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terça-feira, 2 de outubro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 03-10-2018.

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http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/OUTUBRO/03-10-2018.htm

Quadro retratando o episódio bíblico: “Josué comandando o sol para ficar parado sobre Gibeão”. Óleo sobre tela por John Martin.
Gioachino Rossini. (1792- 1868)
Túmulo de Rossini no Cemitério Père Lachaise, Paris, França.
Foto Ismael Gobbo
São Cupertino eleva-se em volta da  Basílica de Loreto.  Pintura por Ludovico Mazzanti.
Imagem/fonte:

Nossa Senhora de La Salette com os videntes Mélanie e Maximin.
Imagem/fonte:

A primeira aparição
Os dois pastorinhos - Maximin Giraud e Mélanie Calvat - tiveram uma visão da Virgem Maria numa montanha perto de La Salette, França, a 19 de Setembro de 1846, por volta das três horas da tarde. Fazia muito sol.
Maximin Giraud e Mélanie Calvat haviam recebido apenas uma muito limitada educação.
A aparição consistia em três fases diferentes. As crianças viram, numa luz resplandecente, uma bela dama em um estranho costume, falando alternadamente em francês e no dialeto local[1] do occitano.[2] Ela estava sentada sobre uma pedra, e as crianças relataram que a "Belle Dame" estava triste e chorando, com seu rosto descansando em suas mãos. A bela senhora pôs-se de pé. E disse: "Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade!"
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A imagem Nossa Senhora de La Salette a chorar, tal como os videntes a encontraram na Sua primeira aparição.
A Basílica de Nossa Senhora de La Salette. França.
Allan Kardec
Lião (França): 03-10-1804 /  Paris (França):  31-03-1869
Gravura cedida por Charles Kempf, Belfort, França.
Família Schönberg. Pintura por Richard Gerstl
Ilustração artística retratando Allan Kardec e sua esposa Amelie Gabrielle Boudet.
Do acervo do CEI-Conselho Espírita Internacional. Apresentada em 2004 no Congresso Espírita Mundial
Allan Kardec Digitalizar0001
Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec)
Lião, 03-10-1804 – Paris 31-03-1869
A Caridade. Óleo sobre tela por João Zeferino da Costa. Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 02-10-2018.

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François de Pâris em oração.


François de Pâris (3 de junho de 1690 - 1 de maio de 1727) foi um diácono católico francês e teólogo, um defensor do jansenismo . Ele tornou-se diácono do Oratório de St. Magloire e foi conhecido por sua crítica à bula papal Unigenitus , que condenou a tradução anotada de Pasquier Quesnel da Bíblia. Ele deu seus rendimentos aos pobres e, em sua aposentadoria, ele vivia em um estado de extrema pobreza. Após a sua morte, o seu local de enterro ganhou uma reputação de eventos sobrenaturais e a base dos convulsionários de Saint-Médard,onde ele é enterrado.https://en.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_de_P%C3%A2ris
Gravura da morte de François de Pâris.
Imagem/fonte:

Em 1731, uma série fenomenal de eventos começou a ser relatada no cemitério que supostamente produziu curas extraordinárias, aparentemente depois que as pessoas que visitavam experimentaram "violentos movimentos convulsivos que atingiram os pacientes logo após seus corpos tocarem o mármore da tumba, às vezes sem se aproximarem dele". engolindo em vinho ou água, uma pequena porção da terra reunida em torno dela. [10] Essas pessoas ficaram conhecidas como os " convulsionários de Saint-Médard ".  https://en.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_de_P%C3%A2ris
Convulsionários de Saint-Médard. Sessão de “alivio”.


Os convulsionários de Saint-Médard eram um grupo de peregrinos religiosos franceses do século XVIII que exibiam convulsões e mais tarde constituíam uma seita religiosa e um movimento político . Esta prática originou-se no túmulo de François de Pâris , um diácono jansenista ascético que foi sepultado no cemitério da paróquia de Saint-Médard em Paris . Os convulsionários foram associados ao movimento jansenista, que se tornou mais politicamente ativo depois que a bula papal Unigenitus baniu oficialmente a seita.
Urbain Grandier que seria preso e condenado devido às possessões de Loundun


