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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

1ª. Mostra de Filmes Espíritas e Espiritualistas Lusófonos Londres, Reino Unido

Edson Audi

Entrevista concedida pelo Diretor

Edson Audi para Ismael Gobbo

ao Noticias do Movimento Espírita


Caro Edson Audi, você é Espírita?

Sim, Ismael, sou espírita.

Como chegou ao Espiritismo e desde quando o freqüenta?

O Espiritismo chegou na infância e através de minha família.

A qual Casa Espírita esta vinculado presentemente?

Frequento algumas casas, gosto de todas, mas a nenhuma estou vinculado neste momento. Chego quieto, fico no meu cantinho, escuto as palestras, tomo passes, participo do que posso... Como estou sempre viajando os horários de minha profissão são conflitantes. Em Paris, me esforcei e frequentei assiduamente o CESAK (Claudia Bonmartin), onde exerci a mediunidade, mais pela falta de pessoas capacitadas do que por minhas qualidades.

Pode nos fazer uma descrição de sua trajetória pelo movimento espirita durante esses anos?

Em 1995 ajudei a criar um programa de televisão espirita em Campo Grande. Sobre Allan Kardec fiz um CD-ROM lançado em Lisboa (1998), um filme que circulou em VHS (1999) e agora em DVD (2005) e o livro(2000). Tive o prazer de ajudar o Oceano a realizar algumas de suas obras. Algumas delas Eurípides Barsanulfo e Divaldo P. Franco estarão sendo exibidas na Mostra de Londres. E em breve mais um filme.

Quais os livros de sua autoria?

“Allan Kardec, vida e obra” e um segundo em andamento, “Victor Hugo em Jersey e seu contato com as mesas girantes”. Em breve...

O seu livro Allan Kardec teve sucesso?

O livro sobre Kardec chegou a ser finalista do premio Jabuti em 2000, foi uma grande honraria para todos nós. Eles o classificaram erradamente como religião, na verdade é biográfico. E o livro que ganhou é do Rabino Henry Sobel.

O Cinema surgiu em sua vida por vocação ou contingência?

Totalmente vocação, linguagem e forma de expressão. Me interessa tanto a técnica como o discurso e conteudo. Sou perfeccionista e sempre que possível atuo em quase todas as etapas do processo criativo. Desde o roteiro, a fotografia, a montagem (edição), na maioria de minhas obras trabalho solo. Para a trilha e vozes convido amigos, raramente uso atores, depoentes, etc. Atualmente finalizo, tantos os meus trabalhos como o de terceiros. “O cinema é um modo divino de contar a vida”, diz-nos Felinni.

Quais os filmes de sua autoria e em que configurações?

Por favor visitem a minha pagina, que infelizmente não esta atualizada e onde constam a maioria dos nossos trabalhos: www.edsonaudi.com

Qual o que mais lhe agradou e o que foi mais difícil de produzir?

Pergunta difícil, é como perguntar de qual filho você gosta mais? Mesmo que exista uma preferencia, teria dificuldades em dizer.

Como profundo conhecedor da vida de Allan Kardec qual a síntese que faria do célebre mestre lionês e da sua obra?

“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.” De Rousseau encontraremos Pestalozzi, e de Pestalozzi encontraremos Rivail, e de Rivail encontraremos Allan Kardec. E de Kardec uma obra racional, reveladora, transformadora e companheira. Para concluir faço apelo ao nosso querido Chico Xavier: "Se Allan Kardec tivesse escrito que ´fora do Espiritismo não há salvação´, eu teria ido por outro caminho. Graças a Deus ele escreveu ´Fora da Caridade´, ou seja, fora do Amor não há salvação´."

Mereceria ir para a telona numa produção hollywoodiana?

Seguramente e merecidamente.

Existe a cogitação para tal?

De minha parte e ha muito anos, tentei, mas...

Qual a possibilidade de concretização?

Estas ideias nunca morrem, apenas adormecem.

Sabemos que está rodando um filme sobre o escritor, poeta e dramaturgo francês Victor Hugo. O que pode nos adiantar?

