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Pont des Arts e Institut de France. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Foi construída em 1804, durante o regime de Napoleão Bonaparte, e reconstruída no início dos anos 1980.
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Pont du Carrousel sobre o rio Sena. Da direita para esquerda Institut de France e Catedral Notre Dame.
Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Vista do bairro de Montmartre. Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Montmartre é um bairro boêmio da cidade de Paris, na França. É uma colina que, já no tempo dos gauleses, se destinava a lugar de culto. Deve seu nome, provavelmente, aos inúmeros mártires cristãos que foram torturados e mortos no local por volta do ano 250.[1] Consagrada a São Dionísio, tornou-se, na Idade Média, um lugar de peregrinação.
Em 1133, Montmartre passou para a jurisdição de monges beneditinos, que, ali passaram a cultivar uvas para produção de vinho, atividade que permanece sendo exercida até hoje no local.[2]
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Entrada do Cemitério Montmartre em 1860.
Allan Kardec desencarnou no dia 31-03-1869 e foi sepultado no dia 2 de abril de 1869 no Cemitério Montmartre.
Discursaram: o vice-presidente da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Sr. Levent, o célebre astrônomo Camille Flamarion, que fez um relato da veneranda existência do codificador, Alexandre Delanne e E. Muller.
Desenho do Cemitério Père Lachaise por Christophe Civeton. 1829.
Túmulo concebido em forma de Dólmen druida do Codificador do Espiritismo Allan Kardec.
Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo.
Em 29 de março de 1870, os despojos de Kardec foram exumados e transferidos do Cemitério Montmartre para o Cemitério Père-Lachaise. A inauguração do belo dólmen do Père Lachaise se deu às duas horas da tarde do dia 31.
Na comovente solenidade, falaram os eminentes vultos do espiritismo da França: Levent, Desliens, Leymarie e Guilbert.
Imagem de O Livro dos Espíritos da edição de 1860.
A primeira edição da obra foi lançada por Allan Kardec aos 18 de abril de 1857.
O Livro dos Espíritos (na língua francesa, Le Livre des Esprits) é o primeiro livro da Codificação Espírita publicado por Hippolyte Léon Denizard Rivail sob o pseudônimo de Allan Kardec. Esta obra contém os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as Leis Morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade (segundo os ensinamentos dos Espíritos Superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec). É uma das oito obras fundamentais para o estudo da Doutrina Espírita juntamente com: O que é o Espiritismo (1859); O Livro dos Médiuns (1861); O Evangelho Segundo Espiritismo (1863); O Céu e o Inferno ou a Justiça Divina Segundo o Espiritismo (1865); A Gênese, os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo (1868), Obras Póstumas (1890) e Revista Espírita (1858-1869).
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O Livro dos Médiuns. Edição de 1861.
Lançado por Allan Kardec em janeiro de 1861
Versa sobre o caráter experimental e investigativo da doutrina espírita, visto como ferramenta teórico-metodológica para se compreender uma "nova ordem de fenômenos", até então jamais considerada pelo conhecimento científico: os fenômenos ditos espíritas ou mediúnicos, que teriam como causa a intervenção de espíritos na realidade física.
Leia mais:
O Evangelho Segundo o Espiritismo. Página de rosto da edição de 1871.
Obra lançada por Allan Kardec aos 15 de abril de 1864.
A obra contém "a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e sua aplicação às diversas circunstâncias da vida". (365ª edição da tradução brasileira).
Leia mais:
Livro O Céu e o Inferno, lançado por Allan Kardec aos
Imagem/fonte:
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Página do livro A Gênese, lançado por Allan Kardec aos 6 de janeiro de 1868.
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Allan Kardec (1804- 1869). Codificador do Espiritismo
Louis Figuier. Louis Figuier: [fotografia, tiragem de comunicação] / [Atelier Nadar].
Louis Figuier (15 de fevereiro de 1819 - 8 de novembro de 1894) foi um cientista e escritor francês. Ele era sobrinho de Pierre-Oscar Figuier e tornou-se professor de química na L'Ecole de pharmacie de Montpellier. Embora suas obras sejam altamente respeitadas, muitas vezes não é mencionado que ele era de fato um racista convicto da época (veja The Human Race). Figuier desempenhou um papel fundamental na perpetuação do equívoco descaradamente míope de que as pessoas de origem negra eram mentalmente inferiores, não eram totalmente humanas, tinham um mau cheiro e eram promíscuas. Sua citação desses conceitos mal formados é claro e não é verdade, mas ele continua sendo celebrado em suas "conquistas".
Louis Figuier foi um cientista que combateu o Espiritismo a partir de suas idéias materialistas e que recebeu as respostas de Allan Kardec.
Uvaia em flor. Birigui, SP. Foto Ismael Gobbo
Flor do Abricó de Macaco em rua da cidade do Rio de Janeiro. Foto Ismael Gobbo
Ipê roxo. Jaboticabal, SP. Foto Ismael Gobbo
A conversa. Óleo no painel de Arnold Lakhovsky
A Dama da Caridade. Óleo sobre tela Jean-Baptiste Greuze. Museu de Belas Artes de Lyon.
Mukhtar Mai