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sábado, 21 de janeiro de 2012

Focalizando o Trabalhador Espírita (123) Marcos Miranda

Marcos Miranda

Nosso entrevistado Marcos Miranda é um paulistano residente em Long Branch, Nova Jérsei, onde, ao lado de outros companheiros de ideal dissemina a Doutrina Espírita em território norte americano. A trajetória de Marcos Miranda é interessante e se soma a de outros trabalhadores espíritas que, embora nascidos no Brasil e se preparado no meio espirita brasileiro, acabam emigrando para outras terras para espargir o Espiritismo. Embora nunca achem facilidades no cometimento, esses trabalhadores prosseguem com altruísmo, incansáveis, felizes e conscientes de que estão cumprindo com as obrigações assumidas perante Jesus, o grande líder do movimento de espiritualização na Terra. Nossos cumprimentos a todos.

Marcos poderia nos fazer sua apresentação pessoal?

Meu nome é Marcos Miranda, nascido em São Paulo, capital, em janeiro de 1960. Sou casado há 26 anos com Lourdes Miranda. Meus pais, já desencarnados são Benedito Rodrigues de Miranda e Maria de Lourdes da Silva Miranda. Tenho duas filhas, Carolina e Mariana e um neto, Pedro Henrique.

Qual sua formação acadêmica e profissional?

Formado em economia pela PUC-SP em 1985, trabalhei nas áreas de Planejamento Financeiro, Tesouraria e Controladoria. Desde 2003 trabalho como sócio em um Escritório de Contabilidade na cidade de Long Branch, Estado de New Jersey, nos Estados Unidos. Aqui damos acessoria a brasileiros e sulamericanos nos aspectos legais e contábeis.

Como conheceu o Espiritismo e desde quando é Espírita?

Minha história com o Espiritismo divide-se em duas partes, a infância e a maturidade.

Fui levado por minha mãe para participar da Evangelização Infantil na Casa Espírita do bairro onde morava, na Vila Jaguará, na cidade de São Paulo, freqüentando-a dos 8 aos 10 anos.

Durante minha juventude e primeiros anos de vida adulta estive longe de uma Casa Espírita, porém não longe da doutrina, pois sempre lia as obras de Chico Xavier. Por volta de 1993 incentivei minha esposa a iniciar os estudos na FEESP e, após 4 anos, iniciei por minha vez meus estudos na Aliança Espírita de São Paulo.

Poderia nos descrever sua trajetória espirita pelo Brasil e Estados Unidos?

Tenho uma divida de gratidão para com o “Grupo Fraternidade Cristã” do Parque São Domingos, em São Paulo, capital, pois lá fiz os cursos de “Aprendizes do Evangelho” e de “Mediunidade”. Durante o tempo em que frequentei a casa procurei sempre manter-me ocupado, tanto no Atendimento Fraterno como nos Passes e nos Estudos. Foram tempos maravilhosos e mesmo hoje, vivendo tão longe, ainda conservo laços de amizade profundos com vários trabalhadores daquela casa.

Quando cheguei em Long Branch, desde o principio procurei uma casa nas redondezas sem grande sucesso no início. As únicas casas que encontrei ficavam em New York (viagem de 1:30 de trem) ou Newark (1:00 de trem) ficando muito dificil uma frequencia mais assídua.

Depois de alguns meses da minha chegada vi em um jornal local da comunidade brasileira um anúncio de uma Casa Espírita na cidade, o “Caminho da Luz”. Uma alegria imensa me invadiu e na mesma semana travei os primeiros contatos com os trabalhadores da casa e desde o inicio me integrei totalmente àquele Centro, tendo tido ativa participação na Equipe de Coordenação administrativa e da área de estudos.

Como surgiu o Grupo Espírita “Caminho da Luz”?

O “Caminho da Luz” foi fruto do esforço e persistência de um pequeno grupo de brasileiras e brasileiros apaixonados pela Doutrina. De inicio reuniam-se no porão da casa de uma das participantes do grupo até que o porão ficou pequeno e uma sala teve que ser alugada. Foi nesta ocasião que me integrei ao grupo.

Naquela época somente havia reuniões onde se fazia a leitura e comentários sobre o Livro dos Espíritos. De imediato sugeri que implantassemos o Curso de Aprendizes do Evangelho e de lá para cá nunca mais paramos com os Estudos.

