BLOG DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA.....ARAÇATUBA- SP

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domingo, 29 de maio de 2011

Calendário de palestras com Cláudio Palermo São Paulo e Sorocaba

Palestras – Cláudio Palermo – 2011 (Finais de semana)

3- C.E.Aprendizes do Evangelho – 28/05 – 19h00 – sábado

Rua Gen.Americano Freire,145 – Guaianazes – SP Tema: Pluralidade dos Mundos Habitados

4 – 29/05 – Domingo – Núcleo Assistencial Espírita Paz e Amor em Jesus – 09h00

Rua Izidro Tinoco,53 - Tatuapé - São Paulo/SP – Tema: O Poder da Fé

5 – 05/06 – Domingo – União Espírita Sorocabana – 10h00

Avenida General Carneiro, 391 - Cerrado – Sorocaba/SP

Tema: O Poder da Fé

6 – 19/06 – domingo – C.E.A Caminho da Luz – domingo

Av.Sapopemba, 648 – água rasa – SP – Tema: Há muitas moradas na casa do Pai (09h30)

7 – 11/06 – sábado – Grupo Espírita Reencontro – 17h00

Rua Sebastião Preto, 47 – Mooca – SP // Tema: Vontade, Determinação e Evolução

8– 07/08 – Domingo – C.E.Francisco de Assis – 15h00

Rua Miguel Lilo, 131 – Vila Císper – SP

Tema: O Poder da Fé

9 – 11/09 – Domingo – 19hs – Tema: A Conquista da Paz

Obs: Esperando o endereço e confirmação dos dirigentes – z.leste /SP

10 – 23º Simpósio Espírita do C.E.Ismael – (09 às 17h30) – 16/10

10h40 – Av. Henri Janor, 141 – Jaçanã – SP – Tema: Ação do Duplo etérico no Processo Reencarnatório - domingo

11 – Palestra de Encerramento na Casa do Caminho – Vila Guilhermina – 20h00 – 12/12 – Z.Leste de SP

Tema: Inteligência Primária – Força Evolutiva dos Universos

Informações: locutor@feal.com.br

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Claudio Roberto Palermo - Locutor/Produtor -

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Editor dos Blogs Evolução Cósmica e Cotidiano Feliz

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(Informações em emails de locutor - FEAL locutor@feal.com.br e de Regina Bachega)

Palestra com Adail Botesini no C.E. Adolpho Bezerra de Menezes Matão, SP

(Informação em email de casa da sopa casadasopa.irairamos@gmail.com)

Documentário “A Grande Síntese” no C.E. Jesus de Nazaré Salvador, BA

(Informação em email de Suzi Barboni)

Saúde e Espíritualidade. AME/SP – USE’s Intermunicipal e Regional de. Araçatuba, SP

(Informação em emails de Sirlei Nogueira e USE/SP)

Programação de Palestras Públicas na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP

ALIANÇA ESPÍRITA “VARAS DA VIDEIRA”

RUA BERNARDINO DE CAMPOS, 363, CENTRO, ARAÇATUBA, SP

ESCALA DE PALESTRAS PÚBLICAS: JUNHO DE 2011

HORÁRIO 20 HORAS. ENTRADA LIVRE

DATA

TEMA

FONTE

ORADOR

03

BEM-AVENTURADOS OS QUE TEM PURO O CORAÇÃO

O LIVRO DOS ESPIRITOS

ESE CAP. VIII

PERGS. 72 e 73

MADERLENE DE ALMEIDA YAMADA

OFÉLIA G. CANDIL

10

BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO BRANDOS E PACIFICOS

O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Ese CAP. IX

PERGS. 74 e 75

IVANA NOBRE MÓDENA

ISMÊNIA GASPARINI

17

LIVRE

PALESTRA

[Imagem+009.jpg]

ALCIONE PEIXOTO (CAMPOS, RJ. FILHA DO MÉDIUM PEIXOTINHO)

24

BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS

O LIVRO DOS ESPÍRITOS

ESE CAP X

PERGS. 76,77 e 78

OFÉLIA G. CANDIL

LUIZ CARLOS ROCHA

Dia 16 de junho de 1966 desencarna Francisco Peixoto Lins (Peixotinho), médium de efeitos físicos, na cidade de Campos, RJ. Peixotinho nasceu em 1º. de fevereiro de 1905, em Pacatuba, CE. http://www.feparana.com.br/biografia.php?cod_biog=103

MEDNESP 2011 Belo Horizonte, MG

(Informação em emails de Giovana Campos; USE/SP)

Hernani Guimarães Andrade Um pesquisador de renome internacional

Dr Hernani Guimarães Andrade

(31-5-1913/ 25-4-2003)


Por Y. Shimizu e S. Hashizume

Desencarnou no dia 25 de abril de 2003, em Bauru, Estado de São Paulo, pouco mais de um mês antes do seu nonagésimo aniversário, Hernani Guimarães Andrade, um dos mais conceituados pesquisadores brasileiros do fenômeno paranormal, de renome internacional.

