Os Mendigos Cantores . Aquarelas. Museu Estatal Russo, São Petersburgo. Ivan Yermenyov
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Universum: representação do Universo elaborada e usada pelo astrônomo na obra
“L’ atmosphère: météorologie populaire”. (Paris, 1888). Coloração de Heikenwaelder Hugo, Viena 1998)
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Heloise e Abelard. Óleo sobre tela por  Edmund Blair Leighton
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Héloïse ( / ɛ l oʊ . I z / ou / h ɛ l oʊ . I z / ; francês:  [e.lɔ.iz] ; 1090? [1] / 1100-1? [2] - 16 de maio, 1164 ) era freira , escritora, erudita e abadessa francesa. Héloïse ocupa um lugar importante na história literária francesa e no desenvolvimento da representação feminista. Embora poucas de suas cartas sobrevivam, aquelas que foram consideradas um "monumento" fundamental da literatura francesa a partir do final do século XIII. Sua correspondência, mais erudita do que erótica, é a base latina do bildungsroman e um modelo do gênero epistolar clássico , que influenciou escritores tão diversos como Madame de Lafayette , Choderlos de Laclos , Voltaire , Rousseau , Simone Weil e Dominique Aury .
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Cemitério Père Lachaise em 1815. No canto superior direito o túmulo de Heloise e Abelard.
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Romeu e Julieta. Óleo sobre tela por Ford Madox Brown.

Romeu e Julieta (no original em inglês Romeo and Juliet) é uma tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare, sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A peça ficou entre as mais populares na época de Shakespeare e, ao lado de Hamlet, é uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro. Hoje, o relacionamento dos dois jovens é considerado como o arquétipo do amor juvenil.
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Casa de Julieta repleta de manifestações dos visitantes. Verona, Itália. Fotos Ismael Gobbo
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Sonho. A escada de Jacó. Óleo sobre tela por Michael Willmann.
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O Salvador. Óleo sobre tela de El Greco.
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CEAC- Bauru, pede ajuda