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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Anália Franco Bastos (*) (01-02-1849 / 20-01-1919)

 

Anália Franco

Nascida na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de fevereiro de 1856, e desencarnada em S. Paulo, no dia 13 de janeiro de 1919. Seu nome de solteira era Anália Emília Franco. Após consorciar-se em matrimônio com Francisco Antônio

Bastos, seu nome passou a ser Anália Franco Bastos, entretanto, é mais conhecida por Anália Franco.

Com 16 anos de idade entrou num Concurso de Câmara dessa cidade e logrou aprovação para exercer o cargo de professora primária. Trabalhou como assistente de sua própria mãe durante algum tempo. Anteriormente a 1875 diplomou-se Normalista, em S. Paulo.

Foi após a Lei do Ventre Livre que sua verdadeira vocação se exteriorizou: a vocação literária. Já era por esse tempo notável como literata, jornalista e poetisa, entretanto, chegou ao seu conhecimento que os nascituros de escravas estavam previamente destinados à "Roda" da Santa Casa de Misericórdia. Já perambulavam, mendicantes, pelas estradas e pelas ruas, os negrinhos expulsos das fazendas por impróprios para o trabalho. Não eram, como até então "negociáveis", com seus pais e os adquirentes de cativos davam preferência às escravas que não tinham filhos no ventre.

Anália escreveu, apelando para as mulheres fazendeiras. Trocou seu cargo na Capital de São Paulo por outro no Interior, a fim de socorrer as criancinhas necessitadas. Num bairro duma cidade do norte do Estado de S. Paulo conseguiu uma casa para instalar uma escola primária. Uma fazendeira rica lhe cedeu a casa escolar com uma condição, que foi frontalmente repelida por Anália: não deveria haver promiscuidade de crianças brancas e negras.

Diante dessa condição humilhante foi recusada a gratuidade do uso da casa, passando a pagar um aluguel. A fazendeira guardou ressentimento à altivez da professora, porém, naquele local Anália inaugurou a sua primeira e original "Casa Maternal". Começou a receber todas as crianças que lhe batiam à porta, levadas por parentes ou apanhadas nas moitas e desvios dos caminhos.

A fazendeira, abusando do prestígio político do marido, vendo que a sua casa, embora alugada, se transformara num albergue de negrinhos, resolveu acabar com aquele "escândalo" em sua fazenda. Promoveu diligências junto ao coronel e este conseguiu facilmente a remoção da professora.

Anália foi para a cidade e alugou uma casa velha, pagando de seu bolso o aluguel correspondente à metade do seu ordenado. Como o restante era insuficiente para a alimentação das crianças, não trepidou em ir, pessoalmente, pedir esmolas para a meninada. Partiu de manhã, à pé, levando consigo o grupinho escuro que ela chamava, em seus escritos, de "meus alunos sem mães". Numa folha local anunciou que, ao lado da escola pública, havia um pequeno "abrigo" para as crianças desamparadas. A fama, nem sempre favorável da novel professora, encheu a cidade.

A curiosidade popular tomou-se de espanto, num domingo de festa religiosa. Ela apareceu nas ruas com seus "alunos sem mães", em bando precatório. Moça e magra,modesta e altiva, aquela impressionante figura de mulher, que mendigava para filhos de escravas, tornou-se o escândalo do dia. Era uma mulher perigosa, na opinião de muitos.

Seu afastamento da cidade principiou a ser objeto de consideração em rodas políticas, nas farmácias. Mas rugiu a seu favor um grupo de abolicionistas e republicanos, contra o grande grupo de católicos, escravocratas e monarquistas.

Com o decorrer do tempo, deixando algumas escolas maternais no Interior, veio para S. Paulo. Aqui entrou brilhantemente para o grupo abolicionista e republicano. Sua missão, porém, não era política. Sua preocupação maior era com as crianças desamparadas, o que a levou a fundar uma revista própria, intitulada "Álbum das Meninas", cujo primeiro número veio a lume a 30 de abril de 1898. O artigo de fundo tinha o título "Às mães e educadoras". Seu prestígio no seio do professorado já era grande quando surgiram a abolição da escravatura e a República. O advento dessa nova era encontrou Anália com dois grandes colégios gratuitos para meninas e meninos. E logo que as leis o permitiram, ela, secundada por vinte senhoras amigas, fundou o instituto educacional que se denominou "Associação Feminina Beneficente e Instrutiva", no dia 17 de novembro de 1901, com sede no Largo do Arouche, em S. Paulo.

