BLOG DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA.....ARAÇATUBA- SP

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 20-02-2020.

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Prison Petite Roquette no final DO XIX °  século.  Paris, Farnça.
Vista da prisão para jovens infratores, olhando através do cruzamento para o edifício murado com entrada em arco.

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Prisioneiros Exercitando. Óleo sobre tela por Vincent van Gogh
Prisioneiros Exercitando , também conhecido como Rodada de Prisioneiros , (Depois de Gustave Doré )
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Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Laura Emilia Michelin Gobbo.
https://lh4.googleusercontent.com/proxy/3vhZa_RbZNEgTyzGFkw7DgxwS4hLNVYE5su2Fm__mRxTVXKZfsA-vKY8DKOR2-Wn3WEAzNG_4139Y6Va6mUuL-t9R5mtoN_NAyqwXyIog34ewF10jX6AOiLe5NF3k_sp7a45Uj9vCQ=s0-d
A luz. Foto Ismael Gobbo.
https://lh6.googleusercontent.com/proxy/acnQFZfxwbuLKLzd9IIJCncVrYlzSTv2T096L_r4MwZIZH0SEK9KycnEXSd0FWOkDRZ0Kymr8vMrwkrtBdd1IxPM7qMyFJSGOydT5ctdzmcGe5Ju5nE8gXYLHhbZrCoKl4hQ1LrHGw=s0-d
Ilustração: Espírito, Perispírito e Corpo.
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A ilustração de Botticelli do Inferno de Dante mostra bajuladores insinceros rastejando nos excrementos
no segundo buraco do oitavo circulo.
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Um detalhe em afresco do inferno na igreja medieval St. Nicolas na vila de Raduil, Bulgária
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Luz e trevas. Foto Ismael Gobbo.
Obra de arte de Lisipo retratando Alexandre, o Grande. Museu do Louvre. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Página de Capa do livro “O Céu e o Inferno”, lançado por Allan Kardec em Paris em 01-08-1865.


O Céu e o Inferno, ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo (em língua francesaLe Ciel et l'Enfer), é um livro espírita francês. Da codificação de Allan Kardec, foi publicado em Paris em 1.º de agosto de 1865.[1] É uma das obras básicas do espiritismo.
Leia mais:

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Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo.
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F. de Lamennais
F. de Lamennais : [estampe] / Aloysius Calamatta ad vivum delineavit et sculpsit 1847

Lamennais:
Hughes Félicité Robert de Lamennais, foi um filósofo e escritor político francês. Wikipédia
Nascimento: 19 de junho de 1782, Saint-Malo, França
Falecimento: 27 de fevereiro de 1854, Paris, França


LAMENNAIS PARTICIPOU DA OBRA DA CODIFICAÇÃO DO ESPIRITISMO NA CONDIÇÃO DE ESPÍRITO DESENCARNADO DITANDO MENSAGENS COMO A QUE ESTÁ CIMA REPRODUZIDA. FOI, EM VIDA,  UM CONTEMPORÂNEO DO CODIFICADOR ALLAN KARDEC.
http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/MAIO/20-05-2019_arquivos/image012.jpg
Página do jornal “Le Siècle” de 01-03-1854 noticiando a morte de Lamennais seu velório e enterro. Veja na segunda coluna “Nécrologie”..


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Papa Gregório XVI desautorizou as opiniões de Lamennais na Encíclica "Mirari vos", em Agosto de 1831. Não houve uma citação específica a ele e nem a seu jornal, mas tão somente uma censura implícita a ambos. Inicialmente, Lamennais suspendeu a distribuição do jornal, submetendo-se; mais tarde deixou a Igreja e defendeu a própria posição na obra "Paroles d'un croyant" (Palavras de um crente), condenada explícitamente na Encíclica "Singulari nos", em Julho de 1834, sendo citados tanto o autor quanto a obra.
Incansável, ele se devotou à causa do povo, colocando sua pena a serviço do Republicanismo e do Socialismo. Escreveu obras como "O Livro do Povo" (1838), "Os afazeres de Roma" e "Esboço de uma Filosofia". Chegou a ser condenado à prisão mas, já em 1848 foi eleito para a Assembleia Nacional, aposentando-se em 1851.
Por ocasião de sua morte, não desejando se reconciliar com a Igreja, foi sepultado em uma cova de indigente.
Leia mais:

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Desenho do Cemitério Père Lachaise por Christophe Civeton. 1829.
Imagem/fonte: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Civeton_-_Père-Lachaise_-_Maximilien_Sébastien_Foy.jpg

O  Cemitério Père Lachaise situado  a leste de  Paris é  um
dos mais famosos  do mundo. Nele estão  sepultadas per-
sonalidades famosas que se destacaram nas  ciências, nas
letras,  nas artes, na política, na  religião, ...
Numa vala comum foi  sepultado Lamennais em 1854.

