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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
Focalizando o Trabalhador Espírita (162) Rosemary Araújo
Rosemary Araújo
Nossa entrevistada, Rosemary Araujo, há mais de vinte
anos teve os primeiros contatos com o Espiritismo, nele
encontrando a lógica que cativou seu espírito curioso e
ávido de conhecimentos. Formada em Comunicação So-
cial, Rosemary trabalhou em vários setores de suas ati-
vidades profissionais, aplicando a sua formação universi-
tária também em ações voluntárias, encontrando nas artes
a sua verdadeira vocação. E vem empregando seu talento
também no Movimento Espírita, seja no Centro Es-
pírita Humberto de Campos, em São Luís-MA, no qual
desempenha diversas atividades, como também pela
Internet, onde eficiente e assiduamente tem difundido
mensagens e notícias do Movimento Espírita.
Rosemary, pode nos fazer a sua auto apresentação?
Ismael, nasci numa pequena cidade do interior do Estado do Piauí, chamada Piripiri, nos idos de 1969, tendo hoje 43 anos.
Aos 12 anos, entre inúmeras idas e vindas da minha família entre Piauí e Maranhão, mudamo-nos definitivamente para São Luís, onde vivemos até hoje.
Meus pais se chamam Manoel e Graça. Tenho 2 irmãos mais novos (Roberto e Jerusa) dos mesmos pais e mais 8 só por parte de pai (Fátima, Claudionor – já falecido –, Chagas e Santo, do 1º casamento, anterior ao com minha mãe; Márcio e Rodrigo, depois do casamento com minha mãe; e Gabi e Karol, enteadas do atual casamento).
Já fui casada, mas não deu certo, tendo me divorciado há mais de 8 anos e agora estou noiva do Reginaldo, uma grande alegria com que Deus me abençoou depois de sérios embates na vida.
Não tenho filhos, mas tenho muitos sobrinhos e já alguns sobrinhos-netos com os quais não tenho muita convivência porque moram longe. Próximo, tenho apenas o muito amado Gabriel, de 9 anos, filho do Roberto, que é como se meu próprio filho fosse.
Em minha família, apenas eu sou espírita, mas convivemos todos harmoniosamente, graças a Deus!
Qual a sua formação acadêmica e profissional?
Sou formada em Comunicação Social, na Habilitação Relações Públicas, com Especialização em Gestão da Comunicação, porém, nunca trabalhei oficialmente na profissão, pois, ao me formar, em 1995, já trabalhava no Tribunal Regional do Trabalho, área administrativa, onde permaneço atualmente.
A formação acadêmica me permitiu atuar voluntariamente como diretora da Associação Brasileira de Relações Públicas, Secção Maranhão, por 6 anos, e como conselheira no Conselho Regional de Relações Públicas, 7ª Região, quando esta era sediada em São Luís, durante uma gestão de 2 anos. Desde então, somente tenho utilizado esses conhecimentos em trabalhos também voluntários, em especial na casa espírita.
No TRT, já exerci minhas funções em diversos setores, dentre os quais, diretorias, secretarias, gabinetes de juiz e desembargadora, varas do trabalho e, atualmente, no Centro de Memória e Cultura, que é o órgão guardião da memória da Justiça do Trabalho no Maranhão, e onde estou responsável pela gestão do Espaço de Arte, uma pequena galeria de exposições temporárias, espaço oferecido gratuitamente aos artistas locais para divulgação de seus talentos.
Nas horas vagas, também trabalho com artesanato em papel, minha verdadeira vocação, já tendo realizado algumas oficinas, bem como uma exposição de produtos em papelaria fina (agendas, álbuns, marcadores de livros, clips, blocos de anotações, cartões etc) no TRT e duas edições da exposição de quadros intitulada “Florações”, onde combinei flores de papel, em diferentes técnicas, com orações. Além disso, ganhei um concurso cultural de Páscoa ano passado na escola onde estudo espanhol, no qual apresentei um pequeno quadro temático, utilizando a técnica “quilling”. Divulgo meus trabalhos artesanais no blog:http://artemagistra.blogspot.com .
Como você conheceu o Espiritismo e desde quando é espírita?
No início dos anos 1990, eu participava de um grupo de jovens responsáveis pela liturgia da missa das 17h de domingo na igreja perto de casa e, numa noite, ao deitar para dormir, tive uma sensação inédita: todo o meu corpo formigava e eu não conseguia me mexer nem falar. Fiquei muito perturbada e, com extremo esforço, consegui abrir os olhos, vendo seres transparentes em forma de duendes pulando pelo quarto e sobre mim, fazendo cócegas e caretas horríveis, divertindo-se muito com o meu terror. No dia seguinte, busquei orientação do padre com quem me confessava e ele disse que eu sonhara. Contestei, garantindo-lhe que estava acordada e ele reafirmou que eu sonhara. Deixei-o falando sozinho e saí de lá dizendo a mim mesma que não permitiria mais ninguém, humano como eu, como intermediário na minha relação com Deus. Pedi ao Pai que me indicasse onde eu poderia encontrar as respostas que precisava.
