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sábado, 19 de abril de 2014

Artigo especial. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Uma verdade acima da verdade


Roosevelt A. Tiago. Barra Bonita, SP
www.roosevelt.net.br

É difícil calcular um método didático para fazer com que uma verdade possa atender as necessidades de várias gerações e as variadas capacidades de entendimento.
Assim é o Evangelho estruturado por Allan Kardec, e que reflete uma grande  obra, que em verdade, é dos Espíritos.
Vemos em seu estudo, além da beleza de seu conteúdo, uma grandiosa forma de apresentação, onde os que pouco sabem, se confortam, vendo o que necessitam no texto, os que se dedicaram a estudar as bases da Doutrina Espírita com afinco e vontade, e por isso sabem mais, encontram questões que atendem as suas necessidades. Da mesma forma, os que muito sabem do Espiritismo (embora que em Mundo de Expiações e Provas, ninguém sabe muito), ou observam os problemas sociais com maior profundidade, absorvem respostas e apontamentos com a mesma grandeza de suas dúvidas e anseios.
Temos relatos que nos chegam, tendo a mediunidade como veículo, de que em esferas superiores, Espíritos prosseguem a estudar o Evangelho pela riqueza de suas informações, que lembramos, se apresentam na medida em que pode entender, aquele que se destina a estudá-lo.

Quanto mais adquirimos esse entendimento, mais temos que olhar com paciência e até caridade, para os companheiros que alimentam a ideia de que O Evangelho Segundo o Espiritismo estaria ultrapassado.
Somente a ignorância diante do que nos é grande demais, poderia justificar ideias contrárias a uma obra que apenas conhecemos na superficialidade. O Evangelho apenas estará superado, quando sua aplicabilidade for algo praticado por todos os integrantes que ele deve orientar.
No entanto, se uma obra possui a finalidade de promover transformações morais ao nosso planeta, podemos com relativa facilidade, perceber que muito ainda falta para que essa reforma se estabeleça, o que evidencia que a finalidade da obra está apenas no começo, mesmo com tantos benefícios já apresentados.

Quando lembramos das passagens registradas nas antigas escrituras, onde Jesus destacava seus discípulos ao trabalho de divulgação e implantação da Boa Nova, gera-nos a impressão de que eles foram privilegiados pela presença do Mestre, propiciando o chamado pessoal.
No entanto, por meio do Evangelho, Jesus prossegue a convocar as almas despertas para o mesmo trabalho. Assim como no passado, que Sua voz ecoava nos corações dos que estavam prontos para segui-lo, hoje o Evangelho é a sempre atual voz de Jesus.
No capítulo: Muitos os Chamados, Poucos os Escolhidos, item 12, lemos: “Quem quer que conheça os preceitos do Cristo e não os pratique, é certamente culpado (...)”, desta forma, o contato com as diretrizes apresentadas no Evangelho, devem provocar profundas transformações comportamentais, não permitindo que o homem siga sendo o mesmo.
Assim, Jesus chamou e prossegue chamando a muitos, e escolhendo os que apresentam maiores disponibilidade em servir, e servido, promovem em si mesmos, as modificações necessárias em sua estrutura moral.
  Como vemos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, é o caminho mais seguro para as aquisições da alma, e sua observação cuidadosa, uma necessidade constante.
Crer em uma vida feliz, sem a substituição dos valores medíocres e marcados pela inferioridade é ilusão.
O Evangelho é uma obra de primeira grandeza e que aguarda, pacientemente, que o homem desperte para a necessidade de sua aplicação. Seu conteúdo é de origem divina e que ofusca aos olhos que apenas concebem a materialidade.
Tudo o que acontece a nossa volta, tem como gênese a condição de adiantamento ou não do Espírito, que caminhando pela imortalidade, armazena experiências e aprende sempre, depurando-se e tendo como norte a perfeição relativa.
Com Jesus na condição de Governador do planeta, o Evangelho é o manual de conduta, que orienta a criatura humana sobre as regras, as leis e acima de tudo, sobre sua destinação.
Sem o Evangelho, nos faltaria a segurança com relação a estrutura da vida e sem a capacidade de entender, nem sequer poderíamos viver. Seríamos impulsionados a uma vida fútil e uma reencarnação quase estéril.
Na expressão de Jesus “Eu sou o caminho a verdade e a vida”, somos forçados a entender que o Evangelho traduz passo a passo esse caminho, essa verdade e que nos leva para a vida.
Hoje existem muitas obras Espíritas que auxiliam a caminhada do homem, porém, todas elas nasceram das verdades trazidas anteriormente pelo Evangelho, cujas ideias estão popularizadas de várias formas, aguardando que o homem lhe reconheça a grandeza e se felicite em aplicá-las.