Estou finalizando um livro e um filme que trata de Victor Hugo no exílio, em Jersey e que se interessa pelas mesas girantes. Já estive por lá e vou aproveitar esta a ida a Londres para voltar e colher umas imagens que sinto falta. É um filme para nos fazer pensar, as respostas estarão lá, mas não virão prontas.

Qual a sua expectativa acerca da 1ª Mostra de Filmes Espíritas e Espiritualistas Lusófonos de Londres?

As melhores possíveis. Acho a ideia brilhante. A abertura da Mostra aos trabalho dos espiritualistas é Kardecista, exemplar e agregadora. "Todo espírita é necessariamente espiritualista, mas nem todos os espiritualistas são espíritas". Esta Mostra é uma semente para o futuro que ainda não podemos visualizar o tamanho da arvore e de seus frutos. O momento é apropriado. Eu humildemente sugeriria que no próximo não sejamos apenas lusófonos e sim aberto também a todas as línguas.

O que nos diz sobre o filme de abertura da Mostra de Londres ?

Este filme é uma prova de que uma obra nunca esta totalmente pronta ou acabada. Ele foi feito em varias etapas e é também emblemático. Marcou o inicio da minha independência sendo o primeiro trabalho solo, filmado em digital e montado no meu próprio computador. A alforria das grandes produtoras começou em1999, quando adquiri a câmera Sony D8 PAL, foi o começo da liberdade e de tempos felizes. No mesmo ano falei da ideia deste filme para o Altivo Pamphiro em uma de suas viagens a Paris e recebi imediatamente todo o apoio que necessitava. O CELD no Rio lançou a primeiríssima versão em VHS, naquele momento coisa rara no meio espirita. Assim nasceu Allan Kardec, o educador. Um filme simples, despretensioso e que procura nos ajudar a entender o personagem. Sou fotografo e adoro contar histórias pela foto-poesia. Os textos e depoimentos vão surgindo quando necessários e são complementares. Por exemplo, só anos depois, (o filme já estava esquecido depois da sua carreira analógica em VHS), conheci a Dora e seu discurso que agora esta no filme. Com apoio do Oceano Vieira surgiu o DVD da Versátil. E agora estamos aqui.

Introdução do livro Allan Kardec, vida e obra: É uma viagem, pelas mesmas calçadas, respirando as mesmas esquinas, as mesmas janelas, dos vidros, dos livros, da biblioteca, da memória, memória de Rivail, de Kardec, de Lyon, de Yverdon, de Paris.

Uma outra história.

Procurei te encontrar, entender, compreender.

Olhei o teu olhar, tela, clics solitários,

você nascia no ruído do pensamento.

Eu te vi, te observei, procurei passar aos outros aquilo que encontrei;

é uma parte, a que me cabe.

Acha importante iniciativas como esta?

Quanto mais, melhor.

Adoro a ideia de diversidade, pluralidade, multiplicidade, diferentes ângulos de visão ou de abordagem, heterogeneidade e variedade. Comunhão de contrários, intersecção de diferenças e principalmente a tolerância mútua.

As suas despedidas aos nossos leitores.

Quero me despedir com estes pensamentos de Victor Hugo. Eles trazem um avant-gout do novo filme e do novo livro:

"Quem pode dizer-nos que eu não volte a encontrar-me nos séculos futuros? Shakespeare escreveu: ‘A vida é um conto de fada que se lê pela segunda vez’. Poderia ter dito pela milésima vez. Porque não há século pelo qual eu não veja passar minha sombra.”

"Sinto em mim toda uma vida nova, toda uma vida futura; sou como a selva que muitas vezes foi derrubada; os jovens rebentos são cada vez mais fortes e vivazes. Eu subo, subo, subo até o infinito. Tudo é radiante à minha frente, a terra me dá sua seiva generosa, mas o céu me ilumina com o reflexo dos mundos entrevistos.”

"Dizeis vós que a alma é a expressão das forças corporais: por que então minha alma é mais luminosa quando as forças corporais irão já me abandonar? O inverno está sobre minha cabeça, a primavera está em minha alma; aspiro aqui nesta hora às lilases e às rosas como se tivesse vinte anos. À medida em que me aproximo da velhice, melhor escuto ao meu redor as imortais sinfonias dos mundos que me chamam. É maravilhoso e sensível. É um conto de fadas, mas é uma história.”