Durante algum tempo, “vaguei” por outras denominações religiosas, sem sucesso na minha busca.
Nesse ínterim, as perturbações do sono, que eu chamava de pesadelos, embora as percebesse acordada, continuavam. Hoje já sei que ficava em estado de desdobramento parcial, próxima ao corpo o suficiente para perceber os dois planos, material e espiritual, de forma nítida, vendo espíritos zombeteiros.
Então, em 1991, fui nomeada no TRT e lotada em Pinheiro, uma cidade do interior do Maranhão. Lá, um colega, Paulo Roberto, já espírita, percebendo que eu não estava bem, sugeriu que eu o acompanhasse ao centro espírita que ele frequentava. Fui e consegui dormir melhor a partir daquela noite.
Pouco tempo depois, fui removida para São Luís e esse mesmo colega, ao vir num fim de semana, levou-me ao Centro Espírita Humberto de Campos-CEHC, onde fiz um tratamento e toda aquela perturbação acabou.
Desde então, lendo e estudando, fui aos poucos entendendo o que acontece à minha volta com os ensinamentos que a Doutrina Espírita nos oferece. Daquele tempo até hoje, nunca mais fiquei sem respostas às minhas inquietações, pois encontro no Espiritismo as explicações lógicas, raciocinadas e incontestáveis.
Frequentei outro centro mais próximo de minha casa por algum tempo, mas acabei retornando ao Humberto em 2002 e lá trabalho desde essa época.
A que casa espírita você está vinculada presentemente?
Há 10 anos, frequento e trabalho no Centro Espírita Humberto de Campos-CEHC, fundado em 21/janeiro/1986.
Pode nos fazer uma retrospectiva de sua atuação no movimento espírita durante esses anos?
Mesmo estudando a Doutrina e frequentando centros espíritas desde 1991, trabalhar mesmo, comecei em 2002, no Humberto, conduzindo assistidos a um tratamento espiritual denominado Energização, onde as pessoas mais intranquilas ou emocionalmente sensíveis eram conduzidas em um relaxamento e orientadas a terem esperança, confiança em Deus etc, e eram feitas preces por essas pessoas enquanto elas estavam sendo assistidas.
Depois, no mesmo ano, fui ser uma espécie de secretária de uma das salas de atendimento que se encontrava com um número muito superior de assistidos em relação aos trabalhadores disponíveis, por conta de não ter alguém que controlasse as chamadas para atendimento. Fui chamada para lá a fim de organizar esses atendimentos. Precisávamos analisar ficha por ficha, para identificar as necessidades de cada pessoa e, depois de algum tempo, todos eram assistidos sem qualquer tumulto.
Em 2004, fiz um curso de formação de passistas e fui trabalhar nas correntes de tratamentos espirituais e, como sempre estava estudando a Doutrina e também tinha alguns conhecimentos de administração e comunicação, fui convidada a ser secretária da Diretoria Executiva, tarefa que desempenhei por algum tempo, até assumir, em 2005, a Diretoria de Comunicação, onde permaneço até a atual gestão.
Nessa mesma época, fui convidada a dar aulas como monitora dos estudos da Casa e participar como expositora em seminários dominicais/bimestrais de temas doutrinários aprofundados, bem como para ministrar eventuais palestras.
Ano passado, por uma necessidade emergencial, assumi também a Coordenação do ESDE.
Tem ideia de quantos centros espíritas funcionam no estado e na capital?
Na capital são 27 e no interior são 37, segundo dados da FEMAR-Federação Espírita do Maranhão.
Quais as principais atividades fomentadas pela Federação Espírita do Maranhão?
Reuniões e palestras nos centros espíritas da capital e do interior, feiras do livro, livraria espírita num shopping, congressos estaduais, seminários de implantação do ESDE, cursos diversos (Evangelização, Atendimento Fraterno, Passes, Mediunidade, Expositor Espírita etc), confraternização anual no período do carnaval, semanas e jornadas espíritas.
Atualmente, a FEMAR está realizando um projeto bem ousado. Trata-se do Curso em Ambiente Virtual de Aprendizagem para Aprimoramento e Formação de Monitores e Coordenadores de ESDE. Participo desta primeira turma-piloto e os resultados extremamente positivos já se veem antes mesmo do término, previsto para dezembro próximo.
Existe integração entre as casas espíritas?
De certa forma, sim. No Humberto, estamos sempre atentos aos eventos e promoções que cada casa espírita realiza e, na medida do possível, enviamos representantes do Humberto a esses eventos, assim também como costumamos receber confrades de outras casas em nossas promoções.