Nosso ciclo de estudos básicos são:

- Catme (Conheça-te a ti mesmo)

- Aprendizes do Evangelho

- ESDE (Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita)

- ESDE (Em Ingles)

- Curso de Médiuns

Atualmente temos desenvolvido também o “Projeto Espiritizar” que se resume ao estudo profundo de livros de Alirio Cerqueira que nos leva à reflexão e implementação da Doutrina Espírita como norma de conduta em nossas vidas.

Nosso Grupo Espírita também tem se unido com várias Casa Espiritas dos Estados de New York, New Jersey e Connecticut, para o criação da “Tristate Spiritist Federation”, o que tem sido um trabalho muito gratificante e que já tem rendido frutos magnificos na região, colaborando para o fortalecimento e expansão do Movimento Espírita nos Estados Unidos.

Marcos como está o grupo em termos de quantidade de participantes e a sua proporção em relação a nacionalidades?

O Americano tem uma postura bem diferente ao do brasileiro quanto ao Espiritismo, apesar da comunicação entre os dois planos ocorrida aqui, através das irmãs Fox. O americano, em geral, somente vê o aspecto do fenômeno, não percebendo o aspecto filosófico ou o religioso. Isto vem sendo modificado, mas ainda de forma muito lenta.

Nossa casa hoje tem uma frequência média de 40 pessoas, sendo 95% ainda de brasileiros. No geral o americano que vem à nossa casa se trata de esposo(a) de brasileiro(a). Porém nossa postura é de manter um estudo onde somente se fale o Inglês, mesmo que somente frequentado por brasileiros, pois isto nos possibilita o aprimoramento da própria capacidade da falar sobre a Doutrina Espírita em Inglês.

Outro aspecto importante é o de que a Evangelização Infantil é feita em Inglês, já formando a próxima geração de divulgadores da doutrina habilitados a falar nas duas linguas, o que será fundamental para o futuro do Espiritismo nas terras do Tio San.

Você tem alguma obra publicada?

Na verdade me considero um trabalhador Espírita da segunda linha. Explicando melhor; devo dizer que há aqueles que são os da primeira linha, que geram o material (Chico Xavier, Divaldo Franco, Raul Teixeira, Ivone Pereira, e tantos e tantos outros) e há aqueles da segunda linha, que pegam o material produzido pelos da primeira linha e os espalham, procurando expandir os horizontes desta doutrina de luzes, de modo a que mais e mais pessoas tenham acesso às idéias libertadoras e conheçam a verdade, aquela mesma verdade que nos libertará.

Algo mais que queira acrescentar?

Gostaria de expressar minha alegria por poder estar aqui nos Estados Unidos, junto à um grupo de pessoas que vem trabalhando muito seriamente para difundir os princípios da Doutrina Espírita em terras americanas, pois, apesar de os primeiros sinais da comunicação entre os dois planos tenha surgido aqui, atraves das Irmãs Fox, a Doutrina Espírita ainda ensaia seus primeiros passos nesta país. É muito gratificante poder fazer parte deste momento tão especial.

Suas despedidas dos nossos leitores

Primeiro agradecer a oportunidade que voce nos proporciona, pois a divulgação da Doutrina Espírita, por todos os meios à nossa disposição é fundamental. Levar ao público a história dos trabalhadores é importante e serve de incentivo, tanto ao entrevistado como aos trabalhadores em geral, pois como nos ensinou o Mestre: “A Seara é grande e os trabalhadores são poucos”.

E dizer aos leitores que o momento é de grandes oportunidades para todos nós; nestes tempos tão conturbados é que devemos mostrar nossa serenidade, nossa confiança em Deus e em Jesus, exemplificando a Doutrina em nossos atos, pensamentos e palavras, pois este é o nosso papel.


Primeiros Passos

Anos Rebeldes

Família

Grupo Espírita Caminho da Luz

Atividade junto ao Asilo Local (Denny de Palhaço)

Márcio, Marcos, Vanessa Anseloni e André Cabral

O grupo com José Raul Teixeira, segundo a partir da esquerda, no ano de 2010

O grupo com o orador Richard Simonetti, de óculos no centro da foto, em 2009

Visita de Divaldo Franco 2011

Visita de Heloisa Pires 2008 (com Themis Tavares, Maura Patricio e André Cabral)

Membros da Tristate Spiritist Federation


OBS: AS FOTOS DESTA ENTREVISTA SÓ PODERÃO SER UTILIZADAS EM OUTRAS PUBLICAÇÕES MEDIANTE AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO ENTREVISTADO.



NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 21-01-2012

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NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 20-01-2012

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A Convivência com Divaldo em Araçatuba

Antonio Cesar Perri de Carvalho

Conhecemos Divaldo Pereira Franco por ocasião de sua palestra na XV Concentração de Mocidades Espíritas do Brasil Central e Estado de São Paulo (COMBESP), efetivada em abril de 1962, em Araçatuba (SP). Na oportunidade, ele também visitou a Instituição “Nosso Lar”, na época recém fundada por familiares nossos. Nos anos imediatos, encontramo-nos em palestras na I Confraternização de Mocidades e Juventudes Espíritas do Brasil (COMJEB), realizada em abril de 1965, em Marília (SP). Inclusive temos livro com autógrafo desta última oportunidade; no C.E. Bezerra de Menezes (Araçatuba) – coincidentemente dia de nosso aniversário, em 1965 -, e na cidade de Lins. Seguiram-se outros encontros: em eventos jovens, como a 1ª. COMJESP (Ribeirão Preto, 1967), palestras em cidades do interior paulista, e em Araçatuba (1970). À essa época, já mantínhamos correspondência com Divaldo e recebíamos os folhetos impressos pela Mansão do Caminho contendo mensagens psicografadas.

A partir desse período, Divaldo foi nosso convidado para participação em vários eventos do movimento espírita de Araçatuba, a 16ª. COMENOESP (1973), Semanas e Mês Espírita. Desde 1972 passamos a organizar os roteiros de Divaldo pela região de Araçatuba, incluindo palestras desde Penápolis até a então nova cidade de Ilha Solteira, e, numa das vezes, chegando a Três Lagoas (MT). Essa atuação era feita porque além de amigo do conferencista, entre 1971 e 1986 éramos dirigente do órgão da USE local (UMEA e UNIMEA). Divaldo passou a ser hóspede de nossa genitora – Bebé – e nosso também, após nosso casamento. Durante 30 anos juntamente com nossa genitora, fomos anfitriães de Divaldo. Minha esposa Célia e a genitora Bebé sempre se esmeraram na recepção ao Divaldo e visitantes. Nossos filhos nasceram e cresceram acostumados com a visita do “tio”. Foram momentos proveitosos, alegres e fraternos, estes em que Divaldo tinha disponibilidade de atender à região. Nos dois lares citados sempre havia uma refeição com convites para os dirigentes e amigos da cidade, reunindo grande número de participantes e bate-papos informais.

Outro fato é que, em várias visitas de Divaldo, houve momento de prece conjunta em nossos lares – também com presença de convidados -, momentos em que o médium psicografou mensagens de Benedita Fernandes e de nosso tio Lourival Perri Chefaly. Nossos livros “Dama da Caridade” (1982) e “Em Louvor à Vida” (em parceria com Divaldo, edição LEAL, 1987) incluem algumas destas psicografias. Outra obra que surgiu desse período foi “Repositórios de Sabedoria” (Vol. I e II, edição LEAL, 1980), coletânea de pensamentos de Joanna de Ângelis, extraídos das primeiras obras da Autora Espiritual, e que elaboramos em forma de abecedário.

Em todas as visitas de Divaldo organizávamos alguma entrevista com os dirigentes locais e/ou com a imprensa (rádios, jornais e TV). Estas foram transformadas em publicações que fizemos nos jornais de Araçatuba, onde mantínhamos “coluna espírita”, como Tribuna da Noroeste, A Comarca e Folha da Região, e também em periódicos espíritas, como O Clarim, Revista Internacional de Espiritismo, Unificação, Anuário Espírita e Presença Espírita.

Várias dessas publicações foram reunidas em “Divaldo em Araçatuba”, coletânea que elaboramos por ocasião da solenidade em que Divaldo recebeu o título de “Cidadão Honorário” de Araçatuba, em 1984, evento que atuamos na organização juntamente com a Edilidade local.