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Conforme a autora, o quadro retrata entidade espiritual feminina da falange de Meimei acolitando crianças.
Óleo sobre tela da artista plástica Nair Camargo, de São Paulo, SP.
Obra exposta no salão de reuniões do Fraternidade Espírita Gina, em São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
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Imagem divulgação do filme Nosso Lar.
Aristides Spínola (1850-1925), político e espírita brasileiro

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Rede Boa Nova de Rádio
Programa Conviver
O programa Conviver fala sobre os evangélicos. Afonso Moreira Júnior recebe o pastor da Assembleia de Deus, Eliel Leonardo, para comentar o tema.
Acesse:


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Vídeo com Rener Cunha
Refletindo com Joanna (21)
Acesse:


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http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/OUTUBRO/27-10-2018_arquivos/image008.jpg
Delphine de Girardin



Delphine de Girardin
Ela nasceu em Aachen e batizou Delphine Gay . Sua mãe, a conhecida Madame Sophie Gay , criou-a no meio de uma brilhante sociedade literária. Sua prima era a escritora Hortense Allart . [1] Gay publicou dois volumes de miscelânea, Essais poetiques (1824) e Nouveaux Essais poétiques (1825). Uma visita à Itália em 1827, durante a qual ela foi entusiasticamente recebida pelos letrados de Roma e até coroada na capital, produziu vários poemas, dos quais o mais ambicioso foi Napoline (1833).
O casamento de Delphine em 1831 com Émile de Girardin abriu uma nova carreira literária. Os esboços contemporâneos que ela contribuiu de 1836 a 1839 para o La Presse , sob o nome de pluma de Charles de Launay , foram coletados sob o título de Lettres parisiennes (1843) e obtiveram um sucesso brilhante. Contes d'une ville fille a ses neveux (1832), La Canne de Monsieur de Balzac (1836) e Il ne faut pas jouer à la douleur (1853) estão entre os mais conhecidos de seus romances; e suas peças dramáticas em prosa e verso incluem L'École des journalistes (1840), Judith (1843),Cléopâtre (1847), Lady Tartuffe (1853), e as comédias de um ato, C'est la faute du mari (1851), La Joie fait peur (1854), Le Chapeau d'un horloger (1854) e Une Femme qui deteste filho mari , que não apareceu até depois da morte do autor, que ocorreu em Paris.
Madame Girardin exerceu considerável influência pessoal na sociedade literária contemporânea, e em sua sala de visitas encontravam-se frequentemente Théophile Gautier , Honoré de Balzac , Alfred de Musset e Victor Hugo . Seus trabalhos coletados foram publicados em seis volumes (1860-1861).

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Jornal “La Presse” de 01-07-1855 homenageia  Delphine de Girardin por ocasião de sua morte ocorrida no dia 29-06-1855.



Delphine de Girardin faleceu aos 29 de junho de 1855. Conforme se verifica acima, a mensagem
“A desgraça real” foi ditada por ela em 1861, ou seja, ela participa na condição de espírito desen-
carnado da obra da codificação do Espiritismo por Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espi-
ritismo no qual a mensagem está inserida foi lançado por Allan Kardec aos 15 de abril de 1864.

Pagina de O Evangelho Segundo o Espiritismo da Edição de 1871.



O Evangelho segundo o Espiritismo (em língua francesa L'Évangile Selon le Spiritisme) é um livro espírita francês. De autoria de Allan Kardec, foi publicado em Paris em 15 de abril de 1864. É uma das obras básicas do espiritismo, e dentre elas a que dá maior enfoque a questões religiosas, éticas e comportamentais do ser humano.
Leia mais:

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A parábola do homem rico e Lázaro, representando o homem rico no inferno, pedindo ajuda a Abraão e Lázaro no céu por James Tissot. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Christian_views_on_Hell
JoanaAngelica
Joanna de Ângelis.
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Sóror Juana Inés de La Cruz. Óleo sobre tela de Miguel Cabrera.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 19-02-2020.

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Vista de Antuérpia, Bélgica, a partir da margem esquerda de Scheldt (ca. 1890-1900)
Imagem/fonte:
Index Librorum Prohibitorum


Index Librorum Prohibitorum, em tradução livre o Índice dos Livros Proibidos era uma lista de publicações consideradas heréticas, anticlericais ou lascivas e proibidas pela Igreja Católica.[1] A primeira versão do Index foi promulgada pelo Papa Paulo IV em 1559 e uma versão revista desse foi autorizada pelo Concílio de Trento. A última edição do índice foi publicada em 1948 e o Index só foi abolido pela Igreja Católica em 1966 pelo Papa Paulo VI.[2][3] Nessa lista estavam livros que iam contra os dogmas da Igreja e que continham conteúdo tido como impróprio.
Leia mais:
Papa Paulo IV