Embora nascido em Araguari, Estado de Minas Gerais, em 31 de maio de 1913, cedo se radicou na capital paulistana, onde se graduou em engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Pouco depois de formado, tornou-se engenheiro da Usina de Volta Redonda. Retornando à metrópole paulistana, ingressou no Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, no qual fez carreira profissional até se aposentar compulsoriamente aos 70 anos de idade como Diretor Setorial desse organismo, em 31 de maio de 1983.

Casado com D. Cyomara de G. Andrade teve quatro filhos, três engenheiros e uma psicóloga, foi um pai prestimoso e esposo exemplar, e quem frequentou o seu domicílio sempre testemunhou aquela imensa capacidade de compreensão e de diálogo, não apenas com os familiares, mas também com os amigos e companheiros de Doutrina.

Tornou-se espírita aos 16 anos de idade, atraído pela racionalidade e pela coerência dos postulados kardecistas. Após estudar exaustivamente as obras clássicas da Doutrina (Delanne, Denis, Bozzano, Flammarion, Crookes, Aksakoff, Richet, Crawford, Lombroso, de Rochas e tantos outros) examinou os experimentos e teorias dos metapsiquistas e dos parapsicólogos na busca da realidade e da essencialidade do espírito.

Possuía conhecimentos aprofundados de Física e de diversos aspectos das Ciências Biológicas, da Cosmologia, da Estatística e da Psicologia. Tinha apreciável domínio de várias disciplinas filosóficas, principalmente aquelas mais relacionadas com a Ciência (Lógica, Epistemologia, Metodologia da Pesquisa e Gnosiologia).

Era um motivador e emulador de jovens que se iniciavam no estudo do aspecto científico do Espiritismo. O signatário conheceu-o em 1956 e, desde essa época, cultivou sua amizade, carinho e orientação até os derradeiros dias de sua existência terrena. Foi, para muitos, um autêntico mentor encarnado. Nessa tarefa ministrou cursos, seminários e palestras, orientou leituras, montagem de laboratório e roteiros de experiências, incentivou a leitura de artigos em periódicos e livros.

Sua modéstia, integridade moral, austeridade intelectual, prudência e sabedoria e, principalmente, sua generosidade era incomparável. Cada visita em sua residência ou em sua instituição era um momento de intensa aprendizagem e de atualização no que tange às investigações dos fatos paranormais levados a efeito no País e no mundo, porquanto mantinha correspondência assídua com dezenas de instituições e cientistas.

Quantos autores de ensaios e livros se beneficiaram dos textos de sua autoria ou de traduções de pesquisadores estrangeiros, inclusive o signatário, para redigir seus artigos e até capítulos inteiros de livros.

Com o objetivo de evitar o preconceito existente nos meios da ciência acadêmica em relação ao Espiritismo, deu o nome de “Psicobiofísica à disciplina científica cujo objeto é o estudo dos fenômenos psíquicos, biológicos e físicos em todas as suas manifestações, com ênfase nas de caráter paranormal.”.

Segundo Hernani, “a Psicobiofísica parte dos seguintes princípios, cuja realidade é sobejamente apoida pelas evidências observacionais e experimentais”:

1)A existência do Espírito como realidade positiva e demonstrável... ainda que não aceita pelo “establishment” científico oficial;

2) A existência dos fenômenos paranormais;

3) A classificação desses fenômenos segundo as categorias psíquica, biológica e física e a tentativa de explicá-los e a descoberta de suas leis;

4) Ao contrário da moderna Parapsicologia, aceita, a priori, a existência, a sobrevivência do Espírito e a reencarnação,... e admite a interação entre as matérias física e espiritual.”

Fundou, em 13 de dezembro de 1963, juntamente com outros estudiosos do aspecto científico da Doutrina, o IBPP – Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas, com sede em São Paulo, do qual o signatário integrou o Conselho Superior em sua primeira gestão.

Durante muitos anos efetuou investigações sobre o fenômeno “psi”, segundo os cânones adotados pelo norte-americano J. B. Rhine; sobre reencarnação pelo método criado por Hemendra Nath Banerjee e Ian Stevenson, sobre Poltergeist pelo processo por ele criado, sobre Transcomunicação Instrumental (TCI) segundo os paradigmas adotados pelos estudiosos europeus. Foi o primeiro brasileiro a projetar e construir uma câmara de Kirlian para estudos da aura humana.

Há cerca de quarenta anos, Hernani Guimarães Andrade encetou a pesquisa do hipotético campo de forças que, supostamente, estaria implicado na ligação entre o Espírito (como substância) e a matéria, no fenômeno da vida. A abordagem desse enigmático tema iniciou-se de forma teórica com a publicação de dois livros: A Teoria Corpuscular do Espírito e Novos Rumos à Experimentação Espirítica.