Além das ações em Araçatuba, com freqüência estávamos presentes em eventos com Divaldo em cidades paulistas, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Neste, em momentos de encontros conjuntos com Chico Xavier.

Com nossa mudança, por razão profissional, para a cidade de São Paulo no ano de 1989, e, mais tarde, para Brasília, Divaldo voltou a ser hospedado por nossa genitora até sua visita de 2001, ano próximo à desencarnação dela. Mesmo assim, voltávamos a Araçatuba, para acompanhar os eventos com atuação de Divaldo. A convivência com Divaldo em Araçatuba foram momentos significativos, proveitosos, de boas recordações e bem aproveitados para a difusão do Espiritismo!

(O autor foi um dos fundadores da Mocidade Espírita Irma Ragazzi Martins e do C.E. Luz e Fraternidade, em Araçatuba, presidente da União Municipal Espírita e da União Intermunicipal Espírita de Araçatuba, presidente da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo, e é diretor do Conselho Espírita Internacional e da Federação Espírita Brasileira, onde exerce a função de secretário geral do Conselho Federativo Nacional da FEB).

Divaldo Pereira Franco

Centro Espírita “Bezerra de Menezes”

Araçatuba, SP, 1965

Divaldo Pereira Franco. Palestra Instituto de Educação Manoel Bento da Cruz,

Araçatuba, em 1972. Na foto: César Perri, Divaldo P. Franco e Rolando Perri Cefaly

Divaldo com familiares de César Perri.

Na foto: Paulo, César e Célia, Lourival, Suzi, Divaldo,

Rolando, Rodolfo, Josefina (Bebé)

Divaldo numa entrevista com os jovens por ocasião de sua

participação na COMENOESP no ano de 1973

Divaldo Pereira Franco em palestra no C.E. Luz e Fraternidade em 1973.

Ao fundo César e Rolando Perri Cefaly

Divaldo P. Franco no C.E. Luz e Fraternidade em 1981.

Na foto César, Divaldo, Rolando e o repórter Luiz Carlos Dini


César Perri (E) ao lado de Divaldo Pereira Franco que

psicografa mensagem na casa de d. Bebé no ano de 1981

Divaldo sendo entrevistado na A.E. Varas da Videira,

Araçatuba, SP, no ano de 1983

Divaldo Pereira Franco recebe titulo de cidadão

araçatubense no ano de 1984

César Perri (C), entrega opúsculo a Divaldo P. Franco (E)

quando Divaldo recebia o titulo de cidadão araçatubense, em 1984.

Na época presidia a Câmara Valdir Nascimbene (D)

Divaldo Pereira Franco sendo entrevistado no G.E. Pagan

(atual G.E. da Fraternidade), em Araçatuba, SP, em 1985

Divaldo P. Franco (D) com César Perri no lançamento do

livro “Em Louvor à Vida” no Araçatuba Clube, em 1987

Divaldo P. Franco no Araçatuba Clube onde proferiu palestra pública.

Foto: Maria Luzia A. Rosa, Alderney Galetti, César Perri, a

Prefeita Germinia D. Venturolli e Divaldo P. Franco

Divaldo P. Franco em visita ao Hospital Benedita Fernandes,

em Araçatuba, SP, no ano de 1998

Dona Bebé e Divaldo P. Franco. Araçatuba, SP, 2001

Divaldo Pereira Franco sendo entrevistado na casa de

Dona Bebé no ano de 2001

Decreto Legislativo que concedeu o titulo de Cidadão Araçatubense

para Divaldo Pereira Franco publicado no jornal A Comarca

Matéria publicada no jornal Folha da Região alusiva à entrega do titulo de

Cidadão Araçatubense para Divaldo Pereira Franco


As fotos utilizadas neste trabalho são do acervo particular de Antonio César Perri de Carvalho e sua utilização em outras publicações só com sua autorização expressa.



NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 19-01-2012

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/JANEIRO/19-01-2012.htm

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Registro. Divaldo Pereira Franco em Cartagena, Colômbia

(Texto e fotos recebidos de Alvaro Velez Pareja)

Tal como había sido programado y divulgado, se realizó la visita de Divaldo P. Franco a la ciudad de Cartagena, Colombia, durante la gira del orador y médium espírita brasileño por el país, del 5 al 9 de enero pasado. El 9 de enero estuvo en Cartagena inicialmente visitando a la Sociedad Espiritista de Cartagena SEC, en su nueva sede, donde dictó la conferencia “Superación de los Conflictos Existenciales” ante una audiencia de 120 personas; seguidamente hizo un recorrido por las dependencias de la institución, deseando a sus directivos y miembros mayores progresos basados en la fraternidad y la solidaridad entre todos. Esta visita concluyó con un almuerzo de confraternización en medio de un clima ameno. En horas de la tarde visitó el Centro de Estudios Espíritas Juana de Ángelis donde, ante un numeroso público dictó la conferencia “Juana de Ángelis: Transformadora de Almas”.

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Conferencia de Divaldo P. Franco en la Sociedad Espiritista de Cartagena.

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Divaldo acompañado de Jorge Berrio (al fondo), presidente de CONFECOL.

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Álvaro Arguello, vicepresidente de la SEC, Divaldo P. Franco y Jorge Berrío.

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Público asistente a la conferencia de Divaldo P. Franco en la SEC.

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Divaldo con Miriam Estrada de Valle y Carmen Cardona.

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Divaldo habla vía telefónica con la Presidente de la SEC, Alexis Bohórquez, quien se encontraba

de viaje en Bogotá. Aquí lo vemos con Miriam de Valle, Adriana Vélez y Milcíades Lezcano.

Copia de S4030528.JPG

Divaldo P. Franco y Álvaro Vélez Pareja.

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 18-01-2012

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 17-01-2012

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Divaldo Pereira Franco “Semeando estrelas”

Maria Luzia de Almeida Rosa

Araçatuba, SP


Quando iniciamos este texto, veio à memória um turbilhão de lembranças e saudades do nosso querido Divaldo. Na trajetória de nossas vidas tivemos a oportunidade de participar de momentos muito ricos em aprendizagem, vários deles ao lado do festejado tribuno baiano. A sua presença entre nós era sempre muito esperada. A expectativa era enorme, verdadeira, única. Todos faziam planos direcionados à vinda do nosso “Di”, apelido carinhoso pelo qual nossa querida dona “Bebé” o chamava. Imaginem só os preparativos para recebê-lo: a programação, as visitas, o coral, as músicas e um sem número de providencias. Não víamos a hora do bate-papo, do suco e da confraternização que sempre acontecia após as palestras. E isto, sem contar que íamos onde ele se hospedava para dar continuidade aos diálogos descontraídos. Quão gostoso foi esse contato, essa convivência, esse aprendizado, onde tudo acontecia em clima de alegria e de verdadeira festa espiritual.

A contribuição de Divaldo para nossa longínqua Araçatuba e região foi fabulosa.

Também não podemos nos esquecer da sua valorosa participação no movimento das Comenoesp’s (Concentração de Mocidades Espíritas do Noroeste do Estado de São Paulo). Se Divaldo não comparecesse á Comenoesp não tinha sabor, parecia estar faltando algo. A movimentação em torno dele era intensa. Quantas vezes estávamos hospedados longe do local onde a palestra seria realizada e procurávamos chegar bem cedo para guardar lugares à frente, já que as palestras, seminários e pinga-fogos eram muito concorridos. Divaldo sempre esteve no nosso meio jovem, predisposto á semear a mensagem do Cristo, de amor e esperança.

Tivemos a oportunidade de convivência com ele no movimento espirita desde o inicio da década de 70.

Quanta luz na sua mensagem de paz transmitida pelo verbo eloqüente, quanto exemplo enxergamos nesse fiel escudeiro do Cristo, que soube e sabe interpretar de forma impar os princípios da doutrina do Mestre excelso à luz do Espiritismo codificada por Allan Kardec.

Ao darem-lhe o titulo de “O Semeador de Estrelas” certamente os autores se inspiraram não só no brilho de sua oratória inconfundível mas, também, no esplendor de sua obra social direcionada aos menos favorecidos, sobretudo crianças, através da Mansão do Caminho, entidade que fundou na cidade de Salvador, Bahia, aos 15 de agosto de 1952.

Divaldo, você é uma estrela de primeira grandeza que o Cristo enviou para iluminar nossas vidas. O seu rastro de luz continua vivo e firme; a sua presença marcante está sempre presente em nossas mentes; as suas palavras vibrantes ecoam na acústica de nossas almas e o nosso coração pulsante de emoções entoa louvores agradecidos aos céus.