Lembramos ainda que o Evangelho traça o perfil de Jesus, nele está contido as ideias, o comportamento e o caráter do Mestre. Estudar o Evangelho é aproximar-se do Cristo e reconhecê-lo com o próprio coração.
Nesta data, que levantamos homenagem aos cento e cinquenta anos de O Evangelho Segundo o Espiritismo, desejando que nossa adesão ao bem seja a manifestação de nossa gratidão, pois essa obra é prova da confiança de Jesus no futuro do homem.
Univeridade Jean Moulin, em Lião, França. Foto Ismael Gobbo
Em Lião nasceu Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec), Codificador do Espiritismo,  aos 3 de outubro de 1804
Turista orando com a mão postada sobre o busto de Allan Kardec no Cemitério Pére Lachaise, em Paris, França.
Allan Kardec desencarnou em Paris  aos 31 de março de 1869.Foto Ismael Gobbo
O Evangelho Segundo o Espiritismo lançado em abril de 1864
Henri Heine (1797 – 1856)  está presente em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”,
dando instrução no capítulo XX, item 3, “Os últimos serão os primeiros”.

Marina (Port de l’Arsenal) com o “Boulevard de la Bastille”. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
O Espiritismo foi codificado por Allan Kardec em Paris.
Torre Saint-Jacques,  é um monumento em estilo gótico e  tudo o que restou  da  igreja de  Saint-Jacques-de-la-Boucherie
 (“da carnificina”) do século XVI, destruída durante a Revolução Francesa.  Paris, França.  Foto Ismael Gobbo

Homenagem ao livro espírita 157 anos de O Livro dos Espíritos: 18-04-1857/ 18-04-2014


(recebido em email de Leopoldo Zanardi)
Ficheiro:Le Livre des Esprits 2.jpg
O Livro dos Espíritos  lançado em 18-04-1857
Imagem: internet


Estátua de Jean-Jacques Rousseau (1712 – 1778) ao lado da Faculdade de Direito de Paris- Sorbonne
Em Paris Allan Kardec codificou o  Espiritismo. Foto Ismael Gobbo

Allan Kardec, Codificador do Espiritismo, Óleo sobre tela por  Nair Camargo. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 18-04-2014.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/ABRIL/17-04-2014.htm

Artigo especial. Evangelho – 150 anos III

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA RIE
REVISTA INTERNACIONAL DE ESPIRITISMO
MATÃO, SP. ABRIL/2014.


