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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 02-02-2021.

 CLICAR AQUI:

 http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/FEVEREIRO/02-02-2021.htm

Victor Hugo

Imagem/fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo#mediaviewer/File:Victor_Hugo.jpg

Página do jornal La Liberté de 6 de novembro de 1867. BNF Gallica.

Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k4741052m/f3.item

 

 

Da reportagem do jornal La Liberté de 6 de novembro de 1867,

Allan Kardec extraiu  partes para  compor o  artigo da  Revista

Espírita de dezembro de 1867 que está acima transcrito.

Página do jornal La Liberté de 6 de novembro de 1867. BNF Gallica.

Acesse aqui: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k4741052m/f4.item

 

 

Da reportagem do jornal La Liberté de 6 de novembro de 1867,

Allan Kardec extraiu  partes para  compor o  artigo da  Revista

Espírita de dezembro de 1867 que está acima transcrito.

A ressurreição de Lázaro em óleo sobre tela por Rembrandt.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Rembrandt_Harmensz._van_Rijn_-_The_Raising_of_Lazarus_-_Google_Art_Project.jpg

 

 

Havia um homem chamado Lázaro. Ele era de Betânia, do povoado de Maria e de sua irmã Marta. E aconteceu que Lázaro ficou doente.
Maria, sua irmã, era a mesma que derramara perfume sobre o Senhor e lhe enxugara os pés com os cabelos.
Então as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: "Senhor, aquele a quem amas está doente".
Ao ouvir isso, Jesus disse: "Essa doença não acabará em morte; é para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela".
João 11:1-4

https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/11/1-4

 

 

 

O Espiritismo atribui o fenômeno da ressurreição de Lázaro a possível caso de

catalepsia, letargia ou morte aparente.

E também pode ser um dos casos da  Dupla Vista de Jesus.


Ressurreição da filha de Jairo. Pintura de Ernesto Fontana.

Imagem/fonte:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Fontana_-_Raising_of_Jairus%27_daughter.jpg

 

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Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Ele uma aglomeração confusa de pessoas que choravam e soltavam grandes gritos. — Entrando, disse-lhes Ele: “Por que fazeis tanto alarido e por que chorais? Esta menina não está morta, está apenas adormecida.” — Zombavam dele. Tendo feito que toda a gente saísse, chamou o pai e mãe da menina e os que tinham vindo em sua companhia e entrou no lugar onde a menina se achava deitada. — Tomou-lhe a mão e disse: “Talitha cumi”, isto é: “Minha filha, levanta-te, Eu to ordeno.” — No mesmo instante a menina se levantou e se pôs a andar, pois contava doze anos, e ficaram todos maravilhados e espantados. (Marcos, 5:21 a 43.)

Copiado de http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/07/A-genese_Guillon.pdf

A Gênese, Allan Kardec, Cap. XV, item 37.

 

O Espiritismo atribui o fenômeno da ressurreição da filha de Jairo a possível caso de

catalepsia, letargia ou morte aparente.

E também pode ser um dos casos da  Dupla Vista de Jesus

 The Avenue at Middelharnis. Pintura a oleo de Meindert Hobbema

Ele mostra uma estrada que leva ao vilarejo de Middelharnis, na ilha de Goeree-Overflakkee, nodelta

de Maas, na Holanda do Sul , na Holanda .

Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Avenue_at_Middelharnis

Uma paisagem arborizada. Óleo no painel de Meindert Hobbema

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Meindert_Hobbema

Busto de Victor Hugo por Rodin

Museu Rodin, Paris. Foto Ismael Gobbo

O grande e belo monumento em estilo neoclássico do Panteão,  em Paris, França.  No  local estão sepultadas

dezenas de personalidades famosas como: Fénelon, Victor Hugo, Braille, Voltaire. Foto Ismael Gobbo

Catedral Notre Dame, Paris, França. Foto Ismael Gobbo

Em O Corcunda de Notre Dame, Victor Hugo faz referências à arquitetura da Catedral.

 

O Corcunda de Notre Dame, e Esmeralda, personagens da obra de Victor Hugo, em cena do filme de 1923.

Imagem/fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Quasimodo

 

LEIA SOBRE VICTOR HUGO:

http://www.noticiasespiritas.com.br/2019/FEVEREIRO/26-02-2019.htm

 

Judas recebendo trinta moedas de prata por trair Jesus. Óleo sobre tela  de János Pentelei Molnár, 1909.