Divaldo, você existe... e sempre existirá. Obrigado pela sua presença entre nós!

Palestra com Divaldo Pereira Franco na XVI Comenoesp, em Araçatuba, SP, no dia 21/4/1973

Foto arquivo de César Perri

Divaldo Pereira Franco participando de entrevista com os jovens no C.E.Luz e Fraternidade na manha do dia 22/4/l973.

Na foto a partir da esquerda: Miguel de Jesus Sardano, Célia M.R. Carvalho, Divaldo Pereira Franco,

Ismael Gobbo e César Perri. Foto do arquivo de César Perri.





NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 16-01-2012

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sábado, 14 de janeiro de 2012

Focalizando o Trabalhador Espírita (122) Martha Rios Guimarães

Martha Rios Guimarães (Marthinha)

Nossa entrevistada deste sábado é com a jornalista, escritora e educadora espírita Martha Rios Guimarães, diretora do Departamento de Infância da USE- União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. Marthinha, como é conhecida no meio espírita, se dedica intensamente ao trabalho de educação infanto-juvenil, seja no departamento que dirige na USE como no Centro Espírita Gabriel Ferreira da qual é uma das trabalhadoras. Recentemente lançou seu primeiro livro: “Comece pelo Comecinho”, uma espécie de manual que ajuda na implantação e/ou desenvolvimento dos trabalhos de educação espírita. Esta entrevista não deixa de ser um alerta aos dirigentes espíritas para que dêem o valor devido a esta atividade que se inscreve entre as principais, senão a principal, dentre todas aquelas a que uma Casa Espírita se propõe.

Martinha, por favor faça-nos sua autoapresentação.

Sou de São Paulo, capital, cidade que amo e me identifico. Amo o trabalho (profissional e espírita), estar com os que amo e sinto-me bem ao constatar que, dentro de minhas limitações, posso dar minha cota de colaboração para um mundo melhor. No meu caso, o Espiritismo é meu canal para isso.

Qual a sua formação acadêmica e profissional?

Sou formada e pós graduada em Comunicação Social (Relações Públicas e Jornalismo) e atuo profissionalmente nesta área.

Como você conheceu o Espiritismo e desde quando o freqüenta?
Nasci em família católica que, posteriormente, migrou pra o Presbiterianismo. Desde muito novinha tinha dúvidas e buscava respostas que pudessem satisfazê-la. Depois de muitas tentativas, um dia cheguei a um Centro Espírita, ouvi o Evangelho e me senti tão bem no local que resolvi voltar na outra semana. Eles faziam uma reunião mediúnica em paralelo com a pública e no meio da palestra uma trabalhadora me pediu que a acompanhasse porque o mentor da Casa queria falar comigo. Fui até a reunião mediúnica e o Espírito disse que eu tinha compromisso com a Doutrina Espírita e um bonito trabalho a realizar (em uma instituição perto de minha casa). Me deram o telefone da USE-SP e lá obtive o endereço de Casas Espíritas da USE Vila Maria, onde encontrei aquela em que estou (desde a década de 80).

A que casa espirita esta vinculada presentemente?

Centro Espírita Gabriel Ferreira, localizado na Rua Kaneda, 474 – Vila Maria - São Paulo/SP e membro da USE desde a década de 50. Foi a primeira Casa que me vinculei e estou até hoje,

Pode nos sintetizar a sua participação no movimento espirita durante esses anos?

Minha porta de entrada para o Espiritismo foi a do trabalho com infância e mocidade espírita, porém, com o tempo, passei a atuar em outros setores (comunicação, orientação doutrinária, administração e organização do centro espírita, etc.). Mas, em relação ao trabalho de Educação Espírita Infanto-Juvenil, defendo uma atividade totalmente pautada na base doutrinária segundo Allan Kardec. A meu ver, trabalhar apenas com a parte moral-religiosa do Espiritismo é deixar de oferecer ao Educando informações essenciais para sua caminhada nessa existência. Além do mais, ao contrário do que muitos pensam e alegam, a criança tem total capacidade de entender os ensinamentos espíritas, desde que os Educadores utilizem ferramentas e linguagem adequadas a cada faixa etária. No Gabi trabalhamos com crianças de todas as idades, sendo que a partir de 4 anos elas começam a seguir um programa baseado em O Livro dos Espíritos (obviamente, excluindo as questões pertinentes mais aos adultos, que as crianças estudarão mais tarde). Trabalhamos em equipe, com rodízio constante entre os educadores e mensalmente elaboramos em conjunto as aulas do mês seguinte (evitando imprevistos) e avaliamos – também em conjunto – as aulas ministradas. Tudo isso visando a melhoria e, acima de tudo, o cuidado de adequar o conteúdo doutrinário ao dia-a-dia de nossas crianças e jovens. Também os estimulamos a participarem das atividades da casa e a dar ideias de melhorias.