Individualmente, também busco estar a par das programações e, dentro das minhas possibilidades, participo.
Conte-nos um pouco da história do Centro Espírita Humberto de Campos, dos seus vultos do passado e também do presente.
Resumidamente, o Humberto iniciou suas tarefas com um pequeno grupo de amigas remanescentes da Seicho-no-ie, que se reuniam na casa de uma ou de outra para estudar o Evangelho e, como algumas já eram médiuns, começaram a chegar as orientações espirituais para o estudo de O Livro dos Espíritos e, posteriormente, para a fundação da Casa, que aconteceu em 1986 com uma singela construção num terreno doado, onde as tarefas foram gradativamente crescendo ao longo dos anos e da dedicação de tantos outros que foram se juntando ao grupo.
As dificuldades surgidas ao logo desses mais de 26 anos foram sempre superadas pela dedicação de muitos que vieram e se foram, deixando, cada um, grandes contribuições e corações agradecidos.
Hoje em dia, a estrutura física é grande, mas ainda insuficiente, não ideal, para a grande quantidade de tantos que nos procuram em busca de amparo, consolo e esclarecimento. As tarefas são as mais variadas: tratamentos espirituais, passes, atendimento fraterno, evangelização infanto-juvenil, distribuição de cestas básicas, brechós e feiras de usados, livraria, cantina, atendimento a gestantes carentes, chás beneficentes, estudos, seminários, encontros, palestras, orientação para o perdão e perda de entes queridos e tantas outras mais! E, mesmo com poucos trabalhadores, temos dado conta de tudo, pois a Espiritualidade Amiga sempre nos estende as mãos dadivosas.
A cada dia chegam mais e mais pessoas, como resultado do empenho e da boa reputação que a Casa goza junto à população.
Apesar da enorme distância onde se localiza, vêm pessoas de muito longe, bairros distantes, para o Humberto, como chamamos carinhosamente a nossa Casa. Temos, inclusive, assistidos que vêm semanalmente do interior para fazer os tratamentos.
O estudo, para nós, está em primeiro lugar e é requisito primordial para se trabalhar na Casa, salvo, claro, as situações especiais que precisamos respeitar.
Vultos não diria que temos, pois todos trabalhamos praticamente no anonimato, empenhados em atender bem a cada um que nos busca em nome do Cristo.
As bênçãos são abundantes em nossa Casa, graças a Deus!
Como está enxergando o movimento espírita na atualidade? Algo que mereça reparo?
Sempre encontramos motivos para reparos que levarão a cada vez mais aperfeiçoamento, não é mesmo? E que bom que seja assim!
Pelo próprio significado da palavra, movimento indica ação e não inércia, o que pressupõe que estamos sempre em evolução, em ascensão, buscando para o Movimento Espírita esse constante desenvolvimento.
Atualmente, percebe-se cada vez mais o envolvimento dos espíritas em contribuir para que o Espiritismo se expanda de forma clara e sem misticismos ou dúbias interpretações.
E importante papel têm desempenhado os meios de comunicação de massa e produções culturais. Quanto mais produções baseadas nos verdadeiros postulados da Doutrina Espírita e nas obras reconhecidamente espíritas, mais o Movimento se fortalece, atingindo os objetivos de divulgação para o esclarecimento e conforto emocional daqueles que têm contato com essas produções, levando muitos a buscar os centros espíritas para um melhor entendimento desses “novos” conhecimentos.
Tem algum livro lançado, espírita ou não espírita?
Não.
Algo mais que queira acrescentar?
Gostaria de lembrar a todos o quanto temos de proteção espiritual dos amigos que nos acompanham nesta jornada terrena. Mesmo que silenciosos aos nossos ouvidos físicos, eles nos amparam em todos os instantes e precisamos urgentemente aprender a sentir sua presença, suas orientações e ser gratos por essas companhias que o Pai do Céu nos concede como bênçãos. Confiemos sempre na assistência divina, por meio desses abnegados servidores do Senhor, guiados pelo Mestre Misericordioso!
As suas despedidas dos nossos leitores.
Caro amigo Ismael, a você toda a minha gratidão por esta linda oportunidade de participar de um trabalho tão edificante como este que você realiza em prol da nossa querida Doutrina Consoladora!
Aos irmãos espíritas e todos quantos venham a ler esta entrevista, minha gratidão pela atenção!
Que Jesus abençoe a todos nós!
Grande abraço
Rosemary aos 2, 3 e 10 anos e na primeira comunhão aos 11 anos com a mãe Graça e o irmão Roberto
Rosemary com seus 8 anos junto com meus irmãos Roberto e Jerusa
Rosemary aos 19 anos
Aniversário de Rosemary em 2010, com Reginaldo (noivo), Gabriel (sobrinho); noivado de Rosemary: D. Dulce (sogra), Reginaldo (noivo), Rosemary e Graça (mãe); Rosemary na monitoria da 2ª turma do Curso para Iniciantes no CEHC, em 2007; . ministrando o Seminário “Viagem Astral, Sonhos e Premonições”, 2009.