ONDE COMPRAR O DVD?

Acesse: http://www.dvdversatil.com.br/onde-comprar/







Divaldo: Amor para com a missão, respeito para com os irmãos e fidelidade à Doutrina Espírita

Divaldo Pereira Franco

Em nosso entendimento, Divaldo Franco é sem dúvida um dos expoentes do espiritismo brasileiro, conhecido pela sua oratória e mediunidade em praticamente todos os países.Tivemos oportunidade de estar com Divaldo por várias vezes, em vários anos seguidos no Feirão Espírita da cidade do Rio de Janeiro, evento promovido por Ana Guimarães e Geraldo Guimarães “in memorian”, através do Grupo Espírita Caminho da Esperança, atividade que acontece até hoje no pátio do Colégio Militar da cidade do Rio de Janeiro.

Após as atividades tínhamos a satisfação de ficarmos próximos de Divaldo em um bate papo agradável, desfrutando da sua sempre alegre e jovial presença, encantando-nos a todos com seus relatos e comentários muito oportunos para o nosso aprendizado.

Durante os dias da semana que antecede o evento, Divaldo generosamente concede aos corações a possibilidade de ouví-lo em uma série de atividades, tais como: palestras, seminários em vários locais do Estado do Rio de Janeiro, sempre com grande público presente.

A entrega dos recursos financeiros obtidos com a venda de produtos das muitas regiões do Brasil ali representadas, era feita logo após o encerramento do evento nas dependências do Grupo Espírita Caminho da Esperança. O Feirão era e é encerrado sempre com emocionada palestra efetuada por Divaldo Franco. Até hoje, como é feito todo ano, durante todo o dia, espíritas e não espíritas comparecem para prestigiar o evento e para ver Divaldo, obter um autógrafo em obras por ele psicografadas e ainda trocar uma palavrinha com o grande tribuno.

É o reconhecimento da importância para o movimento espírita brasileiro e do exterior para com a figura amorosa e impar de Divaldo Franco. É como se todos desejassem dizer a ele “muito obrigado” pela sua dedicação e entrega que tanto dignifica nossa amada doutrina.

Divaldo é uma pessoa sensível, de fala sempre precisa e justa. Franco sem ser grosseiro, transmite orientações àqueles que lha solicitam.

Assim compartilhamos com os companheiros estes momentos especiais, verdadeira pérolas que embelezam nossa alma, propiciando-nos refletir sobre nossa verdadeira responsabilidade para com o Cristo e para com a Doutrina Espírita.

Que Jesus continue abençoando esse missionário do bem, o nosso querido Divaldo Pereira Franco.

David e Divaldo no Feirão do Rio de Janeiro

David na extrema esquerda, o casal na extrema direita

Ana Jaicy e Geraldo Guimarães jundo a Divaldo. Feirão

realizado no Rio de Janeiro em prol da Mansão do Caminho

Feirão no Rio de Janeiro

Feirão no Rio de Janeiro em prol da Mansão do Caminho

Divaldo recebe titulo de cidadão jalesense por

indicação da vereadora Aracy de Oliveira Murari

Cardozo

Divaldo autografando em Jales, SP

O grande público que compareceu a palestra de

Divaldo Pereira Franco quando foi agraciado com o

titulo de Cidadão Jalesense no dia 27/10/2009

Divaldo, Ismael Gobbo e sua prima Aracy.