Quais os livros de sua autoria espirita e não espirita?


Não espíritas, tenho publicados poemas e contos em sistema coletivo, isto é, vários autores se reúnem e publicam uma obra sobre um tema específico. Já Espírita, acabei de lançar o “Comece pelo Comecinho”, meu primeiro “filhinho” literário.

Fale-nos sobre o “Comece pelo Comecinho”, livro que foi lançado em 2011.

O livro é uma espécie de manual para implantação (ou aprimoramento) da atividade de Educação Espírita Infantojuvenil (até há pouco tempo chamada de Evangelização). E baseia-se em minha experiência de quase duas décadas de atividade neste setor, focalizando experiências práticas e de fácil assimilação e aplicação. Tenho tido um retorno muito positivo dos leitores que têm se manifestado com mensagens carinhosas de apoio e com a informação de que a obra, de fato, cumpre o papel a que se propôs. Como o objetivo era ajudar, de alguma forma, os tarefeiros desta área estou muito feliz com os resultados obtidos até aqui.
A obra fala sobre os objetivos e os participantes do processo educativo na Casa Espírita, ensina como planejar a área e as aulas, como colocar Kardec ao alcance dos menores, como selecionar corretamente os recursos didáticos, enfatiza a necessidade de integrar o setor na estrutura geral da instituição (tirando-o do isolamento, comum na maioria delas), enfim, como estruturar o trabalho.

Como o livro pode ser adquirido?


No CE Gabriel Ferreira, na USE São Paulo (11-2950.6554) ou podemos enviar pelo correio (para isso, pode ser usado o e-mail marthinharg@yahoo.com.br). O valor é acessível (R$ 20,90/exemplar, com acréscimo de R$ 5,65 para envio via correio) sendo destinado às atividades de Educação do Gabi.

E o departamento de evangelização da USE/SP como anda?


O Departamento de Educação Espírita da Infância da USE tem à frente a mesma equipe do CE Gabriel Ferreira, ou seja, nossos cursos, oficinas, encontros e demais atividades têm como base o conteúdo do livro. Nosso trabalho baseia-se na troca de experiências e, acima de tudo, fazer com que o trabalhador entenda que a base é a mesma (Kardec), mas os detalhes mudam conforme o perfil de cada público. Como ninguém conhece melhor os Educandos do que os Educadores, a proposta é mostrar-lhes como desenvolver um trabalho específico para a turma com que convive. Os resultados são fantásticos! Temos a grata satisfação de fazer amigos entre os participantes de nossas iniciativas e eles dão sempre retorno do que estão fazendo com as experiências obtidas conosco e, acima de tudo, demonstram que o trabalho vai se solidificando. É muito bom!

Alguma participação especial do departamento no Congresso a ser realizado em Franca?

Sim, estaremos presentes com a Oficina voltada para o Educador Espírita. O tema será “Inclusão: uma forma de solidariedade”, abordando a forma indicada de receber os que possuem necessidades especiais (um dos capítulos do livro citado) e como incluir o setor na estrutura do Centro Espírita. Além disso, claro, vamos dialogar com os presentes, trocar experiências.

Na sua opinião a Evangelização Infantil tem recebido a atenção devida nas casas espíritas?