Rosemary com o pai Manoel e o sobrinho Gabriel; aniversário em 2009, da mãe de Rosemary. Christina (cunhada),
Roberto (irmão), Graça (mãe), Rosemary, Jerusa (irmã) e Gabriel (sobrinho).
Rosemary e o noivo Reginaldo em Teresina –PI no ano de 2010; no Mirante em Belo Horizonte, MG, em 2005; lançamento do informativo “Página de Luz”, do qual Rosemary foi editora e diagramadora e em Joinville, SC, na estação de ferroviária em 2008.
Rosemary em sua exposição “Florações”, 1ª edição-setembro/2010, no Espaço de Arte do TRT
OBS: AS FOTOS DESTA ENTREVISTA SÓ PODERÃO SER UTILIZADAS EM OUTRAS PUBLICAÇÕES MEDIANTE AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO ENTREVISTADO.
Postado por Gislaine às 11:29 0 comentários
Mensagem de Bezerra de Menezes – Português/Espanhol Cabe-nos não desanimar Nos cabe no desanimar
(Mensagem psicofônica ditada pelo Espírito Adolfo Bezerra de Menezes,
por intermédio do médium Divaldo Pereira Franco, no momento do
encerramento da sua conferência da 59ª Semana Espírita de Vitória da
Conquista, no dia 09 de setembro de 2012.)
(Mensaje psicofónico dictado por el Espíritu Adolfo Bezerra de Menezes,
por intermedio del médium Divaldo Pereira Franco, en el momento del
cierre de su conferencia de la 59ª Semana de la Victoria de la
Conquista, en el día 09 de septiembre del 2012.)
por intermedio del médium Divaldo Pereira Franco, en el momento del
cierre de su conferencia de la 59ª Semana de la Victoria de la
Conquista, en el día 09 de septiembre del 2012.)
Cabe-nos não desanimar, prosseguir com o espírito voltado para o bem, de tal forma, que as paixões primitivas cedam lugar às peregrinas virtudes descendentes do amor. Desesperada, a criatura humana suplica misericórdia, e os céus generosos fazem chover sobre a terra as messes de misericórdia e de encorajamento para a vida. Não vos deixeis contaminar pelos desequilíbrios que grassam, pelo vírus do horror, que leva a vida aos patamares mais sofridos. Erguei-vos em pensamento e em ação Àquele que nos prometeu estar conosco em qualquer circunstância para que pudéssemos ter vida e vida em abundância. Filhos da alma, vossos guias espirituais adejam ao vosso lado como aves sublimes de ternura, aguardando a oportunidade de manter convosco intercâmbio iluminativo. Não vos permitais o luxo da negativa às suas inspirações gloriosas. Não recalcitreis ante o espinho cravado nas carnes da alma de que necessitais momentaneamente. Desde quando conhecestes Jesus, tendes o dever de demonstrar-lhe fidelidade e amor, basta-vos abrir os sentimentos de fraternidade e de misericórdia para com todos aqueles que sofrem, perdoando-vos os equívocos e perdoando as agressões que vos chegam ameaçadoras. Ninguém a sós, em nome desses espíritos espíritas, que comparecem a este evento há cinquenta e nove anos sucessivamente. Nós vos conclamamos à diretriz de segurança para uma existência de paz. Amar! Sede vós aqueles que amam. Rejeitados, menosprezados e até perseguidos, aureolai-vos no amor para que se exteriorizem os sentimentos sublimes do Cordeiro de Deus e em breve possamos ver bebendo no mesmo córrego, o lobo e o cordeiro, os bons e os ainda maus, fascinados pela água pura do Evangelho libertador. Ide em paz, meus filhos, retornai aos vossos lares e buscai a luz da verdade que dissipa a ignorância e que anula a treva. Jesus conta convosco na razão direta em que com Ele contamos.
Abençoe-nos o incomparável amigo Jesus e dê-nos a sua bênção de paz.
Com muito carinho, o servidor humílimo e paternal de sempre, Bezerra.
Muita paz!