A seguir, em outubro de 1961, Andrade encetou a construção do primeiro aparelho destinado a verificar o acerto ou a falácia de sua teoria, teoria esta que possuía os seus próprios recursos para contradizê-la ou aprová-la por meios experimentais. Hernani procurou equipar-se para a tarefa. Montou uma oficina mecânica na garagem da casa em que residia. Devido à sua natural inexperiência, começou pelo caminho mais dispendioso e difícil. Procurou construir um aparelho acionada a eletricidade cuja elaboração tornou-se mais complicada e dispendiosa. O aparelho denominado Tensionador Espacial Electromagnético (TEEM) começou a ser fabricado por ele e seus três filhos, no dia primeiro de outubro de 1961. Em 23 de outubro de 1966, o TEEM estava concluído e pronto para os primeiros testes de funcionamento e ajustagens eletromecânicas. (foto)

O CAMPO BIOMAGNÉTICO – (CBM) e os T.E.E.M. e T.E.M.

Para a concepção de um aparelho capaz de produzir o campo biomagnético – CBM, Andrade partiu de duas hipóteses de trabalho:

1) Supondo-se que o CBM seja o campo que liga o Espírito à matéria orgânica a fim de vivificá-la, deverá existir também um CBM na própria matéria física. A pesquisa teórica acerca desta hipótese acha-se relatada na obra de Andrade intitulada Psi Quântico (Uma Extensão dos Conceitos Quânticos e Atômicos à Idéia do Espírito). (Andrade, 1986, capítulos VI e VII). A esse respeito ele postulou que o CBM, na matéria, é gerado pelo movimento dos elétrons nas camadas orbitais dos átomos (opus cit. pp. 122 e 123). Neste caso o CBM não seria registrável em nosso espaço físico. Por outro lado, ele se propagaria para fora do nosso espaço, em direção ao hiperespaço.

Explicando tal hipótese com um pouco mais de precisão diremos que, em um modelo geométrico, teríamos de referir-nos a um sistema de quatro eixos referenciais (x, y, z, h)) todos perpendiculares entre si, definindo um espaço de quatro dimensões (4D). Três desses eixos (x, y, z) correspondentes ao nosso espaço físico (3D). O quarto eixo (h) indicaria a direção seguida pelo campo biomagnético – CBM – gerado pelos elétrons em suas camadas orbitais nos átomos físicos.

Andrade chegou à conclusão de que, nas condições de movimento dos elétrons, raciocinando-se com o auxílio de um modelo de Bohr para o átomo, as órbitas eletrônicas funcionariam como “solenóides”. O movimento dos elétrons nesses “solenóides” equivaleria a correntes elétricas. Logo, as órbitas eletrônicas seriam sedes de intenso campo magnético. Assim, por exemplo, o campo magnético gerado pelo único elétron na órbita fundamental (primeira órbita) de um átomo de hidrogênio não excitado seria, aproximadamente, da ordem de cento e vinte e cinco mil Oersted! Como este campo magnético não aparece nos átomos, pois o ferro magnetismo é devido ao “spin” dos elétrons, Andrade concluiu que ele está “compensado”. Esta compensação teria como resultado uma espécie de tensão mecânica do espaço vazio do mesmo tipo que se obteria contrapondo-se os dois pólos de mesmo nome de dois ímãs. Uma bobina esférica poderia imitar as condições dos átomos em seu interior, quando se fizesse circular uma corrente elétrica contínua pela bobina esférica.

Portanto, se criarmos, em uma dada região do nosso espaço, um tensionamento por meio de dois ou mais ímãs ou eletroímãs contraposto por seus pólos de mesmo nome, poderemos produzir um campo semelhante ao campo biomagnético.

2) A segunda hipótese seria criarem-se, também, condições idênticas à do tensionamento do espaço vazio (repulsão) contrapondo-se, da mesma forma, pólos idênticos de ímãs ou eletroímãs. Neste caso, procura-se simplesmente criar um efeito contrário ao de ímãs dispostos com os pólos de nomes contrários frente a frente (atração).

Ambos os raciocínios (1) e (2) anteriores se equivalem. O segundo é mais simples e inteligível. Com efeito, se a região entre os pólos de nomes contrários dos ímãs ou eletroímãs, em atração, é capaz de inibir o desenvolvimento de alguns processos biológicos, a região onde ocorre a repulsão entre pólos de mesmo nome poderia favorecer o desenvolvimento daqueles mesmos processos biológicos.

Andrade postulou que, na região onde se dá a repulsão entre os pólos magnéticos de mesmo nome, deveria criar-se um outro campo com propriedades biológicas, resultante da alteração das condições físicas do espaço-tempo. Ao provocar a repulsão magnética entre pólos iguais, tem-se uma reação semelhante à de um fluido elástico ao ser tencionado por compressão.

Daí o nome adotado para designar o aparelho destinado a produzir o referido efeito no espaço entre pólos semelhantes: Tensionador Espacial Eletromagnético – T.E.E.M., quando se usam magnetos ativados por corrente elétrica contínua.