Infelizmente, é uma das áreas menos valorizadas dentro das Casas Espíritas. Há que se entender que trata-se de um trabalho tão importante quanto os demais das Casas Espíritas, porém, muito mais estratégico, haja vista que – se bem feito – auxiliará na formação de pessoas mais esclarecidas e aptas a conviver dentro da sociedade. Isso sem contar que pode formar novas lideranças (temos no Gabi uma Diretoria Junior que participa ativamente das atividades da casa e dão sugestões de melhorias, com resultados excepcionais).
De maneira geral, as Casas iniciam a atividade quando começam a chegar crianças e “atrapalhar” as reuniões dos adultos. Geralmente colocam à frente do trabalho pessoas que gostem de crianças, esquecendo que este não é o único requisito. Precisamos de pessoas que conheçam a Doutrina Espírita, segundo Kardec, que saibam trabalhar em equipe e identifiquem-se com a tarefa. Caso contrário, estaremos realizando recreação, bem diferente de Educação Espírita Infantojuvenil.
Material didático, na minha opinião, não é o maior problema porque, como demonstro no livro, o Educador consegue elaborar um material específico para sua turma, usando criatividade e o trabalho em equipe.

Qual a solução?


Conscientizarmo-nos que receber bem os menores e colocar o conteúdo doutrinário ao alcance dos mesmos não é favor, mas dever de toda Casa Espírita. Trabalhar em conjunto porque a atividade envolve Educadores e Educandos, mas sem a participação efetiva dos Dirigentes (e público da instituição) e dos pais, é muito difícil atingir resultados expressivos. Finalmente, termos pessoas que abracem a tarefa de Educar com amor, dedicação e responsabilidade, cientes de que o sucesso da empreitada depende do grau de comprometimento que doarmos à causa.

Pelas USES intermunicipais ou regionais?


Os órgãos da USE devem estar cientes que possuem material (e elementos humanos) e uma proposta de trabalho no setor de extrema qualidade e de fácil aplicação. Basta que nos procurem para que, juntos, possamos buscar as soluções e a qualidade que o trabalho merece.

A Internet vem sendo utilizada no trabalho da evangelização?

Sim, vem sendo muito bem utilizada. Nosso departamento, por exemplo, possui um curso à distância, com o mesmo conteúdo do presencial, porém os módulos são enviados por e-mail e o participante, devolvem suas reflexões, recebendo o próximo módulo e assim sucessivamente. Já ministramos várias turmas desta forma, com resultados extremamente satisfatórios, para interessados do interior de São Paulo, outros estados e até mesmo Educadores de outros países. Estamos, ainda, providenciando uma atualização no site do Gabi (www.cegabrielferreira.org.br), onde será possível obter informações sobre o setor (deve estar pronto em fevereiro de 2012).

Algo mais que queira acrescentar?


Gostaria de lembrar que qualidade não se mede por quantidade. Não importa quantos Educandos tenha na turma, nosso dever é recebê-los com carinho, oferecendo o que de melhor pudermos.

Suas palavras finais aos nossos leitores.


Agradeço a oportunidade de falar de um tema normalmente esquecido, mas de extrema importância. Agradeço, ainda, o carinho com que o meio espírita vem recebendo o “Comece pelo Comecinho” e o apoio dos irmãos queridos que me acolheram no movimento espírita e colaboram para o meu aprendizado.


Martha Rios Guimarães visitando o túmulo de Allan Kardec no Cemitério Pére Lachaise, Paris, França

Martha Rios Guimarães com o namorado Álvaro na Praça da Concórdia em Paris, França

Martha Rios Guimarães aos 3 anos

Marta R. Guimarães aos 7 anos

Marthinha com o namorado e a sobrinha mais nova, Rebeca

Marthinha com os sobrinhos Pedro, Juliana, Felipe e Henrique

Evento no Gabi: Marthinha e o casal Bíades e Marisa (irmã), ambos da USE Sorocaba.

Alunos do Gabi em um dos seus eventos

Martinha e Antonio Carlos Amorim durante encontro da Use Regional São Paulo

Público presente em um dos cursos da USE

Mutirão de jovens, em trabalho no Gabi

Marthinha com equipe do Bazar Beneficente do C.E. Gabriel Ferreira


Almoço na Feiculte – Feira Cultural Espírita da

USE Vila Maria



Marthinha no lançamento do livro

Comece pelo Comecinho de sua autoria


Marthinha na sessão de autógrafos de seu livro “Comece pelo Comecinho”

Educadores e jovens do C.E. Gabriel Ferreira em passeio à Serra da Cantareira, São Paulo, SP


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NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 14-01-2012

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NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 13-01-2012

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