BLOG DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA.....ARAÇATUBA- SP

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domingo, 23 de janeiro de 2022

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 24-01-2022.

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https://www.noticiasespiritas.com.br/2022/JANEIRO/24-01-2022.htm

A conversão de São Paulo. Óleo sobre tela por Luca Giordano.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:La_conversion_de_Saint_Paul_Giordano_Nancy_3018.jpg

Ananias restaura a visão de Paulo. Óleo sobre tela por Jean II Restout.

Imagem/fonte:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/24/Jean_II_Restout_-_Ananias_Restoring_the_Sight_of_St_Paul_-_WGA19317.jpg




Cristo e a mulher adúltera. Óleo no cobre por Pieter van Lint.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cristo_y_la_mujer_adultera.jpg

 

 

 

Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras.
E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava.
E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério;
E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando.
E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?
Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.
E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.
Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.
E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.
João 8:1-11


A conversão da Maria Madalena. Óleo sobre tela de Paolo Veronese.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Convers%C3%A3o_de_Maria_Madalena


Os fariseus e os saduceus vêm para tentar Jesus por James Tissot ( Brooklyn Museum )

Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Sadducees#/media/File:Brooklyn_Museum_-_The_Pharisees_and_the_Saduccees_Come_to_Tempt_Jesus_(Les_pharisiens_et_les_saduc%C3%A9ens_viennent_pour_tenter_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot_-_overall.jpg

 

Jantar na casa de Simão, o fariseu. Óleo sobre tela por  Moretto da Brescia.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cena_in_casa_di_Simone_in_fariseo_(Moretto).jpg

Estudo para Jesus e Nicodemos por Henry Ossawa Tanner.

Imagem/fonte:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Study_for_Jesus_and_Nicodemus.jpg

 

No diálogo de Jesus com Nicodemos falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)  

 

 

 

Nicodemos

Nicodemos (em grego: Νικόδημος) viveu no século I, foi um fariseu e contemporâneo de Jesus Cristo. Defendeu-o perante o Sinédrio e sepultou-o. Atribuem-lhe um evangelho apócrifo, outrora chamado de Atos de Pilatos.[1]

Biografia:

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicodemos

Zaqueu no Sicômoro aguardando a passagem de Jesus. Aquarela de James Tissot

Imagem/fonte:

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Brooklyn_Museum_-_Zacchaeus_in_the_Sycamore_Awaiting_the_Passage_of_Jesus_(Zach%C3%A9e_sur_le_sycomore_attendant_le_passage_de_J%C3%A9sus)_-_James_Tissot.jpg


sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 22-01-2022.

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Riacho do Ipiranga  em sua nascente no Jardim Botânico. São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

Uma das nascentes do Rio Jordão,  em Banias, no Monte Hermon, região da antiga Cesaréia de Felipe.

O rio caminha na direção do Mar da Galiléia e, dali, para o Mar Morto. . Foto Ismael Gobbo

Mar da Galiléia. É uma grande represa de água doce abastecida principalmente pelas águas do  Rio Jordão. Israel. Foto Ismael Gobbo.
Árvore no Largo do Paissandu, em São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo

Brocado de Lião, França. Séc. XIX. Catedral Notre Dame, Paris.

Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Brocade#/media/File:Paris_-_Cath%C3%A9drale_Notre-Dame_-_Tr%C3%A9sor_de_la_cath%C3%A9drale_-_Ornements_sacerdotaux_-3.JPG

Têxtil de Seda. China.

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c1/Silk_from_Mawangdui_2.jpg

 

 

Têxtil de seda do túmulo no 1. em Mawangdui em Changsha , província de Hunan , China , da Dinastia Han Ocidental , século II    (Wikipedia)

Uvaieira em  flor. Produz o fruto uvaia. Birigui, SP. Foto Ismael Gobbo
Uvaia, fruto da uvaieira. Foto: Ismael Gobbo

 A vinha vermelha em Arles. Óleo sobre tela de Vincent van Gogh.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vincent_van_Gogh

Colheita de café em Araraquara, São Paulo,  no ano de 1902. Domínio público / Acervo Arquivo Nacional. Imagem/fonte:

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Colheita_de_caf%C3%A9_em_Araraquara,_S%C3%A3o_Paulo.jpg




Peregrinos rezando a Nossa Senhora dos Aflitos. Óleo sobre tela de Gustave Léonard de Jonghe

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gustave_L%C3%A9onard_de_Jonghe_-_Pilgrims_Praying_to_Our_Lady_of_the_Afflicted_or_Our_Lady_of_Mercy.jpg


Jó e seus amigos. Óleo sobre tela de Ilya Repin.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Job_and_his_friends.jpg

O paciente Jó. Óleo sobre tela de Gerard Seghers.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Gerard_Seghers_-_The_Patient_Job_-_WGA21132.jpg

Jó restaurado à prosperidade.  Óleo sobre tela de Laurent de La Hyre

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:Job-restored-to-prosperity.jpg

                                                    

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Antônio Gonçalves da Silva (Batuíra)

(26-12-1838 / 22-01-1909)


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Luís Parigot de Sousa

(1894 – 1947)


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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 21-01-2022.

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Flor da Pitaya. Abre por apenas uma noite e fenece. Foto Ismael Gobbo.
Cultivando jardins.  Parque da Independência, Rosário, Argentina. Fotos Ismael Gobbo

Três virtudes. Placa 2: Paciência, de corpo inteiro sentada de perfil esquerdo olhando para cima, usando uma coroa de flores e apoiando a mão em um livro em uma saliência, diante de uma coluna. Título: " 2 Patientia ". Na margem inferior, a inscrição em latim: " Excitat, et digna constans Patientia laude

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Three_virtues_Patientia.jpg

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Região comercial entre  as ruas da Alfândega e Regente Feijó. Saara, Rio de Janeiro, RJ. Foto: Ismael Gobbo
Movimentação de consumidores e vendedores em rua de Tiberíades, Israel. Foto: Ismael Gobbo.

Loja em Jerusalém, Israel. Foto: Ismael  Gobbo

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Desencarnação de Dirce Dall´Oca Ribeiro nesta quinta-feira,

20-01-2022. Grande vulto espírita de Araçatuba, SP

Dirce Dall´Oca Ribeiro

( 31-10- 1928 /20-01-2022)

Foto: Ismael Gobbo

 

 

Ás 17 horas desta quinta-feira, 20 de janeiro de 2022, desencarnou nossa companheira de ideal espírita, Dirce Dall´Oca Ribeiro,  com 93 anos de idade.  O sepultamento será nesta sexta-feira, 21/01. Completaremos em breve o local do velório e do sepultamento. (Com informações de Ester Mian da Cruz).

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Cristo no Getsêmani.  Pintura de Heinrich Hofmann    Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_in_Gethsemane.jpg


Ecce homo. “Eis o homem”. Pilatos apresenta Jesus à multidão.

Quadro de Antonio Ciseri. Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Eccehomo1.jpg


Guerra da Criméia: Florence Nightingale com sua lâmpada na cabeceira do paciente. Litografia colorida após H. Rae. magem/fonte:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/ba/Florence_Nightingale._Coloured_lithograph._Wellcome_V0006579.jpg/804px-Florence_Nightingale._Coloured_lithograph._Wellcome_V0006579.jpg


Morte e vida. Óleo sobre tela de Gustav Klimt. Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gustav_Klimt_-_Death_and_Life_-_Google_Art_Project.jpg

Jesus e Nicodemos. Henry Ossawa Tanner 

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_Ossawa_Tanner_-_Jesus_and_nicodemus.jpg

 

 

No diálogo de Jesus com Nicodemos falou o Mestre: "Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo." (João, 3,1-8)  

Pedra que encima o dólmen de Allan Kardec no Cemitério Père Lachaise em Paris, França. Foto: Laura Emilia Michelin Gobbo

 Dizeres: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”

 

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Amélie Gabrielle Boudet

(23-11-1795 / 21-01-1883)

Amélie Gabrielle Boudet

Imagem internet


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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Anália Franco Bastos (*) (01-02-1849 / 20-01-1919)

 

Anália Franco

Nascida na cidade de Resende, Estado do Rio de Janeiro, no dia 10 de fevereiro de 1856, e desencarnada em S. Paulo, no dia 13 de janeiro de 1919. Seu nome de solteira era Anália Emília Franco. Após consorciar-se em matrimônio com Francisco Antônio

Bastos, seu nome passou a ser Anália Franco Bastos, entretanto, é mais conhecida por Anália Franco.