**********
Nos cabe no desanimar, proseguir con el espíritu dedicado para el bien, de tal forma, que las pasiones primitivas cedan lugar a la peregrinas virtudes descendientes del amor. Desesperada, la criatura humana suplica misericordia, y los cielos generosos hacen llover sobre la tierra las mieles de misericordia y de valentía para la vida. No os dejéis contaminar por los desequilibrios que propagan, por el virus del horror, que lleva la vida a los lugares más sufridos. Levantaos en pensamiento y en acción A aquel que nos prometió estar con nosotros en cualquier circunstancia para que pudiéramos tener vida y vida en abundancia. Hijos del alma, vuestros guías espirituales vuelan a vuestro lado como aves sublimes de ternura, aguardando la oportunidad de mantener con vosotros intercambio iluminador. No os permitáis el lujo de la negación a sus inspiraciones gloriosas. No recalcitrantes ante el espino clavado en las carnes del alma de que necesitáis momentáneamente. Desde cuando conocisteis a Jesús, tenéis el deber de demostrarle fidelidad y amor, os basta abrir los sentimientos de fraternidad y de misericordia para con todos aquellos que sufren, perdonándoos los equívocos y perdonando las agresiones que os llegan amenazadoras. Nadie a solas, en nombre de esos espíritus espíritas, que comparecen a este evento hace cincuenta y nueve años sucesivamente. ¡Nosotros os llamamos a la directriz de seguridad para una existencia de paz! ¡Amar! Sed vosotros aquellos que aman. Rechazados, menospreciados y hasta perseguidos, aureolaros en el amor para que se exterioricen los sentimientos sublimes del Cordero de Dios y en breve podamos ver bebiendo en el mismo torrencial, el lobo y el cordero, los buenos y los aún malos, fascinados por el agua pura del Evangelio liberador. Id en paz, mis hijos, volved a vuestros hogares y buscad la luz de la verdad que disipa la ignorancia y que anula las tinieblas. Jesús cuenta con vosotros en la razón directa en que con Él contamos.
Bendícenos oh incomparable amigo Jesús y danos tu bendición de paz.
Con mucho cariño, el servidor humildísimo y paternal de siempre, Becerra.
¡Mucha paz!
(Texto recebido em email de Gledson Barreto [gledsonftc@gmail.com] e site da UEVC)
(Texto recibido en email de Gledson Barreto [gledsonftc@gmail.com] y site de la UEVC)
(TRADUÇÃO PARA O ESPANHOL POR ISABEL PORRAS isabelporras1@gmail.com, ESPANHA)
Dr. Adolfo Bezerra de Menezes
Quadro da artista plástica Nair Camargo, São Paulo. Foto Ismael Gobbo
Sobrado onde funcionou o consultório do Dr. Bezerra de Menezes na
cidade do Rio de Janeiro.Foto Ismael Gobbo
Postado por Gislaine às 11:05 0 comentários
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
O Antigo Egito (Ismael Gobbo) XII– A Mumificação e os Funerais
Os cuidados que os egípcios dispensaram aos seus mortos traduziram-se em precioso material de estudo para a posteridade.
Entre eles, a prática dos rituais da mumificação de cadáveres de pessoas ou de animais foi um dos legados que mais chamou atenção dos pesquisadores da história do antigo Egito através dos tempos.
Foi através da mumificação que se pôde conhecer com precisão as características físicas de muitos personagens, suas idades e até aqueles que portavam alguma doença. Acredita-se hoje, pelo fato de muitos corpos terem aparecido mumificado nas areias saarianas, que o processo da mumificação foi, entre os egípcios, uma forma científica de ajudar a natureza naquilo que ela, por sua conta, já vinha realizando.
Sob o ponto de vista das celebrações fúnebres, em nada diferem dos processos atuais onde, àqueles detentores de maiores recursos, são colocados à disposição cerimônias, paramentos e sepulturas mais pomposas.
Aliás, sob esse aspecto não é difícil imaginar a indústria e o comércio que floresceram em torno dessa atividade, que, em determinado momento, foi a principal fonte de emprego tanto de operários como de profissionais especializados.
O Processo da Mumificação
Foi Heródoto, célebre historiador de Halicarnasso, quem nos ofereceu, na condição de testemunha ocular, excelentes esclarecimentos acerca desses rituais de preservação do corpo.
Diz-nos Heródoto que muitos profissionais se estabeleciam e executavam o trabalho com muita destreza.
Quando um defunto era trazido para eles, faziam a demonstração dos modelos de suportes para transporte das múmias, confeccionados em madeira e cobertos de pinturas imitando coisas reais.
Quanto ao embalsamamento, narra, havia um método mais caro; um segundo, mais simples, que custava menos; e, um terceiro, que era o mais barato de todos.
Feita a demonstração dos diferentes meios de conservação, eles perguntavam por qual método o defunto devia ser preparado. Escolhido e combinado o preço, os embalsamadores iniciavam os trabalhos.
No melhor tratamento, o primeiro passo era a extração do cérebro, através das narinas, com o auxílio de um gancho de ferro. Removido este, o restante era retirado com a utilização de drogas.