Jales 27/10/2009


NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 10-02-2012

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NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 09-02-2012

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1ª. Mostra de Filmes Espíritas e Espiritualistas Lusófonos Londres, Reino Unido

Glauber Filho

Entrevista concedida pelo Diretor

Glauber Filho para Ismael Gobbo

ao Noticias do Movimento Espírita

Glauber Santos Paiva Filho tem 42 anos, é casado e pai

de 2 filhos. Embora filho e neto de médicos resolveu ser

jornalista, cineasta e professor universitário. É cearense

nascido em Fortaleza, formado em Jornalismo pela Uni-

versidade Federal do Ceará. Fez pós graduação em

administração e marketing e atualmente está no meio de

um mestrado em Ciências da Cultura em Portugal. Tam-

bém fez cursos de cinema na Escuela Internacional de

Cine e TV Los Baños – Cuba. Glauber Filho foi diretor

dos filmes “Bezerra de Menezes, O Diário de um Espíri-

to e “As Mães de Chico Xavier” ambos relacionados pa-

ra exibição na 1ª. Mostra de Filmes Espíritas e Espiri-

tualistas Lusófonos a ser realizado em Londres, no Reino

Unido.

Nesta entrevista Glauber nos fala um pouco de sua vida

espírita, da sua trajetória profissional, dos filmes e da

sua expectativa para a 1ª. Mostra.


Imagens divulgação


Você é Espírita?

Sim

Poderia nos fazer uma síntese de sua participação no movimento espirita durante esses anos?

Até finalizar o filme Bezerra de Menezes, O Diário de um Espírita, não sabia que era espírita. Sentia-me espírita, mas não frequentava nenhum centro. Meus estudos estavam apenas começando através da pesquisa sobre o médium. Depois, resolvi participar das atividades do GEPE. Acho que minha contribuição maior para o espiritismo é participar deste movimento coletivo da arte espírita, da divulgação da doutrina.

Como tem sido a sua trajetória no mundo do cinema?

Comecei aos 16 anos fazendo documentários e vídeos domésticos. Depois conseguir inserir a atividade do cinema na minha vida profissional. Trabalhei muito tempo com produtora de filmes publicitários. Paralelamente, realizei curtas, documentários e conteúdos para televisão.

Quais os filmes que dirigiu?

► Longa Metragens, como diretor: Oropa, França e Bahia ( Também é minissérie); Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito; Bezerra de Menezes, O Médico dos Pobres ( inédito – documentário que originou o filme); Linhas de Organdi; As Mães de Chico Xavier.

► Curtas: Borracha para Panela de Pressão; Aquarela; Chagas Abertas, San Pedro Um Navio à Deriva; O Astro Popular...

O filme Bezerra de Menezes- O Diário de um Espírito pode ser considerado como o pontapé inicial do Espiritismo na telona?

De certa forma sim! Mas não foi o primeiro filme espírita nas telas brasileiras. Pelo que conheço, o primeiro foi Joelma 23º Andar (1979) de Clery Cunha. Mas depois do Joelma não houve outras produções na sequência. Somente depois de 28 anos surgiu o Bezerras de Menezes e outros foram produzidos logo depois. É claro que há todo um contexto para que o movimento tenha ocorrido desta maneira e que difere da época do Joelma.

Como foram os resultados numéricos e a avaliação da critica especializada?

Acredito que os resultados numéricos em relação aos filmes espíritas foram surpreendentes! Mas sei que há dificuldade em obter outros números, por causa da pirataria! Porém, penso que isto é uma consequência natural do trabalho e da lógica de mercado, mas há outra resposta que tenho como mais importante: se pelo menos uma pessoa pode se transformar para melhor; teve o alento ao sofrimento; passou acreditar na vida com esperança e amor – Diante disto os números não importam!

Difícil falar de crítica especializada, pois não há parâmetros concretos para dizer se esta competência é especializada ou não! Hoje, é fácil ser cineasta e crítico... O botão de uma câmera faz um cineasta, assim como um blog faz um crítico. Outra armadilha para ambos é vaidade dos espaços de celebridade, que trazem a cegueira...

Antes de fazer os filmes já sabia que carregava alguns pontos que estariam impressos explícitos ou implícitos nas críticas que surgiriam. Um filme de baixo orçamento, feito no nordeste por uma equipe desconhecida no mercado cinematográfico, que trata de “religião”, ainda mais espírita... Isto tudo junto era uma boa munição para preconceitos.