Artigo especial. Recordando Allan Kardec


Yeda Hungria. Niterói, RJ
yedahungria@yahoo.com.br

Manhã de 31 de março de 1869.
O professor Rivail empacota no escritório sua extensa coleção de livros. Os preparativos para a mudança do apartamento da Passage Sainte-Anne para a Ville de Ségur absorvem-lhe considerável parte do tempo. Amélie Boudet, a dedicada esposa, ausentara-se para as compras.
A criada vem chamá-lo para atender um visitante. Bate seguidas vezes à porta, sem resposta. Intrigada, penetra no aposento e assusta-se com a triste cena: o bondoso patrão prostrado ao solo, desfalecido. Requisitado imediatamente o socorro médico. Pouco depois, irrompe o amigo Alexandre Delanne e tenta reanimá-lo com passes magnéticos. Em vão. Tombara Allan Kardec, o gigante do espiritismo, vitimado por fulminante aneurisma. Volve à pátria espiritual, de onde viera com o mandato, fielmente cumprido, de despertar o homem para a existência real da  alma, sua eternidade, e a respectiva consequência filosófica.
Manhã de 16 de outubro de 1998, cento e vinte nove anos decorridos aquela data. Ensolarado, mas frio domingo parisiense.
Procedemos de Lisboa, ainda com as doces impressões do Congresso Espírita Mundial.
Da janela do Hotel Terminus Est, defronte à Gare de l'Est, observávamos o movimento dos transeuntes, aguardando o confrade Eduardo Vasconcellos, residente em Paris e nosso cicerone, para um 'tour' espírita.
 Inicialmente, rumamos ao Cemitério do Père-Lachaise, no Boulevard de Ménilmontant, em visita ao túmulo de Allan Kardec.
 Alcançamos a Rue des Rondeaux e nos dirigimos à entrada do fundo do campo santo, em razão de o sepulcro do Codificador situar-se próximo, evitando atravessar a grande extensão do cemitério, a partir da Porte Principale.
 Ultrapassada a Porte Gambetta, percorremos a Avenue des Combattants Étrangers, admirando aqui e ali a suntuosidade dos mausoléus, em verdade monumentos artísticos às memórias e feitos dos seus 'ocupantes'. Muitos acreditam tratar-se da última morada e se esmeram em proporcionar beleza e pujança ao local dos despojos, ignorando o prosseguir da vida além-túmulo. Sabemos, contudo, que somente por ações no bem no plano físico, espíritos imortais que somos, construiremos as celestiais habitações de luz.
Inaugurado em 1804, o Père-Lachaise conta com cerca de 3.000 sepulturas de interesse histórico, artístico, cultural ou sentimental. Com 44 hectares, a área equivale a do Estado do Vaticano, e sua planta sugere uma cabeça voltada para o lado direito.
Muitos propõem que este cemitério deveria ser classificado como museu, porquanto caminhar por suas alamedas representa uma viagem pela história da França ao longo dos dois últimos séculos.
À sombra de suas 5.300 árvores centenárias estão sepultadas célebres personagens, entre elas, Balzac, Gay-Lussac, Delacroix, Bizet, Auguste Comte, Chopin, Hahnemann, Musset, La Fontaine, Molière, Oscar Wilde, Modigliani, Proust, Rossini, Champollion, Saint-Hilaire, Poulenc e tantos outros, gigantes das artes, literatura e conhecimentos. Também a tumba do famoso escultor Paul Landowski, autor da estátua do Cristo Redentor, dominante sobre a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.
Prosseguindo, divisamos ao longe uma construção em formato de dólmen. À medida que dela nos aproximávamos, a emoção nos ia dominando... dominando... até à comoção! Era o túmulo de Allan Kardec. Sensação indescritível ao ver de perto o monumento, por nós tão conhecido através de fotos, merecido preito  dos espíritas franceses a quem nos legou a Terceira Revelação; aquele a quem temos reverenciado com infinito respeito e admiração, desde o nosso ingresso na abençoada doutrina. Do estudo de suas obras herdamos a consolidação do caráter e a construção de uma nova visão de vida, capacitando-nos para o exercício da solidariedade humana e do crescimento espiritual.
O êxtase foi interrompido com a chegada de quatro jovens senhoras sobraçando flores frescas. Eduardo nos informou que são elas encarregadas pela União Espírita Francesa de manterem o local sempre florido, a quem transmitimos o agradecimento em nome dos espíritas do Brasil.
Diante do belo monumento druida esculpido em granito, composto de três blocos verticais a sustentar outro, horizontal, o pensamento viajou no tempo, até à Gália, à época de Júlio César, onde o professor Rivail vivera como o sacerdote Allan Kardec...
Segundo o pesquisador Herculano Pires, "poucos espíritas sabem das ligações do mundo celta, povo que vivia na Gália, com o espiritismo. Historicamente, essas ligações decorrem das semelhanças doutrinárias entre o espiritismo e o druidismo, a religião dos celtas."
Léon Denis nos diz que "a doutrina céltica se dirige, sobretudo, às almas corajosas que se esforçam para escalar os altos cumes; a todos aqueles que veem na vida uma luta constante contra os instintos inferiores; aos que consideram a prova como uma purificação e evolvem em direção à luz, em direção à suprema beleza."
Allan Kardec foi dessas almas de escol, consolidada nos ensinos célticos, ou não conseguiria, em pouco mais de dez anos, trazer à humanidade a monumental e incontestável doutrina espírita.
A edição de junho de 1869 da Revista Espírita relata que, ao cogitar-se da construção do dólmen, o frontispício teria a inscrição "Todo efeito tem uma causa; todo efeito inteligente tem uma causa inteligente; a potência da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito." Entretanto, o texto foi substituído pela máxima tão conhecida "Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre, tal é a lei."
O editorial da mesma Revista Espírita, quando da desencarnação do Codificador, declara: "Na Terra, a obra tomará o lugar do indivíduo. Não nos uniremos em torno de Allan Kardec; estaremos unidos em torno do espiritismo, tal qual ele o constituiu, e, por seus conselhos, sob sua influência, avançaremos a passos certos para as fases prometidas à humanidade regenerada."
Quando nos preparávamos para orar junto ao mausoléu, surgem turistas poloneses. Param, observam com simpatia o mausoléu, e da fala do guia só identificamos os vocábulos Allan Kardec. O que teria ele dito àquelas pessoas a respeito do missionário de Lyon?
Sua memória, até hoje, é tão frequentemente venerada que a administração do Père-Lachaise atesta, oficialmente, ser o seu túmulo o mais visitado, seguido pelo da cantora Edith Piaf, que sabiamente declarara certa vez: "A morte não existe".
Deixando o campo santo, fomos ao Palais Royal. A primeira edição de O livro dos espíritos, em lançamento, fora exposta no pátio em uma das barracas de livrarias.
Por fim,  dirigimo-nos à residência de Kardec.
A Rue Saint-Augustine, na passage Sainte-Anne 59, galeria de mesmo nome, acolhera o seu último endereço. Ali deixara a vida no último dia de março de 1869, entre 11 e 12 horas. Inicialmente sepultado no Cemitério de Montmartre fora mais tarde trasladado ao Père- Lachaise.
Estacionamos diante do secular prédio de apartamentos a contemplar a fachada ricamente trabalhada, segundo a ordem arquitetônica romana. Um pórtico com duas colunas  apoia um frontão sobranceiro à placa Passage Ste. Anne e ao número 59. A ampla entrada, com 1,60 metros de largura, conduz, por uma galeria, a uma porta de entrada, alta, dividida em duas partes, para acesso aos apartamentos. Com grande emoção giramos a mesma maçaneta que, por tantas vezes, Kardec e a esposa Amélie, ativa colaboradora, o fizeram!
Subimos um lance de escada. O seu apartamento se  localizava à esquerda. Na residência funcionava, também, o escritório da Revista Espírita.
O imóvel estava alugado por não ter os espíritas franceses recursos financeiros para sua aquisição. Acredito que se o Movimento Espírita brasileiro tivesse conhecimento desse fato na época poderíamos dispor de um museu do espiritismo em Paris.
Diante daquela porta, pusemo-nos em sentida gratidão ao missionário que nos legou uma nova ética comportamental e a certeza da perenidade do ser sobrevivente ao corpo.
À saída, o sol brilhava intenso no céu parisiense iluminando o prédio antigo, silenciosa testemunha de uma extraordinária história imorredoura!
Quem sabe, fosse a luz tributo a um dos maiores benfeitores da humanidade...
Yeda Hungria (E) em Paris, França. Rue Sainte-Anne 59: Galeria (passage) de acesso ao apartamento de                Kardec.