Quando são empregados ímãs de alto poder coercitivo, usa-se a designação: Tensionador Espacial Magnético – TEM. Este sistema é mais funcional e prático. Por esta razão, Hernani abandonou o sistema T.E.E.M. e passou a empregar o T.E.M. que foi desenvolvido pelo Engenheiro Ricardo de Godoy Andrade. (foto 2).

* * *

Em primeiro de junho de 1992, devido a fatores vários, Andrade mudou-se com a família para a aprazível cidade de Bauru, no Estado de São Paulo, onde instalou em nova sede o Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas – IBPP.

Em sete de abril de 1995, Andrade que havia emprestado o T.E.E.M. para um grupo de universitários do Sul realizarem a pesquisa prometida e não realizada, trouxe-o para a nova sede do IBPP, em Bauru. Já se haviam passado trinta e quatro anos desde o dia em que ele iniciara a construção do T.E.E.M., buscando descobrir se realmente seria possível detectar o hipotético campo biomagnético (CBM).

Mas a luta não terminaria ainda. Ela seria retomada em outras condições e com outros tipos de equipamento, com novo sistema de pesquisa e com uma nova versão do T.E.E.M., mais cômoda, mais simples e sem necessidade de usar energia elétrica para acionar os magnetos.

O novo aparelho inventado por H. G. Andrade e construído por seu filho Engenheiro Ricardo de G. Andrade tomou o nome de Tensionador Espacial Magnético – T.E.M.

Em sua nova sede, Andrade pôde prosseguir nos seus trabalhos com maior eficiência. Além de abrir cursos de Psicobiofísica, ministrados na sede do Centro Espírita Amor e Caridade – CEAC equipou o IBPP com um laboratório, o qual o denominou de PSILAB. (abreviatura da palavra “psilaboratório”). O referido laboratório destinou-se à pesquisa do Campo Biomagnético (CBM); Para isso, Hernani dotou o laboratório de todos os acessórios necessários, tais como pipetas, tubos de ensaio, placas de Petri, etc, de Tensionador Espacial Magnético – T.E.M. estufas, autoclave e mesa de mármore para a manipulação e o preparo das culturas bactéricas.

No mês de junho de 1995, ocorreu o início dos trabalhos de pesquisa com a equipe formada pelos seguintes colaboradores voluntários: Dra. Sônia Maria Marafiotti Gomes, bióloga e bacteriologista, funcionária do Instituto “Adolfo Lutz”; sua auxiliar Sandra Regina E. Ribeiro, do mesmo Instituto “Adolfo Lutz”; Prof. Carlos Eduardo Noronha Luz, competente técnico eletrônico e a professora Suzuko Hashizume, na parte administrativa.

RETROSPECTO

As primeiras experiências efetuadas com o T.E.E.M., com o objetivo de detectar a existência do suposto Campo Biomagnético - CBM foram realizadas por H. G. Andrade, em São Paulo, com a colaboração do Dr. Gilberti Moreno e Dr. Roberto Yanaguita da Faculdade de Medicina Veterinária, da Universidade de São Paulo. Conforme postula Andrade em sua teoria este suposto Campo Biomagnético seria o agente de ligação entre o Modelo Organizador Biológico (MOB) do Espírito e a matéria orgânica de um ser vivo. O CBM possibilitaria a ação morfogenética do MOB sobre a matéria orgânica do ser vivo em desenvolvimento. A ligação do Espírito se faria logo no início do ser em formação. No caso das bactérias, por exemplo, o MOB controlaria as fases da mitose. Nos seres superiores, o MOB ligar-se-ia ao ovo e acompanharia a evolução embrionária, fetal, corporal, etc., continuando como sustentáculo da forma e da renovação celular do ser adulto, durante toda a sua vida.

O CBM seria o meio de ligação entre o MOB e o corpo material, constituindo aquilo que se denominaria corrente de alma do ser vivo. (Andrade, H.G. - ver Espírito, Perispírito e Alma – Ensaio Sobre O Modelo Organizador Biológico).

A morte se daria com a saída do Espírito, o qual abandonaria o soma, por não haver mais condições de manter os laços entre o Espírito e o corpo físico. A ausência da ação mantenedora do MOB através do CBM acarretaria a desorganização dos tecidos e a consequente histólise celular, seguida da decomposição do cadáver. (Andrade, 1983, 1984, 1986).

* * *

Conforme registrado, nas últimas experiências feitas por H. G. Andrade e seus colaboradores em Bauru, foi empregado o Tensionador Espacial Magnético – T.E.M.. Os resultados finais sugeriram que, na Câmara de Campos Compensados (CCC) do T.E.M., criou-se um campo estimulador dos processos biológicos; mais especificamente, um CBM. Andrade presume que seja o mesmo campo implicado na ligação do Espírito com a matéria orgânica dos seres vivos, no processo da reencarnação.

Diz Andrade, em vista das características do meio de obtenção do referido campo e dos seus efeitos sobre o crescimento das culturas de bactérias, parece razoável a suposição de que se trate realmente do CBM postulado pelos vitalistas e, ao que parece detectado por ele.