Em seguida criou várias "Escolas Maternais" e "Escolas Elementares", instalando, com inauguração solene a 25 de janeiro de 1902, o "Liceu Feminino", que tinha por finalidade instruir e preparar professoras para a direção daquelas escolas, com o curso de dois anos para as professoras de "Escolas Maternais" e de três anos para as "Escolas Elementares".

Anália Franco publicou numerosos folhetos e opúsculos referentes aos cursos ministrados em suas escolas, tratados especiais sobre a infância, nos quais as professoras encontraram meios de desenvolver as faculdades afetivas e morais das crianças, instruindo-as ao mesmo tempo. O seu opúsculo "O Novo Manual Educativo", era dividido em três partes: Infância, Adolescência e Juventude.

Em 10 de dezembro de 1903, passou a publicar "A Voz Maternal", revista mensal com a apreciável tiragem de 6.000 exemplares, impressos em oficinas próprias.

A Associação Feminina mantinha um Bazar na rua do Rosário n.o. 18, em S. Paulo, para a venda dos artefatos das suas oficinas, e uma sucursal desse estabelecimento na Ladeira do Piques n.o. 23.

Anália Franco mantinha Escolas Reunidas na Capital e Escolas Isoladas no Interior, Escolas Maternais, Creches na Capital e no Interior do Estado, Bibliotecas anexas às escolas, Escolas Profissionais, Arte Tipográfica, Curso de Escrituração Mercantil, Prática de Enfermagem e Arte Dentária, Línguas (francês, italiano, inglês e alemão); Música, Desenho, Pintura, Pedagogia, Costura, Bordados, Flores artificiais e Chapéus, num total de 37 instituições.

Era romancista, escritora, teatróloga e poetisa. Escreveu uma infinidade de livretos para a educação das crianças e para as Escolas, os quais são dignos de serem adotados nas Escolas públicas.Era espírita fervorosa, revelando sempre inusitado interesse pelas coisas atinentes à Doutrina Espírita.

Produziu a sua vasta cultura três ótimos romances: "A Égide Materna", "A Filha do Artista", e "A Filha Adotiva". Foi autora de numerosas peças teatrais, de diálogos e de várias estrofes, destacando-se "Hino a Deus", "Hino a Ana Nery", "Minha Terra", "Hino a Jesus" e outros.

Em 1911 conseguiu, sem qualquer recurso financeiro, adquirir a "Chácara Paraíso".

Eram 75 alqueires de terra, parte em matas e capoeiras e o restante ocupado com benfeitorias diversas, entre as quais um velho solar, ocupado durante longos anos por uma das mais notáveis figuras da História do Brasil: Diogo Antônio Feijó.

Nessa chácara fundou Anália Franco a "Colônia Regeneradora D. Romualdo", aproveitando o casarão, a estrebaria e a antiga senzala, internando ali sob direção feminina, os garotos mais aptos para a Lavoura, a horticultura e outras atividades agropastoris, recolhendo ainda moças desviadas, conseguindo assim regenerar centenas de mulheres.

A vasta sementeira de Anália Franco consistiu em 71 Escolas, 2 albergues, 1 colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãs, 1 Banda Musical Feminina, 1 orquestra, 1 Grupo Dramático, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores artificiais, etc., em 24 cidades do Interior e da Capital.

Sua desencarnação ocorreu precisamente quando havia tomado a deliberação de ir ao Rio de Janeiro fundar mais uma instituição, idéia essa concretizada posteriormente pelo seu esposo, que ali fundou o "Asilo Anália Franco".

A obra de Anália Franco foi, incontestavelmente, uma das mais salientes e meritórias da História do Espiritismo.

Fonte: Site www.espiritismogi.com.br

 

(Copiado de http://www.febnet.org.br/ba/file/Pesquisa/Textos/An%C3%A1lia%20Franco.pdf)

 

 

(*) Há desencontros nas datas de nascimento e desencarnação de Anália Franco Bastos em biografias que pesquisamos. As datas que grafamos no titulo colhemos na placa do  túmulo de Anália Franco, no Cemitério da Consolação, em São Paulo, Brasil.

Ismael  Gobbo

Vista parcial de Resende (RJ) em data desconhecida. Fundo documental: Correio da Manhã.

Domínio público / Acervo Arquivo Nacional

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Resende_(Rio_de_Janeiro)

 

Na cidade de Resende, RJ, nasceu a grandiosa 

espirita brasileira, Anália Franco.  


A professora Anália Franco (sentada ao centro da primeira fileira) com as alunas e professoras do Liceu Feminino da Associação Feminina Beneficente e Instrutiva, São Paulo. 03 de agosto de 1907.