Tudo bem! Não estava fazendo filmes para críticos – Estes geralmente participam de festivais e vão para gavetas. Mas, mesmo assim, procurei encontrar em todas as críticas algo que pudesse apontar os verdadeiros problemas dos filmes para continuar neste aprendizado – Acho que sou o pior dos críticos nos trabalhos em que participo. Na maioria das vezes sei de alguns problemas que a crítica não conseguiu apontar.

E a performance de As Mães de Chico Xavier?

Este filme me causou uma enorme surpresa que não se deu em números de públicos no cinema. As Mães de Chico Xavier teve um impacto profundo na vida de muitas pessoas. Os relatos dos públicos são surpreendentes!

Quanto a bilheteria, acredito que não fora maior por um equívoco de estratégia de lançamento. O filme foi lançado muito próximo ao Chico Xavier de Daniel Filho o que pode ter criado a sensação de que As Mães de Chico Xavier era algo parecido – Suponho!

Esses filmes estão sendo ou vão ser exibidos no exterior?

Sim. As Mães de Chico Xavier fora exibida no Chile! Também há participações em festivais internacionais. Por vezes, por exemplo, vejo nas rede sociais relatos de que O Nosso Lar foi exibido em algum país na Europa...

Como está enxergando a 1ª. Mostra de Filmes Espíritas e Espiritualistas Lusófonos que será realizada em Londres?

Acho sensacional! Maravilhoso ver estes filmes atravessando o oceano! É a continuação de um trabalho coletivo proporcionado pelas pessoas que organizam esta e outras mostras. Tudo faz parte de uma engrenagem. Grande tarefa transformadora de divulgação da Doutrina.

Alguma surpresa para os destaques de O Filme dos Espíritos e As Mães de Chico Xavier naquela mostra?

São os filmes mais recentes e espero que cumpram esta expectativa... Não sei muito que escrever sobre o destaque em si. Mas acredito que cada filme da mostra tem uma importância significativa para cada pessoa do público... Há uma mensagem individual para cada procura.

Mostra como esta abre perspectivas para os filmes com temática espírita no exterior?

Sim! Claro! É um trabalho de formação de público.

Allan Kardec como Codificador do Espiritismo estaria a merecer uma película de nível hollywoodiana?

Não só Kardec, mas várias obras espíritas. Não necessariamente precisa ser hollywoodiana. Mas precisam ter a grandiosidade de produção e exibição como elas se apresentam em suas histórias.

Tem noticia dos projetos cinematográficos em andamento nessa vertente espírita?

Na produtora Estação Luz Filmes estamos em fase de finalização de roteiros para mais três filmes. Agora em produção não tenho notícias, mas para ser lançado tem “E A Vida Continua”.

Algo mais que queira acrescentar?

Acredito que a produção de filmes espíritas já é algo consolidado no Brasil. É importante que ocorra cada vez mais eventos de cinema no exterior para que estes filmes ocupem outras salas de exibições pelo mundo.

Também, acredito que o cinema espírita precisa ampliar suas possibilidades de gêneros – Outras experimentações para temática.

As suas despedidas dos nossos leitores;

Aproveito este espaço para agradecer ao amigo Ismael que me fez o convite desta entrevista, aos leitores, aos organizadores da 1ª. Mostra de Filmes Espíritas e Espiritualistas Lusófonos e todos os espectadores dos filmes espíritas que foram uma força de principal importância para consolidação da temática no cinema. Abraços afetuosos www.twitter.com/glauberpaivaf

04-02-2012

Cena de Bezerra de Menezes- O Diário de um Espírito

Atores: Amaro Bezerra, Márcia Zeinke, Carlos Vereza e Lúcio Mauro

A atriz Vanessa Gerbelli em cena de “As Mães de Chico Xavier”




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 08-02-2012

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

1ª. Mostra de Filmes Espiritas e Espiritualistas Lusófonos Londres, Reino Unido

André Marouço, diretor de “O Filme dos Espíritos”, um dos destaques na Mostra, assim se expressa sobre o filme e sua participação naquele importante evento:






André Marouço Foto Ismael Gobbo Divulgação


Pode nos historiar a sua obra cinematográfica “O Filme dos Espíritos”?