“Admitindo”-se que todo ser vivo, seja qual for, desde os vírus, as biomoléculas, as bactérias, até os animais superiores e, inclusive os vegetais, possui um fator que o anima e o organiza mediante um CBM, teremos dado um passo para explicar o surgimento da vida em nosso planeta.

“Complementado tal hipótese de trabalho, poderíamos explicar também a evolução biológica, acrescentando às teorias de Darwin, Mendel e Morgan a hipótese da reencarnação”.

Diz Andrade, “reconhecemos que a nossa proposta poderá parecer excessivamente otimista ou mesmo ingênua. Especialmente porque ela envolve um postulado ainda negado pela Ciência oficial: a existência do Espírito.”

Dois anos antes de seu desencarne, Andrade já passou a outros grupos o seu know-how. Agora resta aguardar os resultados e o que a criatividade desses grupos irá produzir daqui para frente.

* * *

Foi um incansável divulgador dos estudos, teorias e pesquisas levadas a efeito no País e no exterior em livros e em periódicos. Manteve durante vinte e sete anos a página “Espiritismo-Ciência” no jornal Folha Espírita. Colaborou com numerosos artigos para outros periódicos como: No Mundo Maior, Obreiros do Bem, Revista Internacional de Espiritismo, Revista de Espiritismo, Planeta e Visão Espírita. Apresentou comunicações em Congressos de âmbito nacional e internacional, com textos inseridos em anais e “proceedings”. Participou de diversas antologias e coletâneas de ensaios. Contou, em todo esse labor, com a inestimável colaboração da professora Suzuko Hashizume, durante trinta e sete anos.

Coordenou e supervisionou a tradução da obra Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação, (1970), de Ian Stevenson, dos fascículos sobre Parapsicologia, elaborados por Elsie Dubugras, e do fascículo sobre “Efeito Kirlian” publicado pela Editora Três e prestou assessoria científica na elaboração do Dicionário de Parapsicologia, Metapsíquica e Espiritismo, de autoria de João Teixeira de Paula. Seu nome aparece como verbetes na Enciclopédia da Vida Após a Morte de autoria de James Lewis, e seus trabalhos constituem a terceira parte (mais de cem páginas) dos livros Flying Cow e Indefinity Boundary do pesquisador inglês Guy Lyon Playfair (o primeiro traduzido para o vernáculo e publicado pela Editora Record sob o título A Força Desconhecida). Em 2011 Guy Lyon Playfair publicou em Londres, uma coletânea de pesquisas realizadas por Hernani com o título: Science & Spirit pela Editora Roundtable Publishing House Limited. Por esta mesma editora a Sra. Elsa Rossi traduziu e publicou em Londres, em 2010 a edição inglesa de Renasceu por Amor com o título Reborn for Love. Em 2010, por iniciativa da Sra. Fernanda Marinho Göbel, residente na Alemanha também foi publicada a edição alemã deste mesmo livro Renasceu por Amor.

Deixou as seguintes obras: A Teoria Corpuscular do Espírito (1958) ed. autor; Novos Rumos à Experimentação Espirítica (1960) ed. autor; Parapsicologia Experimental (1967) ed. Calvário, SP; Caso Ruytemberg Rocha (1971), ed. autor; A Matéria Psi (1972), ed. O Clarim; Morte, Renascimento, Evolução (1983), ed. Pensamento; Espírito, Perispírito e Alma (1984), ed. Pensamento; Psi Quântico (1986) ed. Pensamento; Reencarnação no Brasil (1988) ed. O Clarim; Poltergeist (1989) ed. Pensamento; Transcomunicação Instrumental (1992) ed. Folha Espírita; Renasceu por Amor (um caso que sugere reencarnação) (1995), ed.. Folha Espírita; Transcomunicação Através dos Tempos (1997), ed. Folha Espírita; Morte, uma Luz no Fim do Túnel (1999) ed. Folha Espírita; Parapsicologia – Uma Visão Panorâmica (2002), ed. Folha Espírita; Você e a Reencarnação (2003), ed. CEAC, A Mente Move a Matéria (2004 publicada após seu desencarne pela Editora Folha Espírita) e Você, o Poltergeist e os Locais Mal-Assombrados (publicada pela Casa Editora Espírita Pierre-Paul Didier, de Votuporanga, SP, em outubro de 2006, também após sua morte).

Fig. 1. Tensionador Espacial Eletromagnético-TEEM

Fig. 2 Tensionador Espacial Magnético- TEM

Chico Xavier em visita ao IBPP em 1978

Foto: Chico Xavier, Suzuko Hashizume, Dr Hernani e D. Cyomara de G. Andrade

No IBPP Dr Hernani Guimarães Andrade e Suzuko Hashizume recebem o pesquisador indiano Dr. Banerjee e sua esposa


Dr Hernani ministrando curso no CEAC – Centro Espírita Amor e Caridade de Bauru

Chico Xavier, Hernani G. Andrade, Agenor de Mello Pegado (interprete em inglês do Banerjee)

na resid. do Sr. Francisco Galves, em SPAULO

Hernani Guimarães Andrade recebe a visita de Elsie Dubugras

Na foto:, Suzuko, Hernani, Dr. Valdir (gênro), Elsie Dubugras (escritora e jornalista), Patrícia (neta), Márcia (filha).