Yeda no  dólmen  de Kardec no Père Lachaise. Paris, França.
Palais Royal. Em abril de 1857havia no local das esferas barracas de diversas livrarias;
numa delas expunha-se a primeira edição de O Livro dos Espíritos

Pont au Change no Rio Sena  com Teatro Châtelet, Torre Saint Jacques e Praça Châtelet, Paris, França. Foto          Ismael Gobbo
Túmulo de Jean François Champollion “O Jovem” em forma de obelisco egípcio
Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo

Jardins do Palais Royal. Paris, França. Foto Ismael Gobbo

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 17-04-2014.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/ABRIL/17-04-2014.htm

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Divina Seara

Emiliana Delminda (Poetisa de Araraquara, SP), já desencarnada)

Cobria o solo espesso pedregulho
Ódio, mentira, iniquidade orgulho
Crime e devassidão
E nesse duro e aspérrimo terreno
Do meigo Nazareno
A semente espargiu
A esta que somente o solo amigo
Humildes corações lhe dera abrigo,
Em breve germinou, cresceu floriu
Deu frutos, caridade
Fé , esperança amor fraternidade
E vencendo paixão, inveja , egoísmo
Outro fruto gerou, o cristianismo.

Mas, porque a seara era verdade e luz
O semeador foi condenado à cruz.

O semeador partiu
Foi-se o Divino amor
A Bem Aventurança
A cortina mirífica lhe abriu.
Ao rebanho de ovelhas que o seguira
Na terrena jornada
Na alma desconsolada, resta uma esperança
A promessa que ouvira um dia ao bom pastor:
“Outro virá depois de mim, virá e vos consolará”.

Corria o tempo, calmo, ininterrupto
Da seara, envenenara o doce fruto,
Sacrílega ambição
É que outros tantos Judas Iscariotes
Os príncipes da igreja, os sacerdotes
Lançaram pelo mundo a confusão
Invés da seara primitiva,
Parasita nociva levantou-se do chão
E a pobre humanidade sem luz, sem liberdade,
Do abismo, resvalou na escuridão.

Depois , o ódio, a inquisição, a guerra
O humano sangue enxovalhando a Terra
Onde a fraternidade, a justiça, o amor
Velaram-se de tétrica ignorância
No turvo manto da sinistra cor.

Os anos passaram lentamente
Foram profusamente espalhadas pedras de tropeço
Na estrada luminosa do progresso
E ainda hoje, caminha  cega a humanidade
Porque nos olhos traz cerrada venda
Que tolda a luz sublime da verdade

Mas a promessa? Acaso falharia
A promessa do filho de Maria
Do Ungido do Senhor?
Não, aí está combatendo o despotismo do clero
O espiritismo com palavras de amor
Ressurge o verdadeiro cristianismo
Eis o consolador!
Os tempos são chegados
No levante, um clarão fulgurante
Anuncia o raiar de nova aurora
Cai o orvalho do céu, a chuva desce,
A Seara reverdece
E há de florir , como floriu outrora!