Papa Paulo IV:
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Em 30 de abril de 1555, após apenas 21 dias de pontificado, morria em Roma o Papa Marcelo II. Apesar da oposição dos cardeais ligados ao imperador Carlos V, o Colégio dos Cardeais se reuniu novamente em conclave em 15 de maio de 1552 para eleger um sucessor, tendo sido eleito papa Giovanni Pietro Caraffa, que escolheu o nome de Paulo IV, numa vitória dos cardeais contrários ao luteranismo.[5]
Como papa, dedicou-se à Inquisição romana, fundada por Paulo III, e à reconstrução administrativa e moral de Roma. Tomou medidas que constituíram significativos excessos de severidade e também contribuíram para tornar mais insolúveis os conflitos e para aumentar a antipatia contra ele em alguns setores da Igreja, inclusive entre os seus antigos colaboradores. Exerceu com rigor a censura dos livros e publicou o primeiro índex dos livros proibidos.[6] Sua má condução da política externa pontifícia, que na época estava a cargo do cardeal Carlos Carafa, seu sobrinho, levou a um conflito aberto com Carlos V em 1556. Não reconheceu o título imperial de Fernando I em 1558 e rompeu com Elisabeth I da Inglaterra, aumentando o isolamento político que afetava Roma.[7]
Leia mais:
Retrato de René Descartes, por Frans Hals. Óleo sobre tela.
René Descartes foi um dos mais notáveis a ir para o Index



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O objetivo do Index Librorum Prohibitorum inicialmente era reagir contra o avanço do protestantismo, sendo criado em 1559 no Concílio de Trento (1545-1563), e ficando sob a administração da Inquisição ou Santo Ofício. Esta lista continha os títulos de livros ou de obras que se opusessem à doutrina da Igreja Católica e deste modo tinha o objetivo de prevenir a corrupção dos fiéis.
O Direito Canônico recomenda ainda que os trabalhos sobre a Sagrada Escritura, Teologia, Direito Canônico, História da Igreja e quaisquer escritos que dizem respeito especialmente à religião ou aos bons costumes sejam submetidos ao juízo do Ordinário local.[4] Se essa pessoa dava o nihil obstat ("nada impede") os subalternos do Ordinário local forneciam o imprimatur ("deixe estar impresso").[5]
O índice foi atualizado regularmente até a trigésima-segunda edição, em 1948, tendo os livros sido escolhidos pelo Santo Ofício ou pelo Papa. A lista não era simplesmente reativa, os autores eram encorajados a defender os seus trabalhos. Em certos casos eles podiam re-publicar com omissões se pretendessem evitar a interdição. A censura prévia era encorajada.
Leia mais:

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Dialogo de Galileo Galilei


Galileu Galilei (em italianoGalileo Galilei Pisa15 de fevereiro de 1564 — Florença8 de janeiro de 1642[2]) foi um físicomatemáticoastrônomo e filósofo florentino.
Galileu Galilei foi personalidade fundamental na revolução científica. Foi o mais velho dos sete filhos do alaudista Vincenzo Galilei e de Giulia Ammannati.[3] Viveu boa parte de sua vida entre Pisa e Florença, originalmente na época de seu nascimento ambas parte do Ducado de Florença e, mais tarde, na época de seu falecimento, integrantes do Grão-Ducado da Toscana.
Leia mais:


Index Librorum Prohibitorum
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Em determinados momentos da história obras de cientistasfilósofosenciclopedistas ou pensadores como Galileu GalileiNicolau CopérnicoGiordano BrunoNicolau MaquiavelErasmo de RoterdãoBaruch de EspinosaJohn LockeBerkeleyDenis DiderotBlaise PascalThomas HobbesRené DescartesRousseauMontesquieuDavid Hume ou Immanuel Kant tenham pertencido a esta lista, tendo algumas dessas sido removidas mais tarde.
Alguns famosos romancistas ou poetas incluídos na lista são: Laurence SterneHeinrich HeineJohn Milton, Alexandre Dumas (pai e filho), VoltaireJonathan SwiftDaniel DefoeVitor HugoEmile ZolaStendhalGustave FlaubertAnatole FranceHonoré de BalzacJean-Paul SartreNíkos Kazantzákis, e o sexologista holandês Theodoor Hendrik van de Velde, autor do manual sexual "Ideal Marriage: Its Physiology and Technique".
Teve um grande efeito por todo o mundo católico. Por muitos anos, em áreas tão diversas como QuebecPortugalBrasil ou Polônia, era muito difícil de encontrar cópias de livros banidos, especialmente fora das grandes cidades.
Leia mais:
Via Ápia. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo


Via Ápia (em latim Via Appia, em italiano Via Appia Antica) é uma das principais estradas da antiga Roma. Recebeu este nome em memória do político romano Ápio Cláudio Cego, que iniciou sua construção em 312 a.C. Inicialmente a estrada estendia-se de Roma a Cápua, numa distância de 300 quilômetros.
Posteriormente foi ampliada para passar por BeneventoTaranto, até Brindisi (264 a.C.) (no "calcanhar" da península Itálica), chegando a uma extensão de 600 quilômetros. Era chamada, em latim, de Regina Viarum (rainha das estradas).[1][2][3]
Leia mais:
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Coliseu, Roma, Itália. Fotos Ismael Gobbo

Coliseu (em italianoColosseo), também conhecido como Anfiteatro Flaviano (em latimAmphitheatrum Flavium; em italianoAnfiteatro Flavio), é um anfiteatro oval localizado no centro da cidade de Roma, capital da Itália. Construído com concreto e areia,[1] é o maior anfiteatro já construído e está situado a leste do Fórum Romano.
A construção começou sob o governo do imperador Vespasiano[2] em 72 d.C. e foi concluída em 80, sob o regime do seu sucessor e herdeiro, Tito.[3] Outras modificações foram feitas durante o reinado de Domiciano (81-96).[4] Estes três imperadores são conhecidos como a dinastia flaviana e o anfiteatro foi nomeado em latim desta maneira por sua associação com o nome da família (Flavius).
Leia mais:
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A família flaviana representada no triunfo de Tito. Óleo sobre tela de Lawrence Alma Tadema. 1885.



Os flavianos inciaram também reformas culturais e econômicas. Sob Vespasiano, novos impostos foram criados para restaurar as finanças imperiais; Domiciano revalorizou a moeda romana aumentando seu conteúdo de prata. Um grande programa de obras públicas foi iniciado para celebrar a ascensão da dinastia, levando à construção de muitos marcos ainda hoje conhecidos na cidade de Roma, incluindo o mais espetacular de todos, o Anfiteatro Flaviano, que ficou conhecido como Coliseu.

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As festas romanas do Coliseu. Óleo sobre tela de Pablo Salinas (década de 1900)
Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foto Ismael Gobbo
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Pirâmide Caio Céstio (18 – 12 a.C)  e Porta São Paulo,  na Muralha Aureliana, saída para
a Via Ostiense ligação de Roma a Óstia. Foto Ismael Gobbo
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Rio Tibre, Ponte Vittório Emanuele II e Vaticano ao fundo. Roma, Itália. Foto Ismael Gobbo


Tibre (em italianoTevere; em latimTiberis) é um rio no território italiano, com nascente na Emília-Romanha. Atravessa a Toscana (Sansepolcro), a Úmbria (Città di Castello), depois o Lácio (Orte e Roma) e deságua no mar Tirreno.
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 Moeda de César em pintura de Domingos Sequeira.

* Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.  E eles, ouvindo isto, maravilharam-se, e, deixando-o, se retiraram. Mateus  22: - 21-22.

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Mammon.
 Ilustração do Dictionnaire infernal de Jacques Auguste Simon Collin de Plancy por Louis Le Breton, 6eme édition, 1863.
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Caridade. Óleo sobre tela de Walter Gay
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O Mendigo Cego.  Óleo sobre madeira de  mogno de Jozef Laurent Dyckman

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jozef_Laurent_Dyckmans_-_The_Blind_Beggar.jpg

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Pedinte mendigo. 1904.
Placa em bronze exposta na Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
O jovem mendigo. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo.

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A luz do mundo. Óleo sobre tela de William Holman Hunt
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O tesouro escondido. Aquarela por James Tissot.
Imagem/fonte:

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A morte e o avarento. Parte de um tríptico de Hieronymus Bosch.

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A cólera do alcoólico. Pastel sobre tela do Professor Humberto Viggiano. Foto Ismael Gobbo
Quadro exposto no Museu Penitenciário Paulista. São Paulo, Brasil.
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Hábitos Perigosos. Pastel sobre tela do Professor Humberto Viggiano. Foto Ismael Gobbo
Quadro exposto no Museu Penitenciário Paulista. São Paulo, Brasil
File: The Drunkard's Progress 1846.jpg
"O progresso do bêbado", 1846, demonstrando como o alcoolismo pode levar à pobreza, ao crime e, eventualmente, ao suicídio. https://en.wikipedia.org/wiki/Suicide#/media/File:The_Drunkard%27s_Progress_1846.jpg
·                    Passo 1. Um copo com um amigo.
·                    Passo 2. Um copo para manter o frio fora.
·                    Etapa 3. Um copo demais.
·                    Passo 4. Bêbado e desregrado.
·                    Etapa 5. A cimeira alcançada. Companheiros joviais. Um bêbado confirmado.
·                    Etapa 6. Pobreza e doença.
·                    Passo 7. Esquecido por amigos.
·                    Passo 8. Desespero e crime.
·                    Passo 9. Morte por suicídio