Imagem/fonte: Biblioteca Nacional do Brasil - Hemeroteca Digital Brasileira

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lia_Franco


Túmulo de Anália Franco Bastos, no Cemitério da Consolação, São Paulo. Brasil. Fotos Ismael Gobbo

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Excelente vídeo com Biografia de Anália Franco

Acesse aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=S4bIT7rmi9A




BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 20-01-2022.

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https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/JANEIRO/20-01-2022.htm

Lião, França, em 1869. Vista da Cruz Vermelha.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Croix-Rousse#/media/File:Lyon_1869.jpg

 

 

Em Lião, França, nasceu Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec), Codificador do

Espiritismo aos 3 de outubro de 1804.


Allan Kardec, Codificador do Espiritismo.

Imagem/fonte: https://dialogos.files.wordpress.com/2007/02/allan-kardec-tratado-2.jpg

 

Vista de Lião, França,  a partir da Colina de Fourvière. Foto Ismael Gobbo.


Capa da 1ª. edição de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, lançados aos 18 de abril de 1857.

Copiada de https://kardec.blog.br/18-de-abril-de-1857/

 

 

O Livro dos Espíritos foi a primeira Obra Básica da Codificação do Espiritismo

através de Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec), editado em Paris, França.


Rio Sena com Palais de Chaillot vistos da Torre Eiffel. Foto Ismael Gobbo


Edward Roscoe Murrow. Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_R._Murrow

 

 

Edward Roscoe Murrow (25 de abril de 1908 - 27 de abril de 1965), nascido Egbert Roscoe Murrow, [1] foi um jornalista e correspondente de guerra americano. Ele ganhou destaque durante a Segunda Guerra Mundial com uma série de transmissões de rádio ao vivo da Europa para a divisão de notícias da CBS. Durante a guerra, ele recrutou e trabalhou em estreita colaboração com uma equipe de correspondentes de guerra que ficaram conhecidos como Murrow Boys.

 

Pioneiro da transmissão de notícias de rádio e televisão, Murrow produziu uma série de reportagens em seu programa de televisão See It Now, que ajudou a levar à censura do senador Joseph McCarthy. Os colegas jornalistas Eric Sevareid, Ed Bliss, Bill Downs, Dan Rather e Alexander Kendrick consideram Murrow uma das maiores figuras do jornalismo.

https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_R._Murrow   


Edward R. Murrow em seu escritório, 1957.

 Fonte: Arquivos de Radiodifusão da Universidade de Maryland (Estados Unidos).

Copiado de https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_R._Murrow


Família assistindo televisão, c. 1958. Fonte: Administração Nacional de Arquivos e Registros. https://web.archive.org/web/20071226081329/teachpol.tcnj.edu/amer_pol_hist/thumbnail427.html

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_television



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Uma oração de dormir. Óleo sobre tela de Auguste Toulmouche

Uma oração de dormir. Óleo sobre tela de Auguste Toulmouche

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:A_Bedtime_Prayer_2008_NYR_01984.jpg


A oração da noite. Óleo no painel de Pierre Édouard Frère    Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Evening_Prayer_by_Pierre_Edouard_Fr%C3%A8re_Rijksmuseum_Amsterdam_SK-A-3081.jpg


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terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Rolando Perri Cefaly – o “Rolandinho” (18-01-1930 / 06-04-1997)

 

Rolando Perri Cefaly “Rolandinho”

Antonio Cesar Perri de Carvalho (*)

 

Nasceu em São Carlos aos 18/01/1930. Com a desencarnação de sua genitora foi levado para Araçatuba, onde viveu nas residências dos tios maternos Gertrudes e Albino Marinelli, da avó Rosana e finalmente dos tios Ditinha e Rolando Perri. Manteve-se solteiro; formou-se professor primário (curso normal) e contabilista. Em Araçatuba dedicou-se ao esporte principalmente basquetebol e também voleibol, participando de vários Jogos Abertos do Interior. Residiu um período em São Paulo, acompanhando o tio Rolando, no IAPC e na gerência de um hotel no bairro de Santa Cecília. Retornou a Araçatuba, no 2o semestre de 1957 trabalhando como propagandista (viajante) do Laboratório Parke Davis, em toda a região Noroeste do Estado. Aposentou-se dessa empresa por motivo de saúde.

Tornou-se espírita levado pela sua irmã Bebé. Foi um processo de intensa e radical transformação que passou dos tempos de juventude até bem descolada, com amigos ricos, esportista de sucesso, glamour e namoradas, para a posição solitária com adoção de uma postura simples e de rigidez moral. E temos lembranças destes momentos diversos. Na fase de busca pelo Espiritismo, com sua irmã, veio a conhecer inicialmente em São Paulo, um grupo muito sério de umbanda, e depois em Araçatuba, as médiuns Irma Ragazzi Martins e Emília Santos. Esta foi um ponto de apoio marcante e no ano de 1958 levou os dois irmãos e nós também para a frequência ao Centro Espírita Amor e Caridade, em Birigui, dirigido pelo casal Linda e João Dias de Almeida.