O roteiro do longa começou a escrito, no final de 2009, foram feitos 13 tratamentos até que o roteiro estivesse pronto para as filmagens, além do roteirista principal, fora feito a análise do roteiro pela roteirista e cineasta Gabriela Amaral, e em reuniões mensais, os cineastas Michel Dubret, Eduardo Dubal e Briza Menezes auxiliaram nos tratamentos do roteiro até chegar ao roteiro final. Em 18 de abril de 2010 foram iniciadas as filmagens do longa, foram 30 dias intensos. Nossos recursos eram escassos, a produção não poderia sonhar em estourar o orçamento. Em junho, julho e agosto montamos o filme e fomos em busca de uma distribuidora que o levasse as telas cinematográficas. Três distribuidoras negaram a distribuição, porém a Paris Filmes, não apenas aceitou levá-lo ao cinema, como também investiu recursos para a finalização do filme. Estação Luz de Fortaleza-CE, também investiu recursos de finalização. Dessa forma, entre os meses de fevereiro e junho de 2011 o filme foi finalizado e em julho iniciou-se a promoção do longa que chegou nos cinemas no dia 07-10-2011.

André foi difícil a montagem de “O Filme dos Espíritos” a partir de outros curtas?

Sim, foi bastante difícil encaixar os curtas em um longa, curvas dramáticas precisaram ser criadas para tanto. Por outro lado, por ter se tratado de um filme de baixo orçamento, as vezes os montadores Eduardo Dubal e Mirella Alves não dispunham de muitas opções para cada sequência, aliás, existiram sequências em que havia apenas uma única tomada de câmera.

O Filme dos Espíritos teve o sucesso que esperava?

Sim, foi o primeiro filme de temática espírita que não contou com verba de promoção no principal veículo de comunicações do país, por outro lado, todo o mix de marketing e distribuição contou com escassas verbas para tanto, assim, fora optado pelo marketing de guerrilha, alguns recursos foram locados em marketing viral (WEB), as redes sociais foram utilizadas e foram realizadas palestras em grandes Centros Espíritas de grandes centros urbanos brasileiros. Além disso, o filme recebeu o apoio da pela imprensa espírita, e pelo movimento espírita Brasileiro, pois pela primeira vez no cinema nacional, parte dos recursos foram revertidos para uma obra social: a construção dos novos ambulatórios das Casas André Luiz. Dessa forma, por se tratar de um filme de baixo orçamento, atingir 320 mil expectadores, parece ser uma grande vitória.

Pode nos fornecer o balanço geral do custo de produção, público e critica?

O filme, desde sua idéia ainda no projeto de curtas, até chegar aos cinemas, custou algo em torno de 1.100 milhão de reais, atingiu 320 mil de público, tendo sido o filme brasileiro mais assistido durante as três primeiras semanas de cartaz. As mensagens que nos chegaram através de e-mails, telefones, e posts no Facebook, mostraram a ampla empatia com os expectadores com o filme. Quanto aos críticos, estes, em geral, parecem não ter gostado muito da obra, mas cabe aqui o sábio dito popular “A voz do povo é a voz de Deus”, e deve-se aprender com as críticas para o aprimoramento dos próximos filmes.

Quais os passos futuros para o filme?

O filme estreou em dezembro nas vídeo locadoras de todo país, devendo chegar em abril nas lojas para venda direta ao público consumidor, lembrando que parte da renda será revertida para as obras sociais das Casas André Luiz e para a divulgação do Espiritismo nos projetos da Fundação Espírita André Luiz.

Ainda este ano , teremos a estreia do filme em algum canal fechado de TV, e a carreira em salas de cinema do exterior. Esperamos levá-lo para o maior número de países, já que fora legendado em: Francês, inglês e espanhol.

Como esta enxergando a 1ª Mostra de Filmes Espíritas e Espiritualistas Lusófonos de Londres e tendo O Filme dos Espíritos como um dos destaques?

Para nós é motivo de grata satisfação e esperamos que nossos compatriotas brasileiros que habitam na ilha britânica possam levar o maior número de ingleses para as sessões de O Filme dos Espíritos e dos outros filmes, afinal, precisamos internacionalizar a doutrina dos espíritos.