(Texto recebido em email de Marisa Cajado, Guarujá, SP)
Divino Pastor. Pintura por Marisa Cajado, Guarujá, SP

Artigo Especial. Kardec e o Evangelho à luz da Doutrina Espírita


Marisa Cajado (Guarujá, SP)

Entre controvérsias, pesquisas e debates, até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo na comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang, apoiada  em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972)
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDADfAqE4C8nx_HdGIJxpKD9Hm6WCjK966jQ4Y4_c_XO82oZ3kwpTStWRsqOugVUOQCjgGJ_kNDNJtwmsLOCCHZtNDfPt-9A39Em8s80axu0zPnPhtEpVYtJzjBVow65iX8fwn55WZQtga/s400/bing.bmp

Seja como for, nos é licito dizer que vivemos num planeta e sabemos que ele faz parte de um sistema galáctico.
A Terra, segundo dados atuais teria se formado há 4,5 bilhões de e já com o gérmen de tudo que nela existe.
Após um gigantesco preparo, há aproximadamente 250.000 anos o ser humano pela primeira vez apareceu sobre ela.
Daí por diante vem se desenvolvendo através de reencarnações sucessivas e aprimorando-se em todos os sentidos.
Enfocaremos no entanto, a religiosidade humana.
A religiosidade humana foi sempre através dos tempos, voltada para normas, dogmas, adoração, até a vinda de Jesus, que nos trouxe uma visão totalmente espiritual.
Entretanto, nós tivemos uma dificuldade imensa de colocá-la em prática no dia a dia. As centenas de reencarnações deixaram em nossa consciência espiritual cristalizações mentirosas quanto à verdade do espírito. Por isso nós misturamos ao evangelho de Jesus os velhos hábitos tradicionais das antigas religiões e transformamos o Cristianismo num conjunto de práticas e rituais, num conjunto de instituições de hierarquia, repetindo aquelas experiências.
Há quantas encarnações vem nosso espírito se debatendo com ilusórias visões sobre Deus e sua obra equivocadamente?
O trabalho de Kardec veio desvendar o véu que cobria as nossas mentes, para que pudéssemos enxergar o clarão da verdade.
No inicio do século XIX, renascia em Lion, na França há 03 de outubro de 1804, Hippolyte Léon Denizard Rivail.
Teve uma sólida instrução, servida por uma robusta inteligência. Ele conhecia o alemão, o inglês, o italiano, o espanhol, o holandês, sem falar na língua materna, e tinha grande cultura científica.
Nasceu numa família católica e foi educado por um protestante Pestalozzi, homem de uma doçura e um amor sem par.
Bacharelou-se, em Ciências e Letras. Dedicou-se a educar.  Sua vasta obra científica e literária e a dedicação à educação, legaram-lhe  um nome respeitado à época.
No entanto  sua verdadeira missão estaria na  obra doutrinária
Em 1854-1857—O Livro dos Espíritos.
Em 1861 —O Livro dos Médiuns.
Em 1864—O Evangelho segundo o Espiritismo.
Em 1865—O Céu e Inferno ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo.
Em 1868—A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo.
Educador por excelência. Além das obras que publicou, traduziu várias outras, algumas de fundo moral como Telêmaco, de Fénelon, que verteu para o alemão e comentou, o que lhe valeu os aplausos sinceros e calorosos de Pestalozzi.
Possuía um total desprendimento por dinheiro e dava aulas, na sua casa à rua de Sèvres, sobre Química, Física, Anatomia, Astronomia e outras matérias.
Seu método era original, procurava usar de meios mnemônicos, de forma a não cansar o estudante e fazê-lo aprender as lições com facilidade e rapidez.
Por ser uma personalidade conhecida e respeitada, não querendo que seu nome influenciasse em sua nova proposta, adotou o pseudônimo de Allan Kardec.
 Flammarion, afirmava ser Kardec  o bom senso encarnado. Era conhecedor profundo da psique infantil, levava a escola aos moços não esperando que estes fossem procurá-la. Allan Kardec, realmente, era o senso pedagógico em sua mais bela perfeição.
Nenhuma de suas obras foge ao crivo do raciocínio. Ficaram como  herança aos livres pensadores, porque instruem e elevam o espirito às acepções da majestade divina, traduzida pela lógica do pensamento desenvolvida nos seus trabalhos.
Suas qualidades morais, retratando-o como um homem de bem constituíram seu caráter demonstrado em duas fases de sua existência. Uma anterior à constituição do Espiritismo, mais material, conquanto superior na ordem moral, outra inteiramente espiritual, iluminada pela luz da doutrina nascente.
Lapidado pelo espiritismo nunca desanimou e a coragem foi sua tônica; Mesmo arruinado financeiramente, sempre exercitou a caridade.
Foi casado com Amélie Gabrielle Boudet, a mulher que foi depois, incansável na propagadora de suas ideias.
Nunca revidou ofensas, ou as traições, os insultos e a difamação sistemática tudo, ele sabia perdoar.
Nunca fugia às discussões, ao contrário, porque queria sempre  elucidar os assuntos. Afirmava: “  Nós queremos a luz, venha donde vier—dizia ele.”
 Não impunha sua opinião,  discutia sempre lealmente qualquer questão a não ser que ela fosse  já resolvida pelos Espíritos .
Essa ausência de orgulho ofertava-lhe  a tolerância. Não pretendia impor suas opiniões a ninguém, e respeitava a dos outros, inclusive as crenças. Afirmava:
“ Se eu tiver razão os outros acabarão por pensar como eu, se eu não tiver razão, acabarei por pensar como os outros”.
Alegre algumas vezes e preocupado, possuía um talento especial, para distrair os amigos e convidados, que os tinha sempre em casa, dando algumas vezes, certo encanto às reuniões.
E foi esse espírito que trouxe para o mundo uma nova visão sobre os ensinamentos de Jesus.
O grande desafio da humanidade tem sido lidar de forma objetiva, de forma eficaz a sua religiosidade.
Kardec vem nos legar a explicação plausível para entendermos  o roteiro que o Mestre Jesus veio nos trazer, há 2014 anos. como ele afirma em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”:
” Reunimos nesta obra assuntos que podem constituir propriamente falando um código moral, universal, sem distinção de cultos”,
Assim nos revela sua obra:
Existe um Deus Criador do universo, que compreende todos os seres materiais e imateriais.
A lei moral está escrita em nossa consciência.
 Jesus o modelo e guia a quem devemos servir.
Todas elas, acertivas para informar  o espírito imortal que somos auxiliando-nos na caminhada evolutiva
Vem desta forma estender a nossa consciência, diluindo cristalizações registradas em nossa consciência espiritual nas sendas evolutivas de centenas de reencarnações.
Que possamos realmente abrir o nosso coração para tomar a decisão de seguir Jesus compreendendo-o como Governador da Terra, o Cristo responsável por seu desenvolvimento.
Há 4,5 bilhões de anos ele participou da formação da Terra e já era Cristo
Ao tomarmos a decisão interior de seguí-lo, estaremos estabelecendo um relacionamento direto com ele, através dos seus prepostos, os espíritos iluminados responsáveis pelo desenvolvimento da Terra .
Estamos num período de transformações apocalípticas e se não desenvolvermos nossa espiritualidade, dificilmente conseguiremos vencê-lo..
O evangelho é a lei moral que vigora no universo infinito. Fora dele será impossível evoluir.
Evoluir é desenvolver a capacidade de escolher .
Que saibamos escolher o caminho do Evangelho, iluminado pela luz da doutrina espírita.
Obrigada Kardec por tanto trabalho em auxílio da humanidade sedenta de amor.
Deixo a letra de uma canção que recebi de Meimei intitulada Jesus.