Em seguida, faziam uma incisão no flanco com um estilete de pedra etíope, através da qual retiravam todos os órgãos internos. Limpavam a cavidade através de sucessivas lavagens, enxaguavam-na com vinho de palmeira e algumas especiarias que trituravam, exceto o incenso,e, logo após, faziam a costura.
O passo seguinte era cobrir o defunto com natron (Carbonato de Sódio natural) por 70 dias. Decorrido tal período, levavam-no e embrulhavam-no da cabeça aos pés com bandagens do mais fino linho untado com goma.
Finalmente, eles entregavam o defunto aos parentes, que o colocavam em uma urna com o formato humano, passando, a seguir, para um aposento de sepultamento, onde permaneciam escorados junto à parede.
Este seria o mais suntuoso e custoso método de preparação do morto.
Para o segundo método, mais simplificado, os defuntos passavam pelo seguinte tratamento: os embalsamadores enchiam suas seringas com óleo de Cedro e injetavam-nas no abdômem, sem fazer qualquer incisão ou extração de órgãos; tal aplicação era feita através do ânus, que, ao final, era obstruído. Esse processo de mumificação do corpo era feito por determinado número de dias, findo os quais eles deixavam escapar o óleo que havia sido injetado. Com a utilização de sódio, o corpo era reduzido a pele e osso.
O terceiro método, utilizado pelos mais pobres restringia-se ao seguinte: os embalsamadores limpavam o abdômem com purgativo, mumificavam o corpo por setenta dias,e, ao final desse período, entregavam-no à familia para ser enterrado.
O Sepultamento
O cortejo se iniciava com um grupo de escravos que levavam oferendas e os instrumentos de trabalho do morto.
Em seguida, vinha um grupo de carpideiras lançando gritos terríveis, arrancando-se os cabelos e cantando lamentos fúnebres.
Por último, entre o mestre de cerimônias e o sacerdote, seguia o catafalco em forma de Barco Solar, arrastado sobre uma plataforma puxada por um junta de bois.
Acompanhavam o cortejo a família do defunto, seus amigos e parentes e um grupo de mulheres que cantavam os elogios fúnebres do defunto.
Quando o sepultamento se dava na outra margem do rio Nilo, como foi o caso das famosas necrópoles dos Vales, o cortejo cruzava o rio através de balsas e continuava o trajeto como antes.
No local do sepultamento, a múmia recebia as oferendas e as saudações de despedida dos parentes e amigos. A seguir procedia-se à “cerimônia da abertura dos olhos e da boca”, assim chamada porque, com ela, criam devolver ao defunto os sentidos que possuía em vida. Por fim, a múmia era depositada na sepultura.
Próximo artigo: O Livro dos Mortos
Vasos Canópicos da XIX Dinastia. São recipientes onde eram colocadas as visceras dos mortos no processo da mumificaçao.
Museu Egipcio de Berlim. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaso_can%C3%B3pico . Acesso em 12/9/2012
Múmia exposta no Museu Vaticano, Italia.
Acesso em 23/9/2012
Mumia no Museu Britânico, Londres. Imagem:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Mummy_501594_fh000031.jpg
Barca funerária de Quéops (Barca Solar), que foi descoberta em 1954 aos pés da pirâmide
que leva o nome daquele faraó. Gizé, região do Cairo, Egito.
Imagem: http://es.wikipedia.org/wiki/Barca_funeraria_de_Keops acessada em 12/9/2012
Pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos. Gizé, Egito. Foto Ismael Gobbo
Cerimônia fúnebre: a abertura da boca.
Máscara mortuária do faraó Tutancâmon executada em ouro maciço e outros materiais preciosos
como lápis-lazúli, Cornalina, Quartzo, Obsidiana, Turquesa e vidro. Peso: 11 kg.
Museu do Cairo, Egito. Foto Ismael Gobbo
Um dos sarcófagos de Tutancâmon, o mais interno, em formato de múmia exposto no Museu do Cairo.
Executado em ouro pesa 110,4 kg. Foto Ismael Gobbo
Vaso de Alabastro para perfume encontrado na tumba do faraó Tutancâmon simbolizando
a união do Baixo e Alto Egito. Imagem: http://en.wikipedia.org/wiki/KV62
acessada em 19/9/2012
Pintura mural na sepultura do Faraó Tutancâmon no Vale dos Reis.
O sarcófago de pedra permanece na sepultura. O tesouro ali encontrado por Howard Carter em 1922
está exposto no Museu do Cairo, Egito. Imagem: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Egypt.KV62.01.jpg
Sarcófago de Nectanebo II. da 30ª. Dinastia. 345 a.C. Alexandria, Egito. Dimensão: 1,62mX1,19mX3,13m.