...Até o fim dos tempos!

Tudo na Sua vida é uma aparente contradição que se enriquece de legitimidade em cada passo, após acurada reflexão.

Negando o mundo, Ele é o Senhor do mundo.

Falando sobre a vida, doa a Sua em legado de inexcedível amor.

Desde antes do nosso tempo, permanecerá até o fim dos tempos!...

Começando no anonimato, prossegue desconhecido, quanto mais é comentado.

Filho de Deus por excelência, conclama todos os homens a desvelarem o seu deus oculto e alcançarem o Supremo.

Seus silêncios são mais altissonantes do que todas as Suas palavras.

Os Seus não-feitos, têm um significado psico-sociológico mais poderoso do que todos os Seus atos.

Vivendo com todos, mas não Se permitindo pertencer a ninguém, senão ao Seu Pai em cujo Nome viera à Terra.

A Sua saga é o amor em plenitude; no entanto, escolhe pessoas simples, corações singelos, mentes não desenvolvidas culturalmente para estabelecer as bases da vida eterna.

Ama as criancinhas, defende as mulheres e socorre enfermos, pobres, desvalidos, abandonados, infelizes, num período em que a bajulação, a submissão e a indignidade predominam nas consciências e nos anelos dos povos.

Enquanto os multiplicadores de opinião de todos os tempos usam a tribuna, a pluma, o altar, a força e a glória terrestre para apresentar os seus planos, Ele sobe a um monte defronte de um pequeno mar e canta o maior poema que jamais se ouviu, alterando por definitivo o significado dos valores humanos através das inesquecíveis bem-aventuranças.

Junto ao poviléu e entre os malcheirosos Ele esplende de beleza sem os humilhar; destacando-se pela grandeza moral, sem os ferir, arrebanhando-os sem se impor...

Jesus é único!

Incomparável, ninguém se lhe assemelha em candura, em sabedoria, em majestade, em renúncia...

O Seu é o hino majestoso de encorajamento para os anseios do coração e as aspirações do pensamento.

Todos os fundadores de religião estabelecem regras, impõe cultos, exacerbam o fanatismo, convocam à submissão.

Não Ele.

Não fundou qualquer doutrina, nada exigiu, aparecendo como se fosse uma brisa perfumada em manhã de Sol, amenizando o calor e esparzindo harmonia. Só apresentou uma recomendação: o amor indistinto a Deus, ao próximo e a si mesmo...

Alterou porém, os conteúdos da sociologia, da metafísica, da ética, da filosofia, tornando a Sua uma Doutrina total, que explica os segredos da vida através de um autoconhecimento incomum e de uma revelação invulgar sobre todos os fenômenos existenciais.

Em quatro pequeninos livros, que lhe narram a existência, permanece a maior história jamais escrita na Humanidade, a mais concisa proposta de transformação humana, a mais simples estratégia de revolução para mudar as estruturas da Terra.

Cada versículo oferece visível e oculta uma mensagem que pode ser penetrada, porém, de forma variada, de acordo com a necessidade de cada um que a consulta e nela descobre a resposta.

São tesouros inesgotáveis de sabedoria, de ciência, de amor, que os tempos não consumiram.

Possuem interpolações, adulterações, mutilações que sofreram através dos dois milênios que se evolaram na ampulheta dos tempos e, não obstante, continuam vivos, ricos de luzes, atendendo a sede e a fome de verdade.

É paradoxal observar-se que, embora tenham sofrido a interferência de paixões, de interesses políticos e religiosos, permaneçam enriquecedores e nobres, norteando milhões de destinos e albergando outras tantas vidas.

Seus ensinos agigantam-se como verdadeiros tratados a respeito da renúncia, da abnegação, da caridade, da não-violência, da dignificação humana, da iluminação de consciência, da moral e do pensamento, ampliando espaços na cultura e na conduta de todos aqueles que se permitem consultá-los.

Podem ser considerados pérolas que adornam a cultura humana carente de amor e de respeito pela vida, emoldurando o campo das possibilidades a descortinar e conquistar pelo esforço de cada qual.