Copiado de:

https://en.wikipedia.org/wiki/Thirty_pieces_of_silver#/media/File:P._Moln%C3%A1r_The_Thirty_Pieces_of_Silver_1909.jpg

O Beijo de Judas. Óleo sobre tela por Nicolai Wilhelm Marstrand.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Wilhelm_Marstrand,_Judaskysset,_udateret,_0122NMK,_Nivaagaards_Malerisamling.jpg

A negação de são Pedro. Óleo sobre tela de Hendrick Jansz ter Brugghen

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hendrick_ter_Brugghen_The_Denial_of_St_Peter.jpg


Cristo na cruz. Óleo sobre tela por Eugène Delacroix.

Imagem/fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d2/Eug%C3%A8ne_Delacroix_-_Christ_on_the_Cross_-_Walters_3762_%282%2

Os discípulos que deixaram seu esconderijo observam de longe em agonia.

Guache sobre grafite em papel tecido cinza de James Tissot. Copiado de:

 https://en.wikipedia.org/wiki/Brooklyn_Museum

Cristo na estrada de Emaús. Óleo sobre tela do século 18.

Imagem/fonte:

https://en.m.wikipedia.org/wiki/File:Christ_on_the_Road_to_Emmaus_G-001552-20120605.jpg

Jantar em Emaús. Diego Velázquez

Imagem Fonte: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Diego_Vel%C3%A1zquez_009.jpg

 

 

Discípulos de Emaús é uma das primeiras aparições de Jesus após a ressurreição, logo após a sua crucificação e à descoberta do túmulo vazio[1][2]. Tanto o "Encontro na estrada para Emaús" quanto o subsequente Jantar em Emaús, que relata uma refeição que Jesus teve com os dois discípulos após o encontro na estrada, se tornaram temas muito populares na arte. Adicionalmente, o evento se tornou um ponto de inspiração para batizar diversos movimentos religiosos, serviços e atividades cristãs.

O episódio está descrito em Lucas 24:13-35, onde se lê também a expressão “fica conosco, Senhor” (em latimMane nobiscum Domine), que inspirou diversos textos, orações e canções.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Disc%C3%ADpulos_de_Ema%C3%BAs

 

Remorso de Judas. Óleo sobre tela de Almeida Junior (1880)

 Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo

OUÇA AVE MARIA (Roberto Carlos)

Ao vivo – Jerusalém, Israel

 

Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=flbfqKFivWI

 


Pietá de Michelangelo. Basílica de S. Pedro, Vaticano. Foto Ismael Gobbo

Restos de uma construção destruída pelo vento. Fonte: Departamento de Agricultura dos Estados Unidos

Copiado de:  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Dust_Bowl_-_Dallas,_South_Dakota_1936.jpg

Construções sobre a rocha. Vista de Uçhisar, Capadócia, Turquia. Foto de Angel Salvador, Mérida, Espanha.


Bittencourt Sampaio

01-02-1834 / 10-10-1895

 

LEIA AQUI:

http://www.noticiasespiritas.com.br/2018/FEVEREIRO/01-02-2018.htm




 

Anália Franco

(01-02-1849 / 20-01-1919)


LEIA AQUI:

http://www.noticiasespiritas.com.br/2021/JANEIRO/20-01-2021.htm




domingo, 31 de janeiro de 2021

BOLETIM DIÁRIO DE NOTÍCIAS DO MOVIMENTO ESPÍRITA. 01-02-2021.

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Camille Flammarion em seu observatório de Juvisy-sur-Orge (1880)

Imagem/fonte:

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Flammarion#/media/File:Camille_Flammarion_at_the_eyepiece_of_his_9%C2%BD-inch_Bardou_refractor_at_his_Juvisy_observatory.jpg

 

 

Nicolas Camille Flammarion, mais conhecido como Camille Flammarion (Montigny-le-Roi26 de fevereiro de 1842 — Juvisy-sur-Orge3 de junho de 1925), foi um astrônomopesquisador psíquico e divulgador científico francês. Importante pesquisador e popularizador da astronomia, recebeu notórios prêmios científicos e foi homenageado com a nomenclatura oficial de alguns corpos celestes. Sua carreira na pesquisa e popularização de fenômenos paranormais também é bastante notória.[1][2][3][4]

Seu irmão Ernest Flammarion foi o fundador das Edições Flammarion[5].

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Flammarion


Pintura rupestre na Grotte de Rouffignac.