                A Possessão das Freiras de Loudun foi um suposto conjunto de possessões demoníacas que ocorreram em Loudun, França, em 1634. Este caso envolveu as freiras ursulinas de Loundun que foram alegadamente visitadas e possuídas por demónios:
Em 1632, a irmã Jeanne Agnes e dezesseis freiras dos conventos ursulinos, alegadamente possuídas por demónios, sofreram convulsões e proferiram linguagem abusiva. O padre Jean-Joseph Surin exorcizou os demónios, convidando-os a entrar no seu corpo. Por causa disso, perdeu as suas capacidades mentais. Cometeu Autoflagelação e tentou suicidar-se. Quando descreveu a situação difícil pela qual passou, o padre disse que não conseguia compreender o que lhe tinha acontecido quando o espírito desconhecido entrou no seu corpo. Teve a sensação de que tinha duas almas e que a alma estranha possuía uma segunda personalidade.[1]
O padre Urbain Grandier foi condenado pelos crimes de feitiçaria, feitiços maléficos e pela possessões que recaíram sobre as freiras ursulinas, tendo por base as palavras proferidas pelas freiras. Até às Possessões de Alix-en-Provence, as palavras pronunciadas por freiras possuídas nunca teriam sido consideradas uma prova válida.
O pacto assinado alegadamente entre Urbain Grandier e o Demónio, roubado do armário de pactos do demónio pelo demónio Asmodeus. Esta página mostra a assinatura de todos os demónios que possuiram as freiras ursulinas e uma nota acrescentada por Asmodeus.
Ilustração de livro retratando a execução de Urbain Grandier.
Ilustração no livro “Urbain Grandier” de Alexandre Dumas
Livro Urbain Grandier de Alexandre Dumas.
Aquarela de James Tissot ilustrando o episódio em que Jesus cura  um “endemoniado”,
com os porcos se precipitando  mar.
Imagem/fonte: 
O homem possuído na sinagoga. Aquarela de James Tissot.
O Mármore Azul. “The Blue Marble”. Foto colhida pela Apollo 17 aos  07-12-1972.

" The Blue Marble" é uma fotografia famosa da Terra, realizada em 7 de dezembro de 1972, pela tripulação danave espacial Apollo 17 em rota para a Lua a uma distância de cerca de 29 mil quilômetros (18,000 milhas). Mostra a África , a Antártica e a Península Arábica . (Wikipedia)

Uma animação da rotação da Terra ao redor do eixo do planeta

Acesse a animação aqui:
Cataratas do Iguaçu. Vista do lado argentino. Fotos Ismael Gobbo
Pássaros no Parque Nacional do Iguazú. Puerto Iguazú, Argentina. Fotos Ismael Gobbo.

domingo, 30 de setembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 01-10-2018.

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Busto de Charles Nodier pelo escultor francês David d'Angers (1845). Exibido na galeria de David d'Angers, Angers , França.



Charles Nodier (Besançon29 de abril de 1780 - Paris27 de janeiro de 1844) foi um escritor francês do século XIX a que se atribui grande importância dentro do movimento romântico.
Charles Nodier foi um dos autores mais prolíficos da língua francesa. A lista seguinte é apenas uma pequena parte das suas publicações.
Leia mais

Medalhão em bronze de 15,2 cm de diâmetro  retratando Lamennais.
 Por David d`Angers (criador Richard Frères). Imagem/fonte:


Lamennais:
Hughes Félicité Robert de Lamennais, foi um filósofo e escritor político francês. Wikipédia
Nascimento: 19 de junho de 1782, Saint-Malo, França
Falecimento: 27 de fevereiro de 1854, Paris, França
Página do jornal “Le Siècle” de 01-03-1854 noticiando a morte de Lamennais seu velório e enterro. Veja na segunda coluna “Nécrologie”..


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Papa Gregório XVI desautorizou as opiniões de Lamennais na Encíclica "Mirari vos", em Agosto de 1831. Não houve uma citação específica a ele e nem a seu jornal, mas tão somente uma censura implícita a ambos. Inicialmente, Lamennais suspendeu a distribuição do jornal, submetendo-se; mais tarde deixou a Igreja e defendeu a própria posição na obra "Paroles d'un croyant" (Palavras de um crente), condenada explícitamente na Encíclica "Singulari nos", em Julho de 1834, sendo citados tanto o autor quanto a obra.
Incansável, ele se devotou à causa do povo, colocando sua pena a serviço do Republicanismo e do Socialismo. Escreveu obras como "O Livro do Povo" (1838), "Os afazeres de Roma" e "Esboço de uma Filosofia". Chegou a ser condenado à prisão mas, já em 1848 foi eleito para a Assembleia Nacional, aposentando-se em 1851.
Por ocasião de sua morte, não desejando se reconciliar com a Igreja, foi sepultado em uma cova de indigente.
Leia mais:
Desenho do Cemitério Père Lachaise com monumento ao General Foy por Christophe Civeton. 1829.