Ao alcance de quem os deseje, permanecem silenciosos ou cantantes através dos séculos em marcha inexorável para o infinito.

Tentar escrever sobre Jesus e Sua Doutrina é ousadia que desperta a coragem e o valor de todos quantos desejam mantê-lo vivo nas páginas da História.

A Sua é a vida mais comentada de todas as vidas.

A história mais narrada entre todas as histórias.

... E, no entanto, muito simples, discreta e incomum.

Desde a data do Seu nascimento que as controvérsias se apresentam.

Teria ocorrido, conforme escreveu o monge cita, Dinis, o Pequeno, também chamado Dyonisius Exiguus que, no século VI, em Roma, tomando por base o texto de S. Lucas - No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes, tetrarca da Galiléia, seu irmão Filipe, tetrarca da região da Ituréa e Traconides, e Lysânias, tetrarca de Abilene, sendo sumos sacerdotes Anãs e Caifás, veio a palavra de Deus a João, filho de Zebedeu, no deserto (III – 1 e 2) - descobriu a forma para definir o ano 754 da Era da fundação lendária de Roma, como a Sua data de Natal ?!

Ou ocorreu conforme as análises mais recentes em torno do recenseamento, que se teria dado antes em 748?!

Ou ainda, tendo-se em conta que, se Ele veio “até João, em janeiro de 28, com a idade aproximada de trinta anos”, não teria nascido anteriormente, dois ou três anos precedentes ao período estabelecido para início da nossa Era?!

Ou ainda, possivelmente no ano 6 anterior ao marco inicial aceito, conforme os apontamentos a respeito da morte de Herodes, que teria ocorrido em 4, antecipando o registro considerado como pilar do novo Milênio, tendo em vista a informação de Flávio Josefo, o historiador do povo hebreu, e as anotações da astronomia que, tomando por fundamento um eclipse lunar, estabeleceu aquele fenômeno como tendo acontecido na noite de 12 de março do referido ano?!

Ou ainda, conforme a narraçao do encontro de Herodes com os Reis magos em Jerusalém, quando ele já retornara dos banhos de Callorhoé e de Jericó, onde houvera passado os últimos tempos de sua existência, constataremos que há uma defasagem de 5 anos...

O quase certo, definitivo e aceito modernamente, é que o Seu nascimento deu-se no ano 6 antes de nossa Era.

Será porém isso importante, desde que Ele nasceu, viveu e morreu por amor?

De todas essas aparentes controvérsias surge a vida singular e grandiosa de Jesus, que arrebata vidas e continua conduzindo-as ao aprisco de Deus.

*

Não nos atrevemos a uma apresentação histórica da arrebatadora Vida de Jesus, tarefa que cientistas e teólogos, sociólogos e filósofos vêm realizando com brilhantismo e êxito.

Mergulhamos apenas em algumas passagens dos Seus feitos, para atualizar o Seu pensamento e incorporá-lo ao nosso dia-a-dia em busca de plenitude e de renovação espiritual.

Não é, portanto, mais um livro sobre a Sua vida.

São reflexões, gratidão e amor pelo Seu heroísmo, que permanecerá ao nosso lado, acompanhando-nos carinhosamente até o fim dos tempos.

Salvador, 5 de janeiro de 2000.

Amélia Rodrigues

Página magistral de abertura do livro:

...ATÉ O FIM DOS TEMPOS

Ditado pelo espírito Amélia Rodrigues

pela psicografia de Divaldo Pereira Franco



Jesus falando. Pintura em parede por Maria Tereza Braga. Casa da Caridade,

Araçatuba, SP. Foto Ismael Gobbo

O Mar da Galiléia em Cafarnaum. Foto Ismael Gobbo

Estátua de Jesus e Pedro na parte externa da Igreja do Primado em Tabgha, Israel

Foto Ismael Gobbo

Solo arado em fazenda na Planície de Genesaré com o Monte das Bem-aventuranças

e Mar da Galiléia ao fundo. Israel. Foto Ismael Gobbo





terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 07-02-2012

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 06-02-2012

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