Com 16 anos de idade entrou num Concurso de Câmara dessa cidade e logrou aprovação para exercer o cargo de professora primária. Trabalhou como assistente de sua própria mãe durante algum tempo. Anteriormente a 1875 diplomou-se Normalista, em S. Paulo.

Foi após a Lei do Ventre Livre que sua verdadeira vocação se exteriorizou: a vocação literária. Já era por esse tempo notável como literata, jornalista e poetisa, entretanto, chegou ao seu conhecimento que os nascituros de escravas estavam previamente destinados à "Roda" da Santa Casa de Misericórdia. Já perambulavam, mendicantes, pelas estradas e pelas ruas, os negrinhos expulsos das fazendas por impróprios para o trabalho. Não eram, como até então "negociáveis", com seus pais e os adquirentes de cativos davam preferência às escravas que não tinham filhos no ventre.

Anália escreveu, apelando para as mulheres fazendeiras. Trocou seu cargo na Capital de São Paulo por outro no Interior, a fim de socorrer as criancinhas necessitadas. Num bairro duma cidade do norte do Estado de S. Paulo conseguiu uma casa para instalar uma escola primária. Uma fazendeira rica lhe cedeu a casa escolar com uma condição, que foi frontalmente repelida por Anália: não deveria haver promiscuidade de crianças brancas e negras.

Diante dessa condição humilhante foi recusada a gratuidade do uso da casa, passando a pagar um aluguel. A fazendeira guardou ressentimento à altivez da professora, porém, naquele local Anália inaugurou a sua primeira e original "Casa Maternal". Começou a receber todas as crianças que lhe batiam à porta, levadas por parentes ou apanhadas nas moitas e desvios dos caminhos.

A fazendeira, abusando do prestígio político do marido, vendo que a sua casa, embora alugada, se transformara num albergue de negrinhos, resolveu acabar com aquele "escândalo" em sua fazenda. Promoveu diligências junto ao coronel e este conseguiu facilmente a remoção da professora.

Anália foi para a cidade e alugou uma casa velha, pagando de seu bolso o aluguel correspondente à metade do seu ordenado. Como o restante era insuficiente para a alimentação das crianças, não trepidou em ir, pessoalmente, pedir esmolas para a meninada. Partiu de manhã, à pé, levando consigo o grupinho escuro que ela chamava, em seus escritos, de "meus alunos sem mães". Numa folha local anunciou que, ao lado da escola pública, havia um pequeno "abrigo" para as crianças desamparadas. A fama, nem sempre favorável da novel professora, encheu a cidade.

A curiosidade popular tomou-se de espanto, num domingo de festa religiosa. Ela apareceu nas ruas com seus "alunos sem mães", em bando precatório. Moça e magra,modesta e altiva, aquela impressionante figura de mulher, que mendigava para filhos de escravas, tornou-se o escândalo do dia. Era uma mulher perigosa, na opinião de muitos.

Seu afastamento da cidade principiou a ser objeto de consideração em rodas políticas, nas farmácias. Mas rugiu a seu favor um grupo de abolicionistas e republicanos, contra o grande grupo de católicos, escravocratas e monarquistas.

Com o decorrer do tempo, deixando algumas escolas maternais no Interior, veio para S. Paulo. Aqui entrou brilhantemente para o grupo abolicionista e republicano. Sua missão, porém, não era política. Sua preocupação maior era com as crianças desamparadas, o que a levou a fundar uma revista própria, intitulada "Álbum das Meninas", cujo primeiro número veio a lume a 30 de abril de 1898. O artigo de fundo tinha o título "Às mães e educadoras". Seu prestígio no seio do professorado já era grande quando surgiram a abolição da escravatura e a República. O advento dessa nova era encontrou Anália com dois grandes colégios gratuitos para meninas e meninos. E logo que as leis o permitiram, ela, secundada por vinte senhoras amigas, fundou o instituto educacional que se denominou "Associação Feminina Beneficente e Instrutiva", no dia 17 de novembro de 1901, com sede no Largo do Arouche, em S. Paulo.