Museu Britânico, Londres. Foto Ismael Gobbo
Charrete para turistas em Luxor, Egito. As famosas necrópoles da época faraônica
se situam na outra margem do Rio Nilo. Foto Ismael Gobbo
Postado por Gislaine às 01:53 0 comentários
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Focalizando o Trabalhador Espírita (161) Miguel de Jesus Sardano
Miguel de Jesus Sardano
Focalizamos neste sábado um pouco da vida e da obra
do nosso dileto amigo e companheiro de ideal espírita,
Miguel de Jesus Sardano, que é orador, escritor e di-
rigente de importante entidade de assistência e promo-
cão na cidade de Santo André, no ABC. Além do impor-
tante trabalho que desenvolve no campo assistencial
e doutrinário, Miguel é um dos que mais tem acompa-
nhado o médium e conferencista Divaldo Pereira Franco,
em suas conferências pelo Brasil e também em algumas
das viagens deste ao exterior.
Caro Miguel, por favor faça-nos sua auto apresentação.
Ismael, sou Miguel de Jesus Sardano, filho de Rafael Sardano e Jovelina Maria de Jesus, natural de Mirassol, Estado de São Paulo. Nasci aos 18 de agosto de 1933 e cursei a escola primária, transferindo-me depois para São Paulo em 1948. Em 1956 mudei-me para a cidade de Santo André onde cursei ginásio e magistério, local onde resido até os dias atuais.
Casado desde 1957 com Terezinha, de cujo matrimônio nasceram dois filhos, Edélcio Sardano e Edson Sardano que nos deram três netos. Meus pais já faleceram há vários anos.
Qual a sua formação acadêmica e profissional?
Advogado e professor primário. Ora aposentado.
Como você conheceu o Espiritismo?
Em 1950, com 17 anos, eu trabalhava numa padaria, na Mooca e, entre minhas tarefas, eu entregava pão em domicílio. Um dos fregueses da padaria, o sr. Jacob, um judeu lituano, mascate de joias e outros produtos que vendia. Um dia, quando fui levar o pão à sua casa, ele estava lendo um livro intitulado “Crônicas de Além do Túmulo”, de Chico Xavier, ditado pelo Espírito Humberto de Campos. Como sempre fui curioso e estudioso perguntei ao sr. Jacob qual era o assunto do livro. Ele sintetizou o seu conteúdo e eu fiquei muito interessado. Ele me emprestou o livro, convidou-me para ir à sua casa no dia seguinte, à noite, quando realizava uma reunião do “Evangelho no Lar”. Como a irmã dele, que morava na mesma casa (eram três irmãos, duas irmãs e ele, todos solteiros) era médium, no final da reunião recebeu uma mensagem, pois era vidente também, dando notícias de uma irmãzinha minha falecida com sete meses, de nome Eufrásia. Na época eu deveria ter uns quatro anos quando ela morreu. Eu sabia, mas não me lembrava de nada. Esse fato me levou a estudar o Espiritismo. O sr. Jacob frequentava a Federação Espírita do Estado de São Paulo e para lá me encaminhou. Estudei tanto espiritismo, eu em 1954 realizei minha primeira palestra. Foi no Centro Espírita Consolador em São José do Rio Preto. A partir daí não parei mais.
Fale sobre o C.E. Dr. Bezerra de Menezes?
Em 1976 fundei, com minha esposa Terezinha Sardano, o Centro Espírita Dr. Bezerra de Menezes e em 1986 fundamos a Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues, creche-bercário, com vários projetos socioeducativos.
Aposentei em 1985, dedicando-me então ao serviço voluntário, em tempo integral, na Instituição Amélia Rodrigues e no Centro Espírita. Sou o atual presidente do Centro Espírita “Dr. Bezerra de Menezes”, que tem como departamentos a Editora Bezerra de Menezes e a Distribuidora de Livros Espíritas, Espiritualistas e Autoajuda.
Fale-nos mais sobre a sua atuação na tribuna espírita.
Realizei palestras em quase todos os Estados do Brasil e em alguns países como Portugal, França, Espanha, Colômbia, Estados Unidos, Paraguai, Bolívia, Inglaterra, Suíça, Canadá, Itália, Bélgica e Áustria. Atuo no Movimento Espírita através da União das Sociedades Espíritas de Santo André. Em 1999 fundamos a Editora Bezerra de Menezes.
Além disso, apresento o programa Presença Espírita, na Rede Boa Nova de Rádio desde 1992, com Divaldo Franco, às quintas-feiras, às 16h.
Quais os livros de sua autoria?
Os livros são: “Nas Pegadas do Nazareno” editado em 1988 e “O Fenômeno Divaldo Franco”, lançado neste mês de setembro.
Tem ideia de quantas cidades e países esteve ao lado de Divaldo?
Aproximadamente 100 cidades e mais de 10 países (muitas delas voltando todos os anos).
Qual a apreciação que faz sobre o homem Divaldo Pereira Franco e sua obra?