Para ter mais liberdade Rolandinho foi residir num hotel no centro de Araçatuba e quando retornava de suas viagens profissionais pela região, estava sempre na residência da irmã Bebé para refeições e muitos diálogos, onde os temas espíritas e o apoio familiar mútuo eram a tônica. Recordo-me da festinha surpresa que nossa genitora preparou em nosso lar para comemorar o 30o aniversário de Rolandinho.

Em 30/12/1959, participou da fundação do Grupo de Estudos Evangélicos João Luiz dos Santos, na residência de Emília Santos. Assumiu a direção do Grupo, sendo Emília a médium, e contando com presença e apoio continuado da irmã Bebé e amigos de Emília Santos.

Esse Grupo foi a base inicial e com a autoridade moral de sua modificação conseguiu apoio e depois muita admiração para  a fundação da Instituição Nosso Lar, em Araçatuba, em 1960, contando com apoio de Bebé e alguns parentes e amigos. E surgiram os desdobramentos da Instituição pioneira: Casa Transitória (1962), Casa da Sopa Emília Santos (1966), Creche e Lar João Luiz dos Santos (1972) e Centro Espírita Luz e Fraternidade (1972). O Grupo de Estudos foi mantido na residência de Rolandinho até o momento em que foi fundado o Centro Espírita Luz e Fraternidade em novembro de 1972.

 Foi homenageado pela Câmara de Vereadores, recebendo o título de “Cidadão Araçatubense” no ano de 1984. Em 1985, quando a Instituição Nosso Lar completava 35 anos, Rolandinho foi homenageado pela família Perri com a presença de dezenas de parentes de várias cidades. Nos últimos anos de sua existência, já enfermo, foi residir no lar da irmã Bebé.

Publicou livros com relatos de casos que vivenciou e mediúnicos: Lições da vida (1990), Convites para meditação (1995) e Contos reais (1997), todos editados pela Instituição Nosso Lar. Manteve-se como presidente, mesmo na fase de enfermidade e até sua desencarnação em abril de 1997, em Araçatuba.

Seu nome designa a Livraria Espírita e um Conjunto Habitacional na cidade de Araçatuba.

Como conhecemos a fase de tio Rolandinho antes de ser espírita, somos testemunha de sua radical transformação de estilo e de objetivos de vida. Ele foi uma figura muito presente durante nossa infância e juventude.

(*) Carvalho, Antonio Cesar Perri. Pelos caminhos da vida. Memórias e reflexões. Cap. 1.10. Araçatuba: Cocriação. 2021.


(Recebido em email de Cesar Perri


Rolando Perri Cefaly “Rolandinho”



 Irmãos Perri-Cefaly: Walter, Bebé, Lourival e Rolandinho na Instituição Nosso Lar.

Homenagem da família para Rolandinho. 35 anos da Instituição Nosso Lar.

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 19-01-2022.

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Estátua “O Pensador”, de Auguste Rodin. Praça do Congresso. Buenos Aires, Argentina. Foto Ismael Gobbo

Safo e Alceu. Óleo no painel por Sir Lawrence Alma-Tadema.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sir_Lawrence_Alma-Tadema,_R.A.,_O.M._-_Sappho_and_Alcaeus_-_Google_Art_Project.jpg


Monumento à “Mãe Preta” com os versos de Cyro Costa. Bronze de Júlio Guerra.

Largo do Paissandú, São Paulo, Brasil. Fotos Ismael Gobbo.

 

 

Mãe Preta – O símbolo exalta a figura da babá negra, que criou os filhos dos senhores de engenho, nos tempos coloniais. O monumento de Júlio Guerra, inaugurado no aniversário de São Paulo em 1955, é uma homenagem à raça negra radicada no Brasil. http://www.monumentos.art.br/monumento/mae_preta


O lenhador. Óleo sobre tela por Ferdinand Hodler.

Exposto no MASP- Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo 

Dama da Caridade em pintura de Jean-Baptiste Greuze.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jean-Baptiste_Greuze_-_La_Dame_de_charit%C3%A9.jpg

A Caridade. Tela de Arturo Michelena

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caridade#/media/File:Arturo_Michelena_46.JPG

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Dr. Silvino Canuto Abreu

(19-01-1892 / 02-05-1980)

Dr. Canuto Abreu, ao lado de Herculano Pires, discursando na comemoração do 1º. Centenário de lançamento de

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec.