Em seguida criou várias "Escolas Maternais" e "Escolas Elementares", instalando, com inauguração solene a 25 de janeiro de 1902, o "Liceu Feminino", que tinha por finalidade instruir e preparar professoras para a direção daquelas escolas, com o curso de dois anos para as professoras de "Escolas Maternais" e de três anos para as "Escolas Elementares".

Anália Franco publicou numerosos folhetos e opúsculos referentes aos cursos ministrados em suas escolas, tratados especiais sobre a infância, nos quais as professoras encontraram meios de desenvolver as faculdades afetivas e morais das crianças, instruindo-as ao mesmo tempo. O seu opúsculo "O Novo Manual Educativo", era dividido em três partes: Infância, Adolescência e Juventude.

Em 10 de dezembro de 1903, passou a publicar "A Voz Maternal", revista mensal com a apreciável tiragem de 6.000 exemplares, impressos em oficinas próprias.

A Associação Feminina mantinha um Bazar na rua do Rosário n.o. 18, em S. Paulo, para a venda dos artefatos das suas oficinas, e uma sucursal desse estabelecimento na Ladeira do Piques n.o. 23.

Anália Franco mantinha Escolas Reunidas na Capital e Escolas Isoladas no Interior, Escolas Maternais, Creches na Capital e no Interior do Estado, Bibliotecas anexas às escolas, Escolas Profissionais, Arte Tipográfica, Curso de Escrituração Mercantil, Prática de Enfermagem e Arte Dentária, Línguas (francês, italiano, inglês e alemão); Música, Desenho, Pintura, Pedagogia, Costura, Bordados, Flores artificiais e Chapéus, num total de 37 instituições.

Era romancista, escritora, teatróloga e poetisa. Escreveu uma infinidade de livretos para a educação das crianças e para as Escolas, os quais são dignos de serem adotados nas Escolas públicas.Era espírita fervorosa, revelando sempre inusitado interesse pelas coisas atinentes à Doutrina Espírita.

Produziu a sua vasta cultura três ótimos romances: "A Égide Materna", "A Filha do Artista", e "A Filha Adotiva". Foi autora de numerosas peças teatrais, de diálogos e de várias estrofes, destacando-se "Hino a Deus", "Hino a Ana Nery", "Minha Terra", "Hino a Jesus" e outros.

Em 1911 conseguiu, sem qualquer recurso financeiro, adquirir a "Chácara Paraíso".

Eram 75 alqueires de terra, parte em matas e capoeiras e o restante ocupado com benfeitorias diversas, entre as quais um velho solar, ocupado durante longos anos por uma das mais notáveis figuras da História do Brasil: Diogo Antônio Feijó.

Nessa chácara fundou Anália Franco a "Colônia Regeneradora D. Romualdo", aproveitando o casarão, a estrebaria e a antiga senzala, internando ali sob direção feminina, os garotos mais aptos para a Lavoura, a horticultura e outras atividades agropastoris, recolhendo ainda moças desviadas, conseguindo assim regenerar centenas de mulheres.

A vasta sementeira de Anália Franco consistiu em 71 Escolas, 2 albergues, 1 colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãs, 1 Banda Musical Feminina, 1 orquestra, 1 Grupo Dramático, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores artificiais, etc., em 24 cidades do Interior e da Capital.

Sua desencarnação ocorreu precisamente quando havia tomado a deliberação de ir ao Rio de Janeiro fundar mais uma instituição, idéia essa concretizada posteriormente pelo seu esposo, que ali fundou o "Asilo Anália Franco".

A obra de Anália Franco foi, incontestavelmente, uma das mais salientes e meritórias da História do Espiritismo.