Dr. Hernani G. Andrade, sorridente, participando do Congresso Estadual da USE, em Bauru.

Foto do dia 1º. de maio de 2002 por Ismael Gobbo

Nota de Desencarnação Ana Gaspar

Ana Gaspar ao lado de Jether Jacomini Filho

O Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz e a Fundação Espírita André Luiz, através de seus Conselhos Deliberativos comunicam a desencarnação da senhora Ana Gaspar, às 00h15 desta quarta-feira, 25 de maio de 2011.

A senhora Ana Gaspar fez parte do núcleo de fundadores do Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz e também foi uma das grandes colaboradoras da Rádio Boa Nova, com marcantes participações nos programas "Nova Consciência" ao lado de Jether Jacomini Filho (foto) e "Nossos Irmãos Animais" com o também já saudoso Dr. Marcel Benedeti.

O enterro está programado acontecer no dia 25 de maio às 17h, no Cemitério do Araça - Av. Doutor Arnaldo, 666, Consolação, São Paulo.

"Nas construções do bem, é forçoso contar com a retirada de muitos companheiros e, em muitas ocasiões, até mesmo daqueles que se os fazem mais estimáveis." (Chico Xavier pelo espírito André Luiz)

Jornalismo RBN

(Informação recebida em email de RBN Jornalismo jornalismo@radioboanova.com.br)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Prisão Entre o preconceito e a indiferença

PUBLICADO NO CORREIO FRATERNO

MARCO-ABRIL/2 Eliana Haddad

A revista Veja São Paulo (edição 23 fev. 2011) destacou como capa matéria palpitante, cujo assunto requer a atenção da sociedade – o duro caminho da recuperação dos menores infratores.

Antes de qualquer comentário, vale lembrar que o tema é realmente complexo, extensivo que é às dificuldades enfrentadas por detentos de todas as idades. Presos pelos mais variados motivos, dos atos mais corriqueiros aos mais impressionantes, ficam sempre diante do impacto algumas indagações – e quantas! Como saber o que vai, afinal, no coração de cada um? O que levam pessoas agirem de formas tão díspares? O fato é que, disfarçada, fica evidente uma incômoda insegurança com relação aos riscos decorrentes dos momentos de desequilíbrio dos comportamentos humanos. Ninguém se atreve a atirar a primeira pedra, muito menos a dizer “desta água não beberei”. Nem pode afirmar-se totalmente livre de fazer aquilo que condena nos outros.

Socialmente, a questão é mesmo séria e multidisciplinar. Teoricamente, cumprida a pena, o infrator estaria quite com a sociedade. Mas não é bem assim que acontece. Poucos conseguem desfrutar efetivamente das mesmas oportunidades do que daqueles que nunca passaram pela portas de uma detenção. É difícil recomeçar. Exemplos? Ninguém quer morar com um presídio por perto. O próprio imóvel desvaloriza-se. Você daria, sem restrições, trabalho ou abrigo para um ex-detento ou concordaria que seus filhos convivessem com um deles?

Não se pretende aqui retirar-se a gravidade dos crimes cometidos. Muito menos desprezar os problemas sociais causados pela delinquência, numa defesa ingênua e sem fundamentos. Temos medo, sim. E, se os queremos bem, os queremos grande parte das vezes bem longe, tornando-se claro o pressuposto de que se já é difícil perdoar, mais difícil ainda é exercer o perdão com relação ao ‘inimigo’. Natural. “Esse sentimento resulta mesmo de uma lei física: a da assimilação e respulsão dos fluidos”, explica O evangelho segundo o espiritismo. O capítulo específico “Amai os vossos inimigos” enaltece inclusive o ‘equívoco’ sobre o sentido da palavra amor nessas cirunstâncias, esclarecendo que Jesus não quis dizer por essas palavras que se deve ter pelo inimigo a ternura que se tem para com o irmão ou amigo, pois a ternura supõe confiança. Porém deixa bastante claro que amar os inimigos, por exemplo, é não opor nenhum obstáculo à reconciliação; é desejar-lhes o bem, em lugar de desejar-lhes o mal; é lhes estender a mão segura em caso de necessidade; é retribuir o mal com o bem; é não ter contra eles nem ódio, nem rancor; nem desejo de vingança; é perdoar-lhes sem segunda intenção. Difícil.

Como compreender a atitude do agressor, do ladrão, do assassino ou do estuprador, acreditando-se serem eles capazes de regeneração, e até mesmo da oportunidade de uma nova história, um recomeço, depois de crimes brutais. O estigma é cruel, uma situação diria-se bastante complicada para ser engolida tranquilamente de forma palatável. Preconceito? Precaução? Verdade? Medo? Estariam preparados para enfrentar a vida fora das grades? E entre as grades estariam se redimindo? Se em liberdade, estaria a sociedade apta a recebê-los?