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Mammoth

Duria Antiquior famosa aquarela do geólogo Henry de la Beche retratando a vida na antiga Dorset com

base em fósseis encontrados por Mary Anning. Henry De la Beche (10 de fevereiro de 1796 - 13 de abril de 1855)

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_paleontology

 

História da Paleontologia

 história da paleontologia traça a história do esforço para entender a história da vida na Terra estudando o registro fóssil deixado por organismos vivos. Por se preocupar com a compreensão dos organismos vivos do passado, a paleontologia pode ser considerada um campo da biologia, mas seu desenvolvimento histórico esteve intimamente ligado à geologia e ao esforço para compreender a própria história da Terra .

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_paleontology

 

Mar em Mediterrâneo em Cesaréia, Israel. Foto Ismael Gobbo

Jules Dumont d'Urville

Copiado de: https://en.wikipedia.org/wiki/Jules_Dumont_d%27Urville

 

 

 Jules Sébastien César Dumont d'Urville ( pronunciação francesa: [ʒyl dymɔ dyʁvil] ; 23 de maio de 1790 - 8 de maio 1842) era um francês explorador e oficial da Marinha que explorou o sul e oeste do Pacífico , Austrália, Nova Zelândia e Antártida . Como botânico e cartógrafo, ele deu seu nome a várias algas, plantas e arbustos, e lugares como a Ilha d'Urville na Nova Zelândia.

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Jules_Dumont_d%27Urville

Expedição de Dumont d'Urville em Vanikoro. Jules-Sébastien-César (1790-1842)

Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Jules_Dumont_d%27Urville

Busto de Heródoto, chamado de “O Pai da História”. Museu da Ágora, Atenas, Grécia. Foto Ismael Gobbo

 

 

Herodotus ( / h ɪ r ɒ d ə t ə s / ; do grego : Ἡρόδοτος , HERODOTOS , grego ático pronúncia:  [hɛː.ró.do.tos] ; c.  484  - c.  425 aC) foi um grego historiador que nasceu em Halicarnasso no Império Persa (atual Bodrum , Turquia ). Ele é conhecido por ter escrito o livro As Histórias ( grego: Ἱστορίαι Historíai ), um registro detalhado de sua "investigação" ( ἱστορία historía ) sobre as origens das Guerras Greco-Persas . Ele é amplamente considerado como o primeiro escritor a tratar assuntos históricos usando um método de investigação sistemática - especificamente, coletando seus materiais e organizando-os criticamente em uma narrativa historiográfica . Por causa disso, ele é freqüentemente referido como " O Pai da História ", um título que lhe foi conferido pela primeira vez pelo orador romano Cícero, do século I aC . [1]

Leia mais: https://en.wikipedia.org/wiki/Herodotus

 

Hipócrates.

Paulus Pontius depois de Peter Paul Rubens.

Copiado de: https://gl.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3crates

 

 

Hipócrates de Cos, nado en Cos (Espóradas) no século V a.C. (c. 460 a.C.) e finado en LárisaTesalia no século IV a.C. (c. 370 a.C.), foi un médico da Antiga Grecia que exerceu durante o chamado século de Pericles.

É considerado unha das figuras máis destacadas da historia da medicina e moitos autores refírense a el como o «pai da medicina» moderna,[2][3][4] en recoñecemento ás súas importantes e duradeiras contribucións a esta ciencia como fundador da escola que leva o seu nome. Esta escola intelectual revolucionou a medicina da Antiga Grecia, establecéndoa como unha disciplina separada doutros campos cos cales se asociaba tradicionalmente (notablemente a teúrxia e a filosofía), convertendo o exercicio da medicina nunha auténtica profesión.[5][6

Leia mais:

https://gl.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3crates

 

Digitalização da impressão fotográfica original de John Lubbock, 1st Baron Avebury. Entre cerca de 1876 e cerca de 1880

Impressão original tipo Woodbury Samuel Robert Lock, George Corpe Whitfield

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Lubbock

 

O Muito Honorável John Lubbock, 1.º Barão Avebury PC FRS DCL LLD (Londres, 30 de abril de 1834 — Broadstairs, 28 de maio de 1913), conhecido por Sir John Lubbock, 4.º Baronete de 1865 até 1900, foi um banqueiropolítico liberalfilantropocientista e polímata inglês.

Banqueiro vitoriano e visionário, vizinho e amigo de Charles Darwin, instigou reformas financeiras - chave, um membro liberal do Parlamento Britânico que apresentou a primeira legislação para proteção de monumentos antigos e férias em bancos (públicos), um botânico e entomologista com muitas publicações científicas em seu nome.