Eu descrevo Divaldo Franco e Chico Xavier como sábios. Por trás de sua figura modesta, humilde, escondem duas almas maduras e experientes na vivência humana. Eles se nivelam aos seus mentores Emmanuel e Joanna de Angelis. Nesses 46 anos de convivência (nossa amizade) pude constatar a sabedoria de Divaldo. Dotado de um raciocínio rápido, de uma lucidez espontânea, que traduzem as características de um espírito lúcido e consciente de sua capacidade. Na presente existência, ele se propôs ser instrumento fiel dos Espíritos investidos de elevadas tarefas na Seara do Cristo apagando sua luz para que brilhe a luz Maior do Senhor.
Basta considerar que Divaldo já produziu mais de 250 livros mediúnicos, já proferiu mais de 13.000 conferências, em 64 países dos 5 continentes, para se ter uma ideia da capacidade desse gigante da palavra e da ação. Por falar em ação, a Mansão do Caminho, que acaba de completar 60 anos, atende a mais de 3.000 crianças e adolescentes, diariamente, em seus diversos projetos socioeducativos, além de outros programas que atendem a idosos, famílias, pobres, sem renda, aidéticos, entre outros.
Quem quiser conhecer mais sobre a Mansão do Caminho e o Centro Espírita Caminho da Redenção é só acessar o site: http://www.mansaodocaminho.com.br .
O trabalho de Divaldo é tão grande e importante que já foram escritos 18 livros biográficos sobre sua vida e sua obra. Foi excelente filho, manteve os pais Francisco e Ana Franco, dando-lhes todo carinho e conforto material até o fim. O mesmo ocorreu com sua irmã DETE, que viveu na Mansão, sob os cuidados de Divaldo até a desencarnação. Ele custeou todas as despesas dela, que foi voluntária na costura da Mansão do Caminho.
Divaldo, como divulgador, tem sido comparado a Paulo de Tarso dos primeiros dias do cristianismo. Acha apropriada a comparação?
Não, porque são tempos diferentes, missões diferentes no tempo e no espaço. Na minha opinião e do próprio Divaldo, Paulo foi o maior divulgador do cristianismo de todos os tempos.
Como está enxergando o movimento espírita presentemente?
Em permanente crescimento, apesar das dificuldades financeiras para alcançar a grande mídia. Há muitos problemas, como é natural, mas nota-se o crescimento em quantidade e qualidade. Faltam recursos financeiros.
Quais os momentos e personalidades que mais o marcaram em sua trajetória espírita?
O lançamento do meu livro “Nas Pegadas do Nazareno” em 1988, conhecer Divaldo Franco e Chico Xavier. Por dever de Justiça devo mencionar o nome de um senhor lituano, de nome Jacó, que me emprestou o primeiro livro espírita (Crônicas de Além do Túmulo) de autoria de Humberto Campos, psicografado por Chico Xavier. Ele me encaminhou para o Espiritismo em 1950.
Mais informações no site: www.cebezerra.com.br
As suas despedidas dos nossos leitores.
Aos amigos internautas que vierem ler esta página espero ter passado uma mensagem de experiência e estímulo. Deixo aqui gravada minha gratidão a todos, aceitando qualquer crítica que venha enriquecer meu cabedal. Meu abraço carinhoso com votos de paz.
casamento de Miguel de Jesus Sardano e Terezinha aos 31/1/1957
Foto de 1975 no Rio Grande do Sul com Divaldo Pereira Franco proferindo
conferência tendo Miguel de Jesus Sardano à sua direita
Foto do arquivo de Jorge Moehlecke
Miguel de Jesus Sardano no ano de 1976
Fotos que registram o inicio das construções da Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues, em Santo André, SP.
Instituição Assistencial e Educacional Amélia Rodrigues, dirigida por Miguel de Jesus Sardano, em Santo André, SP.
Festa oficina; Miguel e Terezinha; com as crianças na creche e com Divaldo Pereira Franco
Miguel de Jesus Sardano à direita de Divaldo Pereira Franco (paletó Bege) na
cidade de Bauru, SP. Foto fornecida pela Use Bauru
Miguel apresenta Divaldo na conferência deste na cidade de Jales, SP. em 27/10/2009. Foto Ismael Gobbo
Terezinha e Miguel de Jesus Sardano ladeando Divaldo Pereira Franco em homenagem a este
prestada no aniversário de 25 anos do Encontro Fraterno.
Imagens de Miguel de Jesus Sardano na tribuna e com Divaldo Pereira Franco
Capas dos livros escritos por Miguel de Jesus Sardano
OBS: AS FOTOS DESTA ENTREVISTA SÓ PODERÃO SER UTILIZADAS EM OUTRAS PUBLICAÇÕES MEDIANTE AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO ENTREVISTADO.
Postado por Gislaine às 02:37 0 comentários
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
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