Copiado de: http://www.luzespirita.org.br/index.php?lisPage=enciclopedia&item=Canuto%20Abreu


LEIA A BIOGRAFIA NO LINK:

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Biografia de Frederico Fígner

(02-12-1866 / 19-01-1947)

Frederico Fígner

Imagem copiada do site Feparana

LEIA A BIOGRAFIA NO LINK:

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Os doentes esperando a passagem de Jesus. Guache sobre grafite sobre papel trançado cinza. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_The_Sick_Awaiting_the_Passage_of_Jesus_(Les_malades_attendant_le_passage_de_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

Graça. Óleo no painel de Quirijn van Brekelenkam. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Le_B%C3%A9n%C3%A9dicit%C3%A9_-_Quirijn_van_Brekelenkam_-_Mus%C3%A9e_du_Louvre.jpg

A Primeira Ação de Graças, 1621. Pintura de Jean Leon Gerome Ferris. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_First_Thanksgiving_Jean_Louis_Gerome_Ferris.png 


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Moisés e Elias aparecem  na Transfiguração de Jesus. Pintura por Carl Heinrich Bloch.

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/15/Transfigurationbloch.jpg

 

 

 

Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte, E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
Mateus 17:1-3

https://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/17


Monte Tabor na região da Galiléia onde teria ocorrido a Transfiguração de Jesus., Israel. Foto Ismael Gobbo.

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Paisagem ao entardecer. Foto Ismael Gobbo

Noite Estrelada  sobre o Ródano. 1888. Óleo sobre tela de Vincent van Gogh.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Starry_Night_Over_the_Rhone.jpg




segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 18-01-2022.

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https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/JANEIRO/18-01-2022.htm

A partida do filho pródigo. Óleo sobre tela de Bartolomé Esteban Murillo.  Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Murillo_-_The_Prodigal_Son_Restored.jpg

O retorno do filho pródigo. Pintura de Leonello Spada. Museu do Louvre. Paris, França. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:L_Spada_Regreso_del_hijo_pr%C3%B3digo_Museo_del_Louvre.jpg

Nosso Salvador sujeito a seus paisem Nazaré. Óleo sobre tela 1847. Foto de uma pintura de John Rogers Herbert.

Copiado de : https://en.wikipedia.org/wiki/John_Rogers_Herbert

O clássico da piedade filial. Artista (s) desconhecido (s) da dinastia Song. O trabalho é tradicionalmente atribuído a Ma Hezhi (fl. 1131-1189) como pintor e imperador Gaozong (1107-1187) como calígrafo, mas essa atribuição provavelmente está incorreta. O álbum com este trabalho é conhecido como Ilustrações do Clássico da Piedade Filial. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Classic_of_Filial_Piety_(%E5%A3%AB%E7%AB%A0_%E7%95%AB).jpg

Pintura com cenas dos vinte e quatro casos de piedade filiar.Kano Motonobu, 1550

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Filial_piety


Escultura “Canto de la Cosechadora”. Jardim Botânico. Buenos Aires, Argentina

Foto: Laura Emilia Michelin Gobbo.

 

A escultura "Canto de la Cosechadora" é uma reprodução anônima feita em mármore que representa a figura de uma mulher trazendo consigo as colheitas. Sua expressão é de alegria, acompanhando seu retorno para casa com uma música alegórica para sua tarefa rural. Está localizado no Jardim Botânico. http://detallesdebuenosaires.blogspot.com.br/2011/03/escultura-canto-de-la-cosechadora.html

Jardim Japonês; Buenos Aires, Argentina. Foto Laura Emilia Michelin Gobbo.

Cena da vida hospitalar. Afresco de Jacopo Pontorrno

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jacopo_Pontormo_019.jpg

Cristo curando os enfermos. Pintura de Washington Allston

Imagem/fonte:

https://www.wikidata.org/wiki/Q31805211#/media/File:Christ_Healing_the_Sick,_1813,_by_Washington_Allston_(1779-1843)_-_Worcester_Art_Museum_-_IMG_7700.JPG

A Última Oração dos Mártires Cristãos. Pintura de  Jean-Léon Gérôme

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jean-L%C3%A9on_G%C3%A9r%C3%B4me_-_The_Christian_Martyrs%27_Last_Prayer_-_Walters_37113_d%C3%A9tail_2.jpg


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Ismael Gomes Braga

(14-07-1891 / 18-01-1969)


Ismael Gomes Braga

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ismael_Gomes_Braga

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