Fonte: Site www.espiritismogi.com.br

 

(Copiado de http://www.febnet.org.br/ba/file/Pesquisa/Textos/An%C3%A1lia%20Franco.pdf)

 

 

(*) Há desencontros nas datas de nascimento e desencarnação de Anália Franco Bastos em biografias que pesquisamos. As datas que grafamos no titulo colhemos na placa do  túmulo de Anália Franco, no Cemitério da Consolação, em São Paulo, Brasil.

Ismael  Gobbo

Vista parcial de Resende (RJ) em data desconhecida. Fundo documental: Correio da Manhã.

Domínio público / Acervo Arquivo Nacional

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Resende_(Rio_de_Janeiro)

 

Na cidade de Resende, RJ, nasceu a grandiosa 

espirita brasileira, Anália Franco.  


A professora Anália Franco (sentada ao centro da primeira fileira) com as alunas e professoras do Liceu Feminino da Associação Feminina Beneficente e Instrutiva, São Paulo. 03 de agosto de 1907.

Imagem/fonte: Biblioteca Nacional do Brasil - Hemeroteca Digital Brasileira

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lia_Franco


Túmulo de Anália Franco Bastos, no Cemitério da Consolação, São Paulo. Brasil. Fotos Ismael Gobbo

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Excelente vídeo com Biografia de Anália Franco

Acesse aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=S4bIT7rmi9A




BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 20-01-2022.

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Lião, França, em 1869. Vista da Cruz Vermelha.

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Croix-Rousse#/media/File:Lyon_1869.jpg

 

 

Em Lião, França, nasceu Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec), Codificador do

Espiritismo aos 3 de outubro de 1804.


Allan Kardec, Codificador do Espiritismo.

Imagem/fonte: https://dialogos.files.wordpress.com/2007/02/allan-kardec-tratado-2.jpg

 

Vista de Lião, França,  a partir da Colina de Fourvière. Foto Ismael Gobbo.


Capa da 1ª. edição de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, lançados aos 18 de abril de 1857.

Copiada de https://kardec.blog.br/18-de-abril-de-1857/

 

 

O Livro dos Espíritos foi a primeira Obra Básica da Codificação do Espiritismo

através de Hippolyte Léon Denizard Rivail (Allan Kardec), editado em Paris, França.


Rio Sena com Palais de Chaillot vistos da Torre Eiffel. Foto Ismael Gobbo


Edward Roscoe Murrow. Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_R._Murrow

 

 

Edward Roscoe Murrow (25 de abril de 1908 - 27 de abril de 1965), nascido Egbert Roscoe Murrow, [1] foi um jornalista e correspondente de guerra americano. Ele ganhou destaque durante a Segunda Guerra Mundial com uma série de transmissões de rádio ao vivo da Europa para a divisão de notícias da CBS. Durante a guerra, ele recrutou e trabalhou em estreita colaboração com uma equipe de correspondentes de guerra que ficaram conhecidos como Murrow Boys.

 

Pioneiro da transmissão de notícias de rádio e televisão, Murrow produziu uma série de reportagens em seu programa de televisão See It Now, que ajudou a levar à censura do senador Joseph McCarthy. Os colegas jornalistas Eric Sevareid, Ed Bliss, Bill Downs, Dan Rather e Alexander Kendrick consideram Murrow uma das maiores figuras do jornalismo.

https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_R._Murrow   


Edward R. Murrow em seu escritório, 1957.

 Fonte: Arquivos de Radiodifusão da Universidade de Maryland (Estados Unidos).

Copiado de https://en.wikipedia.org/wiki/Edward_R._Murrow


Família assistindo televisão, c. 1958. Fonte: Administração Nacional de Arquivos e Registros. https://web.archive.org/web/20071226081329/teachpol.tcnj.edu/amer_pol_hist/thumbnail427.html

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_television



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Uma oração de dormir. Óleo sobre tela de Auguste Toulmouche

Uma oração de dormir. Óleo sobre tela de Auguste Toulmouche

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:A_Bedtime_Prayer_2008_NYR_01984.jpg


A oração da noite. Óleo no painel de Pierre Édouard Frère    Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Evening_Prayer_by_Pierre_Edouard_Fr%C3%A8re_Rijksmuseum_Amsterdam_SK-A-3081.jpg


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