JESUS

Jesus, divina luz a clarear
A me mostrar
 A estrada que vou caminhar.
Jesus, divina luz a me envolver
A me dizer, que está comigo
Em meu viver
Jesus, divina luz
A me chamar
A me amparar
Sofrendo se vou tropeçar.
Luz, divina luz
Dedo de Deus a apontar
A essência pura
Do verbo amar

Meimei por Marisa Cajado
Jesus. Imagem em computador desenvolvida  por Marisa Cajado
Jesus no Sermão do Monte
Desenvolvido em computador por Marisa Cajado
Kardec criança. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado
  (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de  Kardec em idade mais avançada.
Allan Kardec em idade de 15 anos. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado
  (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de  Kardec em idade mais avançada.
Imagem de Kardec por volta de 30 anos obtida em edição de computador por Marisa Cajado (Guarujá, SP)  a partir de
 imagens conhecidas de Kardec em idade mais avançada.
Allan Kardec Codificador do Espiritismo.  
Amélie Gabrielle Boudet Esposa de Allan Kardec. Imagem trabalhada em computador por
Marisa Cajado (Guarujá, SP)  com base em imagem  já conhecida.

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 16-04-2014.

Clicar aqui:
http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/ABRIL/16-04-2014.htm

Artigo especial. Evangelho, roteiro para o dia a dia.