Escreveu sua obra prima que se tornaria um best-seller vitoriano e um livro didático padrão para quem se interessava pela história natural - Prehistoric Times, sua última edição (7a.) datando de 1913. Obra pioneira, uma das primeiras a rejeitar a cronologia bíblica que dizia que o mundo teria uns meros 6 mil anos: introduziu os termos paleolítico e neolítico, Velha e Nova Idades da pedra, hoje reconhecidas como períodos-chave do passado pré-histórico.

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Lubbock

Sir Charles Lyell - Geólogo. Impressão em papel salgado de negativo em papel. Entre 1843 e 1847.

Autor: Hill & Adamson

Copiado de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Lyell

 

Charles Lyell (KinnordyForfarshire14 de novembro de 1797 — Londres22 de fevereiro de 1875) foi um advogado e geólogo britânico.

Popularizador do uniformitarianismo.

Biografia:

 

Charles Lyell (pronuncia-se IPA[lahy-uhl]) nasceu na Escócia, sendo o mais velho de dez irmãos. Seu pai, também chamado Charles, foi um botânico de reputação ínfima e o primeiro a expor o jovem Charles ao estudo da natureza. Tendo entrado no Exeter CollegeOxford, e terminando em 1816, Lyell encontrou a geologia como uma profissão séria, com o apoio de William Buckland. Graduado, ele desviou-se profissionalmente e exerceu o direito, mas teve a geologia como hobby. Seu primeiro artigo, "On a Recent Formation of Freshwater Limestone in Forfarshire", foi apresentado em 1822. Por volta de 1827, ele tinha abandonado a lei e embarcou em uma carreira com a Geologia, que resultaria em uma aceitação difundada das idéias propostas por James Hutton algumas décadas antes.

 

Leia mais:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Lyell

 

O frontispício de Charles Lyell de Princípios de Geologia (segunda edição americana de 1857), mostrando as origens dos diferentes tipos de rochas. Imagem/fonte:

https://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Lyell

Vulcão Vesúvio visto das ruínas de Pompéia, Itália. Foto Ismael Gobbo

O  Vesúvio sepultou com suas lavas as cidades de Pompéia, Herculano e Estábia no ano 79 d.C.

 

Vulcões e dinâmicas geológicas

Antes da obra de Lyell, fenômenos como os terremotos eram compreendidos pela destruição que trouxeram. Uma das contribuições que Lyell fez em Princípios foi explicar a causa dos terremotos. [25] Lyell, em contraste, focou em terremotos recentes (150 anos), evidenciados por irregularidades superficiais, como falhas, fissuras, deslocamentos estratigráficos e depressões. [25]

O trabalho de Lyell sobre vulcões se concentrou principalmente no Vesúvio e no Etna , que ele havia estudado anteriormente. Suas conclusões apoiaram a construção gradual de vulcões, a chamada "construção de backup", [6] em oposição ao argumento da sublevação apoiado por outros geólogos.

Leia mais:

https://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Lyell

O óbolo da viúva em aquarela por James Tissot. Imagem/fonte:

 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Brooklyn_Museum_-_The_Widow%27s_Mite_(Le_denier_de_la_veuve)_-_James_Tissot.jpg

A Caridade. Tela de Arturo Michelena

Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caridade#/media/File:Arturo_Michelena_46.JPG


A crise lionesa. Interior de uma tecelagem de seda. Autor Jules Férat. Fonte Le Monde Illustré.

Copiado de  https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Atelier_canut.jpg


 Caridade. Óleo sobre tela por Walter Gay.

Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Walter_Gay_-_Charity.jpg

A Caridade. Óleo sobre tela de João Zeferino da Costa.

Museu Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo.

Estudo para Jesus em Cafarnaum (1885). Óleo sobre tela de Rodolpho Amoêdo

Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo. Foto Ismael Gobbo

A cura da sogra de Pedro. Óleo sobre tela de John Bridges.

Imagem/fonte:

 https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Christ_Healing_the_Mother_of_Simon_Peter%E2%80%99s_Wife_by_John_Bridges.jpg

 

A oração na hora das refeições. Óleo sobre tela por Fritz von Uhde.

Imagem/fonte:

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Mealtime_Prayer_-_Fritz_von_Uhde_-_Google_Cultural_Institute.jpg

Jesus Cristo no Monte das Oliveiras. Óleo sobre tela de Rodolfo Amoedo.

Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil. Foto Ismael Gobbo