A procuradora paulista Berenice Gianella, presidente da Fundação Casa (antiga Febem) contou, na citada reportagem, o desafio enfrentado para o soerguimento da população carcerária. “Certa vez precisei sair de uma cidade escoltada, porque os moradores eram contra nos instalarmos lá”, comentou, evidenciando serem tais cidadãos muitas vezes vistos como seres realmente à parte da sociedade. Não são aceitos nem dentro e nem fora das prisões.

A visão espiritual

Não bastassem os preconceitos, a falta de preparo e educação social para lidar com o problema, o alto custo para a detenção e recuperação dessa população claramente marginalizada, amplas dificuldades sociopolíticas e econômicas que exigem uma visão sistêmica, porque não se solucionam com decisões isoladas, fica ainda a dúvida sobre o que é ser livre. Seria estar dentro ou fora das grades?

Ora, somos todos espíritos em evolução. E, ainda que julgados socialmente por nossos atos, todos somos livres, embora cativos, pois ninguém sabe o que se passa na intimidade de cada ser, com suas milenares experiências, acertos e desacertos, sua história, conquistas e dificuldades. Por isso fica impossível saber o que leva o outro à prática de ações condenáveis, quando no nosso estágio evolutivo nem conhecemos o bastante o que se passa em nossa intimidade. “É pelo pensamento que o homem goza de uma liberdade sem limites, porque esse não conhece entraves. Pode-se impedir sua manifestação, mas não aniquilá-lo”, explica o espiritismo. Por isso somente a Deus pertenceria o direito de julgar. Pela perfeição e inteligência suprema. Mas Ele julga a intenção (não somente as ações exteriores), porque é imanente em nós, motivo pelo qual isso também não acontece do alto de um trono de forma implacável, separando-nos no céu e no inferno. Essa justiça divina se dá no foro íntimo de cada criatura, na consciência de cada um, onde está escrita a lei eterna e imutável do amor, à qual todos estamos submetidos, não por vingança ou castigo, mas pela perfeição do Criador na criatura, que deixa sua marca como autor na obra. Por isso explicaram os espíritos superiores, “se o homem regula pelas suas leis as relações de homem para homem. Deus, por suas leis naturais, regula as relações do homem com Deus”.

Na convivência com detentos (ver quadro), percebe-se a extensão da explicação dos espíritos sobre a justiça, na lei humana, onde em geral se misturam paixões ao julgamento, alterando-se sentimentos, fazendo-se que se considerem as coisas sob um falso ponto de vista. Certa vez, diante da pergunta “quem é o criminoso?”, respondeu Emmanuel sabiamente a Chico Xavier: “Qualquer um de nós que foi descoberto”, referindo-se claramente à nossa fragilidade como seres que ainda se enganam e creem-se inatingíveis por qualquer pedra que venha a atingir nossos telhados de vidro.

A necessidade de viver em sociedade traz como consequência obrigações individuais. A primeira de todas se refere justamente ao respeito aos direitos dos semelhantes. “Aquele que respeitar esses direitos será sempre justo”, ensina o espiritismo, destacando que no nosso mundo, onde tantos homens não praticam a lei de justiça, cada um usa de represálias, daí advindo a perturbação e a confusão na sociedade.

Não está aqui, mais uma vez, em questão o que leva as pessoas a terem comportamentos destrutíveis para com a sociedade. Nem defesa, nem acusação. Muito menos conivência com o mal, valendo recordar, aliás, exemplos amplamente divulgados pela mídia de pessoas que perdoaram algozes, assassinos de seus próprios filhos, libertando-se do ódio, do sentimento de vingança, o que mostra que a prática do amor não é uma utopia, podendo ser uma realidade muito mais libertadora do que se imagina. O potencial do perdão está em todos nós. “Sois luzes, podeis fazer o que eu faço e muito mais”, alertou Jesus

A vida social dá direitos e impõe deveres recíprocos, cabendo a cada um fazer a sua parte. “Deus não fez uns de limo mais puro que outros; todos são iguais perante Ele”, explicaram por metáfora os espíritos superiores que trouxeram a Terceira Revelação à Terra.

Os direitos naturais são eternos. Sem amor não há verdadeira justiça. E, se a lei de amor proíbe que se faça a outrem o que não queremos que nos seja feito, ninguém também é obrigado a praticá-la, pois há liberdade de escolha. A lei permite o erro, mas exige o reparo, porque nossa destinação é a identificação plena com o bem, tendo-se assim como aprendizado a responsabilidade pelas consequências de nossas escolhas. Daí a conclusão: a semeadura é livre; a colheita, obrigatória. Nessa visão mais ampla, a questão é muito mais simples do que se pressupõe. O que a dificulta é a nossa falta de compreensão e vontade. Outro desafio. Mais um preconceito.