Wellington Balbo – Bauru SP

Buscamos respostas para nossos anseios e dúvidas de seres humanos nos mais variados livros de autoajuda, terapeutas, artigos em revistas, horóscopo e tantas outras coisas e, não raro, esquecemo-nos de um livro fabuloso e que nele constam as respostas para os mais variados desafios que o ser humano enfrenta na Terra.
Falo naturalmente de O Evangelho segundo o espiritismo que neste ano de 2014 completa 150 anos de sua publicação. Em suas páginas Allan Kardec teve a sensibilidade de captar a moral do Cristo e trazer mensagens dos amigos invisíveis para coloborar com nossa peregrinação terrena.
Verdadeiro remédio para as chagas da alma, informação para viver bem, pérolas que se levadas a sério transformaraão nossa existência.
Ao conhecer o Evangelho:
Quem odeia irá trabalhar para não mais odiar.
Quem preza pela ociosidade irá lutar para trabalhar.
Quem tem dificuldades de relacionamento buscará compreender.
Quem tem mágoa tentará perdoar.
Naturalmente que o Evangelho não fará milagres, até porque estes não existem no sentido espetaculoso, de burlar a ordem natural das coisas, mas o evangelho fará com que reflitamos nas razões de nossos dilemas e, claro, refletindo poderemos combater nosso comportamento viciado.
E, sejamos sinceros, a vida passa tão rápido, e o Evangelho serve para nos mostrar o quão importante é aproveitarmos os momentos aqui na Terra, vivermos aqui, compreendermos aqui, amarmos aqui. Ora, para quê esperar a chegada ao plano espiritual para amar , compreender, perdoar, ser feliz se podemos tudo isso enquanto encarnados.
Muitos dirão: Mas a vida verdadeira é a do plano espiritual. Ledo engano, vida é vida, seja encarnados ou desencarnados a vida está ai para ser vivida. Não há diferença para Deus se estamos na Terra ou no mundo dos espíritos. Fácil perceber que somos todos seus filhos e, por isso, aqui ou no além somos amados e convocados a cumprir a vontade do Pai.
E isto fazemos, sem dúvida, lendo, meditando, refletindo mas, sobretudo, praticando o que consta em O Evangelho segundo o Espiritismo.
Pensemos nisso.
 
O Evangelho Segundo o Espiritismo que completa 150 anos em 04/2014

Certidão de Nascimento de Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec),
nascido em Lião, França, aos 3 de outubro de 1804.
Estátua de Luis XIV na Praça Bellecour em Lyon, França, cidade onde Allan Kardec nasceu.
Ao fundo a colina e Basílica de Fourviere. Foto Ismael Gobbo
Faculdade de Direito, chamada Universidade Panthéon-Assas Paris II (Sorbonne).
 Praça do Panteão. Paris, França. Foto Ismael Gobbo

Artigo especial. Ressoam as vozes do céu...


Lucy Dias Ramos.
Juiz de Fora, MG

Há 150 anos, Allan Kardec lançou O Evangelho Segundo o Espiritismo, completando o alicerce grandioso da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: científico, filosófico e religioso.
Até a publicação desta obra, ainda pairavam dúvidas entre os que admiravam e buscavam a compreensão da nova doutrina, quanto ao seu caráter religioso.
A publicação de O Evangelho Segundo o Espiritismo dissipou qualquer preocupação neste sentido, para todos os que já sentiam em seu íntimo e acreditavam no alvorecer desta nova etapa de crescimento espiritual para todos os seres humanos, já delineados nas instruções dos Espíritos Superiores em respostas às questões formuladas por A. Kardec no capítulo que trata das Leis Morais, em O livro dos Espíritos.
Estes compreendiam o objetivo maior do Espiritismo – o progresso moral da Humanidade, que somente poderia ser realizado à luz do Evangelho de Jesus.
Muitos cientistas e estudiosos da nova doutrina continuaram por muito tempo, discordando de que a Doutrina Espírita fosse uma religião, todavia foi justamente Allan Kardec que inseriu em seu discurso na Sociedade de Paris e publicada na Revista Espírita, em dezembro de 1868, durante a sessão comemorativa dos mortos.
Em sua oratória ele vai discorrer amplamente sobre a diferença entre o Espiritismo e as demais religiões, deixando claro que tudo o que realizamos religiosamente nas práticas espíritas enquadra no correto conceito que se faz de uma religião, cujo objetivo é religar a criatura ao seu Criador, no entanto esclarece o Codificador que:
(...) No sentido filosófico o Espiritismo é uma religião, e nós nos glorificamos por isto, porque é a doutrina que funda os elos da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases sólidas: as mesmas leis da natureza.”[1]
E justificando o tema de sua palestra sobre o caráter religioso da Doutrina Espírita, informa:
“Porque, então declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Porque não há uma palavra para exprimir duas idéias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; desperta exclusivamente uma idéia de forma, que o Espiritismo não tem.”[2]
            Ele preferia, então, a denominar Doutrina filosófica e moral.
Mas com o tempo, as polêmicas foram desaparecendo em torno das denominações porque o objetivo foi alcançado e a Doutrina Espírita se firmou como o Consolador Prometido, restaurando o Cristianismo e apresentado ao homem uma fé raciocinada, as consolações diante do sofrimento e as explicações claras em torno da vida, da imortalidade e comunicabilidade com o mundo espiritual.
No prefácio da obra, assinado por O Espírito de Verdade, a mensagem recebida por via mediúnica, exorta-nos a nos unirmos em torno do sentido real dos ensinamentos cristãos:
“Eu vos digo, em verdade, são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser restabelecidas em seu sentido verdadeiro para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos. As grandes vozes do céu ressoam... (...)”[3]
Encontramos, também, na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quando Kardec fala dos objetivos da obra, o seguinte:
“Muitos pontos do Evangelho, da Bíblia e dos autores sagrados em geral, não são inteligíveis, muitos mesmo não parecem irracionais senão pela falta de uma chave para compreender-lhes o verdadeiro sentido; essa chave está inteiramente no Espiritismo, como já se convenceram aqueles que o estudaram seriamente, e como ainda o reconhecerão melhor mais tarde.”[4]