O  Cemitério Père Lachaise situado  a leste de  Paris é  um
dos mais famosos  do mundo. Nele estão  sepultadas per-
sonalidades famosas que se destacaram nas  ciências, nas
letras,  nas artes, na política, na  religião, ...
Numa vala comum foi  sepultado Lamennais em 1854.
S.M. Malka Kachwar, reine d'Oude. Página de Le Monde Illustré datado  de 05-02-1858.,
Funerais de S.M. Malka Kachwar
Jornal Le Monde Illustré 05-02-1858. Imagem/fonte: http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k6225931f.item
A Mesquita à direita e a sepultura à esquerda da Rainha de Oude. Cemitério Père Lachaise. Paris, França. 1896.
Imagem/fonte:
Túmulo de Malka Kachwar, raínha de Oude, no Cemitério Père Lachaise, Paris, França.
Maternidade. Óleo sobre tela de  Eliseu Visconti. Exposto na Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Foto Ismael Gobbo
Retrato de menino. Óleo sobre tela colada em cartão por Arthur Timotheo da Costa. 1923, Rio de Janeiro, Brasil.
Exposto no Museu Afro Brasil em São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Sem Título. Séc. XX. .Óleo sobre tela por Gino Bruno (1899- 1977). 
Exposto no Museu Afro Brasil em São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
 Conforme a autora, o quadro retrata entidade espiritual feminina da falange de Meimei acolitando crianças.
Óleo sobre tela da artista plástica Nair Camargo, de São Paulo, SP.
Obra exposta no salão de reuniões do Fraternidade Espírita Gina, em São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo.
Bonaparte visitando as vitimas da peste em Jafa a 11 de março de 1799.
Imagem/fonte:


Bonaparte visitando as vítimas da peste de Jafa é o título de uma obra de Antoine-Jean Gros, datada de 1804, e encomendada por Napoleão Bonaparte para representar um episódio da campanha do Egito.
O Bom Samaritano. Óleo sobre tela por Eugène Delacroix.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

NOTICIAS DO MOVIMENTO ESPIRITA. 29-09-2018.

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Dr. Morhéry.


Leia mais sobre Adolphe Louis Marie Napoléon Robin-Morhéry
O belga Jean-Baptiste-Ambroise-Marcellin Jobard (17 de maio de 1792 - 27 de outubro de 1861)
 foi um litógrafo belga, fotógrafo e inventor de origem francesa. Amigo e admirador de Allan Kardec.

Quando da morte de Jobard, Allan Kardec comentou no número de dezembro de 1861 da Revista Espírita: "Nenhum jornal do nosso conhecimento falou desta que tinha sido uma das características mais marcantes dos últimos anos de sua vida: sua completa adesão à Doutrina Espírita, cuja causa havia abraçado com entusiasmo". Tendo O Livro dos Espíritos sido publicado em abril de 1857, Jobard anuncia sua crença em carta endereçada a Kardec e publicada na Revista de julho de 1858.
A resposta de Kardec, que está publicada no mesmo número, afirma que "a adesão tão clara e tão franca de um homem do valor do Sr. Jobard é, incontestavelmente, uma preciosa conquista que todos os partidários da Doutrina Espírita aplaudirão". A sua dedicação às ideias espíritas rendeu-lhe o título de presidente honorário da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, a primeira e então mais importante instituição espírita do mundo. (Wikipedia)
Página do jornal “La Patrie” do dia 23 de setembro de 1859 com  a crônica mencionada pela
Revista Espírita a respeito de Thilorier. A crônica se inicia na quarta coluna.
Bispo Jacques Bossuet ( 1627 – 1704).    Óleo sobre tela de Hyacinthe Rigaud.
Abdelkader El Djezairi salvando cristãos durante o conflito druso-cristão de 1860. Óleo sobre tela por  Jan-Baptist Huysmans
Imagem/fonte:
Cairbar Schutel em sessão de Tiptologia. Matão, SP. Foto de O Clarim.
Praça Tiradentes. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Jesus e seus discípulos. Caneta e tinta marrom, lavagem cinza, lavagem marrom, giz preto, giz vermelho, giz verde, guache branco , caneta e tinta preta sobre papel. Rembrandt.
Entardecer em Jerusalém,  vista do Monte das Oliveiras. Foto Ismael Gobbo