Quando estive preso

Por Cristian Fernandes

Fui preso no mesmo dia em que compareci à delegacia para prestar esclarecimentos. Claro que tive grande receio sobre o que aconteceria atrás das grades, já que ouvimos e lemos muita coisa a respeito. Mas a grande surpresa foi perceber que existe um grande respeito entre os presos, e que eles são pessoas normais, apesar do caminho de vida que escolheram.

Percebi que a grande maioria usava uma máscara para não deixar demonstrar a fraqueza por estar ali afastado da família e por não conseguir mudar de vida. Quando as conversas ficavam mais frequentes e os detentos conseguiam se abrir, era essa fraqueza que aparecia de forma intensa.

Por que chegam a esse ponto? Como acontece com qualquer um de nós, somos levados a fazer diversas escolhas ao longo da nossa vida. Para grande parte deles, as escolhas não eram muito saudáveis, e acabaram entrando neste mundo de crimes. Sair dele se tornava uma tarefa muito difícil, assim como é difícil para nós mudar atitudes às quais nos acostumamos. Existiam, porém, muitos adolescentes que estavam ali apenas por não terem encontrado no lar uma educação moral firme; claro que a falta de educação não justifica a escolha que eles tomaram, mas existe a responsabilidade dos pais.

Os criminosos não são pessoas más, mas pessoas que agem de maneira ruim em determinadas situações, como o momento de um crime. Fora disso, são pessoas boas com suas famílias, com seus amigos, amam seus pais, suas esposas, seus filhos. Sentem muita falta da convivência com eles!

Como espírita, quando você olha a pessoa tendo certeza de que todos somos criaturas que batalham pelo crescimento espiritual, consegue-se criar uma relação isenta de preconceito, e penso que só consegui isso em função do conhecimento do espiritismo. E era divertido compartilhar com eles este conhecimento, porque muitos ainda acreditam em céu e inferno e têm medo dos espíritos. Criei com a ajuda de pessoas de fora uma biblioteca espírita circulante, e as histórias que surgiam por causa dos livros eram sempre emocionantes, para eles e para mim.

Foram grandes lições. A primeira lição foi a da paciência, porque eu não sou muito paciente; fiquei preso injustamente por quatro meses, e consegui compreender o que os espíritos falam sobre a fé sincera ser sempre calma e dar a “paciência que sabe esperar”. A segunda lição foi o entendimento de que, por mais distantes que possamos parecer de determinados grupos de pessoas, um objetivo maior nos une: a necessidade de melhor compreender e praticar as leis de Deus.

Estive preso com muitas pessoas que representam grande perigo do lado de fora das grades, é verdade, mas durante os quatro meses em que lá estive, fui muito bem tratado por eles.

Cristian Fernandes é editor de livros da editora Correio Fraterno e palestrante espírita.

Viveu de perto a experiência de uma detenção por engano, em 2008, na cidade de São Paulo. Sua história foi

contada na revista Universo Espírita, edição 59, cuja reportagem pode ser lida no site do Correio Fraterno (www.correiofraterno.com.br).

Referências:

Allan Kardec, O livro dos espíritos.

Allan Kardec,O evangelho segundo o espiritismo.

Allan Kardec,O céu e o inferno.

Renato Castelani, Carandiru.

Adelino da Silveira,Chico de Francisco.

Revista Universo Espírita, edição 59.

Revista Veja São Paulo, edição de 23 de fevereiro de 2011.

Você daria, sem restrições, trabalho ou abrigo para um ex-detento?

Ninguém está livre de fazer o que condena nos outros

O criminoso é qualquer um de nós que não foi descoberto (Emmanuel)

Cristian Fernandes: Percebi que a grande maioria dos presos usava máscara para não demonstrar a fraqueza por estar afastado da família e por não conseguir mudar de vida

A autora Eliana Haddad

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www.correiofraterno.com.br

Palestra na A.E. Matheus com José Antonio da Cruz Urupês, SP

José Antonio da Cruz – orador de Catanduva-SP

Tema: “Rompendo Algemas Através dos Ensinamentos de Jesus”

Palestra dia 28 de Maio de 2011, (sábado) as 20:00h

Local: Associação Espírita Matheus

Rua Santa Clara, 410 - Jardim do Lago – Urupês-SP

“Estaremos abordando a luz da Doutrina Espírita os caminhos da Reforma Interior através dos ensinamentos de Jesus. A terapia do perdão, os hábitos preciosos a cultivar e o despertar do reino de Deus em nossos corações. A conscientização: Entender, Aceitar e Viver a proposta do evangelho como meio eficaz para romper estas algemas...”

(Informação em email de José Antonio joseantony2006@terra.com.br)


Mais informações sobre o orador José Antonio da Cruz clique aqui:

http://ismaelgobbo.blogspot.com/2011/03/focalizando-o-trabalhador-espirita-jose.html

Adalberto Godoy vai falar no C.E. Bezerra de Menezes Guararapes, SP

(Informação em emails de Luiz Augusto Macedo e de João Marchesi Neto)