Coerente com o planejamento espiritual estabelecido para a Codificação Espírita, Kardec não se restringe, ele próprio a analisar e comentar a parte moral do Evangelho de Jesus, descrita pelos apóstolos no Novo Testamento, solicita a colaboração de inúmeros médiuns de várias partes do mundo e insere na parte final de cada item as Instruções dos Espíritos, fechando os comentários do capítulo apresentado com as mensagens dos Espíritos que colaboravam na implantação da nova doutrina.
Kardec poderia ter escrito todos os comentários, mas como não desejava dar um caráter pessoal à obra, confirmando que era a Religião dos Espíritos, definindo sua missão de codificá-la e apresentá-la como o fez com os demais livros do Pentateuco Espírita.
O Evangelho Segundo o Espiritismo, obra inigualável que orienta corretamente o comportamento humano em qualquer época de seu desenvolvimento moral, é compreensível e aceita por todos que a lêem, buscando em suas páginas o consolo, o lenitivo para as dores da alma, a edificação da paz no mundo íntimo.
Elucida e esclarece os ensinamentos do Mestre Jesus e como afirma Kardec:
 (...) Facultará de um modo permanente, entre os homens e o mundo invisível, a lei evangélica ensinada a todas as nações pelos próprios espíritos, não será mais letra morta, porque cada um a compreenderá, e será incessantemente solicitado em praticá-la pelos conselhos de seus guias  espirituais.
As instruções dos Espíritos são verdadeiramente as vozes dos céu que vêem esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho.”[5]
A doutrina Espírita em sua feição de O Consolador Prometido, possibilitando a volta do Cristianismo em sua pureza primitiva tem um caráter muito mais alto que as simples investigações científicas ou lucubrações filosóficas que são instáveis e se modificam ao longo dos tempos...
O Espiritismo é nova luz que incide sobre os ensinamentos morais do Cristo, sem limitações e permanecerá como o roteiro seguro para o crescimento moral da Humanidade em sua linha de evolução na escala dos mundos.
Emmanuel comenta com lucidez que:
“Espiritismo sem Evangelho é apenas sistematização de idéias para a transposição da atividade mental, sem maior eficiência na construção do porvir humano.” [6]
Nesta data, que comemoramos os 150 anos do lançamento desta obra tão importante, nosso preito degratidão ao insigne Allan Kardec que deixou para a Humanidade o legado sublime que nos propicia caminhar com lucidez e segurança, sob as luzes do amor, libertando nossas consciências e nossos corações da indiferença e do preconceito.
Ficheiro:Burning of jan hus at the stake at council of constance.jpg
Preparação da execução do Reformador  Jan Hus (1369 – 1415). 
Informações dos espíritos noticiam que Hippolyte Léon Denizard Rivail  (Allan Kardec)  (1804-1869) foi a reencarnação de Hus
Kardec criança. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado
  (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de  Kardec em idade mais avançada.
Allan Kardec, codificador do Espiritismo. Óleo sobre tela por Nair Camargo. São Paulo, Brasil.
Foto Ismael Gobbo
Ficheiro:François de Salignac de la Mothe-Fénelon.PNG
Retrato de François de Salignac de la Mothe-Fénelon (1651- 1715) , por Joseph Vivien.
O espírito Fénelon participou da obra da Codificação do Espiritismo através de mensagens que constam das obras básicas,
dentre elas O Evangelho Segundo o Espiritismo.  
O grande e belo monumento em estilo neoclássico do Panteão,  em Paris, França.  No  local estão sepultadas
 dezenas de personalidades famosas como: Fénelon, Victor Hugo, Braille, Voltaire. Foto Ismael Gobbo

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA 15-04-2014.

Clicar aqui:
http://www.noticiasespiritas.com.br/2014/ABRIL/15-04-2014.htm

domingo, 13 de abril de 2014

Artigo especial. Evangelho – 150 anos II

PUBLICADO ORIGINALMENTE NA RIE
REVISTA INTERNACIONAL DE ESPIRITISMO
MATÃO, SP. MARÇO /2014.